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A MÍDIA É UM LIXO

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Será que existe algum jornalista sério trabalhando na Mídia Golpista? Jabá em PRIMEIRO LUGAR. Vender a alma ao diabo virou moda nas redações da imprensa brasileira. Há BRASIL!!! Banner criado por LILI ABREU - lili.abreu10@gmail.com

Jornal dos Marinhos alimenta ódio contra Lula
O jornal O Globo, da família Marinho, em sua escalada sem tréguas contra o Presidente Lula não perde uma oportunidade para atingir sua história e imagem. Inconformados com a popularidade e liderança do presidente - hoje mundial - e agora a pretexto de criticar a concessão de indenizações a anistiados que foram presos e torturados pela ditadura, sofreram seqüelas ou foram impedidos de trabalhar ou viver no país, citam o caso do presidente e da indenização que ele obteve no principal editorial de hoje, publicado com o título "Bolsa Ditadura". Lula foi preso e cassado como presidente do então Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (hoje, do ABC). Depois, não teve mais como voltar a trabalhar. Ele e centenas de sindicalistas na década de 70 - aliás, dezenas de milhares em todo país durante a ditadura. O jornal revela todo o ódio que têm contra o presidente, com esta frase com que justifica, a seu modo, a concessão da indenização a Lula: foi “para compensar 31 dias de prisão em 1979, cumpridos sem maiores riscos, pois o país tinha a atenção voltada para ele, e o regime já não era o mesmo. Aquela detenção até serviu para ajudar na carreira política do presidente." Com esse editorial “Bolsa Ditadura”, injusto com o presidente e com um título que só confirma o reacionarismo do jornal carioca - que como a Folha de S.Paulo, trata a ditadura como “Ditabranda” - O Globo esconde sua responsabilidade no golpe militar de 64.

Passado condena as Organizações Globo
Falta ao O Globo autoridade para publicar esse editorial de hoje, "Bolsa ditadura", porque o jornal defendeu - e pedia abertamente - o golpe antes, aplaudiu nos primeiros momentos e depois apoiou e sustentou a ditadura enquanto ela durou (por 21 anos, de 1964 a 1985). O jornal, a Rede Globo de Rádio e TV e todo o sistema de comunicação do conglomerado. O apoio era tão escancarado que chegaram (os veículos do sistema Globo) ao ponto de esconder primeiro as torturas e assassinatos, e depois já no ocaso do regime militar, boicotar a campanha das "Diretas Já" que restabeleceu as eleições de presidente da República e foi um dos últimos e mais decisivos pontos para a derrubada da ditadura. Daí o grito popular, “O povo não é bobo / fora a Rede Globo", que ecoava em todas manifestações populares realizadas no país, todas as vezes que um carro ou câmeras da televisão dos Marinhos eram descobertos pelos populares.
Alerta - De qualquer forma, quero destacar que o editorial deve ser um alerta para todos que lutaram contra a ditadura, para o Congresso Nacional, a Comissão de Anistia e para o governo, no sentido de uma revisão da atual legislação para se evitar abusos e privilégios na concessão de indenizações.
Elas são mais do que necessárias, mas não podem conviver com abusos, sob pena de dar razão às campanhas contra as justas indenizações pagas àqueles que lutaram com o risco da própria vida contra a ditadura, quando as organizações Globo viviam seu crescimento e esplendor graças ao apoio que davam e recebiam dos ditadores de plantão.

Investimentos da União em 2009 são os maiores desde a criação do Plano Real

GOVERNO LULA

Nem a crise internacional, nem a queda na arrecadação tributária inibiram os investimentos da União no primeiro semestre deste ano. Ao contrário, os órgãos públicos federais investiram mais de R$ 11 bilhões em obras e compra de equipamentos entre janeiro e junho, valor recorde para o período desde a circulação das primeiras moedas do Plano Real, em 1994 (em valores atualizados). O montante representa um aumento de 13% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram investidos R$ 9,8 bilhões. Da quantia desembolsada este ano, R$ 8,7 bilhões (78%) foram aplicados apenas com os chamados “restos a pagar” – dívidas de anos anteriores roladas para exercícios seguintes (veja tabela). Em 2009, cerca de R$ 50,5 bilhões estão previstos no orçamento para investimentos. Até junho, a União garantiu o empenho (reserva no orçamento) de R$ 14,3 bilhões em recursos para obras ou aquisição de materiais. No entanto, se a média mensal de gastos com investimentos (R$ 1,8 bilhão) persistir até o final do ano, a União terá gasto apenas R$ 22,3 bilhões, isto é, cerca de 44% do previsto. No ano passado, dos R$ 47,9 bilhões autorizados no orçamento, apenas 55% foram desembolsados até o fim de dezembro. Para Paulo Brasil, vice-presidente do Sindicato dos Economistas do Estado de São Paulo, esses investimentos são fundamentais em momento de crise, embora ainda sejam tímidos em relação ao montante aplicado em países de economia semelhante à do Brasil. "É necessário uma técnica apurada da equipe econômica do governo para poder lidar com a queda da arrecadação, a necessidade de corte dos gastos públicos sem afetar as despesas com investimentos e manter a meta de crescimento. Porém, essa situação pode ser muito bem implementada por meio de uma criteriosa análise das despesas de custeio e outros ralos dos gastos públicos", analisa. O governo federal estima arrecadar R$ 63 bilhões abaixo do esperado em 2009, disse nesta segunda-feira o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. A projeção, segundo o ministro, tem por base o desempenho observado no primeiro semestre. Paulo Bernardo afirmou ainda que o governo obteve acordo com os relatores da Lei de Diretrizes Orçamentária de 2009 e 2010 para que os investimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sejam excluídos das respectivas metas de superávit primário. Na prática, o governo teria mais R$ 6,5 bilhões para investir este ano.Paulo Brasil avalia que existe uma expectativa política sobre o êxito do PAC, em função de ser o programa carro chefe da campanha do ou da candidata de continuidade desta gestão. A iniciativa pode explicar, por exemplo, o salto nos investimentos da União a partir do lançamento do PAC. Durante o primeiro mandato do governo Luiz Inácio Lula da Silva, a média anual de investimentos feitos no primeiro semestre foi de R$ 3 bilhões. No mesmo período do primeiro ano do PAC, em 2007, e nos dois anos seguintes, a média desembolsada triplicou, atingindo R$ 8,9 bilhões.Líderes de investimentosNão por acaso, o órgão que mais investiu nos seis primeiros meses do ano foi o Ministério dos Transportes (veja tabela). A pasta é responsável pela maior parte das ações do chamado “PAC Orçamentário”, obras e projetos da administração federal direta passíveis de monitoramento, e já desembolsou R$ 2,9 bilhões em investimentos. Um dos projetos mais bem contemplados com os recursos do ministério é a construção das eclusas de Tucuruí, no Rio Tocantins, que recebeu cerca de R$ 227 milhões entre janeiro e junho. O empreendimento faz partes dos projetos do PAC no estado do Pará e tem o orçamento total estimado em R$ 815 milhões para o quadriênio 2007-2010. O segundo no ranking dos órgãos que mais aplicaram recursos em investimentos é o Ministério das Cidades, com pouco mais de R$ 1,4 bilhão. Cerca de R$ 584 milhões destes recursos foram destinados ao programa de “urbanização, regularização e integração de assentamentos precários”. Outros R$ 257 milhões beneficiaram o saneamento ambiental urbano.

Em terceiro lugar, assumindo o lugar que geralmente pertencia ao Ministério da Educação (MEC), aparece a pasta da Defesa. Até junho deste ano o órgão investiu cerca de R$ 1,4 bilhão, mais de meio bilhão a mais que no mesmo período de 2008. O maior investimento do Ministério da Defesa, quase R$ 300 milhões, foi destinado ao reaparelhamento e adequação das Forças Armadas.Também na frente da Educação está o Ministério da Integração Nacional. Até junho, a pasta investiu R$ 1,3 bilhão, valor duas vezes maior do que o gasto no mesmo período do ano passado – R$ 692 milhões. A explicação está nos investimentos de emergência que contemplaram o programa de “resposta aos desastres”, no qual o ministério já aplicou R$ 530 milhões. Durante todo o ano passado, o investimento no programa foi de apenas R$ 186 milhões.O MEC fica em quinto lugar, com o investimento de R$ 1,1 bilhão. Quase metade deste valor – R$ 440 milhões – foi para o programa Universidade do Século XXI, cujo objetivo é ampliar o acesso ao ensino superior. Já no programa “Qualidade na Escola”, que tem o segundo maior investimento previsto no orçamento do ministério, cerca de R$ 1,3 bilhão, somente 10% foram aplicados até junho. Milton Júnior - Do Contas Abetas.

BLOGS DO DIA

Reflexão do Dia...

E a Pátria?

Nós, brasileiros, precisamos nos concentrar mais no que nos une. Precisamos criar um projeto para o Brasil como um todo. Muitas pessoas estão por demais preocupadas em garantir os interesses de grupos, de facções, de classes, de raças, sempre com apoio internacional (claro!), mas se esquecem perigosamente do que nos une. Há grupos de pressão para todo tipo de demanda: gays, quilombolas, índios, mulheres, animais, florestas, etc., mas pouco se fala do Brasil e do bem coletivo. Isto é simplesmente falta de patriotismo. O maior patriota, não só no discurso, mas na ação, foi o homem que deu um tiro no peito pelo Brasil: Vargas. Mas, para não ser injusto com vários importantes patriotas faço, na pessoa de Rui Barbosa, uma homenagem a todos os brasileiros que lutaram, lutam e sempre lurarão pelo Brasil. Acho-o muito atual e importante. Portanto, neste momento confuso de indefinições do mundo, com mudanças constantes de toda ordem, cada vez mais aceleradas e profundas, com a destruição de valores importantes, não podemos nos esquecer das advertências do ilustre bahiano, símbolo de civismo e dedicação ao Brasil. Ele apresentou a sua definição de Pátria por ocasião da solenidade de formatura de jovens no Liceu do Colégio Anchieta de Friburgo, em 1903, tornando-se um dos momentos mais conhecidos de sua oratória cívica. Fazendo uma exortação à união, mas sempre preocupado com o pluralismo democrático, ensinava:

“A pátria não é um monopólio, a Pátria são os que não conspiram, os que não sublevam. Não foram poucas as ocasiões em que se tentou fazer dela e de seus símbolos monopólio de uma classe, de uma corporação, de uma ideologia. A pátria não é ninguém: são todos; e cada qual tem no seio dela o mesmo direito à idéia, à palavra, à associação. A Pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo: é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. Os que a servem são os que não invejam, os que não infamam, os que não conspiram, os que não sublevam, os que não desalentam, os que não emudecem, os que não se acobardam, mas resistem, mas ensinam, mas esforçam, mas pacificam, mas discutem, mas praticam a justiça, a admiração, o entusiasmo. Porque todos os sentimentos grandes são benignos, e residem originariamente no amor. No próprio patriotismo armado, o mais difícil da vocação, e a sua dignidade, não está no matar, mas no morrer. A guerra, legitimamente, não pode ser o extermínio, nem a ambição: é simplesmente a defesa. Além desses limites, seria um flagelo bárbaro, que o patriotismo repudia."

