sábado, 31 de janeiro de 2009

Para não constranger Dilma, Lula cancela ideia de 3º mandato

Leia o que a VEJA FASCISTA publicou no final de semana: O presidente Lula deu mais uma prova de que a candidata do PT à Presidência da República no próximo ano será mesmo a ministra Dilma Rousseff. E não foi uma prova qualquer. A alta popularidade do governo sempre foi usada por alguns petistas amalucados como argumento sólido para tentar mudar a Constituição e criar a possibilidade de um terceiro mandato para Lula. O autor oficial da proposta, o deputado Devanir Ribeiro, do PT de São Paulo, amigo e compadre do presidente, articulou durante quase dois anos a apresentação de uma emenda que previa, entre outras coisas, a convocação de um plebiscito sobre o tema. O parlamentar anunciou que finalmente desistiu da ideia. Vai comunicar sua decisão ao partido e, o mais significativo, fará isso atendendo a um pedido direto de Lula. "O presidente não quer a re-reeleição, a proposta não tem o apoio da sociedade e o PT já tem um candidato", explica Devanir, que esteve com Lula no fim do ano passado, no Palácio do Planalto, convocado exclusivamente para discutir o assunto. O presidente, segundo o deputado, foi taxativo: disse que está cansado, que oito anos de mandato é tempo suficiente e a alternância de poder é importante para a democracia. Lula bem que poderia ter chamado Devanir Ribeiro em 2007, quando o deputado anunciou sua proposta, e encerrado a discussão, revelando antes o agora propalado apreço à democracia. Como não o fez, ficou a impressão de que a proposta era uma espécie de curinga a ser sacado de acordo com a conveniência política. Agora, para não criar constrangimentos à candidatura de Dilma Rousseff, o presidente chamou o deputado e lhe pediu que esquecesse o assunto. "Eu vou avisar ao PT que o presidente não quer o terceiro mandato e que eu retiro as minhas propostas", disse Devanir. Na próxima semana, Lula dará posse ao ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, do PT, como ministro responsável pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico Social. O cargo é apenas um pretexto para trazê-lo a Brasília. O conselho, que teve alguma relevância no início da era Lula, está esvaziado e hoje é comandado pelo ministro das Relações Institucionais, José Múcio. A verdadeira missão de Pimentel será coordenar a campanha presidencial de Dilma. Ele será o braço-direito da candidata, exercendo na primeira fase da campanha uma fusão das funções que José Dirceu e Antonio Palocci tiveram na eleição de Lula, em 2002. A democracia funciona assim.
Comentários: A VEJA continua fazendo jornalismo SAFADO, quando o imperador que afundou o Brasil, Fernando Henrique Cardoso defendia prá ele o TERCEIRO MANDATO, a VEJA "fuleiragem" não tecia nenhum comentário contrário, não criticava os tucanos de malucos ou incoerentes. VEJA sabota e tenta desestabilizar o Governo Lula e ao Partido dos Trabalhadores, por isso já perdeu mais de 130 mil assinantes nesses 6 anos de Governo pestista. Haja saco aguentar críticas da VEJA e não tem nenhum deputado de Esquerda que defenda o Governo Lula, somente os blogueiros fazem essa tarefa cívica.

Dilma e a claque

Antônio André- Diário do Povo: A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi tratada ontem como popstar durante discurso no Fórum Social Mundial, em Belém. A presença ilustre rendeu até aqueles corinhos de escola: “Brasil urgente, Dilma presidente” e “Olê, olê, olê, olá, Dilma, Dilma”. À vontade, a ministra falou sobre o passado de militante contra a ditadura militar. E não deixou de elogiar outros colegas presentes: os presidentes de Bolívia, Equador e Venezuela. Dilma disse que se emocionou com o calor da recepção. Perguntada se era candidatra a presidente, respondeu um "ainda não". Esqueceu de calcular que estava rodeada de sindicalistas. Ou seja, mais do que público, ela teve uma claque. Por enquanto, é inegável que a candidatura de Dilma permanece artificial para o povão em geral. E não se sabe quando os pedidos de autógrafo, como os que ocorreram ontem, serão solicitados no meio da rua.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

