terça-feira, 31 de março de 2009
VÃO ACABAR COM O BOLSA FAMÍLIA?
NÓS QUEREMOS DILMA PRESIDENTE
Você já falou para seus familiares, parentes e amigos que a Ministra Dilma Rousseff será a candidata do presidente Lula e do PT nas próximas eleições presidenciais? Ainda não? Então comece agora espalhar a boa notícia, você será importante para que o Brasil não volte para mãos dos TUCANOS e os Programas Sociais do Governo Lula não acabe, como o BOLSA FAMÍLIA.

DILMA diz que contigenciamento
não atige PAC e o BOLSA FAMÍLIA
Ao comentar os cortes no Orçamento provocadas pela crise financeira mundial, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse nesta terça-feira à noite em Santos, que o país terá de se comportar para driblar os efeitos da turbulência dos mercados. Segundo ela, a queda da arrecadação era esperada, mas garantiu que duas das principais frentes do governo - o PAC e BOLSA FAMÍLIA -não será contigenciadas. Fonte: O Globo.


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PASTOR DARCKSON LIRA COM DILMA ROUSSEFF
Conversei há pouco com o conferencista interncional Pastor Darckson Lira e disse que torce pela eleição da Ministra Dilma Rousseff para presidência da República em 2010. O Pastor Darckson é presidente da Igreja Batista Vale de Benção em Brasília e o endereço na internet é www.igrejavaledebencao.com.br. Assista abaixo um pequeno trecho da pregação Vitaminas Espirituais:Errei minha previsão: Dilma já ultrapassou Aécio
José Dirceu: É, meus amigos, dou a mão à palmatória, eu errei minha previsão... Afirmei aqui neste blog que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, alcançaria o governador-presidenciável de Minas, Aécio Neves, nas pesquisas de intenção de voto para o Planalto até o São João (24.06), e ela já o ultrapassou. Pela pesquisa CNT/SENSUS divulgada agora, Dilma ultrapassou Aécio antes mesmo da Páscoa daqui a 10 dias. Na votação espontânea, em que o entrevistado aponta livremente seu candidato, 3,6% apóiam a ministra, contra 2,9% para Aécio Neves. E, acreditem, quem encabeça este segmento da pesquisa, com 16,2% das intenções de voto, é o próprio presidente Lula! Comparando com os dados da pesquisa CNT/SENSUS anterior, divulgada em janeiro, a ministra cresceu uma média de 3% em apenas dois meses, em diferentes cenários e disputas das chamadas listas estimuladas. Na 1ª lista, por exemplo, concorrendo com o tucano José Serra (PSDB-SP), este teria 45,7% e Dilma teria 16,3% das intenções atualmente. Em janeiro, o índice era, respectivamente, 42,8%e e 13,5%. Na 2ª lista estimulada, concorrendo com Aécio, o tucano teria 22% dos votos contra 19,9% da ministra, um empate técnico considerando as margens de erro da pesquisa. E mais: simulando a disputa pelo 2º turno das eleições presidenciais, a pesquisa revela que Dilma ganharia de Aécio com 29,1% dos votos contra 28,3% do tucano mineiro. Embora Dilma ainda não tenha sido oficialmente lançada candidata - o PT e o presidente Lula é que lançaram seu nome - até porque é cedo demais para isso, não há dúvidas de que a preferência pelo nome dela cresce paulatinamente em todo o Brasil. É uma candidatura que se consolida a cada dia e as pesquisas só confirmam o que relato a vocês. Vejam a nota que publico aqui no blog exclusivamente com os dados detalhados dessa última pesquisa.O BRASIL QUER DILMA PRESIDENTE
A mulher do presidente
Marie Claire - Por Carla Gullo e Maria Laura Neves:A Dilma Rousseff que todos conhecem lutou contra a ditadura, foi presa e torturada. Virou ministra, enfrentou várias crises no governo e é candidata não oficial à presidência nas próximas eleições. A Dilma que quase ninguém conhece sentia culpa de ir trabalhar e deixar a filha em casa, ri de si própria e se diverte com os programas de sátira a seu respeito. Diz que se sentiu nua quando a imprensa começou a vasculhar sua vida pessoal. Em entrevista exclusiva à Marie Claire, ela fala que preferia os tempos em que os homens cortejavam as mulheres, acha que esse negócio de ficar não funciona bem para nós e diz que é a favor da legalização do aborto.
O gabinete da ministra da casa civil, Dilma Rousseff, 61 anos, é amplo e bem arrumado. Um sofá, duas poltronas, uma mesa de centro com livros ilustrativos do Brasil. Atrás da grande mesa de trabalho, um bufê com alguns porta-retratos: uma foto da filha, Paula, advogada de 31 anos, seu maior xodó, outra com o presidente. Uma imagem de Iemanjá, 'presente do governador da Bahia, Jaques Wagner', e outras duas de santas barrocas. Em uma das paredes, duas fotos ampliadas dela com Lula. A mais famosa é a que ele coloca as mãos sujas de petróleo nas costas da ministra, em uma espécie de 'batismo' de óleo. Um telefone que é usado somente para falar com ele. São sinais que mostram sua relação afinada com o presidente. Dilma é hoje a mulher mais forte do governo. À frente do PAC (Plano de Aceleração ao Crescimento), é a candidata natural do PT à presidência da República. Entramos no gabinete esperando encontrar a Dilma que todo mundo conhece - ou acha que conhece. Dura, séria, um tantinho mal-humorada. Encontramos uma mulher sorridente, que nos cumprimentou com dois beijinhos. Vestida num terninho azul-claro, regata branca, colar de pérolas, relógio, fitinha do Senhor do Bonfim amarrada no pulso (presente de Flora Gil, objeto de um pedido do qual nem lembra mais), Dilma nos deixou à vontade logo nos cinco primeiros minutos de conversa. Sem brincos e sentada em uma mesa redonda de reunião, com vista para a Esplanada dos Ministérios, Dilma puxou uma edição de Marie Claire trazida por sua assessora e apontou uma foto da atriz Larissa Maciel, que fez o papel da cantora Maysa na minissérie global. 'Como essa menina está linda nesta foto. Mais bonita do que na minissérie', disse. 'Sabe por quê? Porque aqui as feições estão suavizadas.' Assim como as dela mesma, depois da plástica feita no início do ano. Ela age como se ainda estivesse se acostumando ao novo visual - enquanto fala, ajeita os cabelos, puxa para frente, joga um pouco para o lado.