Esta definição de Rui sobre a Pátria encanta, pois encara o patriotismo não como uma manifestação de um ufanismo fácil, mas sim como uma vigorosa afirmação da abrangência universal do conceito, por cima de todas as divisões políticas, econômicas, religiosas, e outras. É uma definição que transcende aos tempos, profundamente ligada ao conceito de democracia, formulada numa oratória clássica e elegante, que jamais deve ser esquecida, simplesmente porque hoje, como nunca, precisamos nos redescobrir, nos repensar, darmos a nós mesmos o devido valor. Escrito por

Eleições 2010: campanha serrista contra o Senado

OPORTUNISMO DE HIPÓCRITAS - Carlos Nina
Em dois recentes episódios do Senado, um presidente da instituição renunciou após acusação de recebimento de propina de pequeno valor nesse tipo de transação, já incorporada à cultura e indissociável da história e das tradições de praticamente todas as atividades lícitas e ilícitas deste País. Outro, por força desses valores, também renunciou porque aceitou ajuda do empresariado - sempre solícito e solidário com autoridades em dificuldades ou nem tanto - para pagar obrigação pessoal de alimentos. Renunciaram porque que quiseram. Poderiam ter ficado e enfrentado o julgamento das acusações que lhes eram feitas. Por razões íntimas, decidiram pela renúncia. Ninguém os obrigou a assinar a renúncia. Poderiam ter exigido o direito constitucional ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa, requisitos fundamentais para um julgamento justo a que todos têm direito. Logo, por maior que tenha sido a pressão que receberam, não poderão, jamais, atribuir a ninguém a decisão final pela renúncia. É ato exclusivamente pessoal. Exatamente por isso é mais um absurdo dos julgamentos sumários que a mídia brasileira faz condenar e até insultar o presidente José Sarney por não querer renunciar ao cargo para o qual foi eleito. Não estou, com isso, dizendo que Sarney é inocente ou que é culpado. Afirmo, apenas, que a decisão de renunciar ou não à presidência do Senado é totalmente pessoal e deve ser respeitada. Se há acusações contra ele e as quer enfrentar, deve ser respeitado por isso, e não insultado. A ofensa pessoal, que extrapola a crítica à conduta pública, é recurso de quem não tem argumento.
As acusações contra Sarney seriam absurdas se não fizessem parte, também, da história, das tradições, dos hábitos, da rotina de parlamentares de todos os legislativos do País, municipais, estaduais e federais, de governos federais, estaduais e municipais, de tribunais de todas as instâncias. No caso das nomeações de parentes, a pena seria só para o cargo de Presidente do Senado? Se não, quantos senadores teriam que renunciar? Quantos deputados federais, estaduais e vereadores? Quantos presidentes de tribunais, ministros e desembargadores? Quantos ministros e secretários de Estado? Quantas outras autoridades que assim procedem? Então, se realmente isso é uma irregularidade, que se apure na forma que os constituintes de 88 proclamaram: através do devido processo legal, já que o presidente Sarney não quer – e é direito seu – renunciar. Outra acusação é de tráfico de influência para beneficiar negócio de parente. E de que brotam inúmeras decisões do Executivo e o Judiciário? Quantas vezes, até para dar efetividade a uma decisão justa, o jurisdicionado não precisa ter um canal de comunicação com o julgador?Isso sem falar nos casos em que esse tráfico é apenas uma atividade que nem chega à autoridade. É apenas um meio de vida de atravessadores de falsas facilidades. Com isso não estou afirmando que, também nesse caso, Sarney seja culpado ou inocente. Deve, como qualquer outro, ser apurado, se realmente houver indício para isso. Ou será correto presumir que o presidente do Senado não tem direito às garantias constitucionais, inclusive do direito à imagem e à honra pessoal?
No caso da omissão patrimonial, valem as mesmas perguntas feitas sobre as nomeações. Ou omissões desse tipo só não podem ocorrer com o presidente do Senado? Contudo, as pressões da oposição fazem parte do exercício democrático. Assim como a manifestação da mídia – contra ou a favor - e as reações defensivas de Sarney. É fato público e notório que José Sarney incomoda porque tem sido um eficiente e eficaz aliado de Lula, como nenhum outro, desde as eleições deste em seu primeiro mandato. E é um aliado temido pela inteligência política que tem e pela capacidade de superação e resistência, do que tem sido prova essa crise que está atravessando. O que me leva a essas considerações não é a intenção de defender, como também não é a de acusar José Sarney, mas a indignação com o oportunismo de hipócritas, o dedo em riste de quem não tem autoridade moral para acusar ninguém. O Presidente do Senado tem sido criticado por quem já se serviu desses mesmos favores que agora apontam como aberração: empregos, passagens aéreas, contratos etc. Nessa farsa, sobressai-se, para mim, a OAB, cujos dirigentes fazem discursos de arautos da moralidade, em contradição com o autoritarismo, a imoralidade e a corrupção que grassa nos seus bastidores. Engrossam o coro dos oportunistas, como se a Ordem tivesse direitos que outros não podem ter. São os mesmos que estavam no Conselho Federal da OAB, em Brasília, quando esta inaugurou o seu museu, em 2003. E não sou eu quem diz. Está no site da instituição – se não tirarem depois desta crítica -, onde se lê, com direito a fotografias do evento: “o então Presidente do Senado, José Sarney, teve destacado papel no processo de sua criação, ao gentilmente designar a funcionária responsável pelo Museu do Senado Federal, Sra. Tânia Toledo Tenório, para dar suporte técnico ao projeto instalado na OAB.” ( http://www.oab.org.br/museuOAB/criacao.asp).
Será que a OAB não tinha condições de pagar um museólogo? O que torna a OAB imune aos princípios da administração pública? Sarney, realmente, está enfrentando uma crise pessoal, pela sua força política, movida menos pela moralidade e mais pelos interesses contrariados, ou por puro oportunismo de hipócritas. A crise que Sarney enfrenta resulta da que realmente é do Senado. Mais que do Senado, é do sistema político, da sociedade brasileira, de valores morais. Sua renúncia não vai resolver a crise do Senado. Se resolvesse, o Senado não teria mais problemas. Com sua firmeza, Sarney está sendo o bode expiatório de todas as mazelas, assumindo, pelo silêncio, vícios de outros pares. O problema do Senado não é José Sarney. São as práticas dos senadores, suas ações e omissões. E estas são reflexos da sociedade. Afinal, na democracia representativa, todo poder emana do povo e em seu nome é exercido. Sacrificar Sarney não purifica o Senado. A solução da crise dos Parlamentos não está dentro de seus plenários, mas na consciência de cada eleitor no dia da votação.
Carlos Nina é membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e x-Conselheiro Federal da OAB - Enviado por Marita Freitas - São Luís -maritafreitas@uol.com.br
Fonte: Blog do Said Dib.

A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" SE DESESPERA

CORONEL TASSO JEREISSATI SOLTA AS FRANGAS
FOI PENA PARA TODOS OS LADOS NO SENADO

O Senador do PSDB Tasso Jereissati ataca o Senador Suplicy no plenário do Senado.
Tasso Jereissati (CE), que acusou o adversário de proteger "falcatruas patrocinadas pelo PT" na Petrobrás. Jereissati ficou doidão e esqueceu de FHC , Yeda , Arthur Virgílio , ele mesmo com aluguel de jatinhos e outros menos votados do PSDB.
A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" sente a derrota chegando e dizem que Serra amarelou.
O grande plano da oposição é continuar oposição.
Fonte: Aposentado Invocado

Cedae garante R$ 587 milhões em obras de saneamento para o estado do RJ

Presidente da Cedae Wagner Victer fala aos presentes sobre os saltos e rumos da empresa

O governador Sérgio Cabral e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, assinaram, no dia 7 de julho (terça-feira), os Contratos de Financiamento da Caixa Econômica Federal para a Cedae, visando o início de um conjunto de obras de saneamento básico do Programa de Aceleração do Crecimento (PAC). As obras vão beneficiar a cidade do Rio de Janeiro e oito municípios da Baixada Fluminense e do interior do Estado. Os projetos para aumento da oferta de água e esgotamento sanitário contarão com recursos da ordem de R$ 587 milhões.

- O Governo Federal queria investir em saneamento no Estado do Rio de Janeiro. No entanto, não podia realizar todas as obras. Afinal, a Cedae não podia captar empréstimos. Graças ao saneamento da empresa, a Cedae pôde receber esses recursos. Por isso, confiamos na recuperação da Cedae e achamos a empresa fundamental para o desenvolvimento do Brasil, ressaltou a ministra Dilma.
O governador Sérgio Cabral salientou a importância das obras que vão ao encontro dos compromissos do país junto ao Comitê Olímpico Brasileiro (COI) para escolha do Rio como sede dos Jogos Olímpicos de 2016.
- É uma felicidade imensa ver a Cedae com diversas frentes de obras espalhadas em todo o Estado. Esse conjunto de obras é mais uma realização do governo do estado que vai ao encontro aos compromissos do país junto ao Comitê Olímpico Brasileiro (COI) para escolha do Rio como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. O evento também será um marco no fomento a importantes projetos em desenvolvimento no Estado, como para área de influência do Comperj, em construção pela Petrobras, e o Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG) - destacou o Cabral.
O prefeito do Rio Eduardo Paes também ressaltou o trabalho desenvolvido para a recuperação e o saneamento da Cedae e a parceria do governador Sérgio Cabral com o Governo Federal.
- A Cedae é um exemplo para o país como uma empresa pública pode ser gerida e eficiente. O governador Cabral, que agrega esforços para o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, conseguiu, através dessa forte parceria com o Governo Federal, esse conjunto de investimentos para o Estado e o município do Rio, comemorou Paes.
O vice-presidente da CEF, Jorge Fontes Hereda, afirmou que o trabalho não para com a assinatura dos Contratos de Financiamento da Caixa Econômica Federal para a Cedae. Ele disse que “o trabalho prosseguirá após a liberação de recursos do financiamento para a Cedae. Vamos continuar unindo forças para que as obras cumpram os seus cronogramas”.
Victer salientou a importância das obras para a população fluminense, que foram garantidas devido ao saneamento da Cedae e a parceria do governador com o Governo Federal.
- Se analisarmos a história de cada município beneficiado com esses recursos, veremos que nunca nas suas histórias houve investimentos dessa envergadura em qualquer setor. O povo do Estado do Rio de Janeiro só tem a ganhar com a recuperação da Cedae e com a parceria do governador Sérgio Cabral com o Governo Federal, afirmou o presidente da Cedae.
Os municípios beneficiados serão:
Rio de Janeiro (Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Vargem Grande, Vargem Pequena, Campo Grande, Santa Cruz, Bangu, Ilha de Paquetá, Ilha do Governador), Saquarema (Jaconé), Duque de Caxias, Belford Roxo, Mesquita, São Gonçalo, Maricá (Inoã e Itaipuaçu), Itaperuna, Valença (sede do município e distrito de Conservatória). Também serão realizadas melhorias no sistema de produção de água na Estação Tratamento do Guandu, que vão beneficiar toda a Capital e a Baixada Fluminense.

Estiveram presentes na cerimônia de assinatura o ministro das Cidades, Márcio Fortes, o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito da Cidade do Rio, Eduardo Paes e o presidente da Nova Cedae, Wagner Victer. Também compareceram ao evento o presidente da Assembléia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, o secretário estadual da Casa Civil, Régis Fichtner, o vice-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Jorge Fontes Hereda, a superintendente regional da Cedae, Nelma Souza Tavares, e o prefeito de Valença e presidente da Apremerj, Vicente Guedes, além de diversos deputados federais e estaduais, vereadores e secretários estaduais e municipais.
Reforço no Abastecimento de Água e no Tratamento de Esgoto do Rio de Janeiro: Ampliação do Sistema de Abastecimento de Água dos Bairros de Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Vargem Grande e Vargem Pequena, na Zona Oeste da cidade. Essas obras prevêem a construção dos reservatórios do Outeiro e de Jacarepaguá. Reforma do Reservatório Reunião e o assentamento de 74 mil metros de adutoras, troncos e rede distribuidora;
Ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário de Paquetá - Instalação de elevatória com capacidade para bombear 100 litros de esgotos por segundo. Instalação de dez quilômetros de tubulações subaquáticas de 350 mm de diâmetro, ligando a Ilha de Paquetá à Estação de Tratamento de Esgotos de São Gonçalo (atravessando a Baía de Guanabara), onde o esgoto receberá o tratamento adequado, e substituição e assentamento de dois mil metros de redes coletoras;
Modernização da Estação de Tratamento de Água do Guandu (ETA) - Essa obra, que atenderá à cidade do Rio de Janeiro e os municípios da Baixada Fluminense, evitará qualquer possível captação de águas poluídas pela Estação, que pode encarecer e dificultar o tratamento de água;
Reforço do Abastecimento de Água de Campo Grande - O projeto consiste na implantação de 13 mil metros de tubulações e instalação de uma elevatória para o reservatório Vítor Konder. Também serão realizadas obras de recuperação da Elevatória de Guarabu. O projeto prevê investimentos na melhoria do fornecimento de água aos bairros de Tauá, Bancários e Freguesia, com complementação da instalação de 3 mil quilômetros de tubulações.
Implantação do Sistema de Abastecimento de Água de Maricá: O sistema contará com a construção de um booster (equipamento responsável pela manutenção da pressão nas tubulações) na localidade de Ipíiba e complementação de adutora entre Amendoeira/Ipíiba e Inoã. Também será construído em Inoã um reservatório com capacidade para 2,5 milhões de litros de água. Além disso, será implantada uma subadutora que abastecerá as localidades de Jardim Atlântico e Itaipuaçu, onde será construído reservatório de 4 milhões de litros e instalados 235 quilômetros de rede de distribuição.
Aumento da Oferta de Água e do Esgotamento Sanitário de Duque de Caxias: Melhorias Operacionais na Rede Distribuidora do Bairro Parque Fluminense, com o assentamento de 37 mil metros de rede de distribuição de água e a recuperação de um reservatório;
Construção de Sistema de Coleta e Transporte de Esgotamento Sanitário da Pavuna, com a implantação de 17 mil metros de rede coletora e recuperação de outros 24 mil metros.
Melhorias na Rede de Esgoto de Belford Roxo e Mesquita: Complementação da rede coletora de esgotos do Sistema Sarapuí, que compreende a instalação de 72 mil metros de coletores e a instalação de três elevatórias de esgotos.
Reforço no Abastecimento de Água de São Gonçalo: Melhorias do Abastecimento das Áreas Atendidas pelos Reservatórios de Marques Maneta, Trindade, Tribobó e Amendoeira, com a instalação de 240 mil metros de tubulações e 27 mil novas ligações prediais.
Melhoria no Abastecimento de Água de Saquarema: Implantação do Sistema de Abastecimento de Jaconé, com a construção de uma estação de tratamento de água, duas adutoras (água bruta e tratada), duas elevatórias e assentamento de 37 mil metros de rede distribuidora.
Implantação do Sistema de Abastecimento de Água e de Esgoto de Itaperuna: Reforma da estação de tratamento de água, implantação de nova adutora de água, construção de reservatório com capacidade para 4quatro milhões de litros;
Implantação de sistema de esgotamento sanitário com construção de elevatórias, construção de duas estações de tratamento de esgotos, interceptador, rede coletora e ligações domiciliares.
Ampliação do Abastecimento de Água de Valença e do Distrito de Conservatória: Para Valença o projeto prevê instalações de captação e elevatória de água bruta, seis mil metros de adutora, estação de tratamento de água, reservatório com capacidade para 5 milhões de litros, e 25 mil metros de rede distribuidora;
Para Conservatória o projeto prevê a construção de duas elevatórias, três adutoras, estação de tratamento de água, e reservatório com capacidade para 1 milhão de litros de água.

