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ELE PODERÁ TE ENGANAR EM 2010

sábado, 21 de novembro de 2009

Cuidado com o Novo Caçador de Minas Gerais.
Ditador Aécio Neves fecha Novo Jornal!
Em 15 de maio de 2008 - O NOVO JORNAL, um dos únicos independentes de Minas Gerais e que circula na Internet foi fechado por decisão judicial a pedido do Ministério Público do Estado, após ter revelado toda a sorte de mutretas que implicou na escolha de Márcio Lacerda como candidato a prefeito de Belo Horizonte, na aliança Aécio/Pimentel, respectivamente governador do estado e prefeito da capital.

PROXIMA SEMANA: ENTREVISTA COM A DEPUTADA PETISTA MARIA DO ROSÁRIO(RS)

Não perca! Entrevista sensacional com a deputada federal pelo Partidos dos Trabalhadores, Maria do Rosário(RS). Espalhe a notícia. Blog da Dilma uma referência em jornalismo de esquerda.

ENTRE A SALAS DO CINEMA E O DIVÃ DO PSICANALISTA

Ainda não vi o filme “Lula, o filho do Brasil”, já que a obra cinematográfica só entrará no circuito comercial em janeiro do próximo ano. A considerar a magnitude do seu custo de produção - R$ 12 milhões – o nível do elenco e a espetacular história de um ex-retirante do Nordeste brasileiro e ex-torneiro mecânico que chega à Presidência da Republica, o sucesso de publico já está garantido.
Tenho acompanhado através da grande imprensa nacional as reações histéricas das oposições contra a exibição do filme em um ano eleitoral. Confesso que fico sem entender o que se passa na cabeça desses indivíduos.

- O que tem a ver a exibição do filme com as eleições presidenciais de 2010?

Ao que consta, o Presidente Lula está legalmente impedido – uma pena que seja assim – de concorrer a um terceiro mandato. Portanto, não será candidato, sendo nula a possibilidade de vir a ser beneficiado eleitoralmente.

Se o temor das oposições reside na possibilidade de que o filme venha a ampliar a avaliação pessoal de Lula para acima dos atuais 80%, o que corresponderia ao ineditismo da unanimidade, sugiro que se calem e evitem comparecer às salas de projeção. Proíbam aos seus filhos, netos, esposas, sobrinhos, primos, namorados, pais, sogras e amigos de cederem à tentação de conhecer uma das mais belas histórias política do mundo contemporâneo. Assim, quem sabe, a temível unanimidade poderá ser evitada. Na dúvida, o melhor seria reservar horário com seus psicanalistas e, uma vez instalado em seus confortáveis divãs, tentar encontrar meios capazes de controlar um sentimento típico da natureza humana. A INVEJA. Washington Pereira - www.blogaodopereira.blogspot.com

Dilma ultrapassa Serra no Piauí

Portal AZ: A candidata do PT à Presidência da República, ministra Dilma Roussef, ultrapassou o tucano José Serra no Piauí, conforme a pesquisa do Instituto Data AZ realizada entre os dias 10 e 14 de novembro. Ela aparece com 30,43% das intenções de voto contra 27,88%. Em agosto, a petista tinha 25,09% e o tucano, 34,33%. O recuo de Serra entre as duas pesquisas (ambas estimuladas), de 6,46%, foi menor que a expansão da ministra, que agregou mais 5,34% de intenções de voto. Com isso, apesar da liderança, a petista está tecnicamente empatada com o tucano, considerando que a diferença entre eles é de 2,55% e a margem de erro da pesquisa é de 3,06% para mais ou para menos.
Ciro Gomes (PSB) aparece em novembro com praticamente o mesmo número da pesquisa anterior: 16,4%. Antes o deputado cearense tinha 16,18% das intenções de voto entre os piauienses. Marina Silva (PV), que em agosto tinha 4,36% agora aparece com 4,41% e Heloísa Helena, que não deverá concorrer à Presidência obteve 3,73. Em agosto a líder do P-SOL tinha 4,75%. Os indecisos somaram 17,14% agora contra 14,48% em agosto.

A velha mídia e sua batalha inglória

Carta Maior:

A Folha de São Paulo publicou editorial neste domingo criticando "práticas desleais na internet" que estariam "colocando em risco as bases que permitem o exercício do jornalismo no país". A Folha, no caso, se apresenta como porta-voz deste jornalismo independente. Para o jornalista Luis Nassif, o editorial aponta o objetivo final do processo que explica o comportamento da mídia a partir de 2005: "a politização descabida, as tentativas sucessivas de golpes políticos, os assassinatos de reputação de políticos, juízes, jornalistas".
O jornalista Luis Nassif comenta neste domingo em seu blog o editorial publicado na Folha de São Paulo, que critica "práticas desleais na internet" que, supostamente, estariam "colocando em risco as bases que permitem o exercício do jornalismo independente no país". A Folha, no caso, se apresenta como porta-voz do "jornalismo independente". Uma piada, diz Nassif, que questiona:
"Qual o direito de conhecer a verdade que a Folha propõe? A ficha falsa de Dilma? Os arreglos com Daniel Dantas? A série sistemática e diária de matérias falsas, manipuladas, a deslealdade reiterada contra seus próprios jornalistas que não seguiram a cartilha?"Abaixo o editorial da Folha e, depois, o comentário de Nassif:

O editorial:
"Direito à informação" -
Práticas desleais na internet colocam em risco as bases que permitem o exercício do jornalismo independente no país.
DEMOCRACIAS tradicionais aprenderam a defender-se de duas fontes de poder que ameaçam o direito à informação.
Contra a tendência de todo governo de manipular fatos a seu favor, desenvolveram-se mecanismos de controle civil - caso dos veículos de comunicação com independência, financeira e editorial, em relação ao Estado. Contra o risco de que interesses empresariais cruzados ou monopólios bloqueiem o acesso a certas informações, criaram-se dispositivos para limitar o poder de grupos econômicos na mídia.
Essas salvaguardas tradicionais se veem desafiadas pelo avanço da internet e da convergência tecnológica nas comunicações -paradoxalmente, pois esse mesmo processo abre um campo novo ao jornalismo.Apesar da revolução tecnológica e do advento de plataformas cooperativas, a produção de conteúdo informativo de interesse público continua, majoritariamente, a cargo de organizações empresariais especializadas. O acesso sistemático a informações exclusivas, relevantes, bem apuradas e editadas sempre implica a atuação de grandes equipes de profissionais dedicados apenas a isso. Essas equipes precisam ser remuneradas -ou o elo se rompe.
Quando um serviço de internet que visa ao lucro toma, sem pagar por isso, informações produzidas por empresas jornalísticas, as edita e as difunde a seu modo, não só fere as leis que resguardam os direitos autorais. Solapa os pilares financeiros que têm sustentado o jornalismo profissional independente.
Quando um país como o Brasil admite um oligopólio irrestrito na banda larga -a via para a qual converge a transmissão de múltiplos conteúdos, como os de TVs, revistas e jornais-, alimenta um Leviatã capaz de bloquear ou dificultar a passagem de dados e atores que não lhe sejam convenientes. A tendência a discriminar concorrentes se acentua no caso brasileiro, pois os mandarins da banda larga são, eles próprios, produtores de algum conteúdo jornalístico.Quando autoridades se eximem de aplicar a portais de notícias o limite constitucional de 30% de participação de capital estrangeiro, abonam um grave desequilíbrio nas regras de competição. Veículos nacionais, que respeitam a lei, têm de concorrer com conglomerados estrangeiros que acessam fontes colossais e baratas de capital. Tal permissividade ameaça o espírito da norma, comum nas grandes democracias do planeta, de proteger a cultura nacional.Contra esse triplo assédio, produtores de conteúdo jornalístico e de entretenimento no Brasil começam a protestar.
Exigem a aplicação, na internet, das leis que protegem o direito autoral. Pressionam as autoridades para que, como ocorre nos EUA, regulamentem a banda larga de modo a impedir as práticas discriminatórias e ampliar a competição. Requerem ao Ministério Público ação decisiva para que empresas produtoras de jornalismo e entretenimento na internet se ajustem à exigência, expressa no artigo 222 da Carta, de que 70% do controle do capital esteja com brasileiros.
A Folha se associa ao movimento não apenas no intuito de defender as balizas empresariais do jornalismo independente, apartidário e crítico que postula e pratica. Empunha a bandeira porque está em jogo o direito do cidadão de conhecer a verdade, de não ser ludibriado por governos ou grupos econômicos que ficaram poderosos demais.

Comentário de Nassif - Chega-se, finalmente, ao objetivo final do processo que explica o comportamento da mídia a partir de 2005, a politização descabida, as tentativas sucessivas de golpes políticos, os assassinatos de reputação de políticos, juízes, jornalistas. E para quê? Para se chegar ao embate final com pouquíssimos aliados. Esse acanalhamento do exercício do jornalismo fez com que a credibilidade da mídia atingisse o ponto mais baixo da história, viabilizasse outras alternativas no mercado de opinião.
Agora, qual a bandeira legitimadora para suas pretensões? A de que a mídia é a garantidora da liberdade de informação? Piada.Esse mesmo álibi canhestro foi utilizado por Roberto Civita para tentar me convencer a aceitar o acordo com a Veja no final do ano passado. A revista passou todo o ano utilizando o jornalismo de esgoto para os ataques mais sórdidos, abjetos, não respeitando sequer família. E vinha o enviado especial dele trazendo o recado de que deveria aceitar o acordo em nome da liberdade de imprensa.Conto apenas o meu caso. Como o meu, teve inúmeros. Em 2005, em entrevista ao Vermelho cunhei a expressão “o suicídio da mídia”, para descrever essa caminhada irreversível em direção ao fundo do poço. Agora, a mídia se posiciona para a grande batalha contra os portais e os grupos externos. Quem acredita nela?
Qual o direito de conhecer a verdade que a Folha propõe? A ficha falsa de Dilma? Os arreglos com Daniel Dantas? A série sistemática e diária de matérias falsas, manipuladas, a deslealdade reiterada contra seus próprios jornalistas que não seguiram a cartilha?
O futuro chegou e bandeiras que, antes, poderiam ser legítimas, ou estão rotas, puídas, desmoralizadas. Haverá uma grande batalha futura, contra os supergrupos que irão entrar no mercado. Mas dela não participará mais a velha mídia, que ficará restrito ao mundo fictício que ela próprio criou. Do Blog Luciano Siqueira Do Blog Terra Brasilis


REFRESCANDO SUA MEMÓRIA

O pugilista peso pesado Aécio
Neves nocautea mulher

blog do Juca Kfouri: clique aqui para ler o original.
"Aécio Neves, o governador tucano de Minas Gerais, que luta para ter o jogo inaugural da Copa do Mundo de 2014, em Belo Horizonte, deu um empurrão e um tapa em sua acompanhante no domingo passado, numa festa da Calvin Klein, no Hotel Fasano, no Rio. Depois do incidente, segundo diversas testemunhas, cada um foi para um lado, diante do constrangimento geral. A imprensa brasileira não pode repetir com nenhum candidato a candidato a presidência da República a cortina de silêncio que cercou Fernando Collor, embora seus hábitos fossem conhecidos."
Lei Maria da Penha nelle.

O INTERNAUTA TEM VOZ: Anônimo disse... Agora sim, vejo alguém acordando para desnudar o verdadeiro candidato dos demotucanos, aécio, também conhecido como aócio (pois dizem não fazer nada a não ser politicagem e perseguição aos opositores, quem mal governa é sua irmã). O serra já era, aliás houve um erro de tática, pois deveriamos focar nos tucanos em geral e não só no serra. Bola pra frente pra desmascará esse farsante.

O LOBO DISFARÇADO

Muitos blogueiros ainda não perceberam que o governador tucano que bate em mulheres, o senhor Aécio Neves é muito mais perigoso eleitoralmente que o vampiro José Serra, inimigo número 1 do Nordeste. Até hoje, Aécio Neves vive à sombra do ex-presidente já falecido, Tancredo Neves. O eleitor é muito emotivo, e Aécio Neves sabe tirar uma casquinha da figura do avô Tancredo. Até Ciro Gomes foi enfeitiçado pelo Governador de Minas Gerais, como também parte da mídia nacional. O governador que bate em mulheres, Aécio Neves, se diz muito amigo do presidente Lula, ludibriando os brasileiros. Aécio Neves vive de capa, por fora um "anjinho", mas por dentro um "lobo devorador", que fará de tudo para se tornar presidente da República. Abra o olho eleitorado, o enganador já mostrou suas garras.

Presidente Lula diz em Salvador que venceu o preconceito de ter sido pobre e nordestino

Lula, filho do Brasil, responde às críticas de FHC e Caetano



Fonte:Fernando Rodrigues

Que Estado é esse?