BLOG DA DILMA - Política em Três Tempos - Por Paulo Queiroz

Leitor aponta ilicitude no blog da Dilma, mas portal muda de nome e esvazia a denúncia.
1 – DILMA RESSOA
- Definitivamente, o pessoal do blog da Dilma – Dilma Rousseff, ministra Chefe da Casa Civil da Presidência da República – não dorme em serviço. Em uma das primeiras inserções desta quarta-feira (28), lá estava reproduzida a coluna publicada na edição do mesmo dia deste O ESTADÃO DO NORTE, que dava conta da existência do espaço eletrônico e tecia considerações sobre sua finalidade e competência dos seus editores. Saiu com remissão a um dos sete sites de notícias do pedaço que a reproduzem depois que é publicada aqui. Certamente porque, não obstante publicada também na edição eletrônica do jornal (www.estadaodonorte.com.br), aqui apenas o nome do articulista é que aparece na 1ª Página, fazendo-se necessários dois cliques para se chegar ao assunto. Nos sites exógenos, está tudo junto nas páginas de rosto.
O fato é que, depois da reproduzir a coluna em questão, os editores do blog postaram a seguinte mensagem: “(link do site de onde o texto foi colhido) dá destaque para o blog ‘Dilma 13’. É o blog ‘Dilma 13’ chegando a Rondônia. Os editores deste blog se sentem honrados pela divulgação do blog em um importante veículo de comunicação do estado de Rondônia. Ficamos agradecidos pelo reconhecimento do nosso trabalho que é levar informação sem manipulação. Atenciosamente, Daniel Pearl, Jussara Seixas”.
Noves fora algum eventual cabotinismo, uma série de coincidências é que levaram o digitador e repercutir o assunto. Primeiro, logo ao abrir o blog na manhã da quarta-feira – fica no prejuízo o repórter político que, de agora por diante, não o incluir entre as
visitas matinais -, descobriu-se a reprodução da coluna ilustrada com uma foto do articulista posando ao lado da... Jussara. Bolas! Seria o “Seixas” com que se assina uma das editoras do blog (de cuja existência a coluna chegou a duvidar) a identidade secreta da Gotlieb, jornalista deste O ESTADÃO? Conquanto permaneça encargo de Deus saber onde se conseguiu a foto, adiante se verá quem é, de fato, Jussara Seixas. 2 – LEITORES CHIAM - Depois, entre os “feedbacks” da coluna em questão, mais de um foram de leitores vociferando contra o que chamaram de propaganda eleitoral antecipada, cobrando do repórter uma provocação junto à justiça especializada. Eleitores do Serra? Possivelmente. Na síntese, argumenta-se que, em que importe a inexistência de uma legislação clara e consistente sobre o assunto, entre as normas baixadas pelo TSE antes do período de campanha da eleição de outubro passado está a proibição expressa de, antes de 06 de julho do ano do pleito, mencionar o cargo pretendido em páginas pessoais, blogs, e-mails etc.
Segue a reprodução de parte de uma dessas mensagens: “Diferenciam-se, portanto, dos elementos que caracterizam a propaganda eleitoral antecipada: 1 – a existência de uma das três condições que determinam a propaganda eleitoral em si, quais sejam, a “induvidosa intenção de revelar ao eleitorado o cargo político que se almeja, a ação que pretende o beneficiário desenvolver e os méritos que o habilitam ao exercício da função”. (Ac. TSE 15.372, Min. Eduardo Alckmin). 2 – a veiculação antes de 6 de julho do ano da eleição”. E no próprio nome do blog - “Dilma Presidente – O Portal Oficial dos Amigos e Amigas da Dilma Rousseff” – está explícito o cargo pretendido pela ministra.
A coluna jura que não teve nada a ver com o peixe. A designação aqui reproduzid
a é a que estava encabeçando o blog há cerca de uma semana, quando o repórter incluiu o assunto na pauta destes “Três Tempos” e andava recolhendo material com que preparar o texto. Agora, ao certificar-se para encaminhar uma resposta ao leitor, no entanto, verificou-se que o blog havia mudado de nome, esquivando-se definitivamente da eventual ilegalidade. Conquanto o articulista não saiba precisar a data da mudança, o nome agora é “Blogdadilma-PT-13 - O Portal Oficial dos Amigos e Amigas da Dilma Rousseff”. Como se falou no início, o pessoal desse blog não dorme em serviço. Quanto ao mistério da Jussara Seixas, bem...
3 – JUSSARA SEIXAS - O texto enviado pela Jussara Seixas, uma das editoras do blog “Dilma 13”, na íntegra, é o que se segue: “Prezado Paulo Queiroz: Fiquei lisonjeada com seu texto sobre a minha pessoa e com a divulgação do blog “Dilma 13”. De fato, meu nome é Jussara Seixas. Eu não sou jornalista, sou enfermeira. Temos em comum um amigo, o Odair Cordeiro. Grande Odair, desbravador de Rondônia. Você já fez várias matérias sobre ele. Ele é amigo do meu marido, nos falamos sempre por telefone e por e-mail. Eu sou uma ferrenha defensora do Lula, pessoa por quem tenho uma grande admiração e respeito. Não vai existir no mundo nos próximos mil anos uma pessoa como o Lula. Não sou filiada ao PT, não sou ligada em nenhum político do PT e a ninguém do governo. Em 2000, comecei a entrar em fóruns de discussões para fazer a cabeça dos internautas a votar no Lula. Com a eleição de 2002, criei o blog ‘Por Um Novo Brasil’. Tinha consciência que o Lula - o governo Lula - iria ser massacrado pela oposição e pela mídia. Gosto de escrever, gosto de transmitir o que penso, gosto de opinar e sou defensora da justiça - odeio injustiças.
Conheci o Daniel (Pearl) na internet e ele me convidou para participar do blog dele – ‘Desabafo Brasil’. Ele criou o blog ‘Dilma 13’ e pediu a minha participação. Como eu não quero ver o Serra (pessoa desatável) e o PSDB nunca mais governando este país, entrei com tudo no blog ‘Dilma 13’, já que o Lula insiste em não querer o 3º mandato - o que seria o ideal. Nos falamos sempre por telefone. Ele mora em Fortaleza, eu moro em SP. Ele é uma pessoa muito inteligente, muito bacana, bem mais ligado com pessoas do PT do que eu, e sempre fez a defesa do governo Lula, do Lula.
Acho que esclareci as suas dúvidas de quem sou eu. Você disse no seu texto: ‘Não é certo que o nome corresponda a uma pessoa, de fato, se é o pseudônimo de alguém ou se é um nome por intermédio do qual opera uma equipe de petistas’. Então eu estou me apresentando. Um grande abraço, Jussara Seixas”. Visite a coluna no jornalista Paulo Queiroz - Política em Três Tempos - Tudo Rodônia.

Governador de MT defende candidatura de Dilma a presidência

O Documento - Várzea Grande: O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), manifestou na tarde de hoje apoio a pré-candidatura a presidência da República, em 2010, da atual ministra da Casa Civil, Dilma Roussef (PT). "Faço parte de um grupo e tenho uma parceria importante com o Governo. Já disse a Dilma que se ela for candidata, contará com meu apoio", avisou. Blairo Maggi é cotado nos bastidores como um dos nomes para compor a chapa com Dilma Roussef como candidato a vice-presidente. Todavia, o governador também tem a possibilidade de disputar uma cadeira de senador. "Não sei se serei candidato a algo. Vivo num dilema entre voltar as minhas empresas ou continuar na política", disse. Sobre o fato do PR nacional não ter ainda sinalizado apoio a ministra, o governador matogrossense explicou que este assunto será tratado mais a frente pelo partido.