Dilma Roussef vem a Mossoró assinar ordem de serviço

Pedro Carlos

Ministra da Casa Civil, Dilma Roussef vai estar em Mossoró no dia 3
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, virá a Mossoró no próximo dia 3 de agosto. O anúncio foi feito à governadora Wilma de Faria (PSB) pela própria Dilma, em audiência realizada hoje, ao meio-dia, em Brasília. Dilma vem anunciar o início da construção da adutora Apodi (Barragem de Santa Cruz)/Mossoró e assinar a ordem de serviço para o início da construção do Complexo Viário da Abolição.

A governadora disse ao CORREIO DA TARDE que ficou feliz ao saber da confirmação da ministra em Mossoró. "A obra do Complexo Viário da Abolição faz parte do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e será executada graças também ao empenho da ministra Dilma Roussef", elogiou.Na audiência de hoje, a ministra elogiou o Rio Grande do Norte por ser o Estado que mais conseguiu dar andamento às obras do PAC. Ao todo, 20% das obras estão em execução ou foram concluídas. Dentre elas, está o saneamento básico da Zona Leste de Mossoró, executado pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).

Sobre o Complexo Viário da Abolição, a governadora informou que serão investidos na obra cerca de R$ 70 milhões. Os recursos, oriundos do Governo Federal, serão tocados pelo Estado. A prefeitura de Mossoró entrou com o projeto do complexo viário.A governadora Wilma de Faria acredita que até o final de 2010 a obra possa estar pronta. "O Complexo Viário terá, além da duplicação da BR-304 da entrada de Fortaleza até a saída para Natal, também a construção de pelo menos três viadutos", detalhou. Sobre a adutora Apo-di/Mossoró, a governadora pretende começar a obra ainda este ano. A licitação será anunciada durante a passagem de Dilmar Roussef pela cidade.

Crise exige líderes que promovam uma resposta coletiva


Por Nicolas Sarkozy e Luiz Inácio Lula da Silva
A reunião de cúpula que está ocorrendo em L'Aquila, na Itália, onde ao Grupo dos 8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia) juntaram-se a África do Sul, o Brasil, China, o Egito, a Índia e o México, será a primeira do gênero depois que percebemos a dimensão da crise financeiro e econômica que estamos enfrentando.
Luiz Inácio Lula da Silva se encontra com presidente francês, Nicolas Sarkozy (7.jun.2009)
Esta crise revela o nosso grau de interdependência. Ela exige líderes que promovam uma resposta coletiva, baseada em valores e responsabilidades compartilhados. Ela também nos obriga a avaliar o desempenho das nossas instituições internacionais e a repensar as atuais estruturas globais de governança. A necessidade de reforma da governança global não é derivada da crise. Bem antes da manifestação deste problema, o sistema multilateral já se mostrava flagrantemente não representativo e incoerente. A capacidade das instituições internacionais de responder a desafios sérios às necessidades atuais do mundo precisa ser reforçada, e as atribuições dessas organizações têm que ser revistas. Isso se aplica a várias áreas, da economia à segurança, da energia ao meio ambiente. A crise expôs o fato de que nós, como líderes de países, precisamos gerenciar as reformas necessárias para a construção de um mundo mais justo, desenvolvido e sustentável. Não estamos começando da estaca zero. Algum progresso já foi alcançado. No que diz respeito a questões econômicas e financeiras, as reuniões de cúpula do G-20 em Washington e Londres contribuíram para o fortalecimento do diálogo entre nações desenvolvidas e em desenvolvimento. Juntos, fomos capazes de alcançar resultados concretos, porque estávamos unidos. As reuniões entre o G-8 e o G-5/G-6 são mais um exemplo da necessidade de incluir países emergentes nas discussões a respeito do futuro da economia mundial e no enfrentamento dos principais desafios globais. Os países emergentes representam não apenas uma grande porção da massa terrestre e da população do planeta, mas também (e cada vez mais) do consumo e da produção globais. A cooperação internacional nunca foi tão necessária quanto neste momento.Mas agora precisamos ir além disso. As organizações financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o World Bank, precisam dar uma maior importância às economias emergentes dinâmicas nos seus processos de tomada de decisão. As decisões tomadas pelo G-20 no sentido de aprimorar a regulação e a fiscalização das finanças internacionais, de coibir a especulação, de acabar com os paraísos fiscais e os centros de lavagem de dinheiro e de promover o desenvolvimento precisam ser implementadas. Com a crise, a ameaça de protecionismo cresceu. A conclusão da Rodada Doha da Organização Mundial de Comércio (OMC) é uma tarefa urgente, com o objetivo de chegar-se a um acordo ambicioso, abrangente e equilibrado, que beneficie especificamente os países em desenvolvimento, e particularmente aqueles mais pobres, e reforce o multilateralismo no comércio. Mas para tirarmos todas as lições possíveis desta crise, precisamos abraçar essa iniciativa e estendê-la para além das esferas econômica e financeira. Não pode haver paz sem desenvolvimento econômico e social, e também é impossível haver uma prosperidade duradoura sem estabilidade e segurança. Ocorrem com frequência crescente conflitos em países que encontram-se social e economicamente debilitados. A pobreza e a exclusão social intensificam a instabilidade no sistema internacional. Este é o momento de priorizar a dimensão social da globalização. Em todo o mundo, os trabalhadores que enfrentam a tempestade econômica estão pedindo mais justiça e maior segurança. As vozes deles precisam ser ouvidas. O impacto social desta crise precisa ser especificamente enfrentado pelas organizações internacionais. O papel da Organização Internacional do Trabalho (OIT) na governança econômica global precisa ser bastante incrementado quanto a isto. A estrutura para a paz e a segurança coletiva também exigem adaptações significativas. Uma ampla reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) tem que ser implementada, com o objetivo de assegurar uma ordem internacional mais equilibrada e inclusiva. Para garantir a efetividade do conselho, este tem que refletir as realidades atuais, incluindo um papel maior para os países em desenvolvimento em todas as regiões, como o Brasil e a Índia, uma representação mais justa da África e de grandes contribuintes do sistema da ONU, como o Japão e a Alemanha. Outras ameaças também ameaçam a paz e o desenvolvimento. A mudança climática representa um grande desafio para a governança global. É preciso que haja um resultado inteligente em Copenhague, em dezembro deste ano, para que possamos atingir a nossa meta global de prevenir uma grave alteração climática e de limitar o aumento da temperatura global a dois graus centígrados. Todas as nações precisam reduzir as suas emissões de forma consistente com as recomendações do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas e com o princípio das responsabilidades comuns, mas diferenciadas. Outras desafios globais são o crime organizado e transnacional, o terrorismo, o tráfico de drogas e humano, as pandemias e a segurança alimentar. As nossas respostas a estas ameaças são frequentemente insuficientes devido à fragmentação das organizações internacionais ou à tendência de duplicação do trabalho já feito por outros. Os atuais mecanismos de governança global são inadequados para lidar com a característica sistêmica dos desafios que enfrentamos e com a interrelação da enorme quantidade desses desafios. A escala desta crise econômica representa para nós uma oportunidade única para implementarmos a reforma abrangente das instituições internacionais. O Brasil e a França desejam oferecer ao mundo a visão que compartilham de um novo multilateralismo adaptado ao nosso mundo multipolar. Nós simplesmente não podemos enfrentar os problemas do século 21 com instituições internacionais herdadas do século 20. Juntamente com outros líderes mundiais, precisamos forjar uma "Aliança para a Mudança", a fim de promovermos esta visão de um mundo mais democrático, e baseado em maior solidariedade e justiça. É isto o que os cidadãos do mundo esperam de nós. Somente desta forma nós seremos capazes de fazer frente aos desafios que afligem o nosso século.
Tradução: UOL