Mais de 100 prefeitos paulistas de 12 partidos se reuniram na semana passada, no auditório Franco Montoro da Assembléia Legislativa de São Paulo, para trocar experiências sobre problemas comuns nas áreas da Saúde, Educação, Segurança Pública e Tributos estaduais. A primeira “Marcha Paulista em Defesa dos Municípios” aprofundou o debate sobre a importância de se criar uma agenda municipalista para o aperfeiçoamento das relações com o Estado. Exatamente como ocorre anualmente em Brasília, quando representantes de todas as cidades do País se reúnem com uma pauta de reivindicações ao presidente da República.
Durante dois dias, reivindicações pontuais ficaram de lado e os presentes se concentraram na busca de soluções de problemas comuns a todos, que hoje afligem as grandes, médias e pequenas cidades do universo de 645 municípios do Estado de São Paulo. Embora tenha sido convidado, o governador José Serra não compareceu ao evento, sequer se dando ao trabalho de justificar sua ausência. Uma pena, porque perdeu uma excelente oportunidade de discutir questões importantes para o Estado. Também sumiram os representantes de sua administração e alguns prefeitos da base governista que previamente haviam confirmado presença na Marcha Paulista.
O governador não viu o descontentamento geral dos prefeitos com o setor de Segurança Pública. Embora não se trate de uma responsabilidade do município, todos foram unânimes em afirmar que ajudam o Estado ao pagar pelos aluguéis e outros custos de delegacias da Polícia Civil e instalações da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Alguns prefeitos vão além: fornecem alimentação e até funcionários públicos municipais para trabalhar nas repartições. Ou seja, deixam de investir recursos financeiros e humanos em áreas importantes de seus governos para garantir que o Estado leve segurança à população de suas cidades. Como se fosse uma permuta.
Em Guarulhos, segunda maior cidade do Estado, com 1,3 milhão de habitantes, a Prefeitura gasta R$ 8 milhões por ano para ajudar o Estado a levar segurança aos seus habitantes. A Prefeitura não se nega a pagar o aluguel dos prédios, nem a arcar com quase 200 funcionários públicos cedidos para o trabalho nesses locais. Mas, em comum com outras cidades, a cidade experimenta uma sensação de frustração cada vez que toma conhecimento de que um novo delegado ou comandante chegou ou saiu do município, sem qualquer prévio aviso às autoridades locais. A regra geral adotada pelo Governo do Estado nos últimos anos tem sido essa. É, no mínimo, uma ironia, porque o administrador local ajuda a dividir as contas, mas não é sequer informado de decisões tomadas pelo comando que dizem respeito ao município, nem participa do debate sobre a implantação de uma política estadual de segurança pública.
Não é só a questão da segurança pública que preocupa os prefeitos. Na mesa sobre Educação, os mandatários municipais discutiram convênios da merenda escolar. Hoje, o Estado repassa R$ 0,15 por aluno, o que leva alguns municípios a desembolsar uma quantia seis vezes maior para não deixar as crianças sem refeição. Na área da Saúde, os prefeitos destacaram que pagam por remédios de alta complexidade que deveriam ser custeados pelo governo estadual – sem falar em consultas especializadas não previstas, que oneram os orçamentos locais.
Na discussão sobre tributos, veio à tona a questão de por que o Estado ainda fica com 50% dos recursos do IPVA. Essa apropriação se fazia necessária no passado, porque esse dinheiro era utilizado na manutenção das grandes rodovias do Estado. Com a privatização da grande maioria dessas vias, entregues a concessionárias que hoje cobram tarifas polpudas em forma de pedágios, inclusive de ambulâncias em serviço, o governo poderia abrir mão desses recursos.
O encontro dos prefeitos deixou clara a ausência de diálogo dos administradores municipais com o Palácio dos Bandeirantes e o governador José Serra apenas reforçou a imagem de que é um dirigente avesso a negociações. A “Marcha Paulista” foi inspirada na marcha dos prefeitos a Brasília, um evento de uma década que já virou uma tradição do municipalismo brasileiro, levando reivindicações ao presidente da República. Que isso no futuro possa prosperar também em nosso Estado, o mais rico da Nação. Sebastião Almeida é prefeito de Guarulhos

LULA O FILHO DO BRASIL, FAZ SUCESSO COM O POVO

A mídia está histérica com o sucesso do filme sobre a vida do presidente Lula. Os blogs da oposição não falam em outra assunto. Do mesmo modo os jornalões, revistas, abestalhados e afins. A Veja deste fim de semana tem uma longa matéria sobre o filme, matéria de capa, com críticas ácidas, ironia, compara o presidente Lula a Cristo. Os tais 6% que não votam no presidente Lula, estão desesperado com o sucesso do presidente Lula, e do governo Lula. Já estão falando que é muito perigoso ter um presidente tão querido e admirado pelo povo, e com admiração e reconhecimento internacional de que ele é o "cara". Estão temendo que de fato o presidente Lula faça sua sucessora, a ministra Dilma, escolhida por ele para ser a candidata do PT a presidência. Mas quanto mais eu leio o que escreve a oposição, mais eu me divirto do desespero e despreparo deles. Eles não tem candidato, não defendem nenhuma bandeira, os ataques ao governo Lula, a ministra Dilma são fraquinhos, mentirosos não se sustentam. Esta semana que passou, a senhora que trabalha aqui em casa me fez um pedido, quer que eu de para ela de presente de Natal o filme "Lula, o filho do Brasil", quer assistir em casa com a família. Imediatamente a faxineira que está de malas prontas para viajar para PB, também me pediu o filme de presente, diz que vai reunir a família, e amigos lá cidade de Araras, interior da PB, e assistir o filme. Diz ela que a irmã que mora lá já telefonou para ela pedindo que comprasse e levasse o filme do Lula. Com essa pequena amostra a gente entende o desespero e o histerismo da oposição, dos abestalhados e afins. O filme Lula, filho do Brasil já é um grande sucesso de público.
Calma meus amigos, eu não comprei a Veja. Li no site da Veja matéria da capa, afinal é de graça, vale a diversão.
Jussara Seixas

Unicef: Brasil apresenta grandes avanços em relação à sobrevivência de crianças

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Relatório divulgado hoje (20) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirma que o Brasil apresenta grandes avanços em relação à sobrevivência de crianças. De acordo com os dados, o país faz parte do grupo de 25 nações – em meio a 196 analisadas – que mais avançaram na redução da mortalidade de menores de 5 anos.
A queda, desde 1990, chegou a 61% no ano passado, atingindo a marca de 22 mortes para cada mil nascidos vivos. A mortalidade de crianças menores de 1 ano, segundo o relatório, segue a mesma tendência e registra 18 óbitos para cada mil nascidos vivos – uma redução de 60%. Para a coordenadora do Programa de Sobrevivência e Desenvolvimento Infantil do Unicef, Cristina Albuquerque, não há dúvidas de que o Brasil tem muito o que comemorar. Ela avaliou a queda em índices como o da mortalidade infantil como “uma vitória enorme” se considerada a dimensão do país.
Cristina citou avanços também na redução da desnutrição em crianças menores de 2 anos – de 2000 a 2008, o índice caiu 77%. Outro destaque trata do acesso à escola já que, em 2001, 920 mil crianças em idade escolar estavam fora das salas de aula. No ano passado, o número passou para 570 mil. O relatório do Unicef, feito em comemoração aos 20 anos da Convenção sobre os Direitos da Criança, destaca o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) como uma legislação detalhada sobre os direitos da infância.
Questionada sobre as críticas feitas à implementação das leis, Cristina lembrou que o ECA nasceu praticamente com a convenção e incorpora todas as diretrizes, os princípios e as inovações do tratado. Por se tratar de uma legislação avançada e feita para provocar mudanças, ela acredita que as alterações práticas ainda vão levar tempo. “O maior desafio não é a lei. O Brasil tem um histórico de desigualdade e, portanto, é fazer cumprir essa lei. Outro desafio é criar um sistema de garantia de direitos mais fortalecido para que os atores que trabalham na área de proteção e prevenção possam atuar de forma mais harmônica e coordenada.”
Já em relação às políticas públicas adotadas pelo país para reduzir as disparidades sociais, o relatório aponta o programa Bolsa Família como referência no combate à pobreza. Para Cristina, a iniciativa representa “um exemplo para o mundo inteiro” nos quesitos redução da vulnerabilidade e melhor qualidade de vida. Ela avaliou, entretanto, que o programa precisa ser aperfeiçoado, com avanços de políticas públicas nos municípios e melhor qualidade da educação. “O país vive um excelente momento, mas, além de celebrar, temos que refletir sobre os desafios”, disse.

O jornalismo chinfrim do Jornal do Commercio (Recife)

Glória Pires como a mãe de Lula.Foto: Divulgação.

Na quinta-feira, 19/11/2009, o filme LULA - O Filho do Brasil foi apresentado, em terras pernambucanas, para um público de aproximadamente 2,5 mil pessoas. Segundo fontes fidedignas, a plateia que esteve presente era um misto de emoção, concentração e euforia do início ao fim da sessão. Eis que um personagem se mistura ao público para, com seu olhar maculado pela parcialidade, espalhar energia negativa no ambiente. Eis que entra em cena o jornalismo ordinário do Jornal do Commercio que, como coadjuvante, encarna o papel da desfaçatez expelida pela grande mídia corporativa. O(A) jornalista escalado(a) para cobrir o evento - não se sabe o nome da celebridade – começa a ver coisas e fatos que sua editoria o(a) obrigou a ver e a ouvir: “Preste bastante atenção! Você terá de ver LULA se contorcendo e ouvi-lo soltar um pum dentro do pau-de-arara; você ouvirá alguém da plateia dizer que Caetano Veloso tinha razão quando chamou LULA de analfabeto”, devem ter sido essas algumas das orientações da editoria para o(a) jornalista.


A partir dessa visão pré-definida, ele(a) passa a construir o texto que seria publicado no dia 20.11.2009, às 00h13.


Título da matéria: Filme sobre Lula agrada, mas não empolga


Algo que tem se tornado comum na cabeça de alguns jornalistas: o título não faz jus ao corpo do texto. A acefalia textual só não é total porque o(a) jornalista se lembra de que precisa justificar o tal título. E aí, depois de reproduzir comentários de Frei Chico (irmão de Lula) sobre o caráter não-eleitoreiro do filme e de descrever quem estava na plateia (tudo isso entremeado por dois vídeos), o(a) jornalista arremata com esse primor de parágrafo:


"A plateia mostrou uma maior aceitação do que na sessão de Brasília, onde um público morno deu o ar da graça. Por aqui, aplausos inclusive no meio do filme - no momento em que Lula criança defende a mãe dos abusos do pai alcóolatra. 'homem não bate em mulher' diz o pequeno. Há quem defenda que os aplausos se deram mais em respeito ao elenco e direção presentes do que ao conteúdo da obra."


O(a) jornalista escutou alguma alma penada lhe dizer que os aplausos não eram para o conteúdo do filme, mas para os atores e atrizes da película. A alma penada avisou, também, que este tipo de conteúdo não interessa à elite mesquinha desse país, por isso ele(a), o(a) jornalista, deveria publicar algo como: "Há quem defenda...". E, por fim, o ser do além lhe pedira para esquecer a emoção que tomou conta da sessão e fizesse o que ordenou a editoria.


Para ler a matéria completa, clique aqui
Jornal do Commercio.

do Blog
Terra Brasilis

FHC e Jarbas são vaiados na sessão do filme "Perdão, Mister Fiel"

“O documentário "Perdão, Mister Fiel", de Jorge de Oliveira e co-direção de Pedro Zoca, causou polêmica na noite de quinta-feira (19), no 42o. Festival de Brasília. O longa-metragem brasiliense que concorre na mostra competitiva reconstitui, por meio de encenações dramáticas e depoimentos, a morte do operário Manoel Fiel Filho em setembro de 1976, nos porões do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna), em São Paulo.
Vermelho.org / UOL - O assassinato de Fiel Filho pelos agentes da repressão deflagrou a mudança de comando do Segundo Exército pelo presidente Geisel e iniciou o processo, lento e gradual, que levaria à redemocratização do país. Por várias vezes, alguns dos personagens que dão depoimento no filme foram vaiados, como os ex-presidentes José sarney e Fernando Henrique Cardoso, além do ex-ministro Jarbas Passarinho.
O filme foi exibido na segunda noite da mostra competitiva do festival, com a presença da viúva de Fiel, Tereza Fiel, e do neto dela, Tadeu, além do presidente do PPS, Roberto Freire. E, embora muito comentado e aplaudido, não teve a repercussão positiva que se esperava. As porções ficcionais, que cuidavam de reconstituir a rotina de Fiel Filho, a prisão por agentes do DOI-Codi, a tortura e a morte acidental do operário, são mal concebidas, pessimamente encenadas e não cumprem a função de aliviar o espectador do vai-e-vem de uma enxurrada de entrevistas. Falam no filme os ex-presidentes José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, o presidente Lula, o ex-ministro Jarbas Passarinho e vários políticos e ex-militantes de esquerda que foram presos e torturados, como o prório Roberto Freire, o jornalista Paulo Markun e vários outros. Sarney, Fernando Henrique e Passarinho foram vaiados logo que apareceram na tela.”