Parlamento:
Blairo não descarta candidatura e afirma
que vai apoiar Dilma Roussef em 2010
O governador Blairo Maggi (PR) voltou a defender a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef (PT), a presidência da República, em 2010, e afirmou que vai apoiá-la na campanha. A declaração foi dada em entrevista No entanto, o assunto ainda não foi analisado pela cúpula do Partido da República e, segundo o governador, isso será feito na reunião agendada para o dia sete de fevereiro, no município de Sapezal, distante 480 quilômetros de Cuiabá. A ocasião também vai servir para que o partido coloque em pauta, discussões sobre um novo projeto político para o Estado. Questionado sobre a possibilidade de ser candidato para o senado ou até compor a chapa com Dilma como candidato a vice-presidente, Blairo Maggi preferiu desconversar e disse que está muito cedo para falar sobre o assunto. “Ainda não há nada definido, pode ser que sim ou não. Vamos conversar no partido sobre isso mais para frente”, declarou. nesta quinta-feira, durante a solenidade de entrega de um conjunto habitacional em Cuiabá.

VÍDEO EM 29/01/09 - Dilma diz que Brasil vai vencer a crise

Lula confirma Dilma Rousseff como candidata do PT

Nuno Amaral - Público: O Presidente do Brasil, Lula da Silva, confirmou ontem, pela primeira vez, que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff vai ser a candidata do Partido dos Trabalhadores à Presidência da República nas eleições de 2010. Pela primeira vez desde que o debate sobre o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) às presidenciais de 2010 começou, Lula da Silva foi inequívoco: “É Dilma Rousseff". No Fórum Social Mundial, em Belém do Pará, perante cerca de uma centena de membros do Conselho Internacional daquele evento, Lula deixou de fora quaisquer dúvidas. “Se o Fórum voltar a realizar-se em 2011, já vai ser a Dilma”, noticiou a edição online do Estado de São Paulo.
Há muito que o nome da ministra da Casa Civil é referenciada como a favorita do Presidente brasileiro e Lula da Silva já dera vários sinais nesse sentido. A escolha de um candidato à sucessão do antigo sindicalista não tem sido uma tarefa fácil. Lula tem obtido níveis de popularidade da ordem dos 80 por cento, segundo vários estudos de opinião. O nome da antiga guerrilheira ainda causa algumas divisões no Partido dos Trabalhadores (PT). Perante a recusa do Presidente em alterar a constituição para se candidatar a um terceiro mandato, o partido tinha de encontrar um nome forte para enfrentar o governador de São Paulo, José Serra, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).
Em sintonia com o líder histórico do PT, a ministra da Casa Civil, falando também no Fórum Social Mundial disse que “ainda” não é candidata à Presidência da República, mas considerou que o Brasil está preparado para ter uma mulher à frente do país. Dilma Rousseff foi recebida em Belém do Pará por um coro de mais de 500 pessoas que gritavam: “Brasil urgente, Dilma presidente” . Confessou ter ficado “comovida” com a manifestação. “O Brasil está preparado para ter uma mulher presidente, um presidente negro, um presidente índio. O Brasil é uma sociedade democrática. Sinto nessa manifestação aqui no Pará um calor humano, uma força muito grande. É comovente estar aqui. É uma coisa que toca o coração”, enfatizou.
Falando no fórum, a ministra foi além do debate sobre as eleições de 2010, defendeu o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Bolsa Família – duas traves mestras da acção dos mandatos de Lula – bem como as mudanças na política brasileira para a América Latina introduzidas nos últimos anos.

Dilma diz que "ainda" não é a candidata do PT

Gazeta do Sul: "Ainda não." Foi dessa forma que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) respondeu ontem ao ser questionada se já é candidata do PT à Presidência em 2010. A declaração foi dada no Fórum Social Mundial, em Belém, onde ela teve um dia de presidenciável, com direito à claque ovacionando seu nome e uma sessão informal de autógrafos ao público. "Sem sombra de dúvidas, é óbvio que eu sinto nesta manifestação, neste conjunto de pessoas, um calor, uma energia, uma força muito grande", afirmou a jornalistas, sobre os quase 1.000 visitantes do PT e da CUT que lotaram a tenda na qual Dilma discursou. "Mas ele [Lula] ainda não conversou comigo sobre esse assunto. Na real não tem nenhuma questão colocada a esse respeito ainda de forma oficial, até porque não houve essa conversa", disse a ministra. Mesmo assim, Dilma disse que era "comovente" estar ali e ser "objeto" das manifestações. "Não há dúvida quanto a isso. Tenho certeza que se vocês estivessem ali sentiriam o mesmo. Aí toca não a cabeça, toca o coração", afirmou. O tom eleitoral da atividade começou antes mesmo da ministra chegar, com militantes gritando "Brasil urgente, Dilma presidente" e "Olê, olê, olê, olá, Dilma, Dilma". Antes, em um debate sobre as realizações e perspectivas do governo Lula, lideranças petistas já falavam sobre a necessidade de, em 2009, o partido ter um nome forte para enfrentar o "jogo bruto, muito bruto" que seus opositores vão jogar no pleito do ano que vem, segundo disse o deputado federal José Eduardo Cardozo (PT-SP). Logo no início do debate de que a ministra participou, uma das primeiras frases da governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), mostrou o que seria o evento: "Estamos perto de ter uma candidata mulher à Presidência da República." A governadora, a ministra Nilcéa Freire (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres) e a senadora Fátima Cleide (PT-RO) elogiaram repetidamente Dilma. "Ela é uma grande mulher, nome respeitado em todo o país, um nome desejado em todo o país", disse Freire, para quem Dilma dará "continuidade ao governo Lula". "Em um país que não pode parar, o governo não pode prescindir de ter mulheres na presidência da República", disse Cleide. Cada vez que uma delas falava sobre a ministra, o público gritava, assoviava e levantava as bandeiras do PT.