OPORTUNISMO DE HIPÓCRITAS

*Carlos Nina
Em dois recentes episódios do Senado, um presidente da instituição renunciou após acusação de recebimento de propina de pequeno valor nesse tipo de transação, já incorporada à cultura e indissociável da história e das tradições de praticamente todas as atividades lícitas e ilícitas deste País. Outro, por força desses valores, também renunciou porque aceitou ajuda do empresariado - sempre solícito e solidário com autoridades em dificuldades ou nem tanto - para pagar obrigação pessoal de alimentos.Renunciaram porque que quiseram. Poderiam ter ficado e enfrentado o julgamento das acusações que lhes eram feitas. Por razões íntimas, decidiram pela renúncia. Ninguém os obrigou a assinar a renúncia. Poderiam ter exigido o direito constitucional ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa, requisitos fundamentais para um julgamento justo a que todos têm direito. Logo, por maior que tenha sido a pressão que receberam, não poderão, jamais, atribuir a ninguém a decisão final pela renúncia. É ato exclusivamente pessoal.Exatamente por isso é mais um absurdo dos julgamentos sumários que a mídia brasileira faz condenar e até insultar o presidente José Sarney por não querer renunciar ao cargo para o qual foi eleito.Não estou, com isso, dizendo que Sarney é inocente ou que é culpado. Afirmo, apenas, que a decisão de renunciar ou não à presidência do Senado é totalmente pessoal e deve ser respeitada. Se há acusações contra ele e as quer enfrentar, deve ser respeitado por isso, e não insultado. A ofensa pessoal, que extrapola a crítica à conduta pública, é recurso de quem não tem argumento.As acusações contra Sarney seriam absurdas se não fizessem parte, também, da história, das tradições, dos hábitos, da rotina de parlamentares de todos os legislativos do País, municipais, estaduais e federais, de governos federais, estaduais e municipais, de tribunais de todas as instâncias.No caso das nomeações de parentes, a pena seria só para o cargo de Presidente do Senado? Se não, quantos senadores teriam que renunciar? Quantos deputados federais, estaduais e vereadores? Quantos presidentes de tribunais, ministros e desembargadores? Quantos ministros e secretários de Estado? Quantas outras autoridades que assim procedem?Então, se realmente isso é uma irregularidade, que se apure na forma que os constituintes de 88 proclamaram: através do devido processo legal, já que o presidente Sarney não quer – e é direito seu – renunciar.Outra acusação é de tráfico de influência para beneficiar negócio de parente. E de que brotam inúmeras decisões do Executivo e o Judiciário? Quantas vezes, até para dar efetividade a uma decisão justa, o jurisdicionado não precisa ter um canal de comunicação com o julgador?Isso sem falar nos casos em que esse tráfico é apenas uma atividade que nem chega à autoridade. É apenas um meio de vida de atravessadores de falsas facilidades. Com isso não estou afirmando que, também nesse caso, Sarney seja culpado ou inocente. Deve, como qualquer outro, ser apurado, se realmente houver indício para isso. Ou será correto presumir que o presidente do Senado não tem direito às garantias constitucionais, inclusive do direito à imagem e à honra pessoal?
No caso da omissão patrimonial, valem as mesmas perguntas feitas sobre as nomeações. Ou omissões desse tipo só não podem ocorrer com o presidente do Senado?Contudo, as pressões da oposição fazem parte do exercício democrático. Assim como a manifestação da mídia – contra ou a favor - e as reações defensivas de Sarney. É fato público e notório que José Sarney incomoda porque tem sido um eficiente e eficaz aliado de Lula, como nenhum outro, desde as eleições deste em seu primeiro mandato. E é um aliado temido pela inteligência política que tem e pela capacidade de superação e resistência, do que tem sido prova essa crise que está atravessando.O que me leva a essas considerações não é a intenção de defender, como também não é a de acusar José Sarney, mas a indignação com o oportunismo de hipócritas, o dedo em riste de quem não tem autoridade moral para acusar ninguém.O Presidente do Senado tem sido criticado por quem já se serviu desses mesmos favores que agora apontam como aberração: empregos, passagens aéreas, contratos etc.Nessa farsa, sobressai-se, para mim, a OAB, cujos dirigentes fazem discursos de arautos da moralidade, em contradição com o autoritarismo, a imoralidade e a corrupção que grassa nos seus bastidores. Engrossam o coro dos oportunistas, como se a Ordem tivesse direitos que outros não podem ter. São os mesmos que estavam no Conselho Federal da OAB, em Brasília, quando esta inaugurou o seu museu, em 2003. E não sou eu quem diz. Está no site da instituição – se não tirarem depois desta crítica -, onde se lê, com direito a fotografias do evento: “o então Presidente do Senado, José Sarney, teve destacado papel no processo de sua criação, ao gentilmente designar a funcionária responsável pelo Museu do Senado Federal, Sra. Tânia Toledo Tenório, para dar suporte técnico ao projeto instalado na OAB.”
( http://www.oab.org.br/museuOAB/criacao.asp). Será que a OAB não tinha condições de pagar um museólogo? O que torna a OAB imune aos princípios da administração pública?Sarney, realmente, está enfrentando uma crise pessoal, pela sua força política, movida menos pela moralidade e mais pelos interesses contrariados, ou por puro oportunismo de hipócritas. A crise que Sarney enfrenta resulta da que realmente é do Senado. Mais que do Senado, é do sistema político, da sociedade brasileira, de valores morais.Sua renúncia não vai resolver a crise do Senado. Se resolvesse, o Senado não teria mais problemas. Com sua firmeza, Sarney está sendo o bode expiatório de todas as mazelas, assumindo, pelo silêncio, vícios de outros pares. O problema do Senado não é José Sarney. São as práticas dos senadores, suas ações e omissões. E estas são reflexos da sociedade. Afinal, na democracia representativa, todo poder emana do povo e em seu nome é exercido. Sacrificar Sarney não purifica o Senado.A solução da crise dos Parlamentos não está dentro de seus plenários, mas na consciência de cada eleitor no dia da votação.
*Carlos Nina é membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e x-Conselheiro Federal da OAB

Arrombou A Mídia - Rita Lee

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Não perca! Sensacional! Assista o vídeo abaixo:

Letra da Música:
Ai ai meu Deus
O que foi que aconteceu
Com a Mídia Popular Brasileira(Mídia Golpista)
Rádio e TV tem jabá
Novelas ditam quem é Star
Eu também quero ser marketeira

Tem sempre na tela um apresentador
Vendendo a tragédia de algum cantor
A fé corre o risco de fugir da igreja
No canal do bispo, comercial de cerveja
De meia em meia hora, uma nova pesquisa
Mas como, se ninguém nunca me analisa?
Por sorte meu controle anda tão descontrolado
Eu mudo de canal e ele aperta o desligado...
isto é uma vergonha!

Jornais falham mais que previsão de economista
Tem crítico da hora que sonha ser artista
Veja a Época de trair com mais prudência
Velho viagrado Isto É a nova tendência
Ricos e Famosos dão as Caras por Capricho
Peladonas de hoje amanhã estão no lixo
Manchete eterna palestinos e judeus
Nossa Faixa de Gaza é na Cidade de Deus...
eu aumento mas não invento!

Em outdoor desfila o mundo fashion très chic
Morrendo de fome as top models têm chilique
Dietas, malhações, botox saem pela goela
Os Big McCoisa fazem mal e dão seqüela
Fama Brother fraude no Limite do milhão
Programas de barraco, pegadinhas, que armação!
"Loiras apresentadoiras" tentam o estrelato
Mas pra chegar à Hebe haja sola de sapato..
mexeu com você, mexeu comigo!

Editatoriais são pura megalomania
Manipulando minha vida todo santo dia
As FMs tocam a mesmice que eu não peço
Nada mais parado que parada de sucesso
Um ponto no Ibope custa a alma pro diabo
E eu pago pra enfiar Tv à cabo pelo rabo
Quatro enxeridas falam mais que Zarathustra
É isso que dá juntar mulher de Saia Justa...
Um beijo do gordo!

MÍDIA ESGOTO! QUE PAÍS É ESSE!


DILMA SOFRE ATAQUE DE TUDO QUANTO É LADO: A ORDEM É SEGURAR O CRESCIMENTO DA MULHER A QUALQUER CUSTO!
Raul Monteiro traz em seu site, uma matéria exclusiva, sobre um suposto choro de Gabrielli provocado por um espôrro de Dilma. Raul, transcreveu matéria mentirosa de um site do jornalista Reinaldo Azevedo, que o próprio Raul diz que é anti petista convicto. Mas, entrando no mérito.
MENTIRA. Esta simples palavra resume a historia toda. Existe na verdade toda uma tentativa de construção de imagem negativa de Dilma. Uma mulher para exercer a função de chefe da casa civil da Presidência da Republica, vocês imaginem a capacidade que tem. Coordenar todas as ações do governo, com firmeza necessária, tratando com pessoas capazes e outras nem tanto, com obrigação de fazer o governo funcionar, tem que ser firme.
Mas é diferente do que estão tentando construir. Quem conhece Gabrielli do mestrado de economia, do PT e da presidência da Petrobras, sabe que não é verdade a matéria. A essência é a tentativa de matar dois coelhos com um só tiro. A turma não aceita que um petista seja bem sucedido na presidência da Petrobras. É uma verdadeira heresia. E uma mulher, petista, presidente do país? Pior ainda. Serra e sua turma, estão com a meta de barrar o crescimento de Dilma até o fim do ano, porque senão ele não sai candidato. Passa pra Aécio Neves. Esta é a verdadeira tradução da matéria do Globo, do site do anti petista que, infelizmente, sem visão critica, Raul Monteiro transcreveu. Antonio do Carmo - http://politicacomdedonaferida.blogspot.com/

Requião critica mídia nos casos dos filhos de FHC e de Renan

Não se engane, a Mídia Golpista que derrobou RENAN CALHEIRO a mando de Fernando Henrique Cardoso e José Serra é a mesma que faz campanha desde 1º de janeiro de 2003 contra o presidente Lula e seus aliados. Não perca depoiomento do Governador Requião sobre a Mídia:

QUE MANCADA!!!

Uma atitude impensada da Bancada do PT no Senado Federal em pedir a licença do Senador José Sarney. Deixar Marconi Perilo(PSDB) na presidência do Senado é um grande golpe para a candidatura da Ministra Dilma Rousseff a presidência da República em 2010. Foi uma mancada política. Cadê o PT de antes que não sabe defender o presidente Lula?

GOLPE???

A notícia que está bombando em toda a internet: um embaixador direitista de Honduras defende o golpe de estado e chama Obama de NEGRITO (pickaninny)!!! E Washington já reage com força!! Carls 1969

Prêmio de Lula orgulha o país, mas imprensa esconde

Por Ricardo Kotscho - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu ontem à noite, em Paris, o prêmio Félix Houphouët-Boigny concedido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura). Presidido por Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, o júri premiou Lula “por sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos”. Não é um premiozinho qualquer. Entre as 23 personalidades mundiais que receberam o prêmio até hoje _ anteriormente nenhum deles brasileiro _ , estão Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, Yitzhak Rabin, ex-premiê israelense, Yasser Arafat, ex-presidente da Autoridade Nacional Palestina, e Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos. Secretário-executivo do prêmio, Alioune Traoré lembrou durante a cerimonia na sede da Unesco que um terço dos vencedores anteriores ganhou depois o Prêmio Nobel da Paz. Pode-se imaginar no Brasil o trauma que isto causaria a certos setores políticos e da mídia caso o mesmo aconteça com Lula. Thaoré disse a Lula que, ao receber este prêmio, “o senhor assume novas responsabilidades na história”.
Mas nada disso foi capaz de comover os editores dos dois jornalões paulistas, Folha e Estadão, que simplesmente ignoraram o fato em suas primeiras páginas. Dos três grandes jornais nacionais, apenas O Globo destacou a entrega do prêmio no alto da capa. Para o Estadão, mais importante do que o prêmio recebido por Lula foi a manifestão de dois ativistas do Greenpeace que exibiram faixas conclamando Lula a salvar a Amazônia e o clima. “Ambientalistas protestam durante premiação de Lula”, foi o título da página A7 do Estadão. O protesto do Greenpeace foi também o tema das únicas fotografias publicadas pela Folha e pelo Estadão. No final do texto, o Estadão registrou que Lula pediu desculpas aos jovens ativistas, retirados com truculência pela segurança, e “reverteu o constragimento a seu favor, sendo ovacionado pelo público que lotava o auditório”.
“O alerta destes jovens vale para todos nós, porque a Amaz}ônia tem que ser realmente preservada”, afirmou Lula em seu discurso, ao longo do qual foi aplaudido três vezes quando pediu o fim do embargo a Cuba e a criação do Estado palestino, e condenou o golpe em Honduras.
“Sinto-me honrado de partilhar desta distinção. Recebo esse prêmio em nome das conquistas recentes do povo brasileiro”, afirmou Lula para os convidados das Nações Unidas. A honraria inédita concedida a um presidente brasileiro, motivo de orgulho para o país, também não mereceu constar da escalada de manchetes do Jornal Nacional. A notícia da entrega do prêmio no principal telejornal noturno saiu ensanduichada entre declarações de Lula sobre a crise no Senado e o protesto do Greenpeace. É verdade que ontem foi o dia do grande show promovido nos funerais de Michael Jackson, mas também ganhou destaque na escalada e no noticiário a comemoração pelos quinze anos do Plano Real (tema tratado neste Balaio na semana passada) promovida no plenário do Senado, em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso aproveitou para atacar Lula.
Diante da manifesta má-vontade demonstrada pela imprensa neste episódio da cobertura da entrega do Prêmio da Unesco, dá para entender porque o governo Lula procura formas alternativas para se comunicar com a população fora da grande mídia. Muitas vezes, quando trabalhava no governo, e mesmo depois que saí, discordei dele nas críticas que fazia à atuação da imprensa, a ponto de dizer recentemente que não lia mais jornais porque lhe davam azia. Exageros à parte, mesmo que esta atitude beligerante lhe cause mais prejuízos do que dividendos, na minha modesta opinião, o fato é que Lula não deixa de ter razão quando se queixa de uma tendência da nossa mídia de inverter a máxima de Rubens Ricupero, aquele que deu uma banana para os escrúpulos. “O que é bom a gente esconde, o que é ruim a gente divulga”, parece ser mesmo a postura de boa parte dos editores da nossa imprensa com um estranho gosto pelo noticiário negativo, priorizando as desgraças e minimizando as coisas boas que também acontecem no país. Valeu, Lula. Parabéns!

JOSÉ SARNEY

Um país que não tem passado, esquece a sua própria história. José Sarney hoje é amigo do presidente Lula, se é amigo do meu presidente, é também meu amigo. Daniel Pearl - editor do Blog da Dilma. Banner criado por LILI ABREU.

VERDADES

A descoberta foi ao flagar no G1 manipulação da informação sobre a carga tributária em relação ao PIB. Matéria do G1 com o título "Carga tributária soma 35,8% do PIB em 2008 e volta a bater recorde" escreve besteira e omite informações relevantes, como demonstrarei a seguir. É verdade que a soma é 35,8% do PIB? Que é recorde? Que esse valor engloba os valores da União, dos Estados e dos Municípios? Tudo isso é verdade. Inclusive que os principais motivos foram o bom nível da atividade econômica, além do trabalho de combate à sonegação fiscal da Receita Federal. Coisa que só aparece quase no final da matéria.