Em gravações de TV, Dilma explora feitos do governo nos estados

O Globo; Agência Brasil - BRASÍLIA - Candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sucedê-lo na Presidência da República, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez dezenas de gravações que serão usadas em inserções e nos programas em rede regional do PT. Foi uma verdadeira maratona. Elas vão ser veiculadas até o fim do ano e em cada uma delas a ministra fala das realizações do governo Lula em cada estado. Todo o trabalho foi coordenado por João Santana, marqueteiro que cuidou da campanha de Lula nas eleições de 2006. Segundo o colunista Ilimar Franco, as pesquisas qualitativas, com grupos de eleitores, aprovaram o desempenho da ministra na telinha.
Nesta sexta-feira, em entrevista a rádios na Bahia, Lula reafirmou que quer Dilma como candidata do PT à Presidência. Segundo ele, a ministra tem uma "perspectiva enorme de vencer".
É importante todo mundo saber que quero a Dilma como candidata
- É importante todo mundo saber que quero a Dilma como candidata. Estou trabalhando para isso, porque trabalho com a Dilma há oito anos e sei da competência gerencial e política dela. Ela iria apenas colocar o estilo dela no governo e fazer as coisas novas que não conseguimos fazer - afirmou o presidente.
Lula acredita na vitória de sua candidata e já ensaia, segundo o colunista Jorge Bastos Moreno, o discurso avassalador. Durante um voo entre Brasília e Natal, Lula contou a um grupo seleto de ministros e parlamentares.
- Vocês acham que eu fiz um bom governo? Está fraco! Quero ouvir mais forte! Vocês acham que eu fiz um bom governo? Pois então saibam que a Dilma, pela sua experiência e competência de ter me ajudado a governar este país, vai fazer um governo muito, mas muito melhor do que o meu!
Para Lula, a ministra vence até no duelo de simpatia
O presidente disse ainda na sua visita a Bahia que se a simpatia for importante para ganhar as eleições, a ministra não sai perdendo.
- Tem adversário dela que é muito menos simpático do que ela, então, se for por simpatia, ela já está eleita - declarou após afirmar que muitos alegam que Dilma não tem a simpatia e a desenvoltura necessárias para enfrentar uma campanha eleitoral.
Lula também avaliou o potencial que ele tem de transferir votos para os candidatos que apoia. Para ele, é mais difícil transferir votos para cargos como os de vereador e prefeito, por se tratar de políticos que estão mais próximos das pessoas em seus bairros e cidades. Já no caso de presidente da República, Lula avalia que seu apoio teria mais peso.
- Acho que o governo tem possibilidade de repassar muito voto, claro que tudo isso é relativo, por que vai depender muito da performance da nossa candidata, do desempenho dela durante a campanha, nos debates - disse.
Ministra vem tentando costurar alianças nos últimos meses
Enquanto a oposição ainda se divide entre as pré-candidaturas do governador de São Paulo, José Serra, e do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, ambos do PSDB, a ministra e o presidente Lula vêm tentando costurar alianças com os partidos da base para fortalecer a candidatura petista e ampliar o seu tempo de TV.

Video produzido em 1993, quando o PT completou 13 anos. ..

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

PT - O Partido que a gente quer

Lula:Fico pensando como será minha vida no dia 2 de manhã"

Em visita ao Rio Grande do Norte para a solenidade de implantação da Refinaria Potiguar Clara Camarão, na tarde de ontem, no município de Guamaré, a 165km de Natal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu entrevista exclusiva à jornalista Priscila Scalabrin da Rádio Clube FM (emissora integrante do grupo Diários Associados no Rio Grande do Norte). Na conversa, falou sobre o filme Lula, o filho do Brasil, os investimentos no Nordeste e os elogios que vem recebendo da imprensa internacional - inclusive o apelido de "o cara", dado pelo presidente norte-americano Barack Obama. Comentou, ainda, os planos pós-Presidência e disse que está preocupado com a aposentadoria. "Tenho preocupação com a primeira semana. Como uma artista famoso que, do dia para a noite, sai na rua e ninguém pede autógrafo". Confira trechos da entrevista:
Reeleição - "Não existe a possibilidade de um homem se aposentar em política. O ser humano começa a fazer política quando nasce, no primeiro choro. Agora, ser candidato é outra história. Depois de oito anos na presidência do Brasil, temos que ter consciência de que outras pessoas têm direito. Acho que já cumpri minha missão."
Críticas - "Não espero outra coisa da oposição. Se eu carregasse um candidato da oposição seria estranho. Mas carregar minha ministra, coordenadora do PAC, que trabalha das 8h à meia-noite, para inaugurar as obras comigo não é errado. A partir do momento em que ela se lançar candidata, ela não vai poder. A oposição devia se preocupar com os governadores que estão viajando o país e visitando outros estados. Eles têm menos direito de viajar que a ministra."
Aposentadoria - "Tenho preocupação com a primeira semana. Como um artista famoso que, do dia para a noite, sai na rua e ninguém pede autógrafo. Fico pensando como será minha vida no dia 2 de manhã. Quando levantar e não tiver um assessor para brigar, ninguém para xingar, e dona Marisa mandando eu sair da sala porque ela quer limpar. Tenho preocupação. Quero me preparar. Mas quero tirar 30 dias de férias, descansar. E tenho na consciência que um ex-presidente da República não pode dar palpite sobre quem está governando. Se eu eleger quem eu penso, quero que ela crie sua cara, seu modelo de governo."
Filme - "Ainda não assisti. Não quis assistir porque tenho compromisso de assistir a esse filme no dia 28, em São Bernardo dos Campos, com os metalúrgicos. A Marisa foi ver. O pessoal que foi, gostou. O filme retratou com fidelidade a história. Não é um filme do Lula, é sobre minha mãe. Eu apareço porque sou filho dela e presidente da República. Mas a personagem principal é minha mãe. Ela é a "bam bam bam" do filme."
"O cara" - "Foi uma brincadeira. Ele (Barack Obama) estava há poucos dias na presidência e eu há sete anos. Quando a gente dizia que a crise chegaria por último no Brasil e sairia primeiro, ninguém acreditou. Hoje é um país que tem mais credibilidade e investimento. Claro que não competimos com a China, mas a verdade é que o Brasil virou uma espécie de coqueluche internacional. Esse reconhecimento me dá orgulho."
Popularidade - "Penso que nos últimos meses o Brasil tem merecido muita atenção da imprensa internacional. Obviamente que isso é importante, pois divulga o país e mostra que ele está preparado. Em 2016 estará entre as maiores cinco economias".
PAC 2011 - "Em março vou apresentar um PAC com um conjunto de obras que não estiveram no primeiro. Obras para o Nordeste brasileiro. O Brasil passou mais de 25 anos sem fazer muita coisa porque pagava a dívida externa. Agora que aprendemos o quanto é importante o investimento público em obras públicas, precisamos criar uma cartilha com investimentos para que durante os próximos anos a gente possa melhorar a vida do país inteiro".
Copa no Nordeste - "É muito gratificante ver quatro estados nordestinos na lista dos que vão sediar os jogos. E graças a Deus Natal entrou na lista. Não vou nem falar dos outros estados, já esperados como sede. Mas o Rio Grande do Norte é um estado pequeno, com uma baita estrutura de turismo e hoteleira. Isso foi levado em conta. É uma demonstração de que o Nordeste passou a ser levado em conta, não só pelos brasileiros mas pelos estrangeiros. Quem vier aqui vai entender que o Rio Grande do Norte deveria ter sido sede. Daqui a pouco vão até querer trazer olimpíadas de inverno."
Desigualdade - "Não tem obra nova (para os últimos meses). Todas foram determinadas em 2007. Só o RN vai receber R$ 12,4 bilhões. São investimentos em obras, saúde, educação, Bolsa Família, agricultura familiar, os maiores que o Nordeste já recebeu. Mas não só no Rio Grande do Norte e sim no Nordeste inteiro. Nossa ideia é acabar com o desnível econômico que existe entre o Nordeste e Sul do país. Temos que atacar o Nordeste com muito mais carinho para diminuir essa disparidade e fazer com que todos os estados tenham a mesma qualidade de vida."
Petróleo - "Ainda vai demorar um tempo até a gente explorar a riqueza do pré-sal, só em 2016, 2017. Queremos que o Brasil seja um país auto-suficiente. Hoje nós temos que importar petróleo porque o que temos não dá para todo o diesel que precisamos, mas na medida que conseguirmos fazer isso, quem estiver governando o país, vai ter o prazer de reduzir os preços". DPNet.

SENHOR JOSÉ SERRA, NÃO ESQUECEMOS...

Greve na USP e confronto com a PM
Só a mídia vendida por migalhas a José Serra que esconde de você a verdadeira faceta do vampiro José Serra. Os universiários estaduais Rafael Rocha e André Pasti narram o descasso de José Serra no tocante a Educação no estado de São Paulo. Leia abaixo:

Acho que o mais importante a ser debatido aqui e esclarecido é a pauta que trata da presença da PM no campus, por ser um assunto que tomou proporções desastrosas e, infelizmente, a mídia parece não estar preparada para divulgar com imparcialidade tais informações. É por isso que deixo claro que os alunos da USP não são contra a presença da polícia no campus para fins de segurança! Porém, poucos sabem que a Reitora da USP não convocou a PM para fazer a segurança dos alunos da USP, mas sim para intervir e evitar que os sindicatos de professores e funcionários negociem abertamente com a Reitoria. O Futuro Professor lamenta a infeliz atuação da Força Tática da PM de São Paulo sob o comando da reitora da USP Profa. Dra. Suely Vilela. Assim como lamenta ver um protesto chegar a tal situação dentro de uma Instituição de Ensino.

Leia na íntegra. Guarde para campanha eleitoral de 2010.

Abbas convida Lula para participar de processo de paz no Oriente Médio

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, convidou hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para participar ativamente no processo de paz no Oriente Médio. "Damos-lhe as boas-vindas para que tenha esse papel (de mediador), o senhor tem respeito internacional e admiração. Necessitamos seu apoio e o mundo poderá tirar proveito disso", afirmou Abbas após se encontrar com Lula em Salvador. O líder palestino agradeceu "todos os esforços" em prol da paz e destacou o apoio que o Brasil deu a seu povo no aspecto econômico, humano e político.
Abbas incidiu em que o Brasil pode utilizar sua "grande experiência" na convivência de diversos povos "sem olhar cor, sexo ou religião". O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP) começou na quinta-feira em Salvador sua viagem pela América Latina que o vai levar também à Argentina e Chile. Abbas se reuniu ontem à noite com vários embaixadores de países árabes e hoje, após seu encontro com Lula, deve se reunir com líderes políticos locais, antes de partir para Porto Alegre, onde amanhã terá reuniões com as comunidades palestinas nessa região meridional. Uol.

JOSÉ SERRA - UMA FARSA.

É nesse vampiro Serra, que você deseja votar em 2010?
A Mídia esconde o desastre administrativo de José Serra em São Paulo. Você se lembra do "greve" acidente no metrô de São Paulo? Do massacre da Polícia Militar de São Paulo contra os alunos e professores da USP? Do crime na favela de Higianapólis? E por último, o acidente do Rodoanel, projeto caríssimo, com superfaturamento para desviar dinheiro para pagar as propagandas de José Serra?

Edson Santos: aumento da autoestima dos negros foi maior conquista na gestão de Lula

Edson Santos comanda a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que foi criada em 2003 e tem status de ministério. Gabriel Mestieri, do R7.Texto: ..Em seus seis anos de existência, o principal avanço conquistado pela Seppir (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial), pasta com status de ministério criada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início de seu primeiro mandato, foi, na opinião do ministro Edson Santos, aumentar a autoestima do negro.
- A principal conquista da secretaria é o ambiente criado no Brasil que possibilitou o aumento da autoestima do negro. Hoje, segundo o Pnad [Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, do IBGE], 50,6% da população brasileira se declara negra, uma regulação da questão da identidade.
Segundo Santos, a principal ação atualmente em andamento na secretaria é o programa de assistência a comunidades quilombolas, que inclui regularização fundiária, educação, saúde, saneamento básico e moradia.
- Conseguimos uma agenda para a consolidação da ação afirmativa dos negros.
O ministro destaca que o ministério já tem, até 2011, uma verba de R$ 2 bilhões liberados para utilizar na implementação desse programa e de outras ações da pasta.
Nesta sexta-feira (20), em cerimônia com a participação de Santos em Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina 30 decretos para a regularização de comunidades quilombolas em 14 Estados, beneficiando quase 4.000 famílias. Santos destaca, entretanto, que ainda há um “longo caminho a ser percorrido”.
- Ainda falta muito. Outras 1.342 comunidades já foram certificadas [o primeiro passo para a regularização] e precisam passar pelo resto do processo. É uma demanda que não se esgota no governo Lula.

Lula:Oposição pediria 3º mandato se também fosse popular

Quem pode, pode.

'Oito anos é de bom tamanho e fui ao meu partido dizer para acabar com essa brincadeira', afirmou presidente
Agência Estado - SALVADOR - Em entrevista concedida às Rádios Metrópole e Excelsior na manhã desta sexta-feira, 20, em Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que se a oposição tivesse a popularidade que ele tem, teria pedido o terceiro mandato. "Isso não é bom para a democracia", disse. "Se a gente põe na cabeça que é insubstituível, surge um pequeno ditador. Eu acho que oito anos é de bom tamanho para a democracia e fui ao meu partido dizer para acabar com essa brincadeira de terceiro mandato."
Lula está em Salvador para uma série de eventos. Encontrou-se com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, pela manhã, participa do anúncio de ampliação de investimentos da Ford, no início da tarde, e, no fim da tarde, integra as comemorações pelo Dia da Consciência Negra. Sobre os encontros que teve com Abbas - o primeiro foi na noite da última quinta-feira, em um jantar no Palácio de Ondina, residência oficial do governador Jaques Wagner (PT), Lula disse ter conversado com ele sobre a importância de integrar mais países na discussão sobre a paz no Oriente Médio.
"Enquanto só os Estados Unidos estiverem negociando, não haverá paz", garante. "Quem deveria estar à frente do processo é a ONU, não os Estados Unidos - que são um dos responsáveis pela crise. Por isso o Brasil reivindica mudanças na ONU, para que ela seja representativa de 2010, e não de 1948, quando foi criada, porque a geopolítica do mundo mudou." O presidente também falou sobre a extradição do italiano Cesar Battisti. Disse que sua decisão sobre o caso já está tomada, mas só será revelada depois que o Supremo Tribunal Federal publicar a resolução de seus ministros.