Economista de formação, mas política de carreira, Dilma fala alto, bastante e rápido. Bate com as mãos cerradas na mesa quando discursa sobre as medidas econômicas do governo. Usa o mesmo tom grave ao se referir à ditadura militar. Seus subordinados costumam ser tratados com a mesma severidade. Mas na hora da conversa, é bem-humorada. Adora falar sobre a filha. Sagitariana e separada de dois casamentos, a mineira de Belo Horizonte passou boa parte da vida adulta em Porto Alegre. Mistura os sotaques e as expressões das duas cidades. Ora usa 'tu', ora 'ocê'. Ri alto quando o assunto são as caricaturas que a imprensa fez dela depois da plástica, não se esquiva de perguntas sobre sua vida íntima e se empolga na hora de falar das influências intelectuais que fizeram parte da sua geração.
A ministra da Casa Civil começou a fazer história quando, aos 15 anos, entrou para o movimento estudantil para lutar contra a ditadura militar. Aos 19, vivia na clandestinidade. Foi uma das líderes de duas importantes organizações da esquerda radical, o Colina e a VAR-Palmares. Foi nessa época que se casou, pela primeira vez, com o jornalista Cláudio Galeno. Fez treinamentos de guerrilha, aprendeu a montar e desmontar fuzis, mas diz que nunca trocou tiros com soldados do exército ou policiais militares. Ela afirma que fazia parte da inteligência das organizações. Presa em 1970, ficou três anos na cadeia, onde foi barbaramente torturada. Ao falar sobre essa época, mostra sentimentos dúbios. Às vezes discursa com indignação. Às vezes fala baixo, pausado. Mas em nenhum momento sugere arrependimento. Deixa claro que tem orgulho do que viveu.Em liberdade, casou-se com o advogado gaúcho Carlos Araújo, também ligado à militância de esquerda. Os dois se mudaram para Porto Alegre, onde fizeram carreira política pelo PDT. Dilma foi secretária na área de energia do governo gaúcho. Os resultados do trabalho feito no Sul a conduziram ao primeiro posto no governo Lula, no Ministério de Minas e Energia, em 2003.
O segundo casamento terminou em 2000. Dilma perdeu o pai, o búlgaro Pedro Rousseff, em consequência de diabetes, quando tinha 15 anos. Em 1977, aos 30, perdeu a irmã mais nova, Zana, de um tipo raro de infecção. Ela conta esses fatos sem a voz embargada ou em tom de vítima. Dilma Rousseff parece não ter nascido para esse papel. Sempre que lembra algum momento triste, a imagem da mulher forte permanece. Nada de olhar para baixo, voz trêmula ou esquiva. Mas fica claro que prefere conversar sobre assuntos alegres. Empolga-se e dá um sorriso gostoso quando diz que se prepara para ser avó. E com o mesmo sorriso afirma que não se sente solitária pelo fato de não ter um namorado ou marido.
Na política, ganhou notoriedade depois de assumir a chefia da Casa Civil, em 2005, no lugar de José Dirceu. Se, por um lado, conseguiu manter uma imagem de respeito em um governo desgastado pela crise do mensalão, por outro protagonizou algumas crises políticas. Foi acusada de favorecer um grupo de empresários na venda da Varig Log (a empresa de transportes de carga da antiga Varig) e de ter mandado produzir um dossiê clandestino com os gastos do governo Fernando Henrique Cardoso. Só a última acusação acabou em inquérito policial e o Supremo Tribunal Federal retirou a ministra da investigação (a decisão ainda não é definitiva). Aqui, ela fala sobre maternidade, amor, tortura, cotidiano e um pouquinho de política.
Dulci quer Gilberto Carvalho na presidência do PT
Gilberto Carvalho pode dirigir PT
'Dilma não tem nenhuma vivência política', diz Ciro
Agência Estado: Depois de elogiar a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante uma inauguração no último dia 19 no Ceará, apontando-a como "a mais competente auxiliar do presidente Lula", o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) passou agora a criticá-la. "Dilma não tem nenhuma vivência política", afirmou ele, ontem à noite, ao proferir palestra na Universidade Federal do Ceará (UFC) a economistas do Estado. Ainda, em entrevista à revista Isto É. De acordo com o deputado, a ministra tem todas as qualificações para servir ao Brasil. Mas, segundo ele, falta a ela a "vivência política", que diz não ser pouco. "Não estou falando de politicagem não. Estou falando de compreender o Brasil, saber como é que as coisas acontecem", disse. "Mas isso pode ser suprido. Eu mesmo, quantos erros não cometi até ter esses 30 anos de experiência?" Ciro também minimizou o crescimento da pré-candidatura da ministra para sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgada ontem pela pesquisa CNT/Sensus. Nela, Dilma aparece na resposta espontânea - na qual os eleitores respondem sem a apresentação de lista - com 3,6% das intenções de voto, atrás do próprio Lula (16,2%) e do governador de São Paulo, o tucano José Serra (8,8%), e na frente do governador mineiro Aécio Neves (2,9%), também do PSDB. Segundo Ciro, pesquisa não mostra mais que a notoriedade. "A tal distância do processo, pesquisa é muito viciada na metodologia."Alencar evita dizer que apoiará Dilma em 2010
RICARDO NOBLAT: Perguntei ao vice-presidente José Alencar, no programa Roda Viva que irá ao ar logo mais às 22h10, se ele apoiará Dilma Rousseff caso ela seja lançada como candidata à sucessão de Lula. Alencar elogiou Dilma, mas não se comprometeu desde já em apoiá-la. Prineiro ddisse que ela ainda não é candidata. Segundo lembrou que falta muito tempo para a eleição. Alencar é o principal líder do PRB.