Entretanto, a manipulação da matéria se dá em dois aspectos:

1. o tom ideológico, com peso negativo, exclusivamente em cima do Governo Federal, inclusive ao comparar com outros países, como o Japão e os EUA; comparação essa absurda, já que os gastos públicos dos EUA, em saúde, não são universais como o SUS, no Brasil, como exemplo. Reparem que a fala do Raul Veloso - que teve alto cargo no governo Collor - compara os serviços de saúde do SUS, com os da Inglaterra e da França e não dos EUA e Japão. Agora vejam se Inglaterra e França estão na lista de menores "cargas tributárias" apresentada na matéria...

2. ao esconder a informação - que será dada somente pelo FBI, neste momento - de que o crescimento do total de impostos estaduais e municipais foi bem maior do que o crescimento dos impostos federais. No caso dos impostos estaduais, o percentual de crescimento foi exatamente o dobro do federal.

Abaixo, a tabelinha que fundamenta essa afirmação.

% do PIB

Imp. Federal Imp. Estaduais Imp. Municipais

2007 24,33 8,8 1,59
2008 24,92 9,23 1,64
2008/2009 2,42
4,89 3,14

Visto isso, proponho uma campanha para que os Governadores Serra, Aécio, Sérgio Cabral, Yeda Crusius, Luiz Henrique e Requião, entre outros e outras, reduzam as elevadas alíquotas de ICMS, principalmente porque são as que mais incidem sobre a população mais pobre, pois estão embutidas no preço do feijão e do arroz. É por isso que a Reforma Tributária, que o Governo Federal quer aprovar, está parada no Congresso Nacional. Porque não interessa, aos Governadores e Governadoras, reduzir suas cargas tributárias. Ainda que, no discurso, assaquem contra o Governo Federal, de forma sistemática e farisaica. Convido as Organizações Serra para participar dessa campanha, incluindo o Raul Veloso, a Míriam Leitão, o Sardenberg e demais arautos do farisaísmo tributário. Leia mais no FBI, tocado pelo diligente Augusto da Fonseca. FBI, para quem está chegando agora, é o Festival de Besteiras da Imprensa.

MULHER DE FÉ E CORAGEM

Prestigie os blogs dos companheiros petista. Acesse o BLOG DA VEREADORA RITA - Poço Verde, Se, Brazil - Mulher, companheira, mãe, funcionária pública, participe de movimentos pastorais, religiosos, sociais e de ONGS. Vereadora pelo PT, primeiro mandato e defensora ferrenha por um mundo mais justo, honesto e igualitário.

BLOGS DO DIA

MINISTRA DILMA ROUSSEFF,PRÊMIO"OPERÁRIA N.º 1"

A ministra Dilma é homenageada, recebeu o prêmio " Operaria nº 1" da Anamaco, Associação dos Comerciantes de Material de Construção, pela sua atuação no PAC. Você viu alguma manchete sobre isso, o JN noticiou, alguém deu destaque no noticiário? E para dar essa informação sobre a premiação, eles juntaram a notícia com os escândalos do Senado. PIG a cada dia mostra a quem serve, esconde as notícias, manipula sem o mínimo pudor.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou hoje à noite, antes da entrega do Prêmio Anamaco, que o Congresso encontrará as soluções para seus próprios problemas. Segundo Dilma, o governo é a favor de todas as apurações e "não vai se prestar à demonização de ninguém", referindo-se, como já fizera em entrevistas anteriores, ao movimento de culpar apenas o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pelos escândalos recentes da Casa.Dilma reiterou que o Poder Executivo não vai interferir nas questões do Senado porque isso não é adequado nem respeitoso. Falando sobre o prêmio "Operária N.º 1", que receberá hoje da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), Dilma afirmou que o troféu é uma valorização das ações do governo na área de infraestrutura.A Anamaco é uma associação que reúne as empresas fornecedoras do setor de construção civil e concedeu o prêmio à ministra em homenagem à sua atuação no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A Tarde Online

Governadora terá audiência com Dilma Rousseff

Tribuna do Norte
O Aeroporto de São Gonçalo do Amarante e a implantação de Veículo Leve sobre Trilho, o chamado metrô de superfície, estarão em pauta hoje na audiência da governadora Wilma de Faria com a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef. O encontro acontecerá às 10h. A chefe do Executivo estadual pedirá ao Governo Federal a liberação de recursos para as obras de infraestrutura na Copa do Mundo de 2014. E nessa lista de projetos com vistas ao mundial está, exatamente, a construção do novo aeroporto. A expectativa da governadora é que o edital de licitação, para Parceria Público Privada (PPP) por meio do qual será erguido o terminal, seja lançado até o mês de setembro.Com a ministra chefe da Casa Civil, a governadora também discutirá a Refinaria Potiguar Clara Camarão, a Adutora de Mossoró e empréstimos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Banco do Brasil. Na agenda administrativa em Brasília, Wilma de Faria estará, às 15h30 de hoje, com o secretário do Tesouro Nacional, Arno Hugo Augustin Filho. Ela discutirá a capacidade de endividamento do Estado e as operações de crédito do Branco do Brasil e BNDES, instituições com as quais o Governo estadual irá adquirir R$ 467 milhões em empréstimos. Com o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, Wilma de Faria pleiteará a implantação de uma fábrica de chips de nanotecnologia em Natal. A governadora também terá uma audiência no Ministério da Educação, quando deverão ser abordados projetos de educação profissionalizante. A comitiva da governadora na agenda administrativa de Brasília é integrada pelo vice-governador Iberê Ferreira de Souza.

Responsabilizar só Sarney é "tática da pizza", afirma Dilma

Hermano Freitas
Direto de São Paulo
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, voltou a criticar nesta noite em São Paulo a responsabilização exclusiva do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pela crise institucional da Casa. Segundo ela, o Congresso Nacional "não precisa de receita" e tem condições de administrar suas dificuldades, mas disse que a demonização de uma única pessoa é a "tática da pizza"."Nós temos no Brasil uma prática que eu chamo de 'tática da pizza': atribui a responsabilidade apenas a uma pessoa, pune aquela pessoa, não apura nada, não transforma nada e esconde debaixo do tapete todos os malfeitos", disse."Responsabilizar só um pode ser o caminho mais curto para não punir ninguém. Nós no governo não nos prestamos à demonização de ninguém, queremos a apuração dos fatos", afirmou Dilma, que foi a São Paulo para receber prêmio de uma entidade que representa produtores de material de construção.Também presente à solenidade, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) também usou uma metáfora caseira para defender a apuração profunda dos acontecimentos envolvidos na crise do Senado. Segundo ela, culpar Sarney é apenas "espanar o pó". "Tem também que limpar e esfregar, senão não tem limpeza", disse.Sarney tem sido acusado de uma série de irregularidades, sendo a principal delas o envolvimento nos atos secretos do Senado, que foram usados para nomear parentes e aliados em gabinetes de senadores. DEM, PSDB e PDT já pediram publicamente o afastamento de Sarney. PT e PMDB apoiam sua permanência. O líder petista, Aloisio Mercadante (SP), chegou a anunciar que o partido apoiaria o afastamento, porém a sigla recuou após uma reunião com Sarney.Redação Terra

URGENTE - VOTE NO BLOG DA DILMA

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Convocação geral: Precisamos que cada pessoa vote 10 vezes no BLOG DA DILMA no Concurso TOP BLOG, que vai escolher os melhores blog do Brasil. O BLOG DA DILMA continua em 5º lugar no geral. Precisamos chegar em PRIMEIRO. Para cada e-mail 1(um) voto, multiplique por 10. Contamos com sua ajuda.

Categoria: Política
CÓDIGO: 171872
TÍTULO: BLOG DA DILMA
DESDE: 11-2008
AUTOR / RESPONSÁVEL: Daniel Pearl Bezerra

URL: http://dilma13.blogspot.com/


SEN ARTHUR VIRGÍLIO

Esse sujeiro é pau mandato do Coronel Tasso Jereissati, Imperador FHC e o governador vampiro José Serra. Falta personalidade. Banner criado pela articulista LILI ABREU - lili.abreu10@gmail.com

A arte de escamotear a verdade

BLOG DO ZÉ DIRCEU: Uma pérola. Neste final de semana, apesar da acusações que envolvem a senadora Kátia Abreu, o jornal dos Marinho dá uma matéria ímpar sobre a presidente da CNA, centrada basicamente em dois fatos: contar a trajetória desta que representa, segundo o jornal, "a nova face dos ruralistas"; e mostrar o quanto a senadora é "alvo dos ambientalistas do governo Lula". O Globo esconde deslavadamente as denúncias contra a senadora. Não resisto e coloco textualmente aqui, a única frase que poderia chamar atenção do leitor sobre a senadora que entrou na política "por acaso". Diz o texto: "Hoje, [Kátia Abreu] é dona de patrimônio estimado em R$ 15 milhões. Mas apenas uma pequena parte dos bens foi declarada à Justiça Eleitoral em 2006." E continua: "ao concorrer ao Senado, a ruralista registrou patrimônio de R$ 437,1 mil. Na lista, o carro mais novo é um Polo Sedan 2004. Há duas fazendas com área total de 2,4 mil hectares. A maior delas, no loteamento Santa Catarina no município de Campos Lindos (TO), está registrada por pouco mais de R$ 10 mil. A outra por R$ 27 mil." E conclui: "a própria Kátia explica: parte do patrimônio foi declarada com valor não atualizado, segundo ela, como permite a legislação. Outra parte está registrada em nome dos filhos: — Nós somos uma família muito unida. A gente não faz essa separação. Lá não tem isso de “isso é meu, isso é seu”." O Globo escondeu as denúncias contra a Senadora, optou por uma matéria que exalta sua trajetória pessoal. A isso, meus caros, chama-se jornalismo comprometido com a oposição. Agora, uma questão: o Globo engana seus leitores ou será que só tem leitores de oposição? Banner criado pela articulista LILI ABREU - lili.abreu10@gmail.com.

Carta ao jornal O Globo

Blog da Petrobras:A Petrobras entende que as duas matérias publicadas (no domingo, dia 5 e hoje, dia 7) revelam a intenção de desqualificar funcionários de carreira da Companhia, unicamente por seu passado sindical. Posição que a Petrobras considera discriminatória e inadmissível. Com relação à matéria “Petrobras ajuda cidade que ajuda seu gerente” (7/7), a Companhia esclarece que, a insinuação de favorecimento ao município de Jales em razão de uma doação de terreno à empresa Implalife, não é verdadeira. O jornal faz uma associação equivocada e surpreendente de fatos isolados, além de épocas distintas: mistura o Programa Nacional de Biocombustíveis, com uma empresa que ainda vai produzir peças para implante dentário e a política municipal de atração de empresas, comum a diversos municípios brasileiros. A Petrobras já informou a este jornal – e a matéria de hoje confirma – que o terreno foi cedido como incentivo da prefeitura local, parte de um projeto para atrair empresas e gerar empregos. A Petrobras esclareceu também na mesma oportunidade que não tem nenhum projeto de biodiesel previsto para o município de Jales e que, desde agosto de 2008, o gerente executivo de Desenvolvimento Energético Mozart Queiroz não tem entre suas atribuições gerenciar projetos de biodiesel. Essas informações foram omitidas na matéria.

Ao contrário do que afirma a matéria, Jales não recebe da Petrobras o segundo maior valor de repasses do FIA. O valor de R$ 583 mil tem como destino o Consórcio Intermunicipal do Direito da Criança e Adolescente do Noroeste Paulista, que reúne 21 municípios da região. Cinco são administrados pelo PMDB, 4 pelo PSDB, 3 pelo DEM, 3 pelo PTB, 2 pelo PSB, 2 pelo PR e 1 pelo PP. Apenas Jales é administrada pelo PT. Também participam do consórcio, o Ministério Público e entidades da sociedade civil. Os repasses são direcionados aos projetos que atendem a crianças, vitimas de abuso sexual e violência doméstica e para atendimento a deficientes físicos. O Conselho Municipal de Jales recebeu da Petrobras, em 2003 e 2004, recursos para o FIA quando a administração local era do PSDB/PTB. É válido ressaltar que, sob a gestão de Diego Hernandes na área de Recursos Humanos, a Petrobras retomou os processos seletivos após 11 anos sem contratações, atualizou seu plano de cargos e salários – que desde 1991 não era revisado – e reformulou seu plano de previdência complementar, estendendo-o aos novos funcionários. O plano de treinamento e desenvolvimento da Petrobras é um dos principais diferenciais da empresa para retenção de talentos, reconhecido e premiado internacionalmente.

