sábado, 31 de outubro de 2009

Visite o BLOG DO VEREADOR GERALDO LUIZ

Gostaria que os companheiros e companheiras que acompanham o Blog da Dilma prestigiem o blog do Vereador do PT no Rio de Janeiro, Geraldo Luiz. http://vereadorgeraldoluiz.blogspot.com/

"Se a Constituição não é cumprida, que moral ele (Gilmar Mendes) tem para criticar o MST? Ele que vá dar conselhos aos filhos dele" Coordenador do MST

Na foto, o Gilmar Dantas refletindo
Rapidinho, Gilmar Mendes tira o dele da zona de tiro do Lula
. Gilmar Dantas, Supremo presidente do supremo tribunal de justiça, mete o bedelho em tudo.
. O Supremo opina até na análise do mijo da ginasta Daiane.
. Outro dia o Gilmar Dantas criticou a viagem do presidente Lula e da ministra Dilma por três estados nordestinos para inspecionar obras do São Francisco.
. O calhorda Gilmar disse: "Ninguém pode impedir o governante de governar e existe sempre a mais valia natural dos candidatos vinculados ao governo. Agora, é lícito transformar um evento rotineiro num comício? Entendo que não. Certamente o órgão competente da Justiça tem que ser chamado para evitar esse tipo de vale tudo."
E mais:
"Estão testando a Justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral. É uma situação que, se se tornar repetida e sistêmica, há de merecer reflexão. É uma viagem feita com recursos públicos. Nem o mais cândido dos ingênuos acredita que isso é uma fiscalização de obras. Não se tinha visto até então a ministra Dilma fiscalizar obras. A questão tem que ser discutida."
Dilma respondeu ao palhaço: "Acho que incomoda. Incomoda porque nós nos mexemos. E não é sorte, é trabalho incansável. É justo que a gente queira apresentar o nosso trabalho, receber as críticas e sugestões."O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia disse: “O presidente do STF [Gilmar Mendes], em geral, deve falar nos autos, não deve falar em outras ocasiões, na minha modestíssima opinião.”
Lula deu-lhe um supapo: “Eu não acho nada. Não acho absolutamente nada”, afirmou o presidente ao ser perguntado sobre as declarações de Mendes.
Já na sexta úĺtima, o Gilmar Dantas, se referindo à viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva às obras de transposição do rio São Francisco, acompanhado da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, preferiu contemporizar e se ateve a dizer que o presidente e ele fazem leituras diferentes da legislação eleitoral.
"Pode ser que ele (Lula) faça uma leitura e eu outra.", disse durante coletiva nesta sexta-feira, 30, em Cuiabá. Ele deixou entender que qualquer comentário "pode ser emissão de juízo".
E eu digo: kakakakakakaka. O Gilmar Dantas, rapidinho, tirou a dele da zona de tiro do Lula.
Será que o palhaço está começando a cair na real? ( "Brasil, mostra a tua cara!") Do Blog Terra Brasilis

Datena: o presidente da SABESP é um mentiroso!

O doutor em economia pela pela Universidade da Califórnia, Berkeley, mestre em economia pelo Instituto de Economia da Unicamp, bacharel em economia pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo e presidente da SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), Gesner Oliveira, É UM MENTIROSO! A declaração partiu do apresentador José Luis Datena, da Band.



Ao que parece o Governo de José Serra (PSDB-SP) é de mentirinha... É um engodo!!!...