GLOBO NADA A VER!
DITADURA NUNCA MAIS!
Dilma Roussef responde à altura Agripino Maia
Dilma sobe na pesquisa CNT-Sensus e já ganha de Aécio
Fonte: CNT-Sensus
Serra chegou mesmo a recuperar parte dos 3,7 pontos percentuais que perdera em janeiro último, mês da edição anterior da pesquisa. Ele oscilou positivamente de 42,8% para 45,7% das intenções de voto (veja os gráficos ao lado), dentro da margem de erro da pesquisa, que é de três pontos para mais ou para menos.
Neste cenário, Dilma subiu 2,8 pontos, após ganhar 3,1 pontos na edição anterior. A distância entre as duas é de 5,3 pontos, ainda em condição de empate técnico.
Já o segundo cenário, que inclui Aécio no lugar de Serra, mostra um triplo empate técnico. Após oscilar negativamente mais uma vez, o governador mineiro está com 22,0% das intenções de voto, 2,1 pontos acima de Dilma e Heloísa, ambas com 19,9%. A diferença mais uma vez está na tendência: neste cenário Dilma subiu 7 pontos desde dezembro.
Nordeste é mais Dilma, Sul mais Serra
Os resultados da pesquisa cruzados por segmento (dados do primeiro cenário de primeiro turno) indicam que Dilma Rousseff tem mais apoio nos municípios pequenos (20,6%) e na zona rural (22,2%). Possui também mais eleitores entre os homens (19,2%) que entre as mulheres (12,5%).
Na segmentação por região, Dilma tem mais intenções de voto no Nordeste (26,5%), bastião do apoio ao governo Lula, e menos no Sudeste e Norte/Centro-Oeste (ambas com 11,4%). No Sul ela alcança 15,9%.
José Serra tem mais eleitores no Sul (52,0%), seguido pelo Norte/Centro-Oeste (48,4%). Apesar de São Paulo, a Região Sudeste figura na terceira colocação, com 47,3%, à frente apenas do Nordeste (38,5%).
Ciro no páreo
O deputado Ciro Gomes (PSB-CE), outro presidenciável da base do governo Lula, também subiu nos dois cenários em que seu nome foi apresentado: de 10,6% para 14,9% no confronto com Serra e de 14,9% para 19,2% em relação a Aécio Neves. Ciro, que voltou a se movimentar ém março após seis meses longe dos holofotes, tem se pronunciado contra uma candidatura única de todos os partidos governistas desde o primeiro turno.
Nos cenários de segundo turno, Serra continua liderando com 53,5% das intenções de voto, contra 50,8% da pesquisa em janeiro. Mas Dilma sobe de 16,6% para 21,6,%.
Contra Aécio, Dilma aparece na frente, embora em empate técnico. A candidata petista passou de 23,9% para 29,1 % nas intenções de voto. O tucano tem 28,3% contra 30,4% da pesquisa anterior.
Ciro também vence Aécio na simulação de segundo turno da CNT-Sensus. Com 6,5 pontos a mais que tinha em janeiro, ele chega a 31,2%. Já Aécio oscilou 2,3 pontos para menos e obtém 26,8%, ainda em condição de empate técnico.
A pesquisa quis saber ainda qual a possível influência do presidente Lula nas próximas eleições presidenciais: 21,5% disseram que votariam em um candidato apoiado por Lula, 5,9 pontos a mais que os entrevistados em dezembro de 2008. Mas os que não votariam num candidato apoiado pelo presidente também se tornaram mais numerosos, crescendo, dentro da margem de erro, de 18,4% para 20,3%.
Na avaliação do pesquisador Ricardo Guedes, a população começa reconhecer que Dilma é a candidata apoiada por Lula, por isso o crescimento nas pesquisas. Além disso, a população também começa a tomar partido com aproximação da eleição e aumenta a capacidade de transferência de votos do presidente.
Aprovação de Lula está em 62,4%
A CNT-Sensus apontou, assim como as últimas edições do Datafolha e Ibope, uma queda na avaliação positiva do governo federal. Nesta 96ª edição, a avaliação positiva ficou em 62,4% e a negativa, 7,6%. Em janeiro de 2009, a avaliação positiva do governo Lula registrava 72,5% e a negativa 5,0%.
A aprovação do desempenho pessoal do presidente Lula situa-se em 76,2% e a desaprovação em 19,9%. Em janeiro, a aprovação do desempenho pessoal de Lula era de 84,0% e a desaprovação, 12,2%.
A 96ª edição da pesquisa CNT-Sensus coletou entrevistas entre os dias 23 a 27 de março, em 136 municípios de 24 estados nas cinco regiões brasileiras. Foram ouvidas 2 mil pessoas.