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O CHILIQUE DO SENADOR ÁLVARO DIAS

Mais um CHILIQUE do senador tucano ÁLVARO DIAS no Senado Federal, em sessão plenária, ele esperneou contra a PETROBRAS, solicitando que seja urgentemente aberta a CPI DA PETROBRAS. O banner criado pela articulista LILI ABREU vem fazendo o maior sucesso no Senado Federal. lili.abreu10@gmail.com
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CÂMARA DOS DEPUTADOS

Agradecemos a Câmara dos Deputados por prestigiar o BLOG DA DILMA.
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Ministra Dilma confirma erros em seu currículo publicado na Plataforma Lattes

Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro - A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, reconheceu, hoje (7), erros em seu currículo, publicado no site da Plataforma Lattes, base de dados de currículos acadêmicos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), e informou que o documento foi corrigido. No currículo publicado no banco de dados, constava que a ministra tinha concluído o curso de mestrado na Universidade de Campinas (Unicamp) e era doutoranda em ciências sociais, na mesma instituição. ilma confirmou que não terminou o curso de mestrado, mas explicou que, à época do preenchimento do documento, em 2000, era aluna do doutorado na universidade, embora cursasse economia, e não ciências sociais, conforme registrado erroneamente na Plataforma Lattes. “Lá tem um equívoco, sim. A parte relativa ao mestrado está errada. A parte relativa a ser doutoranda não estava errada no que se refere a ser doutoranda. Mas está errada no que se refere ao curso que me botaram. As duas coisas foram retificadas”, declarou. Embora o banco de dados só possa ser atualizado com a senha e o Cadastro de Pessoa Física (CPF) do usuário, a ministra afirmou que não sabe de onde partiram as informações incorretas. “Aquele documento, com aquele informação [ciências sociais], te asseguro que não [preenchi]. Não sei qual vantagem teria de falar que fiz ciências sociais e não economia, que é a minha ciência pública e notória”, disse a ministra. Dilma também explicou que, apesar de ter concluído todos os créditos [as aulas] dos dois cursos, não apresentou as teses porque se afastou para assumir cargos públicos. "Não estava gazeteando nada. Não fiz porque estava trabalhando”, justificou. Durante assinatura de convênios para obras de saneamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no Rio, a ministra evitou polemizar sobre a crise no Senado Federal. “Como não estou acompanhando, me manifesto episodicamente sobre a questão do Senado. Como não é minha área, não vou me manifestar hoje.” A revista mensal Piauí foi a publicação que colocou dúvida sobre informações que constavam do currículo da ministra, publicado no site da Casa Civil. Posteriormente, o jornal O Globo se aprofundou na questão. Com o erro no site da Casa Civil, ficou constatada a informação errada, também na Plataforma Lattes.
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Dilma, Mãe do PAC, libera R$ 578 milhões para projetos sociais no Rio

Por Redação - do Rio de Janeiro - Correio do Brasil - A ministra Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil, assinou, nesta terça-feira, no Palácio Guanabara, contratos de financiamento da Caixa Econômica Federal para a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) construir obras de saneamento básico do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Serão R$ 587 milhões para projetos destinados a aumentar a oferta de água e esgoto sanitário em nove municípios fluminenses, incluindo a capital. Estarão presentes o ministro das Cidades, Marcio Fortes, e o governador do Rio, Sergio Cabral. – O evento é mais uma realização do governo do Estado que vai ao encontro aos compromissos do país junto ao Comitê Olímpico Brasileiro (COI) para escolha do Rio como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. O conjunto de obras também será um marco no fomento a importantes projetos em desenvolvimento no Estado, como para área de influência do Comperj, em construção pela Petrobras, e o Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG) – destacou o presidente da Nova Cedae, Wagner Victer. Belford Roxo e Mesquita, dois municípios beneficiados com os recursos, planejam construir 72 quilômetros de rede coletora de esgoto, que complementará o sistema Sarapuí. Está prevista ainda a construção de três estações elevatórias e mais de 12 mil ligações prediais. O investimento é de R$ 29,1 milhões. Em Duque de Caxias, ainda na Baixada Fluminense, dois contratos que somam investimentos de R$ 45,9 milhões vão beneficiar mais de 70 mil pessoas no município. O sistema de abastecimento de água do Bairro Parque Fluminense será qualificado com o assentamento de 37,7 quilômetros de rede de distribuição de água, instalação de ligações prediais e recuperação de reservatório. Além disso, está prevista a construção do sistema de coleta e transporte de esgotamento sanitário da Pavuna.
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Mídia esconde motivo da viagem de Lula a Paris

Eduardo Guimarães: A imprensa nacional noticiou timidamente a viagem que o presidente Lula ora empreende a Paris. A maioria dos meios de comunicação disse que ele viajaria “a descanso”. O real motivo dessa viagem não gerou manchete ou qualquer outra cobertura nos grandes jornais, nas tevês ou nos portais de internet corporativos. O leitor e sociólogo Clóvis Campos, de Cabedelo, na Paraíba, sugeriu-me que fizesse um post sobre a razão da viagem do presidente Lula à França e a homenagem que ele está recebendo hoje da ONU naquele país. Trata-se de premiação inédita para um presidente brasileiro e eleva o conceito do nosso país diante do mundo. Lula será agraciado, mais especificamente, pela Unesco, braço das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura. O silêncio da mídia brasileira diante de um acontecimento dessa importância revela como o nível de radicalização na política brasileira já beira o nível de radicalização num país conflagrado e ameaçado pelo golpismo e pela opressão como é Honduras neste momento. É inconcebível que o presidente brasileiro esteja sendo objeto de homenagem tão importante e os brasileiros sejam privados dos detalhes do evento e da repercussão mundial positiva que gera para este país.Estamos diante de uma crise política de proporções gravíssimas e que constitui ameaça à ordem constitucional, institucional e política nacional.Reproduzo, abaixo, matéria da Rádio ONU que noticia evento que ocorre hoje em Paris em homenagem a Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República Federativa do Brasil.

Unesco homenageia Lula com prêmio da Paz

07/07/2009

O prêmio da Paz Felix Houphouët-Boigny foi criado em 1989 e todos os anos é entregue a pessoas ou a organizações que promovem a paz. Marco Alfaro, da Rádio ONU em Nova York. A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, irá homenagear, nesta terça-feira, em Paris, na França, o presidente Luis Inácio Lula da Silva com a entrega do Prêmio da Paz Felix Houphouët-Boigny. O prêmio da Unesco, criado em 1989, carrega o nome do primeiro presidente da Cote d'Ivore, antiga Costa do Marfim, e todos os anos é entregue a pessoas ou organizações que promovem a paz.

Presenças Ilustres - A solenidade aconterá na sede da Unesco e contará com a presença do presidente de Cabo Verde, Pedro Pires, do primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, e do ex-secretário de estado americano, Henry Kissinger. O líder interino do júri da Unesco, o ex-presidente de Portugal, Mario Soares, falou à Rádio ONU sobre o trabalho social de Lula e a busca da paz no Brasil e na América Latina. "Ele recebeu o prêmio por ser uma pessoa de paz. E por ser uma pessoa que quer o desenvolvimento de seu país e sobretudo assegurar o fim da distância entre os brasileiros ricos e pobres. Ele vem promovendo o equilíbrio social no Brasil, a paz entre as diferentres etnias e tem feito muito pela paz na América Latina" disse.

Agraciados - A galeria de contemplados com o prêmio da paz da Unesco inclui o rei da Espanha, Juan Carlos, o ex-presidente da África do Sul e prêmio Nobel da paz, Nelson Mandela, e o ex-presidente americano Jimmy Carter.

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Unesco homenageia Lula com prêmio da Paz

O prêmio da Paz Felix Houphouët-Boigny foi criado em 1989 e todos os anos é entregue a pessoas ou a organizações que promovem a paz. Marco Alfaro, da Rádio ONU em Nova York.

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, irá homenagear, nesta terça-feira, em Paris, na França, o presidente Luis Inácio Lula da Silva com a entrega do Prêmio da Paz Felix Houphouët-Boigny. O prêmio da Unesco, criado em 1989, carrega o nome do primeiro presidente da Cote d'Ivore, antiga Costa do Marfim, e todos os anos é entregue a pessoas ou organizações que promovem a paz.
Presenças Ilustres - A solenidade aconterá na sede da Unesco e contará com a presença do presidente de Cabo Verde, Pedro Pires, do primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, e do ex-secretário de estado americano, Henry Kissinger. O líder interino do júri da Unesco, o ex-presidente de Portugal, Mario Soares, falou à Rádio ONU sobre o trabalho social de Lula e a busca da paz no Brasil e na América Latina. "Ele recebeu o prêmio por ser uma pessoa de paz. E por ser uma pessoa que quer o desenvolvimento de seu país e sobretudo assegurar o fim da distância entre os brasileiros ricos e pobres. Ele vem promovendo o equilíbrio social no Brasil, a paz entre as diferentres etnias e tem feito muito pela paz na América Latina" disse.
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MINHA GRATIDÃO

Quero agradecer de público o carinho de todos os internautas que desde a criação do BLOG DA DILMA prestigiam e divulgam nosso trabalho. Uma das coisas que DEUS mais gosta no ser humano é a GRATIDÃO, segundo a própria palavra do Senhor que diz: “ E sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês, por estarem unidos com Cristo Jesus.” Tenho falado com a minha amiga Jussara Seixas que o grande sucesso do BLOG DA DILMA é a garra da militância petista e dos admiradores do presidente Lula e da Ministra Dilma Rousseff. O único mérito que tenho foi de ter criado o blog, somente. Os destaques que o blog teve no jornal argentino LA NACION, no ESTADÃO, DIÁRIO DO NORDESTE, ZERO HORA, O POVO, FOLHA DE SÃO PAULO, revistas Veja, IstoÉ e Época, Globo News, Rádio Eldorado, Rádio CBN, Rede Bandeirantes, etc. etc. foi a consequência do grande número de acessos que tivemos foi exclusivamente pelo apoio de todos os nossos amigos e amigas do BLOG DA DILMA. Quero mencionar abaixo alguns seguidores cadeira cativa do blog:

Vanilton Santos, Thais Barreto Viana, Blog da Wladia, Marcos Costa, Blog Quero ser servidor público, Wellington Borges, Luiz, Jadson Pires, Antonio do Carmo, Itárcio, Evandro Santos Pinheiro, Thais Martins, Pastor Rezende, Natan, Antônio José Florêncio Souza, Pedro Severino Sousa, Carvalhowan, Momento da Verdade, Caribé, Urias, Josenei Rodrigues Pereira, Marcos Pinto Basto, Taciano Lima, Márcio Lago, Maria Luiza, Cona, MJC Patropi, Jô da AABB, Jay Chou e Aleks.