Um banquete amplo

Mauricio Dias - Em março de 2009, quando já se percebia que a crise internacional tinha cruzado o Atlântico e chegado ao Brasil, o presidente Lula surfou no otimismo e disse que, por aqui, o problema não passaria de “uma marolinha”. Caíram no pelo do presidente. De fato, foi mais que uma marolinha, mas, também, foi muito menos do que a gigantesca onda que os economistas previam e pela qual a oposição torcia. Houve danos em alguns setores da economia e núcleos da população sofreram mais. Os pobres, no entanto, surfaram na marolinha. Números do IBGE coligidos e comentados por Marcio Pochmann, presidente do Ipea, estabelecem com segurança a relação entre a crise econômica e a pobreza, e projetam, como ele diz, “uma trajetória distinta da verificada em outras circunstâncias de crise econômica” no País. “Com os sinais de internalização da crise internacional no Brasil desde outubro de 2008, observa-se que não houve, até o mês de março de 2009, interrupção no movimento de queda da taxa de pobreza nas seis principais regiões metropolitanas”, afirma Pochmann. A taxa de pobreza de 30,7% de março de 2009 foi 1,7% menor que a de março de 2008. Isso significou uma redução de 670 mil pessoas na faixa de pobreza. Uma queda geral de 4,5% no número de pobres. Mesmo entre os desempregados pobres o impacto foi menor. De janeiro de 2005 a março de 2009, a taxa de pobreza entre os desempregados caiu 16,3%, enquanto o contingente total de desempregados diminuiu somente 5,5%. Segundo Pochmann, de outubro de 2008 a março de 2009, a taxa de pobreza entre os desempregados teve queda de 2,5%, enquanto o número de desempregados aumentou 16,5%. “A elevação do valor real do salário mínimo e a existência de uma rede de garantia de renda aos pobres devem estar contribuindo decisivamente para que a base da pirâmide social não seja a mais atingida.” Essa é a diferença básica de outros períodos de crise, quando o pobre pagava o pato. -Pochmann lembra que, nas últimas três décadas, a economia brasileira cruzou com quatro crises econômicas, com forte impacto na produção, no consumo, no investimento, no emprego e na renda. “No início das décadas de 1980 e 1990, o Brasil conviveu com a recessão. Entre 1981 e 1983, houve a crise da dívida externa, enquanto, durante os anos de 1990 e 1992, a queda da produção ocorreu devido à adoção de programas de combate à inflação e abertura comercial.” Nesses três momentos os pobres foram os mais atingidos. Somente agora (2008-2009) o valor real do salário mínimo se manteve superior (8%). O estudo feito pelo presidente do Ipea mostra que, entre os anos de 1998-1999, o mínimo perdeu 3,1% do poder aquisitivo. Na recessão de 1989-1990, o valor real do mínimo caiu 33,6%, enquanto, entre 1982-1983, a perda do poder de compra do mínimo foi de 8,2%. Na crise de agora, que ainda deixa marcas na economia, o salário mínimo manteve o poder de compra e, ao lado de outras ações de garantia de renda dos pobres, manteve intacta a base da pirâmide social. Milagre? Não. Políticas públicas. Fonte:CartaCapital

COLUNA: BATE PAPO COM O RICKY

O Desespero da Oposição:

Daqui até as eleições ano que vem será assim, todo e qualquer acontecimento
negativo, até mesmo atropelamento de um gato na rua será culpa do PT, do Lula do Wagner, da Dilma. Aqui na Bahia, os ataques já começaram com tamanha intensidade que chegar dar medo. Um marido traído mata a mulher e o amante, diz-se logo:

A violência na Bahia cresce assustadoramente. Mas oras, antigamente quando o DEM governava o estado muitas coisas eram escondidas, como disse o célebre Ricúpero, "o que é bom a gente mostra...".

Assassinatos de jornalistas, a saúde uma bagunça, a educação pior ainda e muito mais.

O considerado "um dos jornalistas mais bem informados do país", Cláudio Humberto, em seu site noticiou sobre um filho de FHC com uma empregada e os posteriores acontecimentos.

Não me lembro de ter visto nada a respeito nos telejornais. Mas se fosse o Lula...
O episódio da Lurian que o diga.

Ricky Mascarenhas

http://blogdoricky.blogspot.com

BLOG DA DILMA NO ORKUT

ADEMAR DE CAMPOS - DEIXA DEUS OPERAR

Jeremias 18, 1-6 O primeiro passo para que Deus possa operar em nós é “descer à casa do Oleiro” . Sair de nós mesmo, da realidade em que nos encontramos e ir ao encontro Daquele que tem poder para fazer algo diferente em nossas vidas. Descer à Casa do Oleiro é sujeitar-se à opinião de DEUS.
É DEUS quem nos conhece, nos fez, nos criou. Ele sabe exatamente o que em nós precisa ser refeito, re-moldado, o que estragamos tentando “corrigir” Seu trabalho.
Cada vaso tem seu “por que”, sua utilidade, seu motivo pra existir. Cada um de nós foi moldado pelas mãos de Deus, com um propósito, com toda intensidade de Amor.
Vamos deixar o Senhor agir como lhe aprouver e viver com intensidade o que Ele preparou para nós, pois o Senhor não agride a nossa liberdade, só trabalha nas áreas que permitimos.Precisamos entender que o amor de Deus por nós é imenso e incondicional. Ele sabe como cuidar de nós e de nossos sonhos. Tudo aquilo que Ele mesmo plantou em nossos corações Ele cumprirá.
PALAVRA DO EDITOR: Mande seus comentários com fotos ou não para o Blog da Dilma que teremos o maior prazer em publicá-los.

Presidente Lula visita a fábrica da Ford em Camaçari (BA)

Lula e Abbas fizeram declaração conjunta após reunião em Salvador

NOVO BLOG NO AR: "BLOG ATIVISTA"

Vamos prestigiar o Blog Ativista:
http://blogativista.blogspot.com/

É DILMA PRESIDENTE

O Brasil renova suas forças e acredita na
esperança sem medo de ser feliz!

Freti Betto: a reeleição de Uribe sacramenta a corrupção e a impunidade

A Unasul (União das Nações Sul-Americanas) enfrenta um impasse diante da teimosia do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de ampliar a instalação de bases usamericanas no território de seu país. Os demais presidentes estão contra. Preferem preservar a soberania e a independência da América do Sul.
Por Frei Betto*

Na reunião de Bariloche, em agosto, o presidente Lula bem argumentou: se desde 1952 as tropas estadunidenses não conseguiram erradicar o narcotráfico na Colômbia, por que agora estariam aptas a fazê-lo? Funcionam na Colômbia três Estados paralelos: a guerrilha das FARC; o narcotráfico; e os grupos paramilitares, criados supostamente para combater os dois primeiros. Desde 1991, cerca de 2.500 sindicalistas foram assassinados naquele país, 500 sob o governo de Uribe. Os paramilitares puxam o gatilho, mas quem os financia são empresas nacionais e transnacionais.
A Coca-Cola sofre processo judicial por ter apelado aos paramilitares para reprimir atividades sindicais, entre 1992 e 2001, que resultaram na morte de sete sindicalistas. A Chiquita Brands, exportadora de banana, admitiu ter financiado o grupo terrorista Autodefesa da Colômbia. A Dyncorp foi acusada de contaminar com substâncias tóxicas lavouras de pequenos agricultores na fronteira entre Colômbia e Equador, visando a erradicação do plantio de coca. Tais fatos têm impedido que o governo dos EUA, empenhado na investigação dessas empresas, realize o grande sonho de Uribe: assinar o tratado de livre comércio entre os dois países.
A empresa Drummond, com sede no Alabama, explora minas de carvão e é acusada de ordenar o assassinato, por mãos de paramilitares, de três dirigentes sindicais. Ela extrai da Colômbia mais de 16 milhões de toneladas de carvão/ano. Seu faturamento anual está calculado em US$ 500 milhões, graças ao trabalho de 3.000 mineiros remunerados a US$ 2,5/hora.
A Justiça de Atlanta acusou a empresa de acobertar os assassinos dos sindicalistas colombianos e condenou a empresa, baseada numa lei de 1789, promulgada para punir ações de pirataria e crimes cometidos fora do território dos EUA. O processo correu sob segredo de Justiça, mas a mídia de Alabama pressionou e, agora, sabe-se que Rafael García, ex-chefe do departamento de informática do DAS (Departamento Administrativo de Segurança), órgão máximo da segurança do Estado colombiano, preso por haver destruído informações sobre os narcotraficantes de seu país, revelou as conexões entre parlamentares e funcionários comprometidos com os paramilitares.
García confessou que pouco antes do assassinato dos sindicalistas presenciou uma reunião entre o presidente da filial colombiana da Drummond e o chefe paramilitar que controlava a região. Viu quando o empresário entregou ao paramilitar US$ 200 mil para assassinar os sindicalistas. Contou ainda que os paramilitares usavam barcos da Drummond para transportar cocaína à Europa e Israel. Favorecer na Colômbia um terceiro mandato de Uribe é sacramentar a corrupção e a impunidade. * Frei Betto é escritor, autor de “Cartas da Prisão” (Agir), entre outros livros. (PRAVDA) do Blog Terra Brasilis.

20 de Novembro – Reafirmação da nossa História e Afirmação Contra o Racismo

DO BLOG DO ANSELMO RAPOSO
Por Cida Abreu - O Dia Nacional da Consciência Negra representa a celebração da nossa história como referência da luta contra a construção perversa de desigualdade humana, que durante 500 anos marcou nossa população com estereótipos que se perpetuam no tempo, como a incapacidade social, política, intelectual pela cor da pele, que é posterior a um processo involuntário à vontade dos negros e negras africanos e do Brasil no regime escravocrata.
O Movimento Negro Brasileiro, responsável pela pauta de combate ao racismo e pela defesa das ações afirmativas no Brasil, traz à tona neste mês da consciência negra a avaliação das transformações alcançadas e dá maior visibilidade aos ataques dos conservadores e racistas, que em seus destemperos críticos, reforçam a cada dia os acertos nas lutas de organização e resistência de nossos ancestrais. Foram estes guerreiros, que nos prepararam para sobreviver. Eles nos fizeram herdeiros da batalha e nos deixaram um legado histórico que fortalece o princípio da nossa luta contra a opressão social e racial e uma vida digna, com liberdade, igualdade e cidadania para os trabalhadores de todas as cores. A agenda do Combate ao Racismo emerge da necessidade de liberdade e consideração pela nossa história, pela nossa contribuição ao projeto político de nação e de conscientização para que toda a população rejeite e denuncie as inúmeras formas de discriminação direcionadas a seres humanos jovens, adultos e idosos negros e negros.
Nos dias atuais, não podemos negar a existência do racismo e a importância de ter sido quebrado o mito da democracia racial. Nos dias atuais, é fundamental defender as Cotas Raciais através do debate nas assembléias legislativas, inserindo no debate as iniciativas das reitorias universitárias e do Supremo Tribunal Federal. Nos dias atuais, com nossas lutas históricas fazemos a defesa dos Remanescentes dos Quilombos, defendemos o decreto 4887, que visa regularização fundiária das terras quilombolas. Nos dias atuais, defendemos a atenção direcionada a saúde da população negra e a implementação da Lei 10639/2003 nas escolas, a fim de preparar o mundo para entender, aprender e respeitar a histórias do povo negro neste país. Nos dias atuais, integramos a campanha contra a Intolerância Religiosa e ao Genocídio da Juventude Negra.
Nos dias atuais, 757 municípios e 08 estados relembram no dia 20 de Novembro, o bravo Guerreiro Zumbi e com a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial o Brasil reconhece o Racismo e mostra no Relatório Anual das desigualdades que nosso país tem uma larga diferença entre Negros e Branco no sistema Sócio Político e Econômico Brasileiro. Nos dias atuais, não negaremos nossa história e com veemência denunciaremos o Racismo como crime inafiançável e digno de toda forma de repúdio e condenação. O Partido dos Trabalhadores, por meio da Secretaria Nacional de Combate ao Racismo, compartilha destas e de todas as lutas e desafios que contribuam para ampliar os espaços e caminhos que promovam a Plena inserção de negros e negras na sociedade brasileira. Viva Zumbi! Cida Abreu é professora e secretária Nacional do PT de Combate ao Racismo.