Do Conversa Afiada Do Blog Terra Brasilis

Chávez pede apoio de mulheres venezuelanas à candidatura de Dilma

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu ontem (30) à noite o apoio das mulheres venezuelanas à candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) para a Presidência do Brasil. O pedido foi feito em um discurso de Chávez para cerca de mil mulheres que participavam da comemoração do aniversário de dez anos do Inamujer, órgão governamental responsável pela definição de políticas para mulheres da Venezuela.
"Vou dizer algo para vocês. Lula me convidou para uma conversa com uma grande mulher brasileira e o coração me disse que ela será a próxima presidenta do Brasil. É uma extraordinária mulher que vocês vão conhecer. Dilma Rousseff esteve também na guerrilha no Brasil, esteve presa, torturada e está preparando-se para assumir a campanha no próximo ano. Aqui, chamo a todas que apoiemos Dilma para a Presidência do Brasil. Uma mulher digna, revolucionária, valente. Vocês vão conhecer", disse Chávez.
O presidente venezuelano havia passado o dia recebendo a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na noite de quinta-feira (29) jantou com ele e a ministra Dilma no Hotel Humbold, um símbolo de Caracas localizado no alto da montanha El Ávila, ao norte da capital. Chávez apostou na popularidade de Lula para ajudar a eleger a minsitra. "Meu coração me disse muita coisa e me disse que não vai ser fácil. Mas Lula tem uma aprovação de mais de 70%".
Chávez também lembrou a atuação de outras mulheres em cargos de liderança e citou a presidente do Chile, Michelle Bachelet, além da presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Maria Fernanda Ramos Coelho, que participou na quinta-feira da inauguração do escritório de representação da CEF em Caracas. Ao homenagear as mulheres, Chávez chegou a cantar "La Noche que me Quieras". Ele também citou a produção de soja no vale do Rio Oninoco, produzida com tecnologia brasileira desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pediu que todas passassem a consumir produtos feitos com soja. "Tomem leite de soja, comam carne de soja, queijo de soja", pediu Chávez. Uol

Chávez: meu coração diz que Dilma será presidente

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, elogiou nessa sexta o caráter "revolucionário" de Dilma Rousseff e afirmou que seu "coração" diz que a atual ministra-chefe da Casa Civil chegará à Presidência do Brasil. Chávez conversou com Dilma dentro da visita de trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizada nesta sexta-feira na cidade de El Tigre, no leste da Venezuela. "O coração me diz que Dilma Rousseff vai ser a próxima presidente do Brasil", afirmou o líder venezuelano.
Em um ato oficial à noite em Caracas, Chávez ressaltou que a política brasileira "esteve na guerrilha, foi presa, torturada", e agora "está se preparando para assumir o desafio" de tentar a Presidência. "Chamo todo povo (venezuelano) a apoiar Dilma, uma mulher digna revolucionária", disse Chávez. Lula chegou à Venezuela no fim da tarde de quinta-feira, quando cumpriu uma agenda particular que incluiu um jantar com o presidente venezuelano. Ao se despedir esta tarde após o encontro de trabalho, Chávez comentou com a imprensa ter se impressionado com a "visão integracionista" de Dilma. "É uma grande política", disse o chefe de Estado venezuelano. Durante a sétima reunião de trabalho de Chávez e Lula, foram assinados 15 novos acordos, entre eles o da construção e operação conjunta de uma refinaria em Pernambuco. EFE.

LULA RECEBE MAIS UM PRÊMIO: Estadista do Ano concedida pelo Instituto Real de Relações Internacionais do Reino Unido.