Lula diz que se Fórum for em 2011, presidente já será Dilma

Presidente apresentou no evento a ministra aos cerca de 100 integrantes do Conselho InternacionalLula e Dilma durante reunião com conselheiros
BELÉM - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta sexta-feira, 30, a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff aos cerca de 100 integrantes do Conselho Internacional do Forum Social Mundial, que se realiza em Belém. Ao comentar a proposta dos organizadores de realizar o próximo evento em 2011, no exterior, Lula disse que se for ainda em 2010 ele participará como presidente. "Se for em 2011, já vai ser a Dilma", teria dito o presidente, segundo relato de um dos participantes do encontro. Os organizadores pediram a Lula apoio da diplomacia brasileira para a obtenção, com facilidade, de vistos nos Estados Unidos ou em algum país do Oriente Médio que podem sediar a próxima reunião do Forum. Lula disse que dará apoio. O Estado de S.Paulo.

Acesse o blog: POR UM NOVO BRASIL

DILMA: "O Consenso de Washington foi uma experiência desastrosa"

Em ato organizado pela Fundação Perseu Abramo, no FSM 2009, a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, teve seu nome cantado como candidata à presidência da República. Na manifestação, Dilma (na foto, ao lado da governadora do Pará, Ana Júlia Carepa) criticou o receituário aplicado pelo chamado Consenso de Washington, que pregava a submissão do Estado ao mercado. "Essa crise é também a crise de um pensamento que defendeu que o Estado devia ser curvar ao mercado, e que o mercado era perfeito. Pois eu quero dizer a vocês que o mercado tem de ser controlado, sim", defendeu. Katarina Peixoto - Agência Carta Maior
BELÉM - Um debate organizado pela Fundação Perseu Abramo, do PT, reuniu na tarde desta quinta-feira (29) lideranças femininas do partido na Casa de Cuba, lotando o espaço em clima de euforia. Entre os presentes, a ex-candidata a presidente da França, a dirigente do PS francês Ségolène Royal ecoou as palavras da senadora petista Fatima Cleide: “Nós somos metade do país e mães da outra metade”. “C'est genial”, disse, sorrindo, Ségolène. Mas a grande atração da manifestação foi mesmo a ministra-chefe da Casa Civil do governo Lula, DIlma Roussef. O ato, aberto pela governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), foi dedicado ao “papel da mulher na política”. E acabou se transformando em uma demonstração de apoio à candidatura de Dilma Roussef, à presidência da República nas eleições de 2010. Na Casa de Cuba, que se tornou conhecida por suas festas e shows nos Fóruns e que nesta edição exibe um imenso painel e várias atividades celebrando os 50 anos da Revolução Cubana, uma multidão de militantes e participantes do Fórum gritavam “Olê, Olê, Olê Olá, Dilmaaaa, Dilma”. A pré-candidata petista à sucessão de Lula foi apresentada na mesa também composta pela Ministra Nilcéia Freire e pela senadora de Rondônia Fatima Cleide. “Não posso deixar de lembrar, em primeiro lugar, do local onde nós estamos. E este é um momento importante para que todos nós possamos solicitar ao presidente dos EUA que acabe com esse odioso bloqueio econômico a Cuba. Ele pode e deve fazer isso. Nossa solidariedade ao povo cubano”, disse a governadora do Pará, que aproveitou o momento para dar um testemunho de sua história política. “Sou a única filha mulher, em sete homens. E aprendi desde cedo que tinha de conquistar meu espaço na sociedade”, assinalando a dimensão crítica da passagem do conflito no âmbito privado para o público, característica da luta contra os preconceitos de gênero e sexualidade.
O que sobressaiu, além da demonstração de força tanto do partido como da candidatura, foi a desenvoltura com que as dirigentes falaram. Não era uma clássica plenária feminista, mas um encontro de mulheres dirigentes da política, com experiência e, sobretudo, autoridade. Daí que o registro da opressão contra as mulheres também mudou, isto é, engrandeceu-se: o preconceito não se destina ao fato de que são mulheres, mas porque são de esquerda. “Queria começar minha fala rendendo uma homenagem a uma mulher que não está mais entre nós, mas que foi muito importante para a revolução cubana, Vilma Spín, disse a ministra Nilcéia Freire, da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres do governo federal. Freire se referiu à eleição da atual presidente do Chile, Michele Bachelet, como um grande avanço no combate ao que chamou de déficit de representação da mulher nas nossas sociedades. Para ela, a questão da mulher na política é uma questão da democracia, “que não pode estar completa enquanto não estivermos equitativamente representadas nos espaços de poder”.
A ministra terminou sua fala citando a presidente do Chile: “Quando a mulher entra na política, muda a mulher. Quando muitas mulheres entram na política, muda a política”. De repente, a governadora vê Segolène Royal sentada ao lado do palco e a chama. A dirigente socialista francesa sobe e cumprimenta calorosamente a cada uma das participantes do ato. Então, foi a vez da senadora Fatima Cleide (PT), de Rondônia, que reproduziu uma frase atribuída a Benedita da Silva: “Nós mulheres, somos a metade da população e mãe da outra metade”. Foi aí que Ségolène Royal não se conteve e disse para os franceses que a acompanhavam: “c' est genial”. Então, Dilma Roussef pegou o microfone, falando como candidata. “Queria dizer a todos vocês, a todas as mulheres, a todas as companheiras, que eu me sinto muito feliz de estar aqui, na tenda dos 50 anos da revolução cubana, que foi um acontecimento que teve um papel histórico na minha geração. Queria saudar minha companheira Ana Júlia. Não é fácil superar preconceitos. Por isso, você, Ana Júlia; você está abrindo o caminho para várias mulheres”.Dilma falou das realizações do governo, como a Lei Maria da Penha, mas salientou logo em seguida: “estou aqui hoje para falar de uma posição, enquanto militante e enquanto mulher”. E se apresentou, como militante de esquerda, aos milhares de participantes que escutavam, em silêncio. “Minha militância coincide com o golpe de 64, quando começava uma trajetória, no Brasil, de intolerância, tortura, morte. Este é um processo muito importante, na história do país, porque os militantes que dele participaram saíram não apenas com todas as marcas, algumas físicas: saíram com a certeza da necessidade da construção de uma democracia e da participação.” Esse registro autobiográfico veio com a confirmação de um reconhecimento que a atual Chefe da Casa Civil faz questão de registrar: “esse processo político é o de resistência de toda uma geração”. Ela lembrou dos valores “fundamentais que foram construídos naquela época”, para contar a história do contexto de suas escolhas, perante a ditadura que se seguiu ao golpe de 64. “Eu acredito que minha geração, naquele momento, foi afastada da política. Enquanto mulheres, enquanto homens, fomos obrigados a ir ao subterrâneo da vida política”. E mesmo na opacidade a que a expressão política da resistência foi jogada, registrou Dilma, alguns nomes de “grandes brasileiros” foram incorporados, como Sérgio Buarque de Hollanda, Mario Pedrosa, Florestan Fernandes e Celso Furtado, lembrou, sob aplausos.
Depois de analisar o processo de redemocratização brasileiro, ela registrou a autocrítica perante as escolhas pós AI-5, para afirmar, em seguida: “Todos aqueles que saíram da luta subterrânea, da clandestinidade, construiram esse momento luminoso da redemocratização. Mudaram, fizeram autocrítica, mas não mudaram de lado”. Dilma então falou daquilo que compõe mais radicalmente sua trajetória como dirigente política e partidária, que é o debate sobre desenvolvimento econômico e combate à desigualdade. Atacou o “a experiência desastrosa do Consenso de Washington”, cuja ênfase no ajuste fiscal retirara a agenda, mesmo a concentradora de renda e poder, do desenvolvimento com crescimento econômico e diagnosticou o que considera a virtude do governo Lula: “Eu acredito que a grande virada do nosso país na história recente foi uma espécie de "decifrar a charada" do governo Lula. Assim como outros partidos que integram esse campo: nós sempre dissemos que não haveria crescimento econômico neste país sem os seus 190 milhões, incluídos”. Aí está a resolução da charada, segundo Dilma:
“Tiramos a proibição da palavra desenvolvimento e colocamos esta palavra onde ela deve ser.” “Temos um conjunto de propostas para a Amazônia”, falou em tom governamental, para lembrar do plano de chegar ao desmatamento zero em 2017, com base na regularização fundiária e numa política “consequente” de extrativismo de madeira. Mas defendeu que o fundamental hoje é “gerar empregos no Brasil”, para sustentar que inclusão não é suficiente, porque é preciso “o reconhecimento de direitos”, como o dos quilombolas e dos índios. Defendeu a reforma política, com financiamento público e listas fechadas para qualificar as relações institucionais entre partidos e sociedades e, finalmente, se despediu avaliando a grave crise financeira e moral por que passa o mundo:
“Eu queria falar um pouco para vocês sobre uma questão que é crucial, hoje. Queria fazer uma reflexão sobre a crise que estamos atravessando. Esta crise não começou nos países pobres. Ela é uma crise dos países desenvolvidos. E ela tem uma característica muito forte da relação entre o setor produtivo e o setor financeiro, que não produz coisa alguma. Essa crise dos derivativos é também a crise de um pensamento que defendeu que o Estado devia ser curvar ao mercado, e que o mercado é perfeito e se autoregulava e que esse mercado dava conta de tudo, de preferência, quanto menos, melhor. Pois eu quero dizer a vocês que o mercado tem de ser controlado, sim.” A afirmação de Dilma ganhou uma ilustração expressiva no cenário internacional. Neste mesmo dia, um milhão e meio de franceses e francesas saíram às ruas do país para protestar contra o desemprego e o ataque do governo Sarkozy aos serviços públicos. Em várias partes do mundo, é o Estado que vem sendo convocado a resolver os problemas causados pelo modelo que teve em Davos um de seus principais centros de formulação e propaganda. Fotos: Eduardo Seidl