Confira aqui o relatório completo da 96ª Pesquisa CNT/Sensus
;http://sistemacnt.cnt.org.br/img/arquivos/Relat%C3%B3rio%20S%C3%ADntese%20CNT%2096.pdf
Casas, geladeiras, fogões e empregos
O MUNDO mudou nos últimos seis meses. Quedas da inflação agora são olhadas com preocupação, inclusive no Brasil. O IPCA-15 de março, por exemplo, foi de apenas 0,11%, em comparação a 0,63% no mês passado, e isso trouxe temores sobre queda de demanda e mais desaquecimento da economia. Lá fora, a ligeira alta do petróleo, que passou a marca dos US$ 50 o barril, é saudada com alegria, por indicar uma possível reativação do consumo mundial. Inflação, gastos públicos e consumismo, que antes representavam ameaças, são hoje quase virtudes. Na Ásia, governos já fazem lembrar a metáfora de Ben Bernanke, que prometeu jogar dinheiro de helicóptero sobre Wall Street se isso fosse necessário para estimular a economia. Taiwan entrega a cada um dos seus 23 milhões de habitantes quantia equivalente a US$ 106, desde que o dinheiro seja gasto em compras. Assis Moreira, no "Valor", conta que a Tailândia começou a distribuir US$ 60 para quem ganha menos de US$ 500 por mês e US$ 15 mensais para quem tem mais de 60 anos. A Coreia do Sul também estuda a ideia de dar um cupom aos consumidores, e o governo de Hong Kong sofre pressões para copiar a iniciativa dos vizinhos asiáticos. Nesse cenário, não faz sentido censurar o pacote habitacional lançado na semana passada pelo governo brasileiro, que prevê gastos de R$ 34 bilhões para a construção de 1 milhão de casas populares -no caso das pessoas com renda inferior a três salários mínimos mensais, as casas serão praticamente doadas, porque as prestações de R$ 50 só cobrirão 10% do custo da obra. A maior crítica que se pode fazer ao pacote habitacional é que ele veio tarde. Apesar disso, é bem-vindo, pela simples razão de que sempre foi necessário e, na atual crise, tornou-se essencial. Nem é preciso consultar estatísticas para saber da desastrosa situação habitacional brasileira -a proliferação de favelas nas cidades é um retrato vergonhoso dessa realidade, com a qual, tristemente, já estamos acostumados. O déficit habitacional brasileiro atinge quase 8 milhões de residências. Na região Sudeste, a mais rica do país, faltam 3 milhões de moradias. Diante do tamanho do problema, é difícil imaginar por que o poder público se mantém, há décadas, tão omisso nessa matéria. As últimas experiências relevantes de planos habitacionais para a baixa renda datam dos anos 70. Iniciativas posteriores, sempre tímidas, fracassaram. Não há razão, na situação atual, para colocar em primeiro lugar preocupações com possíveis reduções de superávits orçamentários. Vale tudo numa crise da extensão da atual. Além do pacote habitacional, o país precisa de pacote-geladeira, pacote-fogão, pacote-material de construção e muitos outros que, a exemplo do pacote automóvel, prorrogado ontem, ampliem consumo, produção e empregos. Nas estimativas pessimistas, só a construção de 1 milhão de casas pode criar 530 mil empregos e aumentar o PIB em 0,7%. Nas otimistas, haveria geração de 1,5 milhão de postos de trabalho e o PIB cresceria 2%. As ressalvas justificáveis, neste momento, referem-se ao uso político do programa habitacional, porque a distribuição das casas tende a seguir esquemas eleitoreiros. A fiscalização rigorosa de sua aplicação deve ser entregue a entidades independentes, para que possíveis aproveitadores sejam punidos. Mesmo assim, vale a pena correr o risco. Os brasileiros precisam de casas, geladeiras, fogões e empregos. Programas como esses podem prover as duas coisas ao mesmo tempo.
BENJAMIN STEINBRUCH , 55, empresário, é diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, presidente do conselho de administração da empresa e primeiro vice-presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). bvictoria@psi.com.br
Dilma sobe em pesquisas para 2010, diz CNT/Sensus
Fonte: CNT/SensusDilma Rousseff, ministra da Casa Civil e possível candidata do PT à presidência, melhorou sua posição em todas as simulações das eleições de 2010, de acordo com pesquisa divulgada hoje (30) pela CNT/Sensus. Na pesquisa espontânea, ela atingiu 3,6% da preferência, num empate técnico com o governador mineiro e tucano Aécio Neves, que possui 2,9%."Há uma maior percepção da população de que as eleições estão se aproximando", afirmou Ricardo Guedes, diretor da CNT/Sensus, sobre o aumento da preferência pela candidata Dilma Rousseff e a diminuição no número de indecisos, em todas as simulações feitas.Na votação espontânea, Lula lidera, com 16,2%. O presidente, porém, não poderá ser novamente candidato. Nas pesquisas estimuladas, em que são dados os nomes dos candidatos ao entrevistado, o governador paulista José Serra (PSDB) lidera todos os quadros, nos quais aparece de maneira isolada. Já Aécio Neves empata com Dilma Rousseff em um possível confronto com ela no primeiro turno e perde para ela na simulação do segundo.O deputado Ciro Gomes (PSB), assim como Dilma, também melhorou em todos os quadros estimulados. Ele empata tecnicamente com Aécio e perde para Serra num possível primeiro turno entre eles. Já no segundo, perderia para Serra e ganharia de Aécio.