Lula promoverá investimento britânico no Brasil durante sua visita a Londres
Ri (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende aproveitar a visita que realizará a Londres na próxima semana a fim de receber um prêmio do Instituto Real de Relações Internacionais para promover novos investimentos britânicos no Brasil, informaram hoje fontes oficiais. Lula terá entre quarta-feira e quinta-feira da próxima semana diferentes encontros com investidores e empresários do Reino Unido, além de reuniões com a rainha Elizabeth II da Inglaterra e com o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, informou hoje o porta-voz da Presidência brasileira, Marcelo Baumbach.
Lula vai participar na quinta-feira de um seminário sobre oportunidades de investimentos e de negócios no Brasil no qual participarão cerca de 220 autoridades, empresários e especialistas dos dois países. O presidente aproveitará a reunião para apresentar as oportunidades que estão surgindo no Brasil após a superação da crise econômica global, as obras que serão necessárias para explorar as gigantescas reservas petrolíferas descobertas no oceano Atlântico, e a organização da Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, segundo o porta-voz.
"O presidente projetará o novo momento que surge em um país que dá exemplo de vigor com a superação da crise que afetou a economia global", segundo Baumbach. "Sua presença no seminário é uma demonstração da importância que o presidente dá à criação de um ambiente propício para a atração de investimentos e o aumento de recursos estrangeiros para projetos de longo prazo", acrescentou o porta-voz. No seminário também participarão o ministro brasileiro da Fazenda, Guido Mantega, que realizará uma apresentação sobre a conjuntura econômica no país; e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que vai falar sobre oportunidades de investimentos.
Do encontro, organizado pelos jornais "Financial Times" e "Valor", também participam os presidentes do Banco Central, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Banco do Brasil, do Bradesco e da Vale, maior produtora e exportadora mundial de ferro. Lula também terá uma reunião em Londres com Lashmi Mittal, o presidente da líder mundial de siderurgia, Arcelor Mittal, e inaugurará um escritório do BNDES na capital britânica. O presidente chegará a Londres na manhã da quarta-feira e terá na noite desse mesmo dia um encontro com Brown para conversar sobre a agenda bilateral e global.
"O encontro de trabalho com o primeiro-ministro será de caráter geral. Serão avaliadas as relações entre os dois países em suas diversas vertentes, econômica, comercial, científica e esportiva", explicou o porta-voz. "Serão debatidos assuntos de interesse global, como a crise econômica, a Rodada de Doha, as mudanças climáticas, o terceiro fórum da Aliança das Civilizações, que o Brasil organizará em maio de 2010, e a candidatura brasileira a ocupar um posto permanente no Conselho de Segurança da ONU", acrescentou. Na quinta-feira, após seu encontro com a rainha e antes de retornar ao Brasil, Lula será homenageado em uma recepção na qual receberá o prêmio de Estadista do Ano concedida pelo Instituto Real de Relações Internacionais do Reino Unido. O prêmio Chatham House 2009 será entregue em cerimônia à qual foram convidadas autoridades do Governo britânico e é um reconhecimento à contribuição de Lula para a melhoria das relações exteriores, a estabilidade e a integração da América Latina, e sua liderança na resolução de crises regionais.
Será que a oposição PSDB/DEM vai entrar no STF com queixa que esse prêmio é campanha eleitoral antecipada? Eles vão rasgar o nariz de inveja