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AS TÁBUAS DE SALVAÇÃO

Vamos falar às claras, sem hipocrisia. A oposição está há anos se apegando a tábuas de salvação. Foi só que lhes sobrou porque fizeram um péssimo governo na era FHC, afundaram o país. Há pouco tempo um governador do PSDB foi cassado na Paraíba, a governadora do RS, Yeda Crusius, do PSDB, está em vias de ser cassada, e o prefeito de Curitiba, Beto Richa, do PSDB, vai pelo mesmo caminho. No senado, o líder do PSDB, Arthur Virgílio, está envolvido com falcatruas até os ossos. Estão todos envolvidos em situações cabulosas, cabeludas. Em 2005 usaram três CPIs e o tal mensalão – que não passa de caixa 2 – como tábuas de salvação. Não adiantou, afundaram. Agora acharam que a crise econômica mundial seria outra tábua de salvação. Não funcionou, afundaram de novo. Encontraram outra tábua de salvação nas mazelas do Senado, que já vêm de longa data, no mínimo mais de 15 anos, para jogar no colo do presidente Lula e do PT. Ontem ouvi a oposição no Senado, em uma ação orquestrada, tirando cinicamente os deles da reta, e atacando o presidente Lula.
A senadora Marisa Serrano, do PSDB, teve o desplante de dizer que o presidente Lula quer esfacelar o Senado para viabilizar o seu projeto eleitoral de 2010 a qualquer preço. Ora senadora, o Senado se esfarelou por conta e risco de todos os senadores, que não foram escolhidos pelo presidente Lula, foram eleitos pelo povo. É esse o Senado que se apresenta para o presidente Lula governar o país. O presidente está tentando juntar os cacos da instituição, o que restou depois dessa avalanche de denúncias de mazelas, de privilégios absurdos, para garantir a governabilidade. O presidente Lula está pensando no país, na democracia. O que é menos ruim para o país do que entregar o Senado nas mão da oposição, que há 10 anos, com o DEM, já ocupa a 1ª secretaria do Senado.
Na mesma linha choraminga o senador Jarbas Vasconcelos: - “Nosso Presidente não tem pudor algum; tudo fará para permanecer no poder, inclusive comprometer seus correligionários e destruir o que ainda resta de dignidade no Congresso Nacional, especialmente no Senado Federal.” Tenha tento, senador Jarbas, quem não tem pudor é vossa excelência, que está tentando atribuir ao presidente Lula a culpa de todos os senadores, inclusive as suas, numa covarde manobra eleitoreira, seguindo as ordens de Serra e FHC.
E os tais correligionários? Bando de invejosos despeitados e ressentidos: um porque foi demitido por incompetência pelo telefone, outro porque não foi convidado, outro porque não se elegeu presidente do Senado, outros de olho na reeleição de 2010, querendo posar de vestais quando também têm culpa por usufruírem dos privilégios e desmandos no Senado. E a mídia histérica só denuncia quem apóia o presidente Lula. Cadê eles falarem dos cabides de emprego do Efraim de Morais, do DEM (esse anda até sumido do Senado), dos contratos superfaturados, escusos?
Cadê a mídia para falar do Arthur Virgílio, do PSDB, que até “empréstimos” pegou com Agaciel, que usou dinheiro indevido para pagar despesas hospitalares de sua mãe (só para ficar no que já confessou!)? Por que a mídia, tão prestativa no combate à corrupção, não investiga o Agripino Maia, o Mão Santa, o Jarbas Vasconcelos, o Tasso Jereissati, o Sergio Guerra, o Álvaro Dias, e outros? Eu respondo: porque se investigar vai encontrar, e a idéia não é moralizar o senado, não é encontrar as falcatruas e lambanças da oposição, mas sim atrapalhar o governo Lula, não dar condições para o presidente continuar com projetos que beneficiem o país e todos os brasileiros. É o PSDB, o Serra, querendo o apoio do PMDB em 2010, com total apoio da mídia. É, de novo, a busca da tábua da salvação. Mas não vai funcionar novamente porque o povo não é bobo, confia no presidente Lula. Vão afundar outra vez!
Jussara Seixas.
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Brasil busca oportunidades de negócios em Cuba

Empresários brasileiros estão em Havana (Cuba) para identificar oportunidades de negócios com estatais cubanas, nos setores de energia, construção, alimentos, siderúrgico e medicamentos. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge, chefia a missão oficial, articulada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). “As parcerias podem acontecer de diversas formas: investimento, cooperação, troca de tecnologia, de conhecimento”, avalia o presidente da ABDI, Reginaldo Arcuri.O objetivo da viagem é promover o aumento do comércio bilateral e dos investimentos brasileiros no país. Participam da delegação representantes de 14 empresas dos setores de energia, construção, alimentação, siderurgia e medicamentos. Na próxima quarta e quinta-feira, o ministro participará de encontros empresariais e de reuniões com autoridades do governo cubano.Cuba, que inicialmente dependia do turismo, da exportação de charutos e de níquel para sobreviver, desenvolveu um vigoroso setor de saúde capaz de alavancar a economia da ilha. Desde 2004, a economia cubana tem crescido a taxas muito superiores à média da América Latina. O PIB do país cresceu 11,1% em 2006 e 7,3% em 2007. No entanto, a devastação causada pelos furações Gustav e Ike, que atingiram a Ilha em setembro de 2008, teve relação direta com o baixo crescimento econômico de 2008: 4,3%. Comércio bilateralA corrente de comércio entre Brasil e Cuba atingiu US$ 131 milhões no primeiro semestre deste ano, 46,7% menos do que os US$ 245,6 milhões do mesmo período de 2008. O saldo comercial foi favorável ao Brasil, contabilizando US$ 97,8 milhões, valor inferior ao registrado nos seis primeiros meses do ano anterior, US$ 225,6 milhões.No acumulado janeiro-junho de 2009, as exportações brasileiras para Cuba somaram US$ 114,4 milhões, o que representou queda de 51,4% sobre o mesmo período de 2008, quando as vendas externas para o país totalizaram US$ 235,6 milhões. A participação das exportações para o mercado cubano em relação ao total exportado pelo Brasil foi de 0,2% e o país ocupou a 64ª posição entre os mercados compradores de produtos brasileiros, contra a 52ª posição ocupada no primeiro semestre do ano passado. No período janeiro-junho de 2009, a pauta de exportação brasileira para Cuba foi constituída por 72,9% de bens industrializados e 27,1% de produtos básicos.As importações brasileiras provenientes de Cuba, no primeiro semestre deste ano, foram ampliadas em 66%, ao passarem de US$ 10 milhões para US$ 16,6 milhões. Cuba ocupou a 75ª posição entre os mercados fornecedores de produtos ao Brasil, 15 abaixo da registrada no mesmo período de 2008, quando ocupou a 90ª. Na importação, os itens que compõem a pauta restringem-se praticamente a produtos industrializados (99,6%), representados exclusivamente por bens manufaturados. Fonte: PT.
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Brasil passa 'dançando pela crise', diz Financial Times

Agencia Estado - LONDRES - O Brasil passa "dançando pela crise", disse hoje o jornal britânico Financial Times (FT), em caderno especial sobre o País publicado nesta terça-feira. "Acontece que o Brasil, finalmente, após anos de promessas não cumpridas, está chamando a atenção mundial - e sugando investimento estrangeiro direto, enquanto muitos rivais ficam sem nada", afirma o periódico.A publicação parte da movimentação dos negócios em torno da tradicional festa junina de Caruaru, em Pernambuco, para concluir que o mercado doméstico brasileiro é capaz de amparar não somente marcas específicas, como indústrias inteiras. É o caso, por exemplo, do carro bicombustível (flex fuel), feito para o mercado nacional e responsável por 90% das vendas de veículos novos no País."(O Brasil) é uma democracia madura, com uma economia diversificada e população jovem e adaptável deleitando-se de emprego estável e da renda em alta", diz o FT. O jornal prossegue afirmando que o País, com poder crescente na área de matérias-primas (commodities), será um grande exportador de petróleo no futuro.No entanto, apesar de parecer que o Brasil sairá da crise antes do esperado, não significa que está imune à retração global. O governo registrou, em maio, o primeiro déficit primário desde 1999, refletindo a queda na arrecadação e os gastos com os pacotes de estímulo. A princípio, a informação poderia não preocupar, diz o FT, já que muitos países enfrentam déficits ainda maiores neste período de crise. "Mas é exatamente pelo fato de ter feito muito para colocar a casa em ordem que o Brasil se tornou tão atrativo para os investidores."A publicação também lista o atraso de reformas consideradas estratégicas, aguardadas desde o governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). A falta de infraestrutura, com estradas dilapidadas, a ameaça da violência e a aceitação da corrupção como algo comum na vida pública são outros problemas apontados pelo FT."Mas, se as conversas sobre recuperação fazem sentindo em algum lugar do mundo, é no Brasil, um líder emergente mundial na agricultura, mineração, petróleo, até em bancos de investimento com um mercado doméstico que os concorrentes só podem sonhar", conclui.
Meus amigos e leitores, entendem porque o ódio da oposição, entendem porque a oposição precisa assumir a presidência Senado, e desestabilizar o governo Lula.
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Sobre Sarney

A Mesa do Senado, recentemente empossada, não é responsável pelos atos de anos atrás, revelados e repelidos pela população. No entanto, quer-se afastar o seu atual presidente. A Mesa funciona como um colegiado, não sendo ninguém individualmente responsável pelo que o conjunto delibera. Ainda assim, há quem insista na saída de Sarney. O Senado é uma Casa política, fundamental para a governabilidade do país, que está às vésperas do “ano político de 2010”. E um argumento é habilmente construído, pelo qual o afastamento de Sarney não tem nada de político. Por tudo isso, acredito ser importante examinar politicamente a situação. Por *Haroldo Lima
José Sarney é um político conservador, como a maioria que está no Senado. Protagonizou, entretanto, como poucos, papel importante, decisivo mesmo, em momentos cruciais da vida brasileira. Tendo pessoalmente participado de alguns desses momentos, sinto-me no dever de relembrar pelo menos três deles, principalmente à esquerda brasileira. Em abril de 1984, o movimento das “diretas já” foi derrotado no Congresso Nacional. Forças democráticas perceberam a possibilidade de irem ao Colégio Eleitoral para derrotar a ditadura. Isto acontecendo, o fim do autoritarismo poderia ser encaminhado através do restabelecimento das liberdades, das eleições diretas e da convocação de uma Constituinte livremente eleita. As forças de oposição à ditadura, quase todas, uniram-se com esse propósito, em torno da figura de Tancredo Neves. Conseguiu-se amplo apoio do povo nas ruas. Mas havia um problema: toda a oposição unida tinha 330 votos no Colégio Eleitoral, enquanto o PDS sozinho contava com 365 sufrágios. A solução era dividir o PDS.Pela pressão das ruas, pelas articulações de Tancredo, algo inesperado sucedeu. O presidente nacional do PDS, José Sarney, rompeu e saiu do PDS, formou uma Frente Liberal com gente do próprio PDS e apoiou a Aliança Democrática de Tancredo. Veio a ser o vice de Tancredo. A correlação de forças se inverteu no Colégio, e o resultado todos sabemos. No dia da votação, Tancredo teve 480 votos, Maluf 180. A ditadura foi derrotada. Sarney deu contribuição inestimável. Na continuidade, Tancredo morre. Sarney assume em clima tenso. Os militares, ainda no poder, não o viam bem, os inconformados consideravam-no um desertor. Mais ainda, o chefe supremo, o general Figueiredo, recusou-se a passar-lhe a faixa presidencial. Por outro lado, o processo que visava pôr fim ao regime autoritário, e que apenas começara com a vitória no Colégio Eleitoral, não podia parar. Por oportuno, lembremos: Sarney encaminhou o restabelecimento das eleições diretas para presidente da República, prefeitos das capitais e dos municípios considerados “areas de segurança nacional”; promoveu a extensão aos analfabetos do direito ao voto; deliberou pela legalização da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da União Nacional dos Estudantes (UNE), do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), do então Partido Comunista Brasileiro (PCB). E convocou a Assembléia Constituinte que se instalou em 199. Claro que houve ações de outra natureza, que provocaram rejeição da esquerda. Mas Sarney cumpriu um papel de grande relevo na transição a um estado de direito democrático.Finalmente, um testemunho relacionado à área onde hoje atuo, a petrolífera, e à empresa brasileira principal dessa área, a Petrobrás. Em 20 de junho de 1995, a Câmara dos Deputados aprovou um Relatório sobre Emenda Constitucional enviada pelo governo, “quebrando” o monopólio estatal do petróleo. A vantagem que o Relatório tivera foi muito maior do que imaginávamos, 200 votos. Mas, pressentíamos e temíamos o pior: aprovado o Relatório no Senado, e com votação tão expressiva, o governo de FHC encaminharia a privatização da Petrobras. Seria um desastre para o país. Era tudo o que não queríamos.Articulamos uma emenda no Senado, a de Ronaldo Cunha Lima: o Relatório iria à votação com um acréscimo, a proibição de se privatizar a Petrobras. O governo não aceitou. Ficava claro que a privatização da estatal viria em seguida à votação do Relatório. A situação era difícil. O movimento popular já produzira uma greve de petroleiros, que acabara sem resultados. Estávamos debilitados.Foi quando o presidente do Senado expressou que só colocaria o Relatório em votação se recebesse do presidente da República um texto por ele assinado, no qual estivesse patenteado o compromisso de que não iria privatizar em seguida a Petrobras. O presidente do Senado era José Sarney. E FHC, no dia 9 de agosto de 1995, assinou texto comprometendo-se a não encaminhar a privatização da Petrobras. Grande vitória. Façamos justiça: a contribuição de Sarney foi decisiva.Porisso, quando agora fatos lamentáveis são revelados, ligados não a grandes projetos nacionais mas à administração interna do Senado, é justo querer apurá-los com rigor. Mas quando se cogita de afastar o presidente Sarney para supostamente facilitar essa apuração, é importante lembrar fatos históricos irrefutáveis, ligados a grandes projetos nacionais, de agenda progressista, para os quais ele já contribuiu e o projeto nacional em curso, com o qual ele está comprometido.Cabe então questionar. Afastar por quê? Para por quem no lugar? Para enfraquecer que projeto? Para fortalecer que outro?* Ex-líder da bancada federal do PCdoB.
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Governo estuda desonerar folha de pagamento em 2010