Fonte: CNT/SensusAs simulações com Ciro, porém, o consideram como candidato da base governista, sem concorrer com Dilma Rousseff. Não foram feitas simulações envolvendo os dois candidatos.Já a vereadora de Maceió e presidente do Psol, Heloisa Helena, se mantém na terceira posição em todas as simulações, com variação de 11% a 19% de preferência, nas quatro avaliações feitas pelo instituto.50,1% votariam no candidato de Lula
Aprovação ao governo Lula cai dez pontos desde janeiro, diz CNT/Sensus
A avaliação positiva do governo Lula caiu de 72,5% para 62,4% desde janeiro desta ano, de acordo com pesquisa divulgada hoje (30) pela CNT/Sensus.
candidato apoiado por Lula. O índice subiu de 15,6% para 21,5%. Somado esse índice ao dos eleitores que poderiam votar no candidato apoiado por lula (28,6%), o total de entrevistados que votaria no candidato do presidente chega a 50,1%.Outros 20,3% não votariam no candidato que tivesse o apoio de Lula e 25,9% só votariam se conhecessem o candidato.A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 23 e 27 de março, em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2.000 pessoas, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos.
do UOL Notícias
segunda-feira, 30 de março de 2009
Aécio minimiza subida de Dilma em pesquisa
Da Folha Online:Possível candidato à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto pelo PSDB, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, contemporizou nesta segunda-feira o resultado da pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje --que mostra o crescimento da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na disputa. Segundo o tucano, o resultado foi provocado pela exposição excessiva de Dilma, o que, de acordo com ele, não ocorre com outros candidatos às eleições presidenciais.
"Nossa estratégia não deve ser reagir em razão de estratégias de outros [candidatos]. É natural que a candidata Dilma apareça porque ela tem tido uma exposição [maior] nos últimos meses que talvez nenhum outro candidato no país já tenha tido", disse Aécio, que participou de uma reunião de governadores do Centro-Oeste, em Brasília. Leia mais em Aécio minimiza subida de Dilma em pesquisa e diz que ministra é beneficiada por exposição.
CNT/Sensus: Lula aumenta capacidade de transferir voto
LEONARDO GOY - Agencia Estado: BRASÍLIA - Apesar da queda da aprovação pessoal e de seu governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou sua capacidade de transferência de votos. É o que mostra a pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje. Segundo o levantamento, a parcela dos entrevistados que somente votaria em um candidato apoiado por Lula passou de 15,6% em dezembro para 21,5% em março. Contudo, a taxa dos que não votariam em alguém que Lula indicasse também subiu, de 18,4% em dezembro para 20,3% em março. Segundo o coordenador da pesquisa, Ricardo Guedes, essa situação mostra que, embora tenha havido uma piora da avaliação do governo, a população começa a tomar partido e a entrar mais no clima da eleição. Uma prova disso, segundo ele, é o fato de que o porcentual dos que responderam na pesquisa espontânea que votariam em Lula para presidente caiu de 21,3% em janeiro para 16,2% em março. Como o presidente não pode disputar um terceiro mandato, a redução do porcentual de pessoas que dizem que querem votar nele mostra que a população começa a se informar sobre o pleito. De acordo com Guedes, essa maior transferência de votos do presidente pode ser notada também pelo crescimento das intenções de voto na ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que seria a candidata favorita de Lula.50,1% dos eleitores dizem votar em candidato de Lula, diz pesquisa
FOLHA: GABRIELA GUERREIRO -da Folha Online, em BrasíliaPALAVRA DO EDITOR: Tudo indica que DILMA ROUSSEFF crescerá e chegará em breve ao 50% do eleitorado brasileiro. José Serra não permanecerá com esses índices atuais. Quando a população perceber que Dilma Rousseff é a candidata do presidente Lula mudará de lado. Tenho certeza como blogueiro que DILMA será a futura presidente do Brasil, SEM MEDO DE SER FELIZ!
Dilma cresce em todas as simulações
Quando o confronto é entre José Serra e Dilma Rousseff, dá o seguinte:
* Serra - 53,5% (tinha 50,8% em janeiro);
* Dilma - 21,3% (tinha 16,6% em janeiro).
Quando o confronto é entre Aécio Neves e Dilma,
dá:
* Dilma - 29,1% (tinha 23,9% em janeiro);
* Aécio - 28,3% (tinha 30,4% em janeiro).
Quando o confronto é entre Serra e Ciro Gomes,
dá:
* Serra - 49,9% (tinha 50,2% em janeiro);
* Ciro - 20,3% (tinha 14,7% em janeiro).
Quando o confronto é entre Aécio e Ciro,
dá:
* Ciro - 31,2% (tinha 24,7% em dezembro);
* Aécio - 26,8% (tinha 29,1% em janeiro).
A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos
Dilma sobe, Serra empaca, Aécio cai
O Instituto Sensus fez várias simulações de uma eventual eleição em primeiro turno para a sucessão de Lula.
Quando o confronto é entre José Serra, Dilma Rousseff e Heloísa Helena dá o seguinte:
* Serra - 45,7% (tinha 42,8% em janeiro);
* Dilma - 16,3% (tinha 13,5% em janeiro);
* Heloísa - 11% (tinha 11,3% em janeiro)
Quando o confronto é entre Aécio Neves, Dilma e Heloísa Helena
dá:
* Aécio - 22% (tinha 23,3% em janeiro);
* Dilma - 19,9% (tinha 16,4% em janeiro);
* Heloísa Helena - 17,4% (tinha 18,2% em janeiro)
Quando o confronto é entre Serra, Ciro e Heloísa,
dá:
* Serra - 43,3% (tinha 41,9% em janeiro);
* Ciro - 14,9% (tinha 10,6% em janeiro);
* Heloísa - 12,8% (tinha 13,8% em janeiro).