Violência continua a crescer em SP

A comparação entre o 3º trimestre de 2008 com o deste ano aponta aumento nos crimes contra a vida e o patrimônio. Os sequestros, por exemplo, subiram 136%; Secretaria da Segurança Pública da gestão José Serra (PSDB) não se manifestou sobre os índices
ANDRÉ CARAMANTE - DA REPORTAGEM LOCAL
Pelo terceiro trimestre seguido neste ano, a violência continuou a crescer no Estado de São Paulo. Dados divulgados na noite de ontem pela Secretaria da Segurança Pública da gestão José Serra (PSDB) apontam o aumento em praticamente todos os tipos de crime. A comparação do 3º trimestre de 2008 com o mesmo período deste ano revela que subiram os crimes de sequestro, homicídio doloso (intencional), estupro, roubo, furto, roubo e furto de veículos e também o roubo de cargas e de bancos. Em todo o Estado, foram assassinadas 1.119 pessoas nos meses de julho a setembro deste ano -um aumento de 3% em relação a 2008. Na cidade de São Paulo, porém, houve queda de 8,2% -de 317 para 291, mais de três assassinatos por dia.
A variação mais alta foi contabilizada nos crimes de sequestro: 136% -11 casos em 2008 e 26 agora. O total de pessoas mortas em latrocínios (roubo seguido de morte) subiu 14% -74 para 82 vítimas. Principal bandeira do atual secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, que assumiu a pasta em março com a promessa de combater os crimes contra o patrimônio, roubos e furtos tiveram alta de 18% e 6%, respectivamente. Em maio, quando os números referentes ao 1º trimestre do ano já apontavam para o aumento da criminalidade no Estado, o governo atribuiu o problema à crise econômica.
Com 64.399 roubos registrados, o 3º trimestre deste ano entrou para a história como o período em que mais crimes desse tipo ocorreram em todo o Estado. A marca negativa anterior (63.729) havia sido registrada no 2º trimestre deste ano. Na comparação com o 3º trimestre do ano passado, os roubos aumentaram 18% agora. O total de roubos (64.399) não inclui os casos de roubo de veículos, a bancos e de cargas. O furto, delito que historicamente sempre foi o mais registrado nas estatísticas da criminalidade, subiu 6%. No caso de crimes de estupro, houve aumento de 52% (de 863 para 1.311), mas a variação, segundo nota oficial da Segurança Pública, ocorreu por causa da mudança na lei, que passou a considerar estupro também casos de "atos libidinosos" e "atentados violentos ao pudor".
Ninguém fala - Logo após a divulgação dos dados da violência na noite de ontem, na página da pasta, o porta-voz da Secretaria da Segurança Pública, Enio Lucciola Lopes Gonçalves, disse à Folha que ninguém do órgão iria se manifestar sobre os dados "por causa do horário". Segundo Gonçalves, parte das explicações foi dada em uma "nota explicativa" no site www.ssp.sp.gov.br/estatisticas. Mas, na própria nota, há divergências. Pelo texto, foram 62.308 roubos no Estado. No quadro abaixo da informação, porém, o total que aparece é de 64.399.
Esse é o resultado do péssimo governo Serra em SP. Serra só determina que polícia, bata e prenda estudantes, professores, e até a própria policia, por conta de manifestações salários e melhores condições de trabalho. Serra é um embuste, o rei do trololó

PROBLEMAS TÉCNICO

Amigos e leitores.
O UOL informa que há problemas técnico com o e-mail do UOL. Por esse motivo não estou recebendo e nem enviando e-mail. Atenciosamente - Jussara Seixas

Micheletti não conseguirá colocar o Brasil no banco dos réus em Haia

Tribunal Internacional de Justiça
ou
Corte Internacional de Justiça
(principal órgão judiciário da ONU)
Haia não deve aceitar processo de Honduras contra o Brasil - Funcionário do tribunal afirma que corte só recebe queixas de governos reconhecidos pela ONU, que pediu a restituição de Manuel Zelaya. A Corte Internacional de Justiça (CIJ), que fica na cidade holandesa de Haia, deve recusar a denúncia feita pelo governo golpista de Honduras contra o Brasil na última quarta-feira (27), apurou o R7 junto a um funcionário do tribunal. O governo liderado por Roberto Micheletti entrou com um pedido de abertura de processo contra o Brasil por intervir em assuntos internos do país.
A queixa se refere ao fato de que o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, está abrigado desde 21 de setembro na Embaixada do Brasil na capital Tegucigalpa. O governo golpista argumenta que o Brasil está intervindo em assuntos internos e que a presença de Zelaya estaria trazendo instabilidade ao país. Mas o funcionário da CIJ, que pediu para não ser identificado, descreveu dois aspectos do caso que levam a crer que a corte não colocará o Brasil no banco dos réus nesse caso:
A CIJ só julga procedimentos de países membros da ONU (Organização das Nações Unidas), mas o atual governo não é reconhecido pela entidade.
A linguagem usada no comunicado emitido pelo tribunal, informando sobre a queixa, difere da normalmente usada em casos como esse.
No dia 1º de julho de 2009, a Assembleia Geral da ONU condenou a deposição de Zelaya, que havia ocorrido em 28 de junho, e pediu ao governo golpista que reconduzisse o líder ao poder "imediatamente e incondicionalmente". Isso significa que a entidade não reconhece o atual governo como legítimo, o que pode inviabilizar o processo na Corte Internacional de Haia. Além disso, segundo o funcionário, o documento emitido pela CIJ afirma em seu primeiro parágrafo que "o embaixador de Honduras na Holanda" foi quem pediu a abertura do processo contra o Brasil. A fonte indicou que isso significa que a Corte, no mínimo, ainda não tem certeza de que esse diplomata representa o país.
- O documento não diz que foi Honduras quem abriu o processo, mas sim o embaixador de Honduras. Geralmente, usamos uma linguagem mais direta.
Ele citou como exemplo um comunicado emitido pela CIJ em 19 de fevereiro de 2009, quando a Bélgica denunciou o Senegal por não extraditar o ex-presidente do Chade, Hissiène Habré, acusado de crimes contra a humanidade. No primeiro parágrafo desse comunicado, a corte afirma que "a Bélgica abriu um procedimento" contra o Senegal, não seu embaixador.
Tribunal vai analisar se aceita ou não o caso
- O funcionário afirmou que o tribunal, "em algum momento", vai analisar a "admissibilidade" desse processo - ou seja, se pode ou não aceitá-lo e julgá-lo. Essa decisão deve ocorrer dependendo do fato de o governo hondurenho ser reconhecido como legítimo ou não. Se o caso for aceito, uma decisão deve ocorrer no prazo de um ano a um ano e meio. Mas o processo pode ser acelerado ou retardado, dependendo da vontade das partes envolvidas, explicou o funcionário. Se condenado por intervir em assuntos internos de Honduras, o Brasil pode ser obrigado a pagar uma indenização ao país. A corte normalmente não arbitra o valor dessas indenizações.
- Nós sugerimos que os países negociem. Se não chegarem a um acordo, aí sim determinamos um valor. (Portal R7) Do Terra Brasilis