Lula o filho do Brasil", das artes para a política

A imprensa está se aproveitando e fazendo com o filme "Lula o filho do Brasil" - produção de Luiz Carlos Barreto que estreou essa semana na abertura do Festival de Cinema de Brasília e entra em circuito comercial em janeiro - o que não conseguiu fazer no mundo real com nosso chefe de governo: quer desconstruir a história pessoal, familiar, política e de vida, enfim, do presidente da República. Por estranho que nos possa parecer, o filme saiu do circuito das artes, da cultura, direto para as páginas da política, inclusive com chamadas nas primeiras páginas dos jornais. O Globo, por exemplo, além de quase metade da chamada da 1ª página hoje, dedica mais três inteiras na política/nacional, mais duas no Segundo Caderno, para botar para baixo o filme. A Folha, idem na 1ª e toda uma página de seu caderno Ilustrada. Acusam-no de ser propaganda do PT e do presidente Lula para favorecer a candidatura ao Planalto de Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República. Ora, o filme apenas retrata - como o faz outra obra, "Os Dois Filhos de Francisco", tão elogiada por toda a mídia e críticos - a vida de uma família semelhante a de milhões de brasileiros e brasileiras que migraram do Nordeste para o Sul. José Dirceu

Para Tarso, tendência é de que Lula recuse extradição

Em meio ao clamor de autoridades e setores da sociedade italiana para que o Brasil cumpra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de extraditar o ex-militante de esquerda Cesare Battisti, o ministro da Justiça, Tarso Genro, tratou de esfriar as pretensões europeias. Além de dizer que a tendência é de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantenha Battisti no Brasil, Tarso deu margem a uma crise diplomática ao dizer que identifica “influências fascistas” nas ameaças vindas de determinados setores do governo italiano. Conforme o ministro, Lula deve recusar a extradição por razões “humanitárias e políticas”. Sobre o governo italiano, Tarso afirmou:
– A Itália não é um país nazista nem fascista, mas vem sendo constatado um crescimento preocupante do fascismo em parte da população italiana. O fascismo vem ganhando força inclusive em setores do governo.
Ele fez questão de destacar que o presidente não tem pressa em anunciar sua decisão sobre o destino de Battisti, definida por ele como “solitária” e “soberana”. Segundo o ministro, a decisão brasileira só virá depois da publicação do acórdão do julgamento do STF, o que pode ocorrer apenas em 2010. Fonte: ZERO HORA.

Em visita a Bahia, Lula regulariza 30 territórios quilombolas


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até que gostaria de brindar o Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado nesta sexta em todo o País, sancionando a lei do Estatuto da Igualdade Racial, que ainda depende de aprovação do Senado. Mas reservou para a data um feito simbólico: vai assinar em Salvador de uma só vez, em ato público na Praça Castro Alves, 30 decretos de regularização de territórios quilombolas em 14 estados brasileiros. Na Bahia, Estado com maior concentração de afrodescendentes do País, três comunidades serão beneficiadas com a medida: Quilombola Jatobá, no município de São Francisco, e Lagoa do Peixe e Nova Batatinha, em Bom Jesus da Lapa, que juntos somam no total 26,8 mil hectares de terra. Pouco para um Estado que só tem seis áreas tituladas pelo Incra, em meio a 69 processos em andamento de uma demanda estimada em 600 comunidades quilombolas identificadas. Comunidades certificadas pela Fundação Cultural Palmares são 258.
Fonte: A TARDE.

ENTREVISTA DO PRESIDENTE LULA A TV ARGENTINA

Presidentes de Latinoamérica..." Lula da Silva"- canal 7 y Encuentro (video 1)

BLOG DO JOSIAS DE SOUZA MENTE

São por estas e outras que a mídia está desacreditada. Uma das razões para queda na venda dos jornalões. Escreveu o jornalista Josias de Souza em seu blog que :

Lula foi ao Rio Grande do Norte, com Dilma, para visitar uma obra da Petrobras, a Refinaria Potiguar Clara Camarão. Lá no alto você assiste a um pedaço do discurso.
Escrito por Josias de Souza às 03h33
A ministra Dilma não foi ao RN na visita a obra da Petrobras, como consta na informação até da própria Folha de São Paulo, e na agenda da ministra. Seria desinformação do jornalista Josias, maldade, má fé?

FSP
"Mesmo ausente, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) foi citada por Edson Lobão (Minas e Energia), José Sérgio Gabrielli (presidente da Petrobras) e pela governadora do RN, Wilma Faria (PSB). Os três chamaram a candidata de Lula à sucessão de "guerreira" e disseram que ela deveria ter participado do evento porque a refinaria só está sendo construída por sua persistência. "

Agenda da Ministra Dilma
Presidência da República
CASA CIVIL

Quinta-Feira
19 de Novembro de 2009

09:30 -
Reunião com o Sr.Presidente da República
11:30 -
Fernando Haddad, Ministro da Educação
16:00 -
Carlos Roberto Lupi, Ministro do Trabalho e Emprego

Disputar um 3º mandato seria criar "ditadorzinho", diz presidente Lula

FSP
O presidente Lula disse ontem que não aceita concorrer ao terceiro mandato porque, desta forma, "nasce um ditadorzinho". Ele afirmou que nenhum político é "insubstituível".
"É importante que haja uma espécie de alternância do poder, rotação, para exercermos a democracia em toda sua plenitude", disse em evento de assinatura do termo de compromisso entre a Petrobras e o governo do Rio Grande do Norte que dará inicio às obras de ampliação da Refinaria Clara Camarão.
Algumas pessoas da plateia, formada por funcionários da refinaria, gritaram "terceiro mandato", ao que Lula respondeu: "Não se pode brincar com a democracia, ficar mais um, mais dois, porque aí começa a nascer um ditadorzinho".
Lula disse que oito anos para quem está no poder passam muito rápido, mas para os adversários, afirmou, "é uma eternidade". "Na política, a gente não pode se achar nem insubstituível, nem imprescindível. É sempre importante a gente acreditar que virá alguém melhor para fazer muito mais."
Mesmo ausente, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) foi citada por Edson Lobão (Minas e Energia), José Sérgio Gabrielli (presidente da Petrobras) e pela governadora do RN, Wilma Faria (PSB). Os três chamaram a candidata de Lula à sucessão de "guerreira" e disseram que ela deveria ter participado do evento porque a refinaria só está sendo construída por sua persistência.
Antes do evento, em entrevista à rádio "Clube de Natal", Lula disse que os candidatos à Presidência que são governadores deveriam ficar em seus Estados em vez de sair pelo país fazendo campanha antecipadamente.
"Por que os governadores, que são candidatos a presidente deles [oposição], estão viajando o Brasil e fazendo campanha em outros Estados? Eles deveriam ficar nos seus Estados. Ora, eles têm menos direito de viajar do que uma ministra que tem que fiscalizar as obras que ela coordenou o tempo inteiro", disse se referindo, mesmo sem citar, a José Serra (PSDB-SP), que fez recentemente viajou ao Nordeste.

Economia brasileira está em fase de "boom", diz pesquisa

DA FOLHA ONLINE
A economia brasileira passou "para a fase de "boom" e se destacou entre as demais da América Latina, com um ICE (Índice de Clima Econômico) de 7,4 pontos em outubro, segundo pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas) elaborada em parceria com o instituto alemão Ifo. Em julho, o indicador estava em 5,5 pontos.
O Brasil também lidera entre os Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China). A Índia ficou com 7 pontos; a China chegou a 6,5 pontos e a Rússia foi para 4,7 pontos. O ICE mundial foi de 5,1 pontos.
O ICE é composto pelo Índice da Situação Atual (ISA), que trata do desempenho econômico do país no momento da pesquisa, e pelo Índice de Expectativas (IE), que aborda as previsões para os próximos seis meses.
O ISA no Brasil aumentou de 4,3 para 6,4 pontos e o IE passou de 6,6 para 8,4 pontos. "O Brasil se destaca por apresentar os maiores índices da região, seja o de clima econômico, situação atual ou de expectativas", informou a FGV em comunicado.
A sondagem é feita trimestralmente com especialistas de cada país. Em outubro foram consultados 142 técnicos em 16 países.

Moody's
A Moody's Economy.com, uma divisão da agência de "rating" Moody's, projeta um crescimento ""em torno de 4,5%" para a economia brasileira em 2010.
A previsão faz parte de relatório divulgado ontem, onde consta também a expectativa de que a taxa básica de juros não sofra ajustes "antes do final do ano que vem".
Para 2009, o economista-chefe Alfredo Coutino calcula um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) entre 0,5% e 1%.
Em outro relatório, também divulgado hoje, a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) reportou que vê um país ainda estagnado, mas se recuperando com força em 2010 (crescimento de 4,8%) e 2011 (4,5%).

Lula quebra protocolo e fala com pai de funcionária da Petrobras por celular

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Tribuna do Norte: Em visita a Refinaria Potiguar Clara Camarão, em Guamaré, a 165 km de Natal, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, quebrou o protocolo e saiu da programação prevista para falar com o pai de uma funcionária da Petrobras pelo telefone celular. Andréia Cavalcante é funcionária da Petrobras em Guamaré e, pouco tempo após o presidente desembarcar na cidade e começar a visita pela Refinaria, abordou o presidente para passar a ele o telefone celular com o pai dela na linha. Emocionada, Andréia viu e ouviu Lula falar por alguns instantes com o pai dela.

LULA. LIBERTE CESARE!

Lula liga para dona Canô e afirma que 'gosta de Caetano Veloso'

Coreio da Bahia: Segundo publicação do jornal O Globo, finalmente, dona Canô Veloso, de 102 anos, conseguiu falar com o presidente Lula para desfazer o mal entendido provocado pelas declarações de seu filho Caetano Veloso. O bate papo ocorreu nesta quinta-feira (19) por telefone, mas a iniciativa, foi do presidente, que ligou para a casa da matriarca da família Veloso.

Lula chega a Salvador e participa de jantar com Mahmoud Abbas

A TARDE: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a Salvador por volta das 21h desta quinta-feira, 19. Lula aterrissou em avião oficial na Base Aérea da capital baiana com cerca de 1h30 de atraso e imediatamete seguiu acompanhado por sua comitiva para o Palácio de Ondina, residência oficial do governador do Estado. Ainda nesta quinta, Lula participa de um jantar oferecido pelo Governador Jaques Wagner no Palácio de Ondina, onde se encontrará com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP) Mahmoud Abbas. Na pauta do encontro estão questões como o conflito no Oriente Médio e as contribuições que o governo brasileiro pode trazer para a pacificação da região. Nesta sexta, 20, Lula assinará 30 declarações de regularização fundiária de quilombolas em todo o Brasil, três das quais na Bahia. O evento acontecerá em Salvador. Além disso, o presidente assinará também uma Medida Provisória que prevê novos incentivos fiscais para a Ford de Camaçari, na Região Metropolitana.

Programa Luz Para Todos é exemplo de decisão política tomada para dar eletricidade a quem precisa

LULA: "É preciso aliar sorte com competência e decisão política"

Serra e Roberto Civita: cheirinho de intrigas no ar...

Vamos tramar, Civita...
Vamos tramar... heheheh!!

Coisa boa não vem por aí... Preparem-se! O poço de maldades foi aberto...
SERRA VISITA O CHEFÃO DA REVISTA VEJA
O jornal O Estado de S.Paulo noticiou nesta semana que o governador José Serra, que trava uma guerra fratricida para ser o presidenciável tucano, fez uma visita de cortesia ao amigo Roberto Civita, o chefão da revista Veja. Não há maiores detalhes sobre o encontro, como sempre dos mais sigilosos. Mas dá para se imaginar o que rolou na conversa amistosa... e coisa boa não foi!
Talvez o grão-tucano tenha implorado o apoio na batalha sucessória da Editora Abril, a poderosa corporação midiática que edita a Veja – principal palanque da oposição direitista e hidrófoba ao governo Lula. Conhecido por suas táticas sujas e desleais, talvez José Serra também tenha repassado mais algumas intrigas contra seus adversários, seja Dilma Rosseff ou mesmo o tucano Aécio Neves.
Generosa ajuda financeira - Já Roberto Civita talvez tenha aproveitado a cordial visita para agradecer a generosa ajuda que o governo paulista tem dado à sua editora. Nos últimos anos, José Serra assinou vários contratos de compra de publicações do Grupo Abril, a maioria deles sem licitação pública. Num dos mais recentes, os cofres do Estado foram saqueados na aquisição de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola, o que injetou R$ 3,7 bilhões nos cofres da famíglia Civita.
Esta generosa ajuda, feita com dinheiro público, está sendo questionada pelo Ministério Público Estadual. Em setembro, ele acolheu representação do deputado Ivan Valente (PSOL) e abriu o inquérito civil número 249 para apurar as irregularidades nos contratos firmados entre os amigos Serra e Roberto Civita. Segundo levantamento do parlamentar, “cada vez mais, esta editora ocupa espaço nas escolas de São Paulo. Isto totaliza, hoje, cerca de R$ 10 milhões de recursos públicos destinados a esta instituição privada, considerando apenas o segundo semestre de 2008”.
Relações promíscuas com os tucanos - Além da bondade financeira, o presidenciável tucano está cada vez mais afiado com o discurso neoliberal da famíglia Civita. Para espantar os fantasmas do passado, ele assumiu de vez a sua postura autoritária e elitista – bem ao gosto dos editores golpistas da Veja. Talvez, Serra tente conquistar a simpatia que goza outro serviçal tucano, o ex-presidente FHC. No artigo “O jogo do milhão”, publicado na revista Carta Capital de março de 2002, o jornalista Bob Fernandes, revelou a que nível chega essa promiscuidade. Vale a pena reproduzir um trecho da elucidativa matéria:
“Para que se entenda qual é a relação entre poderes constituídos no Brasil, vale uma rápida visita ao gabinete de Civita, no 24º andar do número 7.221, Marginal Pinheiros, São Paulo. O edifício é dos tais inteligentes. Monumental, debruça-se sobre o fétido Rio Pinheiros, uma espécie de divisa entre o primeiro e o quarto mundos: a favela do Jaguaré não muito distante da Abril, a meio caminho da Editora Globo... A mesa de Civita fica diante do aparador. Sobre ele, fotos. A mulher, os filhos, a família. Além dos Civita, mais uma, só mais uma foto. De Fernando Henrique Cardoso.
“Por mais de uma vez, a mais de um amigo, Civita explicou: ‘Pensam que a Abril apóia o programa de governo do Fernando Henrique. A questão está mal colocada. Não é a Abril que apóia o programa do Fernando Henrique. É o Fernando Henrique quem apóia o programa de governo da Abril”. (Altamiro Borges) do Blog Terra Brasilis

LULA OUTRA VEZ!