Plateia petista aclama Dilma como candidata no PARÁ

Era para ser mais uma mesa-redonda para discutir o papel da mulher na política, mas na prática virou uma espécie de comício, em pleno Fórum Social Mundial, em Belém, no Pará. Assim que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, adentrou o palco, apresentada como uma das debatedoras, os petistas que lotavam o auditório entoaram o jingle da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, agora com outro nome: "Olê, olê, olê, olá... Dilma, Dilma" E imediatamente engataram outro refrão de campanhas petistas: "Brasil! Urgente! Dilma presidente!" O tema do debate, promovido pela Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, não poderia ser mais apropriado para a ministra, apontada como a preferida de Lula para sucedê-lo na Presidência. Logo na abertura, a governadora paraense Ana Julia Carepa, primeira mulher eleita para a chefia de um Estado sob a sigla do PT, saudou: Estamos chegando a um momento muito importante da nossa República, o momento de termos uma mulher na Presidência. Depois do debate, durante entrevista coletiva, Dilma respondeu se considera que o País está preparado para eleger uma mulher presidente. Disse que o povo brasileiro está preparado tanto para eleger uma mulher quanto um negro ou um índio. Antes da entrevista, ao discursar para a plateia, ela já havia dito que nosso País é tão democrático que um torneiro mecânico chegou à Presidência?.Estadão.Ao lado de Dilma Rousseff, Fátima Cleide defende
maior participação da mulher na política