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

DIRETO DE CUIABÁ, QUER DIZER DE JUIZ DE FORA-MG, por e-mail!

GUERRILHEIROS VIRTU@IS: Amiga NANDA TARDIM, em quem votas em 2010 e porquê?
Vou votar em Dilma por um punhado de motivos. O primeiro deles é que independente ou não de ser petista – sou – entendo que se vota na idéia, no princípio, na convicção. E Dilma representa a diferença entre Lula e Serra, na exata medida que Lula e Serra enxergam a política como um todo de maneiras diversas. Serra, ou Aécio, seja lá que praga tucana for, pensam o mundo e agem a partir da visão norte-americana. Aceitam o papel secundário que a ordem neoliberal confere ao Brasil. Um País produtor de matérias primas, base de operações de grupos econômicos norte-americanos, europeus e sionistas nessa parte do mundo, América Latina, sobretudo América do Sul e Lula pensa o Brasil em termos de “capitalismo brasileiro”. Um País que se mantém soberano, uno, buscando emergir e está conseguindo, como potência a médio e longo prazos.

Dilma continua. É uma realidade. Nada de privatizar PETROBRÁS, BANCO DO BRASIL, CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, fundamentais ao processo de construção dessa soberania. Serra anula e aniquila essa soberania, seja lá o nome que tiver, Aécio, ou qualquer outro.

Avanços? O ex-deputado, ex-senador, ex-comunista, ex-honesto, Roberto Freire, no cretinismo que permeia gente como ele, criticou hoje a política econômica de FHC e chamou-a de “catastrófica”. Não o fez nos oito anos de governo de FHC. Por que? Bebeu a água neoliberal naqueles oito anos. Chafurdou-se na lama neoliberal naqueles oito anos.

Como as pesquisas indicam que as dificuldades são grandes para Jânio Quadros, quer dizer, José Serra, pula do bote FHC já que esse não tem perspectiva alguma, nem de virar múmia como RAMSÉS (bem que gostaria, para ser adorado e idolatrado como grande homem da História).

Ancora seu barco de nome oportunismo no Jânio, quer dizer Serra.