Video produzido em 1993, quando o PT completou 13 anos. ..

BASTIDORES: LULA, O FILHO DO BRASIL

Assista a documentário sobre Lula e seu governo produzido pela TV argentina


PARTE 2

PARTE 3

PARTE 4

PARTE 5

PARTE 6

PARTE 7

PARTE 8

GOLPE DA IMPRENSA

Vendo os últimos acontecimentos na imprensa nacional sobre a queda de energia no último dia 10 deste mês, vejo muito jornalismo inconseqüente, irresponsável em não querer mostrar os acontecimentos com responsabilidades, o que me leva a crer que o poder faz coisas que nossa imaginação se perde. O Governo passado sucatou o Brasil, vendeu as estatais e preço de berinjela, comprou votos para a reeleição do FHC, criaram tantas maracutaias às vistas da imprensa que nada denunciava. Perdeu a eleição para um operário: riram não os acreditava que um simples torneiro mecânico tivesse capacidade de conduzir, direcionar este país que estava em naufrágio em alto mar. Bastaram dois anos do primeiro mandato do Lula para eles ficarem com as abanadeiras atentas, criaram tantas situações e sempre com a conivência com a imprensa tendenciosa.
Quem garante todos nós que o tal “mensalão” não foi um tentativa de golpe? Quem me garante que o tal criador do dito esquema, não foi plantado justamente pela oposição para criar um escândalo e pegar o Lula que ainda não era reconhecido mundialmente como “o cara”. O tempo dirá! O Lula continuou aprontando, colocando a economia nos seus devidos rumos, os pobres passaram e viver mais dignamente, e ele o metalúrgico foi reeleito. Para o desespero das elites, da imprensa ele foi reeleito. E gora o Brasil é reconhecido pelas principais potências do mundo como um país sólido economicamente. Os dos contra deram um viva quando viram que suas chances seria a crise econômica criada pelos Estados Unidos. De novo não deu certo, o tiro saiu pela culatra, às ações do presidente Lula tirou o Brasil da crise muito antes que muitos países, quando eles vêem que a candidata indicada pelo Lula começa a deslanchar e o deles a despencar, bate um sufoco danado.

E não é para desesperar? Será que não eles não têm motivos de sobra para praticar terrorismo para voltar ao PODER?

E quem pratica os tais terrorismo? Quem os pratica são os desesperados da oposição afinados com a imprensa que fabricam notícias. Fazem jornalismo conforme o quinhão recebido ou a receber.

É lamentável que a imprensa ainda não descesse do palanque. A imprensa mais a classe das elites ainda não ingeriram de jeito algum as suas derrotas para um presidente do povo, e agora por quaisquer coisas tentam direcionar os fatos de forma pejorativa para tentar atingir o Presidente Lula e a futura presidente Dilma Rousseff . Simei de Almeida

Blog: http://www.somosdaselva.blogspot.com

Favorito para dirigir o PT diz que é mais fácil presidir a Petrobras

O PT vai às urnas no próximo domingo (22) e entrega a um novo presidente interno a missão de preparar o partido para a disputa pela sucessão presidencial de 2010, na primeira eleição em 21 anos sem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ex-presidente da Petrobras e da BR Distribuidora, José Eduardo Dutra conta com o apoio de Lula e é o favorito na disputa. Outros cinco nomes concorrem à sucessão do deputado Ricardo Berzoini (SP), representando as diversas tendências que se abrigam na legenda. Para Dutra, presidir o PT é uma tarefa árdua.
- Presidir o PT é mais difícil que presidir a Petrobras. A Petrobras é profissionalizada, não tem disputa de tendências.
Ainda com imagem abalada pelo escândalo do mensalão de quatro anos atrás e criticado pela obediência sistemática ao presidente Lula, o PT estará à frente das articulações com as siglas aliadas para compor a candidatura da ministra Dilma Rousseff. O alvo são as 15 legendas que apoiam o governo, mas que não necessariamente estarão ao lado da pré-candidata.
- Vamos repetir a mesma base de apoio do Congresso. A tarefa imediata da nova direção é debater com PMDB e PSB as divergências locais.
Ressalvando que ainda não participa das negociações, Dutra disse que não cabe ao PT fazer juízo de valor sobre o PMDB, legenda considerada fisiológica e de práticas arcaicas e que será o principal aliado no ano que vem.
- Temos que respeitar o povo, que fez o PMDB assim. Queremos ter aliança pela capilaridade e pelo tempo de TV.
Questionado sobre posições como esta em relação ao PMDB, que já foram combatidas pelo PT no passado, Dutra não se abalou:
- Ninguém faz política sem boa dose de pragmatismo. Quem está na política não pode ficar no principismo.
Quanto à candidata Dilma, escolha pessoal de Lula, Dutra disse que ela conquistou seu espaço no PT e está credenciada a disputar a eleição com pleno apoio da legenda. Depois de chefiar a principal estatal do país, Dutra, ex-senador e ex-sindicalista de 52 anos, diz acreditar na função do Estado como indutor e regulador da economia.
- Quem acendia velas para o deus mercado viu que esse tipo de modelo econômico faliu com a crise.
A chapa que sustenta Dutra tem vários petistas vinculados ao escândalo do mensalão, escândalo que abalou o partido em 2005. O candidato saiu em defesa dos colegas. Para ele, o ex-ministro José Dirceu, os deputados José Genoino, José Paulo Cunha e José Mentor "estão no gozo de seus direitos partidários". A julgar pelo número de filiados, o escândalo pouco influenciou a atração pela legenda. São 1,350 milhão agora, frente a 850 mil há dois anos.
A candidatura de Dutra leva vantagem não só por representar a ala Construindo Um Novo Brasil, majoritária, mas por reunir duas outras tendências fortes, ambas ligadas à ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT de Luta e de Massas e Novos Rumos). No total, elas representaram 60 por cento dos votos da eleição de 2007. Os outros candidatos, mais à esquerda, são os deputados José Eduardo Cardozo (Mensagem ao Partido e Democracia Socialista), Geraldo Magela (Movimento PT), e Iriny Lopes (Articulação de Esquerda e Militância Socialista), além de Serge Goulart (Esquerda Marxista) e Markus Sokol (O Trabalho). Mesmo que não saiam vencedoras, essas correntes acabam por abocanhar postos na direção partidária. Está previsto segundo turno em dezembro se o candidato mais votado não atingir 50 por cento mais um. A posse será em fevereiro. Copyright Thomson Reuters 2009.

Se eleger sucessor, Lula diz que não vai interferir em governo

Do UOL Notícias - Em São Paulo: Em entrevista nesta quinta-feira (19) à rádio Clube FM de Natal (RN), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, caso eleja seu sucessor à Presidência da República, não irá interferir em seu governo. "Eu acho que ex-presidente não tem que interferir na gestão de quem é presidente. Se eu eleger quem eu penso que vou eleger, eu quero que ela crie seu modelo, a sua cara como presidente da República", disse Lula.
O presidente também defendeu as viagens realizadas pelo país por sua pré-candidata em 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). "Depois, ela não vai nem poder chegar perto de uma obra que a Justiça Eleitoral vai impugná-la. Uma ministra tem que fiscalizar as obras que ela coordenou." Lula também disse que ainda não assistiu ao filme "Lula, o filho do Brasil", que teve sua primeira apresentação pública no país na noite desta terça-feira (17), no Teatro Nacional, em Brasília. "Não quis assistir porque tenho o compromisso de assistir dia 28 junto com os metalúrgicos em São Bernardo [Grande ABC paulista]. A Marisa foi ver. O pessoal que foi gostou. Mas não é o filme do Lula, o filme é sobre minha mãe. Eu apareço porque sou presidente e contei a história. Mas ela é a 'bam bam bam' do filme", disse o presidente. Sobre sua viagem ao Nordeste, Lula finalizou afirmando que pretende retornar muitas vezes. "Espero voltar muitas vezes no ano que vem porque temos muitas obras pra inaugurar."

A oposição e a energia

Coisas da Política - Mauro Santayana

Jornal do Brasil - 19/11/2009
Entende-se a insistência da oposição em atribuir ao governo a interrupção da corrente de energia vinda de Itaipu, há poucos dias. Um acidente desta natureza é oportuno para colocar em dúvida a eficiência do governo. Quando houve sucessivos apagões entre 2001 e 2002, a oposição daquele tempo também criticou o governo, mas as críticas eram de outra natureza. A negligência do governo – no poder desde 1995 – levou ao racionamento de energia (para alguns consumidores, de 20%) e à elevação compensatória das tarifas, que custou aos contribuintes R$ 45 bilhões. Com menos energia, houve menos produção e mais desemprego. O PIB se reduziu a um terço, com relação ao ano anterior – segundo relatório do TCU. Assim, o problema foi atribuído à política neoliberal do governo, que deixara de investir em usinas hidrelétricas, e optara pela privatização das empresas estatais do setor. Todo o sistema hidrelétrico nacional só não havia sido vendido – e da forma como foram vendidas as empresas de telecomunicações – aos estrangeiros e sócios nacionais, em razão da resistência de notáveis personalidades brasileiras.
A resistência maior, como nos lembramos, foi a de Itamar Franco que, logo depois de assumir o governo de Minas, ameaçou impedir, manu militari, a privatização de Furnas. A experiência demonstra que as multinacionais estrangeiras (quase todas obtiveram financiamento público e usaram moedas podres) que se apossaram de parte do setor elétrico nacional só pretendiam auferir lucros rápidos, sem investir nada, e deixar a sucata para o Estado. Não fosse a permanência das principais empresas no poder público, e o país estaria às escuras até hoje.
Não foram tomadas todas as providências – antes, nem agora – para que se criassem sistemas eficazes de controle da produção e fluxo da energia hidrelétrica no Brasil. Não há tecnologia segura. Viver é muito perigoso. Com todo o avanço da engenharia moderna, os aviões caem, os automóveis enguiçam, quando não capotam, as luzes se apagam, os edifícios desabam. Essas são falhas, imediatas ou remotas, debitadas aos homens que planejam e constroem. Mas, além delas, há a conspiração do imponderável, com a manifestação das forças da natureza. Há nove anos, faltou água nos reservatórios. Esse foi, então, um fato incontrolável, embora o fundo do problema estivesse na redução dos investimentos na geração de energia hidrelétrica, o que fazia prever o colapso do abastecimento diante do esperado ciclo das águas baixas. O que ocorreu agora tanto pode ser debitado à brutalidade das forças naturais como a falhas na operação nacional do sistema. Por enquanto, e como o próprio presidente da República aconselha, é preciso investigar, a fundo, o que houve, a fim de prevenir a repetição do problema.
Embora se reconheça o direito de a oposição aproveitar-se do incidente, a fim de exercer seu proselitismo eleitoral, é de se convir que está havendo exagero em culpar a ministra Dilma Rousseff pelo que houve. Os acidentes, pequenos ou grandes, são inevitáveis. Vivemos, indivíduos, nações e espécie, caminhando sobre o fio da navalha. Pode ser apenas uma mancha de óleo na estrada, ou o choque de placas tectônicas no fundo dos mares e dos continentes, para destruir o mundo que conhecemos, porque o universo inteiro só cabe dentro do curtíssimo intervalo da vida.
Felizmente, pelo que se sabe, a falta de energia não provocou maiores danos, além do desconforto. Ela ocorreu a horas quase mortas, e, em alguns lugares, durou apenas alguns minutos. Se os oposicionistas continuarem a insistir no tema, correrão o risco de cair na banalidade. Não se conclua, no entanto, que o governo deva cruzar os braços. Uma das tarefas dos governantes, desde que José do Egito se fez ouvir pelo faraó, é a de prevenir-se contra o futuro incerto.
Há, além disso, outros riscos políticos. Ao assumir o comando do governo, como uma espécie de premier, superintendendo o trabalho dos ministérios, do setor elétrico ao do meio ambiente, a candidata Dilma Rousseff corre o risco de sobre-expor-se antes do tempo, e prejudicar suas próprias aspirações. Milita em seu favor a sensação de que a administração é morosa, e exige uma coordenação eficiente de suas atividades. Ainda assim, sua situação não é confortável como candidata. Um candidato de preferência da situação deve contar com a adesão espontânea dos companheiros de Ministério, e isso lhe recomenda maior habilidade no exercício de seu poder

Governo Lula: onde está a diferença?