A participação da mulher na política esteve em destaque na programação do Fórum Social Mundial na tarde desta quinta-feira (29). Mesa sobre o tema, promovida pela Fundação Perseu Abramo na tenda "Cuba 50 anos", contou com a participação da senadora Fátima Cleide (PT-RO), da governadora do estado do Pará e ex-senadora Ana Júlia Carepa, da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff e da ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire. Para Fátima Cleide, a presença feminina nos espaços de representação significa transformação. Ela lamentou pesquisa do Instituto União Interparlamentar que coloca o Brasil na 105ª posição quando mede a ocupação feminina dos cargos das câmaras federais do mundo.
- O Brasil não pode prescindir da presença das mulheres no Congresso, nas Câmaras, nas Prefeituras, na Presidência da República. Não é só para colocar mais mulheres no poder, mas para fazer a grande diferença - disse.
Já para a ministra Dilma - que foi recebida pelos participantes do Fórum que lotaram a tenda em homenagem à Revolução Cubana aos gritos de "Brasil! Urgente! Dilma presidente!" -, a presença das mulheres nas instituições políticas demonstra o grau de amadurecimento democrático das sociedades. A ministra também falou sobre a "dupla condição da mulher" e observou que, enquanto "guardiãs do espaço privado", as mulheres tendem a ter uma compreensão mais ampliada do espaço público.
- A dimensão do universal, pela mulher, vem de sua sensibilidade em relação ao espaço privado - disse. Para a ministra chefe da Casa Civil, o reconhecimento, por parte do governo federal, da necessidade de criação de uma secretaria para garantir a presença igualitária das mulheres na sociedade foi um passo importante contra a discriminação sexual no Brasil. E a materialização desse processo, pontuou ela, foi a aprovação da Lei Maria da Penha, que criou mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Dilma Rousseff também defendeu as políticas de inclusão social do governo Luiz Inácio Lula da Silva, sua política econômica e o papel do Estado como indutor do crescimento e do desenvolvimento. Senado.

Lula anuncia um milhão de casas populares

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou, ao participar do Fórum Social Mundial, que o governo vai anunciar, nos próximos dias, um plano para construção de um milhão de casas populares, sendo 500 mil já em 2009 e as outras 500 mil em 2010. Lula não mencionou valores, mas destacou que o plano faz parte do esforço do governo para combater os efeitos da crise financeira mundial e incrementar a geração de empregos dentro do país. Como parte do mesmo esforço de superação da crise, o presidente da República anunciou também que a Petrobras vai investir 174 bilhões de dólares até 2013. Fonte: Diário do Pará.

Fiu-fiu para DILMA

Na reunião de presidentes no Fórum, foi só o venezuelano Hugo Chávez citar o nome de Dilma Roussef para o telão do centro de convenções de Belém mostrar a ministra-chefe da Casa Civil brasileira, agora com visual renovado por cirurgia plástica. A presidenciável apareceu e vários presentes no local assobiaram "fiu-fiu".
COMENTÁRIOS: O potencial da Ministra Dilma Rousseff já começa no eleitorado do presidente Lula. A Ministra tem tudo para crescer na opinião do povo brasileiro, conhecida como a MÃE DO PAC, ela é fundamental peça do Governo Lula para o crescimento do Brasil.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

BLOG DA DILMA NAS RUAS

Mais uma opinião sobre a possível candidatura da Ministra Dilma Rousseff. O Povo fala e o Blog da Dilma 13 publica sem nenhuma manipulação do IBOPE e do DATAFOLHA:DANIELE DA SILVA PEREIRA - Empacotadora do Pão de Açúcar - Comecei a votar em eleições em 2002 e o meu primeiro voto foi para o presidente Lula, que o amo demais. Em 2006, voltei a marca 0 13 para eleger novamente o presidente Lula. Só voto no Partido dos Trabalhadores. Estou gostando muito do Governo Lula que merece uma nota 9. Votarei na Ministra Dilma Rousseff principalmente por ela ser mulher e escolhida pelo presidente Lula.

Dilma afirma que Brasil está preparado
para ter uma mulher na Presidência

Belém - A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, dise hoje (29) durante apresentação no Fórum Social Mundial que “ainda” não é candidata à Presidência da República, mas que o Brasil está preparado para ter uma mulher no comando do país. Dilma foi recebida por um coro de mais de 500 pessoas que gritavam: “Brasil urgente, Dilma presidente” e disse que ficou “comovida” com a manifestação. “O Brasil está preparado para ter uma mulher presidente, um presidente negro, um presidente índio. O Brasil é uma sociedade democrática. Sinto nessa manifestação aqui no Pará um calor humano, uma força muito grande. É comovente estar aqui. É uma coisa que toca o coração.” A ministra disse que ainda não é candidata porque ainda não houve conversa oficial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a respeito da sucessão. Agência Brasil.
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Dilma participa de mesa sobre mulheres nos espaços de poder


A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, participa na tarde desta quinta-feira de debate que discute a ampliação do espaço de poder para as mulheres brasileiras.A mesa de debates, que acontece a partir das 15h na Tenda de Cuba (campus da UFPA) sob o tema “Mulheres nos espaços do poder”, será coordenada pela socióloga Laisy Moriére, secretária Nacional de Mulheres do PT.A coordenadora lembra que as mulheres participam da vida política há muito tempo, embora isso não se reflita na ocupação dos cargos públicos, onde esse número é bastante reduzido.“É uma discussão antiga. Mas no governo Lula obtivemos avanços, pois foi criada uma secretaria específica com uma política definida, algo inovador”, destaca Laisy, referindo-se à Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, comandada pela ministra Nilcéia Freire – que também participa do debate de hoje.Para ela, as mulheres estão se organizando para mudar esse quadro de desigualdade. Ela dá como exemplo o fato de, pela primeira vez, a Casa Civil do Governo Federal ter à frente uma mulher. “Isso é um avanço, embora hoje no governo só tenhamos duas mulheres em cargos do primeiro escalão”.Tratar da questão da mulher na ocupação dos espaços de poder, segundo a secretária, é uma discussão pertinente e permanente. “Temos que criar um caminho para que isso aconteça na prática”, afirmou.Além de Dilma, Nilcéia e Laisy, participam da discussão de hoje a senadora Fátima Cleide, do PT de Rondônia. PT.