Quando o confronto é entre Aécio, Heloísa e Ciro,
dá:
* Aécio - 21,2% (tinha 21,9% em janeiro);
* Ciro - 19,2% (tinha 16,1% em janeiro)
* Heloísa - 19% (tinha 18,9% em janeiro)
A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Lula continua candidato preferido a presidente em 2010
O Instituto Sensus perguntou em quem os seus 2 mil entrevistados pretende votar para presidente da República em 2010. Resposta espontânea:
* Lula - 16,2% contra 21,3 em janeiro deste ano;
* José Serra - 8,8% contra 8,7% em janeiro deste ano;
* Dilma Rousseff - 3,6% contra 2,5% em janeiro deste ano;
* Aécio Neves - 2,9% contra 3,9% em janeiro deste ano;
O número de indecisos subiu de 53,6% para 56,9%.
A pesquisa ouviu 2 mil brasileiros em 24 estados entre os dias 26 e 30 de janeiro
Pesquisa indica crescimento de Dilma na disputa pela sucessão presidencial
FOLHA: Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira mostra o crescimento da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na corrida pela sucessão presidencial. Pela primeira vez desde que ela foi apontada como pré-candidata, o nome de Dilma aparece na frente do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), na pesquisa espontânea --em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores. Dilma aparece em terceiro lugar com 3,6% das intenções de voto na pesquisa espontânea, seguida por Aécio, que somou 2,9% dos votos. Apesar do crescimento de Dilma, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), mantém a liderança na corrida pelo Palácio do Planalto --perdendo apenas na pesquisa espontânea para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não pode disputar o terceiro mandato.Lula aparece em primeiro lugar na espontânea, com o apoio de 16% dos entrevistados. Em segundo lugar aparece o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), com 8,8% das intenções de voto. O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) aparece em quinto lugar na pesquisa espontânea, com 1,5% das intenções de votos, seguido pela ex-senadora Heloísa Helena (PSOL), que teve o apoio de 1,4% dos eleitores. Os demais candidatos somam 1,7% dos votos, além de 7% dos eleitores que votariam em branco ou nulo. Na disputa direta entre Dilma, Serra e Heloísa Helena, o governador de São Paulo venceria a disputa com 45,7% dos votos. O índice cresceu três pontos percentuais em relação à pesquisa divulgada em janeiro, quando Serra somou 42,8% dos votos. Dilma recebeu 16,3% das intenções de voto, contra 13,5% registrados pela petista em janeiro. Heloísa Helena, por sua vez, recebeu 11% das intenções de voto contra 11,2% em janeiro.
Já na disputa entre Dilma, Aécio e Heloísa Helena, há empate técnico entre a ministra e o governador de Minas. Aécio somou 22% das intenções de voto em março contra 19,9% recebidos pela ministra. Heloísa Helena aparece em terceiro lugar com 17,4% das intenções de voto. Em janeiro, Aécio apareceu mais à frente de Dilma com 23,3% dos votos, contra 16,4% da petista. "A gente vai notando que a Dilma vai ganhando espaço sobre o Aécio. A pesquisa mostra que a população está com maior percepção das eleições do que em pesquisas anteriores", disse o diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes. Quando Dilma é substituída por Ciro Gomes na disputa com Serra e Heloísa Helena, o governador de SP ganha com 43,1% das intenções de voto. Ciro recebeu em março 14,9%, contra 12,8% de Heloísa Helena.
Lula fala à CNN sobre G-20, Obama, Chaves e Cuba
Da Agência Estado: A apenas quatro dias da segunda cúpula do G-20, a CNN pôs ontem no ar uma entrevista na qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se diz um estranho no ninho toda vez que participa desse tipo de encontro. Para Lula, o G-20 tornou-se um agrupamento mais representativo que o G-8, as sete economias mais ricas do mundo e a Rússia, para tratar dos grandes desafios mundiais nas áreas econômica, energética e de mudança do clima. Mas, dentre os líderes que se reunirão em Londres, o presidente brasileiro afirmou ser o único que veio da pobreza e da fome e que conhece, na própria pele, o drama das inundações e do desemprego. “Eu vivi em casas que eram inundadas, com até um metro e meio de água. De vez em quando, eu tinha de disputar espaço com ratos e baratas”, afirmou Lula . “Eu sei o que o desemprego significa porque fiquei sem trabalho por um ano e meio. Eu conheço o problema que um trabalhador desempregado enfrenta. Eu conheço o mundo do trabalho mais do que qualquer um (dos líderes do G-20).” Lula também falou sobre o embargo dos EUA à Cuba, a legitimidade do mandato de Hugo Chávez, a crise econômica, entre outros assuntos: — Venezuela — Quando o âncora do programa GPS da CNN, Fareed Zakaria, citou o que considera uma “reversão na democracia da Venezuela”, Lula afirmou que “ninguém pode dizer que não há democracia na Venezuela” e lembrou que o governo do presidente Hugo Chávez foi legitimado em mais de um pleito. “Acredito que os Estados Unidos têm de ficar mais próximos da Venezuela, pois acredito que seria benéfico tanto para os EUA quanto para a Venezuela”, acrescentou. Lula disse que, quando passou pela Venezuela, recomendou a Chávez que ficasse mais próximo do presidente dos EUA, pois “seria uma oportunidade para estabelecer novos laços com os EUA”. E “ele (Chávez) disse que gostaria”, afirmou o presidente brasileiro. “Ninguém tem de concordar com tudo que o outro diz, mas em relações de Estado temos de entender que ajudamos uns aos outros fazendo desta forma. Temos de ser mais generosos”, afirmou Lula. — Cuba — Lula afirmou que, no encontro com o presidente dos EUA, Barack Obama, no dia 14 de março, não pediu que os EUA acabassem com o embargo a Cuba. Mas, diante do apresentador, Lula classificou a barreira contra o país como absurda. “A única coisa que eu acho como cidadão e como presidente do meu País é que não há razão do ponto de vista sociológico, militar, político e muito menos econômico para manter esta barreira como existe desde 1960, 61, ou quando quer que seja. Obviamente isso vai depender da boa vontade de nossos irmãos em Cuba e também dos EUA”, reconheceu. — Barack Obama — Indagado sobre seu encontro com o presidente dos EUA, Lula relatou ter dito a Obama que rezava muito por ele, em função de seu “grande teste” de superar a crise econômica. Fazendo um paralelo entre a sua experiência, Lula comentou que tinha consciência, em 2003, que não poderia falhar. Caso contrário, por preconceito, nenhum outro líder sindical chegaria novamente à Presidência. Na condição de primeiro presidente negro dos EUA, concluiu ele, Obama tampouco poderá fracassar. “Eu disse a Obama que ele não tem o direito de cometer erros. Não acredito que Deus tenha posto ele lá por nada. Alguma coisa importante aconteceu neste país.” — Crise econômica — O presidente defendeu que o Brasil e outros emergentes devam ter maior influência no centro do poder mundial - no Fundo Monetário Internacional, no Banco Mundial e, especialmente, no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Lula insistiu que, nessa segunda cúpula do G-20 em apenas três meses, os EUA e os outros países ricos terão de enfrentar a questão da escassez de crédito com muita responsabilidade. Para ele, os pacotes de socorro ao setor financeiro devem ter, como contrapartida, compromissos de maior vínculo das instituições beneficiadas com o setor produtivo, como meio de expandir investimentos e postos de trabalho. Casos como o da AIG, que pretendia manter bônus milionários para seus executivos depois de obter o socorro do Tesouro americano, foram classificados como “escandalosos” por Lula.PALAVRA DO EDITOR: é com grande alegria que comunico aos amigos e amigas da Dilma Rousseff que o NOVO banner do blog foi criado por Lucia Reali - Designer Gráfica - Porto Alegre (RS). Parabéns! Ficou lindíssimo.
CGU não mudará rotina em 2009 por ser ano pré-eleitoral, afirma controlador
CGU não mudará rotina em 2009 por ser ano pré-eleitoral, afirma controladorDiaz quer audiência com Dilma Rousseff para discutir atraso na duplicação da BR-392
AGORA: O deputado federal Cláudio Diaz (PSDB-RS) protocolou na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados um requerimento solicitando a realização de audiência pública, com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para prestar esclarecimentos sobre as obras de duplicação da BR-392, estrada que liga Rio Grande a Pelotas.De acordo com o documento, também serão convidados para a reunião o ministro dos Transportes, Alfredo Pereira Nascimento, o diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, e o presidente do Conselho de Administração do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Paulo Sérgio Oliveira Passos.
"A audiência solicitada visa a buscar respostas para os sucessivos atrasos na duplicação e discutir soluções que possibilitem, enfim, a retomada de tão esperada obra", justifica Cláudio Diaz.
domingo, 29 de março de 2009
SENADORA FÁTIMA CLEIDE NO BLOG DA DILMA
EXCLUSIVO: O Blog Dilma Presidente inova mais uma vez. No objetivo de uma interação cada vez maior com os internautas, editores e a classe política, o blog entrevistou essa semana a senadora petista pelo Estado de Rondônia, FÁTIMA CLEIDE.
Blog da Dilma: Qual a importância da vitória de uma mulher a presidência da República do Brasil, caso as convenções do PT escolhessem a Ministra Dilma Rousseff? Senadora Fátima – A ministra Dilma é o melhor nome hoje para enfrentar a disputa eleitoral de 2010 à Presidência da República. Já demonstrou preparo político e técnico na condução do Ministério das Minas e Energia e Casa Civil, e à frente do mais importante programa de desenvolvimento do país, que é o PAC. Sua eleição possibilitará a chegada de uma mulher à Presidência da República.
Blog da Dilma: Quais foram as conquistas marcantes no Governo Lula para as mulheres? Senadora Fátima - Muitas. A primeira delas foi a criação da Secretaria de Políticas para Mulheres, um reconhecimento de que as desigualdades de gênero no Brasil necessitam de políticas públicas específicas. Políticas que estão sendo construídas de modo coletivo, a partir da realização das conferências nacionais, quando mulheres de todas as regiões definiram e aperfeiçoaram o Plano Nacional de Políticas para Mulheres e o Plano de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. Bastante significativa foi a elaboração da Lei Maria da Penha, sancionada pelo presidente Lula em 2006. Ela criminalizou a violência doméstica, uma antiga reivindicação das mulheres. O governo foi sensível a antigos acordos e convenções internacionais que estabeleciam a necessidade de implementar medidas para coibir a violência contra a mulher. Outra importante decisão, anunciada na II Conferencia, em 2007, foi a de ampliar investimentos para a construção de centros de referência, casas abrigo e delegacias da mulher.
Blog da Dilma: Como a Senadora venceu as barreiras do preconceito contra as mulheres na política? Senadora Fátima - No peito e na raça. Não sei ainda se venci pois o preconceito e a discriminação são uma vivência diária na vida das mulheres.