As diferenças entre as políticas econômicas dos governos FHC e Lula
Por: Antonio Leite*
Recentemente a imprensa veiculou decisão da cúpula do PSDB que visa difundir a idéia que o sucesso do governo federal é conseqüência de uma continuidade dos projetos criados pelos tucanos, criando a falsa idéia de que não há criatividade nas políticas públicas do PT no governo Lula. Nada mais falacioso. O centro das diferenças entre o governo do PT e o governo tucano é justamente o posicionamento ideológico.
Os tucanos defenderam com unhas e dentes a cartilha neoliberal, de redução do poder do Estado, de submissão ao FMI, da privataria desbragada, do abandono da indústria nacional e da economia interna, da criação das agências reguladoras a serviço das multinacionais, da falta de políticas e de investimentos em setores vitais como o etanol, da energia hidrelétrica, da construção naval, da construção de moradias e outras.
As políticas e o projeto nacional que o presidente Lula desenvolveu com sucesso foram defi nidos nos congressos do PT e defenderam não o Estado Mínimo, mas um Estado Interlocutor na economia, que previsse o crescimento do mercado interno, a ampliação de parceiros e a soberania no cenário internacional, pontos reconhecidos por inúmeros países e que permitiram ao Brasil ser uma das últimas nações a sentir a crise mundial de 2008 e o primeiro a sair dela com crescimento sustentável.
O governo Lula construiu uma nova versão em oposição ao modelo capitalista neoliberal, promovendo mudanças na política econômica e social, que deram novo fôlego à economia nacional. A queda do dólar, o estímulo à produção e à exportação fi zeram evoluir a criação do emprego formal e permitem ao brasileiro maior poder de compra com acesso a mercadorias que antes eram privilégio de poucos. Em seis anos foram criados mais de cinco milhões de empregos (média de 64 mil por mês), a dívida externa foi reduzida em 20%, a dívida com o FMI está quitada, a estabilidade monetária consolidada e a vulnerabilidade externa superada.
O governo Lula suspendeu o programa de privatização das estatais estratégicas e recuperou a capacidade de investimentos em infra-estrutura, revigorou as estatais sobreviventes, como a Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES e Eletrobrás, pratica medidas econômicas voltadas para a redução da pobreza, renovou o Bolsa Família (mais de 12 milhões de famílias atendidas), criou 12 novas universidades e programas como o SAMU com padronização do sistema 192 de urgência e emergência em todo o território nacional e o Brasil Sorridente, que permitiu a mais de 20 milhões de pessoas visitarem um dentista pela primeira vez. É inegável que o governo Lula está alcançando resultados extraordinários e melhorando a vida de muitos brasileiros. Sabemos que é preciso muito mais. Porém, o rumo é esse. Ai está a diferença. * Antonio Leite é vereador pelo PT de Santo André. Fonte:ABCD MAIOR.

A OPOSIÇÃO SURTOU

A oposição está totalmente despirocada, sem rumo, sem prumo, sem candidato, sem ação coerente. O sucesso do governo Lula, o fato de Lula ser o melhor presidente do Brasil em todos os tempos, o fato de a crise econômica mundial ter atingido o Brasil conforme disse o presidente Lula, como "uma marolinha", o fato de a desigualdade social, a fome, a miséria, terem diminuído muito no governo Lula, fato esse reconhecido pelo povo brasileiro e também mundialmente, surtou a oposição. O PSDB e seu rabo, o DEM, estão se atacando mutuamente, o Serra e o Aécio estão chegando às vias de fato pela disputa da candidatura. Surtaram de forma tão avassaladora que já estão apelando para os espíritos, para a magia, esoterismo, videntes. Parece piada, mas é a realidade. O Arthur Virgílio, PSDB (AM), disse que convidou a vidente da Fundação Cobra Coral, Adelaide Scritori, para participar dos debate sobre as causas do apagão como um protesto contra a blindagem da ministra Dilma Rousseff. Talvez O PSDB queira entregar a essa senhora, vidente da Fundação Cacique Cobra Coral, o Ministério de Minas e Energia. Seu poder espiritual garantiria que raios não caíssem nunca mais nas linhas de transmissão, que os ventos, chuvas, tempestade passariam longe das linhas de transmissão de energia. O PSDB nunca teve e não tem propostas, projetos, planos de governo para o Brasil. Eles não tiveram competência quando foram governo e não têm competência para serem oposição. Então apelam para o sobrenatural, para espíritos, videntes, cartomantes. É puro desespero, estão vendo a viola em cacos, sentem que não vão eleger seu candidato, o Serra. Vão chamar também o Juscelino Luz, que garantiu, afirmou, registrou em cartório que o Alckmin seria eleito presidente em 2006? Incoerência, irresponsabilidade, falta de bom senso, falta de discernimento, falta de vergonha na cara. Não tem limite o ridículo a que a oposição se expõe. É inacreditável pensar que eles querem voltar ao poder! Jussara Seixas.

Pichadores protestam contra desabamento de vigas no Rodoanel

Karina Gomes - cidades@eband.com.br
Quatro pichadores protestaram na noite desta terça-feira contra o desabamento de três vigas do Rodoanel Mário Covas sobre a rodovia Régis Bittencourt no último dia 13. "Baratear custos pode custar vidas. Mais Respeito" é a mensagem deixada pelos pichadores na única viga que não desabou. Tumulos, Os Bicho Vivo, Brair e Mundano picharam com spray preto que "uma vida vale muito mais que uma obra malfeita". As três vigas caíram sobre dois carros e uma carreta e deixaram três feridos.
Uma placa do Rodoanel foi pichada com o aviso: "Obra Superfaturada". A mensagem de protesto "Descaso" está abaixo das palavras "Rodoanel em Obras", da placa da concessionária da rodovia. Outra pichação critica a gestão do governador de São Paulo, José Serra (PSDB). “A pichação é um meio de participação política novo”, afirmou o antropólogo da USP (Universidade de São Paulo), Alexandre Pereira. “Não acredito que só haja política na disputa partidária ou de governo - as pessoas criam e inventam diferentes formas de participação ou de manifestação política.”
Susto - O acidente aconteceu por volta das 21h15 da última sexta-feira, no km 270 da rodovia, na região de Itapecerica da Serra, a 33 quilômetros da capital paulista. Uma das vigas trincou e, segundo técnicos, houve um efeito dominó que fez as outras duas vigas caírem sobre dois carros e uma carreta. “A viga caiu bem na frente do caminhão, que capotou na hora e na sequência as outras duas vigas caíram de uma vez”, contou uma testemunha.

Exame do Estado para 2,5 milhões de alunos tem falhas

Em parte das provas do Saresp, adiado por uma semana, folha de respostas não condizia com caderno de questões
DO "AGORA" - DA REPORTAGEM LOCAL - DA FOLHA RIBEIRÃO
Depois de ser adiado em uma semana, o Saresp, exame do governo paulista que avalia os alunos da rede, foi marcado por novos problemas ontem, quando foram realizadas as provas de português e matemática. Parte dos alunos recebeu provas em que a folha de respostas não era compatível com o caderno de perguntas, e em uma questão faltou uma figura. Os problemas foram identificados pela reportagem em Mairiporã, Caieiras, Francisco Morato e Cajamar, na Grande SP, e em Atibaia (64 km da capital).
O Saresp avalia a situação das escolas e da rede e é o principal fator considerado para pagamento de bônus por desempenho aos professores. Participam 2,5 milhões de estudantes. A avaliação inclui 26 tipos de prova, com 24 questões de múltipla escolha cada uma. As questões são as mesmas, mas a ordem delas é alterada para dificultar a cola entre os alunos. Com o erro nas provas, estudantes se confundiram na hora de passar a resposta para o gabarito e chegaram a rasurar a folha. Eles dizem temer que haja distorções na correção e que ela seja feita à mão, e não por meio digital, como previsto.
O aluno Vinícius Timm de Alencar, 19 anos, contou que, após 30 minutos de prova, a diretora da escola apareceu na sala, quando foi detectado o erro. "Ninguém sabia o que fazer. Aí, mandaram a gente riscar o número da folha de respostas e colocar igual ao da prova." "Essa confusão gera um estresse para os alunos, o que prejudica os resultados", diz Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da USP. A Apeoesp (sindicato dos professores da rede estadual) disse que deve entrar com medidas judiciais contra o Saresp. Uma pergunta do teste de matemática do 3º ano pedia a observação de um polígono, que não aparecia na prova.
Em outro erro, uma escola de Araraquara (273 km a noroeste de SP) recebeu as provas de geografia misturadas com as de português. As questões de geografia deveriam ser abertas apenas hoje, quando também acontece a prova de história. O Saresp, que deveria ter sido aplicado na semana passada, foi adiado porque o Caed (Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação), empresa contratada para aplicar o exame, não conseguiu entregar todas as provas a tempo.
Outro lado - A Secretaria da Educação classificou os problemas como "normais" para um exame do tamanho do Saresp e afirmou que não haverá distorções. Em relação ao caso de Araraquara, disse que o erro de empacotamento das provas foi isolado e não comprometeu a avaliação. O Caed disse que a correção poderá ser feita digitalmente.
INCOMPETENTES
Impressiona a incapacidade do governo Serra. Pior, eles acham tudo normal. Cratera do Metrô que matou 7 pessoas, é normal, acontece, queda do Fura Fila , é normal , acontece. Queda das vigas do Rodoanel que feriu três pessoas, é normal , acontece. Erros grosseiros em livros de geografia, história, é normal acontece. Erros grosseiros nas provas do Saresp, é normal, acontece. Bando de incompetentes!

Eleição interna mostra PT todo voltado a eleger Dilma em 2010

Política
Eleição interna mostra PT todo voltado a eleger Dilma em 2010
Com menos tensões entre candidatos do que em edições anteriores, primeiro turno do Processo de Eleições Diretas (PED) começa definição de novas direções em todo país

Por: Anselmo Massad
Detalhe da urna do PED de 2007. Menos divergências neste ano do que em edições anteriores (Recorte em foto de José Cruz/Agência Brasil)
O Partido dos Trabalhadores (PT) se prepara para o quarto Processo de Eleições Diretas (PED), cujo primeiro turno de votação acontece neste domingo (22) em todo o Brasil. Serão eleitos os presidentes e diretórios de todos os níveis. Depois de três edições, os militantes encontram um partido com bem menos rachas e divergências do que em edições anteriores.
Em 2005, por exemplo, além de grupos, como o do atual ministro da Justiça Tarso Genro, defendendo a "refundação" do PT, a chapa encabeçada por Plínio de Arruda Sampaio se retirou em bloco após a derrota para o PSOL, então em formação. Atualmente, o cenário parece distante. Antes disso, na eleição do ex-ministro José Dirceu em 2001, a corrente Campo Majoritário tinha amplo domínio, mas também contestação de outros setores.
O principal consenso gira em torno da pré-candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República. A necessidade de alianças com os partidos que compõem a base do governo de Luiz Inácio Lula da Silva também é ponto pacífico, embora a importância dada ao modelo de acordo seja motivo de ressalvas e críticas. A relação com movimentos sociais e a priorização da implantação do código de ética aprovado pelo partido são alvos de algumas das candidaturas.

Venda avulsa de jornalões brasileiros cai a índices surpreendentes

Carlos Castilho, Observatório da Imprensa
“Fala-se muito na crise das publicações impressas, como jornais e revistas, mas quando se analisa os dados reais percebe-se que a situação é muito mais grave do que imaginamos e que a busca por novos modelos de negócios é ainda mais urgente do que se previa.
Quando você descobre que a Folha de S.Paulo, considerada um dos três mais influentes jornais do país, vendeu em média 21.849 exemplares diários em bancas em todo o território nacional entre janeiro e setembro de 2009, é possível constatar a abissal queda de circulação na chamada grande imprensa brasileira. Em outubro de 1996, a venda avulsa de uma edição dominical da Folha chegava a 489 mil exemplares.
Segundo o Instituto Verificador de Circulação (IVC) a Folha é o vigésimo quarto jornal em venda avulsa na lista dos 97 jornais auditados pelo instituto, atrás do Estado de S.Paulo, em 19o lugar e O Globo, em 15o lugar. Somados os três mais influentes jornais brasileiros têm uma venda avulsa de quase 96 mil exemplares diários, o que corresponde a magros 4,45% dos 2.153.891 jornais vendidos diariamente em banca nos primeiros nove meses de 2009.
São números muito pequenos comparados ao prestígio dos três jornalões, responsáveis por boa parte da agenda pública nacional. Globo, Folha e Estado compensam sua baixa venda avulsa com um considerável número de assinantes, o que configura a seguinte situação: os três jornais dependem mais do que nunca das classes A e B, que são maioria absoluta entre os assinantes, já que a população de menor renda é a principal cliente nas compras avulsas em bancas. Esta constatação não é nova, mas ela aponta um dilema crucial: as classes A e B são aquelas onde a penetração informativa da internet é mais intensa. Nesta conjuntura, o futuro de O Globo, Estado e Folha depende umbilicalmente das classes média e alta, o que levou a uma disputa acirrada para saber qual deles interpreta melhor a ideologia destes segmentos sociais.” Matéria Completa, ::Aqui:: http://nogueirajr.blogspot.com