A importância de eleger a ministra Dilma.

Fiz questão de assistir ao JN e ao jornal da Band ontem, 28/1. Só para ver o histerismo, as caras e bocas revoltadas dos jornalistas ao noticiarem o aumento do número de beneficiados pelo Bolsa Família. Não deu outra, foi geral, estavam e estão indignados: como assim, beneficiar os mais pobres do país? Devem gostar de ver o país com 54 milhões de miseráveis, como deixou FHC. A medida já foi rotulada de eleitoreira, claro, sendo que estamos a quase dois anos das eleições e o presidente Lula, infelizmente, não pode concorrer ao 3º mandato. Diz a FSP hoje: O Bolsa Família atenderá mais 1,3 milhão de famílias, e a merenda será estendida aos 7,3 milhões de alunos do ensino médio da rede pública, podendo atingir potenciais eleitores com 16 anos ou mais. São muito cretinos. Quer dizer que sendo jovem, pobre, por ser eleitor tem que passar fome? Por ter eleição em 2010, o governo não pode fazer nada que beneficie o povo dois anos antes da eleição? O senador Agripino Maia do DEM, cobra aos berros: de onde virá o dinheiro? Ora senador, do mesmo lugar de onde sai o dinheiro que paga seu robusto salário, compra seus luxuosos carros: dos impostos pagos por todos os cidadãos. Só que, ao invés de ir para o bolso de alguns políticos abastados e manter seus luxos, vai ser redistribuído para 1,3 milhão de famílias carentes.
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome explicou a decisão como uma necessidade de ampliar a rede de proteção social, com base em estudos do IBGE e do Ipea. Não é uma atitude irresponsável, uma jogada de eleitoreira.Antiga reivindicação de educadores, a distribuição de merenda no ensino médio estava prevista em projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso no ano passado. A proposta foi aprovada na Câmara em 2008, mas o Senado não chegou nem a apreciá-la. Sem a edição da MP, não seria possível distribuir a merenda este ano. Para Erasto Fortes, professor da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília), a iniciativa é positiva. Ele aponta falta de coerência no fato de o programa antes beneficiar apenas estudantes do ensino fundamental. "Muitas vezes, numa mesma escola, uma parte dos alunos tinha acesso à merenda, e a outra, não."
Essa atitude da oposição PSDB/DEM, junto com a mídia golpista, mostra como seria um eventual governo Serra do PSDB/DEM se ele, por uma imensa desgraça, conseguir eleger-se presidente em 2010. O ódio da oposição aos programas sociais do governo Lula que beneficiam os mais pobres, os mais necessitados, é imenso: serão extinto no primeiro dia de governo, se o PSDB/DEM voltar ao poder. São eles que transformam as ações do governo Lula em eleitoreiras, com esse histerismo todo. Se aceitassem com naturalidade, colaborassem, apoiassem o que o presidente Lula faz de bom para povo, para o país, eu não estaria aqui alertando os eleitores para o perigo que eles representam se voltarem ao poder. Mas não, e essa atitude da oposição demonstra que é importante, fundamental, eleger a ministra Dilma em 2010 para dar continuidade ao programas sociais, econômicos e educacionais do governo Lula, que eles querem destruir. Jussara Seixas.

Dilma inicia campanha pela
sucessão dentro de 10 dias

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, inicia sua campanha à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 15 dias. Sem a presença do seu padrinho - que ainda não fez o convite oficialmente, mas já espalhou para meio mundo que a candidata é ela -, Dilma acionará no dia 6 a perfuradora que cavará o túnel para a extensão do metrô entre Novo Hamburgo e São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Manterá o périplo, também sem a presença de Lula, em inaugurações ao longo do ano de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do qual é a comandante. Ela segue um conselho de Lula: "Torne-se mais conhecida." A ideia de Dilma, de fazer inaugurações sem a presença de Lula, porém, não é só dela. Como Lula ainda não fez o convite oficialmente, os ministros da Educação, Fernando Haddad, e do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, guardam alguma esperança de que o presidente lhes dê chance de entrar na disputa. Haddad, por exemplo, montou um cronograma de inauguração de escolas técnicas federais este ano. Serão 89 estabelecimentos no Nordeste, 19 no Sudeste, 16 no Sul, 12 no Norte e nove no Centro-Oeste. Fonte: Correio do Estado - Campo Grande.