Blog da Dilma: Qual o maior Projeto de sua autoria em benefício para o Estado de Rondônia? Senadora Fátima - Uma proposta de alteração da Constituição, a PEC 483, apresentada tão logo que cheguei ao Senado, destinada a fazer justiça com Rondônia, que precisa de tratamento isonômico dado aos ex-territórios de Roraima e Amapá. A PEC pretende nivelar a situação de funcionários públicos do ex-território à mesma condição conquistada pelos funcionários daquele Estado, ou seja, passá-los para uma folha em extinção da União. Com isso, sobrará recursos do Estado para serem investidos na educação, saúde e outras áreas importantes.
Blog da Dilma: O que de real o presidente Lula trouxe de bom para o Estado de Rondônia? Senadora Fátima - No PAC, Rondônia surge como um dos Estados que mais recebe investimentos. São mais de 600 milhões de reais para urbanização de moradias precárias, saneamento e água tratada. Além disso, há a pavimentação da BR 319 e as duas hidrelétricas do rio Madeira, em Porto Velho, o maior investimento no item energia. O Estado também está contemplado com a implantação das Escolas Técnicas Federais de Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes e Vilhena. Todas estas obras estão acontecendo agora, e já causam impacto significativo no Estado.
Convidamos os Amigos e Amigas da Dilma Presidente a visitarem o blog da Senadora Fátima Cleide. Leia também: Senado homenageia mulheres com o Diploma Cidadã Bertha Lutz
VÍDEOS QUE VC PRECISA ASSISTIR
DILMA ROUSSEFF E O POVO
Lula Defende Dilma Russef
Ministra Dilma Rousseff admite que país vai sofrer menos que EUA
FOZ DO IGUAÇU. - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, admitiu na quinta-feira, em Foz do Iguaçu (PR), que o Brasil está em boas condições para enfrentar as dificuldades e que devem ser bem menores que as enfrentadas por países como os Estados Unidos e Japão e os que integram a região do euro.- O Brasil está em melhores condições para enfrentar este problema que em outros momentos do passado. Além disso, o governo está tomando todas as medidas necessárias para o enfrentamento da crise - disse Dilma, ao participar de um seminário em Foz do Iguaçu para discutir a crise mundial.
Um exemplo de que "o Brasil não quebrou" e da segurança financeira do país, a ministra citou a iniciativa do governo de anunciar, em pleno colapso mundial, um pacote de grandes investimentos, como é o caso do programa "Minha Casa, Minha Vida", com subsídios para a casa própria através de recursos públicos. Lançado na quarta-feira pelo governo federal, o pacote prevê investimentos de R$ 34 bilhões para a construção de 1 milhão de moradias com previsão de início a partir de 13 de abril.
- Ele (o plano habitacional) é uma das mais poderosas armas anticrise porque tem como objetivo também criar empregos na área da construção civil, gerando renda e riqueza - disse a ministra.
- "Nós demos as condições para se fazer' e está garantindo todas as condições para quem vai executar. Não vou colocar metas e exigir que uma empresa privada cumpra estas metas. Ponderou.
"O objetivo do governo com o pacote é, entre outros, assegurar que aqueles que realmente precisam possam pagar as prestações da casa própria sem que para isso precise sacrificar os gastos com itens de necessidade básica. A ministra lembrou que, em mais de 25 anos, "nunca se fez um programa para acabar com o déficit habitacional", hoje estimado em mais de 7,2 milhões de moradias, dentre os quais, 91% na faixa de famílias com renda entre zero e três salários mínimos.
Agilidade - A fim de agilizar a concretização do pacote habitacional, a ministra fez atendimento a pedidos feitos por representantes da construção civil, e salientou que o governo reduzirá em dois terços o tempo médio de 33 meses para a entrega de 1 milhão de moradias. Uma das alternativas seria diminuir o tempo para a liberação dos licenciamentos ambientais e a burocracia dos processos nos cartórios.
- Este é apenas o primeiro passo e tenho certeza que o Brasil tem plenas condições para dar continuidade ao programa.
Na passagem por Foz do Iguaçu, Dilma Rousseff foi recebida pelo governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB) e recebeu diversas lideranças de movimentos populares, como representantes do Movimento Rural dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e da Associação dos Municípios do Paraná (AMP).
MINHA CASA MINHA VIDA - Financiamentos em vigor não mudam; secretária explica novo plano de habitação
A principal fonte de dinheiro para o programa do governo será o caixa do FGTS. O fundo formado com dinheiro dos trabalhadores oferecerá R$ 26,5 bilhões, sendo R$ 19 bilhões em recursos para empréstimos a mutuários neste ano e R$ 7,5 bilhões em subsídios ao longo do programa. As construtoras terão R$ 5 bilhões via empréstimo da Caixa mais R$ 1 bilhão por meio de financiamento do BNDES.
TIRE SUAS DÚVIDAS: [PDF] Minha casa Minha vida
HOMENAGEM A DILMA ROUSSEFF
Lula defende "Estado forte" e incomoda americano
Da TUCANA Eliane Cantanhêde: Em dois discursos na 6ª Cúpula de Líderes Progressistas, realizada ontem em Viña del Mar (Chile), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva incomodou a delegação americana ao defender, a cinco dias da cúpula do G20, "um Estado forte" e dizer que "o mundo está pagando o preço do fracasso de uma aventura irresponsável daqueles que transformaram a economia mundial em um gigantesco cassino". Ao discursar logo depois, o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, discordou abertamente da posição de Lula. Segundo ele, o seu país está disposto a reduzir o risco sistêmico dos mercados globais, mas um excesso de regulamentação pode prejudicar os mercados saudáveis. "Nós não devemos exagerar. O livre mercado ainda precisa estar apto a funcionar. A mim parece que nós devemos é salvar os mercados dos "livre mercadistas'", disse Biden.