Filme sobre Lula emociona, suscita debate e provoca ira da oposição

Vasconcelo Quadros, Leandro Mazzini , André Balocco , Jornal do Brasil

BRASÍLIA, RIO
- A direção e o elenco juram que é uma obra sobre a trajetória pouco conhecida do retirante miserável que virou presidente da República e um fenômeno de popularidade. Mas o filme Lula, o filho do Brasil estreou na terça-feira à noite na abertura do 42º Festival de Cinema de Brasília provocando uma discussão que promete esquentar até que o longa entre no grande circuito: trata-se de uma obra de arte ou apenas uma das peças destinadas a influenciar a cabeça do eleitor nas eleições do ano que vem? O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo – filho de um retirante pernambucano que também migrou, em 1949, num pau-de-arara para São Paulo – avaliou os efeitos da produção de forma irônica, mas precisa:
– O filme vai deixar a oposição nervosa. Mas ela não deveria ficar nervosa. É só escolher alguém e também fazer um filme. Poderia ser a história dos Maia, do Cesar e do Rodrigo – cutucou o ministro, citando o ex-prefeito do Rio Cesar Maia e seu filho, o deputado Rodrigo Maia (DEM). Sugeriu, inclusive, o nome da obra: Os Maia, disse Bernardo, logo depois de assistir ao filme. A cena que mais chamou sua atenção, naturalmente pela familiaridade, foi a da viagem de 13 dias no caminhão pau-de-arara.
Bernardo admite que o filme, que estreia em janeiro em circuito nacional, em cerca de 400 salas, vai causar um impacto positivo na imagem do presidente.
– A popularidade deve aumentar uns 10 pontos e a oposição vai propor mais uma CPI – prevê o ministro, em mais uma tirada de ironia.
Ele fez questão de ressaltar a ausência total de dinheiro público ou de recursos de estatais no patrocínio de uma produção estimada em cerca de R$ 16 milhões. Na lista de patrocinadores privados é difícil encontrar quem não tenha alguma relação de negócio com o governo federal: Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa, Oi, EBX, Volkswagen, Hyundai, Senai, Estre Ambiental, Grupo JBS-Friboi, Grandene, GDF Suez e Ambev.
– O Lula pertence ao Brasil, não ao PT. Ninguém vai fazer campanha com o filme – jura o deputado Cândido Vaccarezza, líder do partido na Câmara.
Paulo Bernardo acha que, mais que a popularidade de Lula, o que vai pesar mais no desempenho eleitoral da candidata a candidata do PT, ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, serão os programas que vêm sendo desenvolvidos pelo governo.
– O filme mostra quem foi Lula até 1979. Não há na obra nada de disputa política e não será explorado na eleição – afirmou o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP).
Essa, aliás, é uma grande sacada do diretor Fábio Barreto e de seu pai, Luiz Carlos Barreto, o Barretão. A última de uma série de cenas emocionantes mostra Lula voltando do enterro da mãe, dona Lindu, para a cela, em 1979. A autorização para participar do enterro foi uma concessão do então chefe da polícia política paulista, o hoje senador Romeu Tuma (PTB-SP) (pai do atual secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior), que aparece entre os policiais que à época prenderam Lula. O filme expõe um presidente cuja trajetória, da infância miserável à fundação de um novo sindicalismo, é uma história de superação. Emotivo e batalhador, o Lula retratado pelos Barreto é incompleto, mas real e autêntico.
– Ele é um dirigente sindical de esquerda, que queria comida na mesa do trabalhador. O Lula nunca foi comunista – resumiu Vaccarezza.
O Lula de hoje, segundo o líder do PT na Câmara, “é mais consistente”. Ou seja, não é mais o Luiz Inácio de dona Lindu.
– Tive receio de aceitar o papel com medo que fosse um filme político. Fui ver a história e achei fantástica – disse a atriz Glória Pires, que fez o papel da mãe de Lula.
De fato, O filho do Brasil, de Luiz Inácio a Lula, a biografia autorizada, da jornalista Denise Paraná, não permite dúvidas: Lula é conservador. Só entrou para o sindicalismo e mais tarde no confronto com o regime militar, “para ocupar a cabeça”, empurrado pelo irmão José Ferreira da Silva, o Frei Chico. E não foi porque teve um despertar de consciência política. Foi porque viu o irmão, este sim, um comunista, todo machucado, jogado numa cela dos porões da ditadura.
Lula não foi à estreia. Sua mulher, Marisa, o representou. Na plateia, entre os 750 lugares reservados ao governo, havia meio ministério e pelo menos um terço da base.
– É a história de êxito de um brasileiro. Lula é emotivo, um sobrevivente e reflete o povo – ressaltou o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE).
É difícil não se emocionar com as cenas em que a primeira mulher, Lurdes, morre junto com o filho ao dar a luz; ou com o enterro da mãe. Mas o filme não foca no “animal político”, toca de passagem no sindicalista aguerrido e exagera no Lula emotivo. (V.Q.)
Oposição vê campanha. Mas sem base jurídica, só lamenta
Os partidos da oposição veem clara tentativa de o presidente Lula, com o filme de sua biografia, comover o cidadão justamente no ano eleitoral e fazer com que – não explicam como, no entanto – a candidata à Presidência Dilma Rousseff se beneficiar nas urnas com a história do aliado.
Os líderes do DEM, PPS e PSDB focam os ataques em Lula e nos governistas, mas, embora estranhem que os financiadores do longa sejam grandes empresas que têm contratos com o governo federal, evitam polemizar a questão (essas mesmas empresas são doadoras de campanhas dos partidos da oposição a Lula).
– Ainda avaliamos como podemos proceder (na Justiça) – disse Sérgio Guerra, presidente do PSDB. – Sem a menor dúvida o filme vai ter influência eleitoral. Mas o filme só mostra o lado positivo.
Para o presidente do DEM, Rodrigo Maia, o filme não muda em nada o projeto do partido.
– Lula tem o direito de mostrar a sua história, e não sei se isso vai influenciar na campanha – avalia Maia. – O eleitor vai assistir à trajetória passada de um presidente, mas vai escolher um presidente olhando para o futuro.
Roberto Freire, do PPS, foi o mais duro nas críticas:
– O filme pode ajudar, mas pode ter efeito bumerangue, porque o filme é muito bajulatório, e o povo não é bobo. Esconde uma série de coisas. Este governo é completamente destituído de parâmetros éticos. Mas não vamos fazer nada. (L.M.)
Para procurador, filme não tem propaganda eleitoral
Se a oposição acredita que pode realmente ganhar a batalha contra Lula, o filho do Brasil alegando que o filme narrando a vida do presidente é propaganda eleitoral antecipada, melhor mudar de estratégia. Segundo o procurador eleitoral do Ministério Público do Rio de Janeiro Marcos Ramayane, de 48 anos, é muito difícil fazer com que esta tese seja considerada pelo pleno do Tribunal Superior Eleitoral, órgão onde a queixa teria de ser impetrada. Acostumado a representar contra este tipo de problema, Ramayane não vê qualquer irregularidade no filme, que se resume a narrar a trajetória do presidente até o início dos anos 80, ou seja, antes da fundação do Partido dos Trabalhadores, que tem a ministra Dilma Roussef como uma de suas pré-candidatas.
– Ela (a película) teria de ter um pedido explícito de votos à sua candidata, pois só assim se caracterizaria a violação do artigo 36 da Lei 9504 de 1997 – defende Ramayane, que acumula as funções no MP com as de professor de legislação eleitoral.
Ramayane explica que a propaganda extemporânea, para ser definida juridicamente como tal, tem de começar antes de julho do ano em que o pleito se realizará. Mas, no caso de Lula, o filme não beneficia o presidente, já que ele não é candidato, apesar de provocar polêmica.
– Talvez ela esteja acontecendo porque seja uma propaganda subliminar. É muito difícil caracterizar a propaganda extemporânea neste caso.
Para que o eventual pedido da oposição encorpe no plenário do TSE, seria necessária ao menos uma cena em que o presidente aparecesse pedindo votos para a ministra Dilma Roussef ou outro candidato às eleições do ano que vem. Mesmo assim, segundo o procurador, apenas este trecho da fita seria questionado.
– Não vi o filme, mas pelo o que sei não há nada parecido com isso nele. O presidente está em seu direito de se manifestar, com liberdade de expressão, como está nos preceitos de nossa Constituição. É como se fosse uma peça de teatro, um livro. Não há crime, ele está dentro do direito da livre manifestação.
Mensagem - Se ao menos servir de consolo à oposição, o procurador reconhece que a vida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, retratada na telona, emociona e por isso mesmo serve como uma forma de divulgação de sua imagem, podendo beneficiar indiretamente sua candidata.
– Mas nem toda divulgação pode ser compreendida neste enquadramento da propaganda antecipada.
O apelo da fita que ainda não viu, mas aguarda com ansiedade, é tanto, que ele próprio aguarda ansioso a estreia do filme, dia primeiro de janeiro, para ir ao cinema.
– Vou porque me parece um filme interessante.
Para o senhor, procurador, e para muitos brasileiros. Os produtores de Lula, o flho do Brasil – e os políticos que o cercam – sabem muito bem disso. (A.B.)
Na pré-estreia sem Lula, vaias e confusão
Daniel Schenker *, especial para o JB
Todos sabiam que seria uma noite concorrida. E até tumultuada. Mas a confusão que tomou conta do Teatro Nacional Claudio Santoro, anteintem à noite, antes da exibição de Lula, o filho do Brasil, novo filme de Fábio Barreto que abriu, numa sessão não competitiva, a 42ª edição do Festival de Cinema de Brasília, surpreendeu. Os problemas começaram no momento em que a plateia de convidados se avolumou na porta de entrada do auditório e precisou esperar alguns minutos até ser liberada para passar por um espaço estreito. Em pouco tempo, o teatro ficou superlotado, com espectadores sentados nas escadas.
Quando os apresentadores deram início à cerimônia de abertura, a primeira saia justa da noite: um pequeno grupo de manifestantes subiu ao palco e estendeu uma faixa com a frase “Lula, liberte Cesare!”, em referência ao ex-ativista italiano Cesare Battisti, que teve sua extradição liberada quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e agora depende apenas da decisão do presidente. Em seguida, Luiz Carlos e Fábio Barreto foram chamados para apresentar o longa, que tem estreia comercial marcada para o dia 1º de janeiro.
Ao pegar o microfone, Luiz Carlos Barreto pediu que os espectadores sentados nas escadas se retirassem.
– Quero fazer um aviso. Do jeito que estamos dispostos nessa sala, com pessoas acomodadas nas escadas e nos corredores e sem a presença de bombeiros, qualquer coisa que aconteça representará perigo de vida – disse o produtor, vaiado pela maior parte do público.
Na sequência, Fábio causou mais mal estar.
– A equipe do filme está sem ter onde sentar porque a organização do festival não guardou lugar. Quero pedir que pelo menos 30 pessoas se levantem – sugeriu Fabio, que recebeu mais vaias.
Diante da reação contundente do público, a produtora Paula Barreto procurou acalmar os ânimos gerais e fazer com que a projeção começasse logo.
Na manhã de quarta-feira, durante a coletiva de imprensa, pai e filho voltaram atrás em suas críticas à organização do festival.
– Gostei da sessão. Os problemas não foram tão relevantes. A força do filme se impôs – destacou Fábio, que na véspera reclamou do fato de sua equipe não ter onde sentar e pedir para que pelo menos 30 pessoas cedessem seus lugares.
Luiz Carlos reiterou a fala do filho.
– O que aconteceu foi um acidente de percurso normal. Enfrentamos a mesma situação quando exibimos O quatrilho (1994), em Gramado – lembrou, mencionando outro filme de seu filho. – Quero agradecer à direção do festival, ponto de resistência do cinema brasileiro.
O presidente e a primeira-dama Marisa Letícia receberam a equipe do filme, logo após a exibição, no Palácio do Planalto. Lula preferiu não comparecer à sessão (assistirá na pré-estreia em São Bernardo do Campo, no próximo dia 28). O filme acompanha a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desde a infância paupérrima no sertão pernambucano até o momento em que se torna líder sindical no ABC paulista na passagem da década de 70 para a de 80. Abertamente favorável a Lula, a produção termina fazendo menção ao momento em que tomou posse, em 2003.
Escorado no livro homônimo de Denise Paraná, o diretor mescla a apropriação da trajetória do presidente com registros documentais de marcos da história brasileira, como o golpe de 1964 e a decretação do AI-5. Evoca o clima de euforia mesclado à tortura nos porões da ditadura durante a Copa de 70. E procura reeditar a atmosfera das greves do ABC em 1979/1980, contexto que também influenciou Leon Hirszman na transposição cinematográfica de Eles não usam black-tie (1980), de Gianfrancesco Guarnieri. Com boas interpretações do protagonista Rui Ricardo Diaz e de Glória Pires, o filme evita excessos melodramáticos e golpes de grandiloquência.
Glória Pires volta a trabalhar com Fabio Barreto depois de Índia, a filha do sol (1982) e O quatrilho.
– Gostei muito do modo como o público se manifestou. É a primeira vez que venho ao Festival de Brasília e representando dois filmes bastante diferentes – ressaltou, referindo-se também a É proibido fumar, de Anna Muylaert.
Rui Ricardo Diaz, por sua vez, acumulou experiência em grupos de teatro de São Paulo, como a Casa Laboratório, filial conduzida por Cacá Carvalho do Centro per la Sperimentazione e la Ricerca Teatrale, dirigido por Roberto Bacci, na cidade italiana de Pontedera.
– Foram dois meses de preparação para viver Lula. Fábio me disse que eu deveria encontrar a pegada forte do personagem – conta Diaz.
Fábio Barrero também procurou se defender das críticas em relação ao tratamento excessivamente positivo dado ao presonagem principal.
– Nós procuramos humanizar Lula. Ele tem forças e fraquezas. Não quis mostrá-lo como alguém infalível ou perfeito. Minha intenção foi a de investir num melodrama e não num filme de cunho político – garantiu.
Ao final da coletiva de imprensa, Luiz Carlos Barreto anunciou sua aposentadoria como produtor.
– Quero dizer que, depois de 46 anos de trabalho, eu e Lucy seremos consultores da LC Barreto.
Lucy, porém, falou sobre projetos futuros como produtora: Flores raras e banalíssimas, centrado na figura da paisagista Lota de Macedo Soares, também protagonizado por Glória Pires; Madame Lynch, projeto com argumento de Manoel Carlos, e o documentário Entre rios e córregos, que traça um panorama de São Paulo, de sua criação até os dias de hoje.
* Daniel Schenker viajou a convite da organização do festival