GOVERNO LULA

Recolhimento para o INSS de 20% sobre salários dos empregados formais pode ser reduzido entre dois e três pontos percentuais Medida poderia reduzir arrecadação em até R$ 11 bi, mas avaliação é que aumento na formalização compensaria receita menor.SUCURSAL DE BRASÍLIA

O governo Lula estuda uma redução entre dois e três pontos percentuais no custo de contratação de trabalhadores pelas empresas. A medida, que envolve diminuição da contribuição patronal para a Previdência Social, no entanto, deverá valer apenas em 2010. Isso porque, para a proposta evoluir, é preciso definir como será coberta a perda que a iniciativa gerará aos cofres do INSS.As empresas recolhem hoje 20% sobre a folha salarial dos empregados formais para a Previdência. Estima-se no governo que cada ponto percentual de redução na contribuição das empresas represente uma queda de R$ 3,8 bilhões nas receitas da Previdência. Com isso, a proposta em discussão significará uma redução entre R$ 7,6 bilhões e R$ 11,4 bilhões na arrecadação anual.Para parte da equipe econômica, esse rombo é um problema no médio prazo, já que poderá ser compensado com aumento da formalização de trabalhadores que não têm carteira assinada e não contribuem para Previdência. Cálculos preliminares indicam que, num prazo mínimo de três a cinco anos, o crescimento do número de trabalhadores formais que pagam regularmente ao INSS cobrirá integralmente a renúncia fiscal com a medida.Mesmo assim, a proposta não é ponto pacífico no governo. A Receita e Tesouro são contrários justamente por causa da perda fiscal. Há ainda no governo o temor político. Isso porque, ao lançar a discussão, poderá ser aberto um espaço para outras demandas dos parlamentares, como a aprovação de projetos em tramitação no Congresso que podem ampliar o rombo na Previdência.Na base aliada, já se fala em negociação. Há cinco propostas em condições de ir a votação neste ano no Congresso -entre elas, derrubar o veto presidencial que impede estender o aumento real do salário mínimo aos benefícios do INSS -que podem aumentar em até R$ 100 bilhões o rombo previdenciário, segundo dados oficiais.Para o governo, esse é um custo inaceitável, que comprometeria o futuro da Previdência. Já a desoneração é considerada uma medida mais factível, que teria um custo para as contas públicas, mas poderia ser compensada em prazo menor.Além disso, a base aliada argumenta que a medida favorece o aumento da competitividade e ajudaria o país a retomar o crescimento.Em entrevista ao jornal britânico "Financial Times", o ministro Guido Mantega (Fazenda) usou esse argumento para justificar a desoneração na folha de pagamentos. Mantega defendeu que a redução do custo do emprego dará um salto qualitativo na produtividade, aumentando a competitividade das empresas aqui instaladas no comércio mundial e colocando o Brasil "na vanguarda do crescimento mundial".Ainda de acordo com a entrevista, Mantega argumentou que o governo adotou medidas de curto prazo para impulsionar a economia no período mais agudo da crise e disse que, agora, "estamos trabalhando nas medidas pós-crise para aproveitarmos as oportunidades oferecidas ao Brasil. Para isso, a indústria precisa de custos mais baixos".
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BLOGS DO DIA

"O presidente responde"

Tribuna do Norte - Natália Miranda Vieira, 36 anos, professora universitária de Natal (RN) - Como o governo federal vai garantir que não haja uma sangria de dinheiro público nas obras que serão realizadas para a Copa de 2014, a exemplo da que ocorreu nas obras para os Jogos Pan-americanos de 2007?
Presidente Lula – Não houve sangria do dinheiro público. Os investimentos no Pan superaram o previsto porque o planejamento inicial, que não foi da responsabilidade do nosso governo, não previu itens necessários para a execução do evento, como por exemplo, segurança pública e a capacidade de 45 mil lugares do estádio João Havelange, projetado para apenas 10 mil pessoas. O governo federal teve que arcar com compromissos do estado e do município, o que não acontecerá com a Copa de 2014. Vamos fazer um planejamento detalhado das obras e depois reunir representantes dos estados e dos municípios sedes para definir responsabilidades, dando transparência ao processo. O Ministério do Esporte vai monitorar as obras para que tudo esteja pronto antes de 2014.
Leila Dalgolbo, 41 anos, pensionista de Cariacica (ES) - Em relação ao programa Minha Casa, Minha Vida, gostaria de saber por que não é feito o desconto das prestações em folha do INSS e se legaliza de vez a tão sonhada casa própria dos menos favorecidos? E por que as pessoas não podem se cadastrar pelo computador em vez de ficarem mofando em imensas filas? Presidente Lula – O desconto na folha de pagamentos do INSS já é amplamente adotado pelo sistema bancário brasileiro e pode vir a ser realizado pelo programa Minha Casa, Minha Vida. É uma segurança para os bancos e uma comodidade para os pensionistas. Em relação aos trabalhadores da ativa, os descontos poderão vir a ser feitos na folha de pagamentos. Quanto à possibilidade de cadastramento pela internet, sua pergunta é, na verdade, uma ótima sugestão. As áreas específicas do governo serão acionadas para o estudo e a possível adoção dessa alternativa. O cadastramento também pode ser feito pelo 0800-726-0101 da Caixa Econômica. O mais importante é que o programa atende a boa parte da demanda por moradia e cria um grande número de empregos na construção civil e nas empresas que produzem telhas, tinta, canos, pias, tijolos, vasos, tomadas, torneiras, chuveiros etc., tudo contado aos milhões.
Anna Maria Marcus, 60 anos, dona de casa de Diadema (SP) - Diariamente a gente vê na televisão o caos na saúde nos principais estados brasileiros e o mau atendimento nos hospitais públicos. Por que é tão difícil oferecer assistência médica de qualidade pelo SUS? Presidente Lula – Sabemos que há problemas no SUS, como filas e dificuldades para se marcar um exame ou consulta, o que é um transtorno para as pessoas mais fragilizadas. Conhecemos essas deficiências e estamos permanentemente tentando eliminá-las. A questão é que temos o maior sistema de saúde pública do mundo. Imagine que 70% dos brasileiros dependem exclusivamente dele. E o restante é beneficiado em campanhas de vacinação, atendimentos de urgência, transplantes e aquisição de medicamentos de alto custo. O financiamento desse sistema é um desafio gigantesco. E as demandas aumentam sem parar e variam de natureza, devido ao crescimento da população e da porcentagem de idosos. De 2002 para 2008, a verba que o governo repassa a estados e municípios triplicou, passando de R$ 12 bilhões para R$ 37 bilhões. É bom lembrar ainda que, com a derrubada da CPMF, perdemos volume expressivo de recursos, que esperamos recompor com a regulamentação, pelo Congresso, da Emenda Constitucional 29.
http://tribunadonorte.com.br/noticias/114995.html

Aliança para Mudança

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA e NICOLAS SARKOZY
O Brasil e a França desejam oferecer ao mundo sua visão compartilhada de um novo multilateralismo adaptado ao mundo multipolar
A PRÓXIMA reunião de cúpula do G8, e do G8 + 5 (África do Sul, Brasil, China, Índia e México, mais Egito), a realizar-se em Áquila, na Itália, será a primeira desde que se tomou pleno conhecimento da extensão da crise financeira e econômica que estamos enfrentando. A crise ressalta o nosso grau de interdependência e impõe aos líderes a necessidade de dar uma resposta coletiva, baseada em valores e responsabilidades compartilhadas. Também nos força a avaliar o desempenho das instituições internacionais e a repensar as atuais estruturas de governança global. A necessidade de reformar a governança global não nasceu com a crise. Bem antes de sua eclosão, já era patente o déficit de representatividade e de coerência do sistema multilateral. A capacidade das instituições internacionais de superar os graves desafios do mundo atual precisa ser reforçada, e seus mandatos, revistos.Isso se aplica aos mais diversos campos, da economia à segurança, da energia ao meio ambiente. A crise apenas evidenciou o fato de que nós, líderes de nossos países, precisamos ser sujeitos das reformas necessárias para a construção de um mundo mais justo, desenvolvido e sustentável. Não estamos começando do zero. Algum progresso já foi alcançado. Em temas econômicos e financeiros, as cúpulas do G20 de Washington e de Londres contribuíram para fortalecer o diálogo entre nações desenvolvidas e em desenvolvimento. Fomos capazes de chegar a resultados concretos porque nos unimos. As reuniões entre o G8 e o G5/G6 são outro exemplo da necessidade de incluir os países emergentes nas discussões sobre o futuro da economia internacional e sobre o enfrentamento dos desafios globais. Os países emergentes representam não apenas uma parcela enorme do território e da população do planeta mas também (e cada vez mais) do consumo e da produção globais. Nunca a cooperação internacional foi tão necessária. Agora precisamos ir além. As organizações financeiras internacionais, como o FMI e o Banco Mundial, precisam dar maior peso às economias emergentes mais dinâmicas nos seus processos de tomada de decisões. Também devem ser postas em prática as decisões tomadas pelo G20, no sentido de melhor regular e supervisionar as finanças internacionais, coibir a especulação, combater os paraísos fiscais e centros de lavagem de dinheiro e promover o crescimento. Com a crise, a ameaça do protecionismo ganhou novo impulso. A conclusão da Rodada Doha da OMC é tarefa urgente, para que se possa alcançar acordo ambicioso, amplo e equilibrado que beneficie sobretudo os países em desenvolvimento -em particular os mais pobres- e para que se reforce o multilateralismo comercial. Mas, para tirarmos todas as lições da crise, nós precisamos seguir nesse esforço e estendê-lo para além da esfera econômica e financeira. Não há paz sem desenvolvimento econômico e social nem há prosperidade duradoura sem estabilidade e segurança. Cada vez mais, os conflitos ocorrem em países fragilizados social e economicamente. A pobreza e a exclusão social agravam a instabilidade no sistema internacional. É chegado o momento de priorizar a dimensão social da globalização. Em todo o mundo, trabalhadores que enfrentam a tempestade econômica clamam por mais justiça e por maior segurança. Suas vozes precisam ser ouvidas. O impacto social da crise atual deve ser enfrentado diretamente pelas organizações internacionais, e o papel da OIT na governança econômica global deveria ser muito fortalecido nesse aspecto. A estrutura para o tratamento da paz e da segurança coletiva também requer adaptações significativas. Deve-se levar a bom termo um processo abrangente de reforma do Conselho de Segurança da ONU, de modo a salvaguardar uma ordem internacional mais equilibrada e inclusiva. Para garantir a eficácia do conselho, ele deve refletir as realidades atuais, inclusive um papel maior para os principais países em desenvolvimento em todas as regiões, como o Brasil e a Índia, uma representação mais justa para a África e para os principais contribuintes das Nações Unidas, como o Japão e a Alemanha. Outros perigos também ameaçam a paz e o desenvolvimento. A mudança do clima impõe enorme desafio à governança global. É preciso chegar a resultado ambicioso em Copenhague, em dezembro, para alcançarmos o objetivo comum de evitar uma séria mudança climática e limitar a 2 o aumento da temperatura global. Todas as nações devem reduzir suas emissões conforme as recomendações do IPCC e o princípio das responsabilidades comuns, mas diferenciadas. Outros desafios globais incluem o crime organizado e transnacional, o terrorismo, o tráfico de pessoas e de drogas, as pandemias e a segurança alimentar. Nossas respostas a essas ameaças são insuficientes muitas vezes, por causa da fragmentação das organizações internacionais e de sua tendência a duplicar trabalhos. Os mecanismos atuais para a governança global são inadequados para lidar com o caráter sistêmico e a inter-relação dos diversos desafios que enfrentamos. A escala da crise econômica cria uma oportunidade única para que se comece a reformar amplamente as instituições internacionais. O Brasil e a França desejam oferecer ao mundo sua visão compartilhada de um novo multilateralismo adaptado ao mundo multipolar. Não podemos lidar com os problemas do século 21 com instituições internacionais que são legado do século 20. Junto com outros líderes mundiais, precisamos forjar uma "Aliança para Mudança", a fim de promover essa visão de uma ordem mundial mais democrática, fundada em maior solidariedade e justiça. Isso é o que os cidadãos do mundo esperam de nós. Somente assim estaremos à altura dos desafios do nosso século.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA é o presidente do Brasil.
NICOLAS SARKOZY é o presidente da França.