Por Dilma, Lula cede a PMDB nas disputas
das presidências da Câmara e do Senado

É verdade que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva preferia que o peemedebista Michel Temer (SP) comandasse a Câmara e o petista Tião Viana (AC) o Senado. É verdade que Lula ficou chateado com o desejo do ex-presidente José Sarney (AP) de entrar na disputa pelo comando do Senado. Mas também é verdade que Lula se rendeu à realidade: o PMDB deverá comandar as duas Casas do Congresso, com Temer na Câmara e Sarney no Senado. Lula engole isso para tentar vitaminar a provável candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República em 2010. Lula rifou Tião Viana. O presidente avalia que seria melhor o PT do Senado fazer um acordo com Sarney do que entrar numa disputa para ser massacrado. Esse recado já foi dado a Viana e a seus colegas do Senado. Mas é do estilo lulista não cobrar faturas diretamente. Se o PT do Senado quiser ser derrotado, problema dele, pensa o presidente. É um erro, porque o problema será do presidente. O Senado é uma Casa na qual o governo Lula vem comendo o pão que o diabo amassou, pois tem maioria simbólica. Não possui maioria efetiva.
Ao longo desta semana, o Palácio do Planalto espera que o PT faça um acordo com o PMDB no Senado. Lula já pediu a emissários que transmitam esse recado ao seu partido. O PT tende a ser derrotado pelo PMDB. Se desistir antes da eleição para o comando do Senado, poderá fazer um acerto para obter a presidência de uma comissão importante e também de um cargo na Mesa Diretora. O PT terá de decidir entre insistir numa candidatura que perde viabilidade a cada dia, a de Tião Viana, e um acordo que permita ao partido ceder com alguns benefícios políticos. Muitas vezes, pesa na política o fator pessoal. Isso pode levar o PT a uma disputa na qual será derrotado por um Sarney apoiado pela maioria dos senadores do PSDB. Isso daria crédito aos tucanos perante peemedebistas que são cobiçados pelo PT para integrar uma aliança com Dilma em 2010. A decisão, portanto, está na mão de petistas, que, como mostra a história recente, têm perseguido o erro político. *
Sem saída- Muitos petistas dizem que será arriscado o PMDB tentar eleger Michel Temer presidente da Câmara se José Sarney disputar o comando do Senado. Fazem ameaças de deserção no voto secreto. Ora, isso é pura burrice. Boicotar Temer é jogar o PMDB no colo do governador de São Paulo, Jose Serra, potencial candidato a presidente em 2010. O PT parece ter sido derrotado nas disputas pelos comandos da Câmara e do Senado. Não enxergar isso é miopia política. Como o PT tem dado mostras de enorme capacidade de cometer erros, é bem possível que Serra se dê bem com o resultado que será conhecido no começo de fevereiro. Folha.

Governo vai lançar medidas para reduzir desigualdades sociais, anuncia ministro


Brasília - Em parceria com estados e municípios, o governo federal lançará em março pactos, com metas, nas cinco regiões brasileiras para acelerar a redução de desigualdades sociais no país. O anúncio foi feito pelo ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, na abertura da reunião entre ministros e governadores do Norte e Nordeste.No encontro, que reúne 17 governadores, no Palácio do Planalto, estão sendo discutidas estratégias de atuação integrada para reduzir o analfabetismo, a mortalidade infantil, acabar com o sub-registro civil e fortalecer as ações na agricultura familiar.A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse aos governadores que as desigualdades regionais devem ser colocadas na ordem do dia. Para que sejam solucionadas, acrescentou ela, é que é preciso superar as diferenças no desenvolvimento social, classificadas por ela como “inaceitáveis”.Dilma destacou a atuação articulada entre os estados e a União. “Quando não se tem ações articuladas, não se tem um projeto de desenvolvimento. Nosso desafio é articular essas ações”.Ela afirmou também que é possível uma contribuição da União para solucionar os problemas, “principalmente agora que enfrentamos uma crise em que o investimento público será fundamental”.Durante todo o dia, os governadores permanecem reunidos. Ao final da tarde, o encontro será encerrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Os temas centrais da discussão se concentram em áreas como analfabetismo e mortalidade infantil. No passado, após a divulgação dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o presidente Lula não gostou de saber que o Norte e Nordeste lideram o ranking nacional nessas áreas.Participam da reunião os governadores do Norte, no caso Amazônia Legal – Amazonas, Amapá, Acre, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins - e do Nordeste – Alagoas, Bahia, Ceará, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe.Nas discussões com os governadores estão presentes os ministros de Relações Institucionais, José Múcio; da Educação, Fernando Haddad; da Saúde, José Gomes Temporão; do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel; da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi; e da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger.Em meados deste mês, o ministro José Múcio havia informado que o ciclo de reuniões com governadores seria iniciado com os representantes do Norte e do Nordeste e que a partir de fevereiro serão realizados encontros com os governadores das outras três regiões do país. Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

MAIOR COMUNIDADE DILMA 13 NO ORKUT

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GOVERNO LULA AMPLIA LIMITE DE RENDA
DOS BENEFICIADOS DO BOLSA FAMÍLIA
Folha Online, em Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu nesta quarta-feira autorizar que famílias que tenham renda mensal per capita de até R$ 137 recebam os benefícios do Bolsa Família. Até então, a autorização era apenas para as famílias com renda mensal per capita de R$ 120. A decisão foi tomada por Lula depois de reunião com o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social). A primeira inclusão de beneficiados ocorrerá a partir de maio. Pelos dados do ministério, a medida vai permitir a inclusão de 1,3 milhão de famílias em todo país. A previsão é que para o pagamento dos benefícios sejam gastos R$ 549 milhões neste ano. Não há ainda cálculos para 2010, segundo os técnicos. Cada família pode receber até R$ 60 por mês. De acordo com interlocutores do Palácio do Planalto, a decisão foi tomada a partir de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas). Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, a renda da família é calculada a partir da soma do dinheiro que todas as pessoas da casa ganham por mês (como salários e aposentadorias). Esse valor deve ser dividido pelo número de pessoas que vivem na casa, obtendo assim a renda per capita da família. Os interessados devem procurar o setor responsável pelo Programa Bolsa Família no município e apresentar documentos pessoais, como título de eleitor ou CPF, para se cadastrar no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal).
Ministra Dilma - Ontem em São Paulo, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) elogiou a eficiência do programa Bolsa Família. "Penso que uma característica muito importante do nosso governo é a inclusão social, que conseguimos através do Bolsa Família, por meio de todo um processo de desenvolvimento econômico que nós temos sustentado ao longo desses anos e agora, sobretudo, diante da crise", disse ela. Dilma é apontada como a candidata favorita do presidente Lula à sucessão presidencial. Nesta quinta-feira, ela e mais oito ministros se reúnem com governadores do Norte e Nordeste, além do Mato Grosso, para a discussão de programas sociais do governo federal, inclusive o Bolsa Família. O programa Bolsa Família e as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) são considerados os principais projetos do governo federal. Ambos são tratados como questões sociais.