De um lado Dilma, que nos permite avançar no processo de organização popular, não fecha a cerca, não vende o País com porteira fechada, o que significa perspectiva de alternativas mais à esquerda, isso à frente, de outro Serra, que representa a chamada nova ordem política e econômica que a gente enxerga no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão, na Colômbia, no golpe em Honduras e vai por aí afora. O mundo configurado à feição do IV Reich, Washington/Wall Street e por via das dúvidas, para qualquer emergência, o Pentágono.

Por trás disso? Banqueiros, grandes empresários, latifundiários, etc, etc, os de sempre.

Avanços com Lula? Claro, o cidadão que recebe o “bolsa família” come. Ou seja, mata a fome. Assistencialismo? As elites brasileiras, aves de rapina como qualquer elite em qualquer lugar do mundo, devem somas imensas de exploração ao povo. O programa começa a corrigir essas injustiças e principalmente, liberta o cidadão do protecionismo dos coronéis da política em regiões como o Nordeste, o Norte e o Centro-oeste.

Em linhas gerais, citei exemplos, nessa diferente visão do processo político e econômico, capitalismo na essência, Lula/Dilma representam perspectivas para o movimento popular de organização e mudança e os outros tão somente um garrote nesse processo.

Por isso voto Dilma.

Ideal? Não, o caminho para avançarmos e chegarmos ao ideal. A História não marcha como carro de fórmula I, mas avança em forma de processo, ciclos e é por aí que devemos ir.

O meu estado - ES -- é um estado extinto desde a chegada do tal "progresso" com máfias como a VALE, a CST, a ARACRUZ e hoje é apenas um latifúndio administrado por um tucano corrupto, Paulo Hartung - hoje alojado no PMDB. Ações constantes da Policia Federação através de Operações, apontam a máfia estadual comandada pelo governador, mas a impunidade no estado segue sem arranhões. Anchieta, uma cidade balneária, rota turística, hoje sofre com o "progresso" desestruturado, desprogramado. Tornou-se favela. Uma população local com a economia voltada para a pesca, com a ida da Arcelor ( Aracruz) , deixou a população local desassistidas, o índice de criminalidade triplicou. Foi assim com o início do "progresso" que há 30 anos atrás chegou com nome de Aracruz, Vale e CST. Hoje, uma ilha chamada anteriormente ilha do MEL, Vitória, é a capital mais violenta do mundo. E essa é uma prova que um governo Federal sozinho não muda uma realidade. É preciso mais. Preciso formar e informar a população , para que mesmo modificando o quadro gestor, atue cobrando dos eleitos, fiscalizando e assim inibindo o desmonte de um estado que um dia fou um ESPIRITO SANTO, com sua capital chamada VITORIA. Vitória de quem?

Um dos mais belos estados brasileiros transformado nisso.

Por isso também, Dilmar, para que possamos continuar, à medida do possível, continuar a organizar os movimentos populares, romper a barreira da mídia podre, a chamada grande mídia, e mostrar às pessoas que os caminhos não passam por essa ordem de verdade absoluta.

Governo brasileiro expressa satisfação com acordo em Honduras

RIO (Reuters) - O governo brasileiro expressou satisfação na sexta-feira com o acordo para superar a crise política em Honduras.

Representantes do presidente deposto, Manuel Zelaya, e do governo de facto hondurenho, liderado por Roberto Micheletti, chegaram a um acordo na quinta-feira, depois de prolongadas negociações. Mas o documento ainda precisa da aprovação do Congresso. "O governo brasileiro recebeu com satisfação a notícia do acordo alcançado ontem, dia 29, em Tegucigalpa, que cria as condições para o restabelecimento da ordem democrática em Honduras", informou o Itamaraty em nota.

A chancelaria brasileira também expressou a expectativa "de que a normalidade institucional se restabeleça dentro do mais breve prazo em Honduras, com a volta da titularidade do Poder Executivo ao estado prévio ao golpe de Estado de 28 de junho". O governo brasileiro tem apoiado a restituição de Zelaya, que foi expulso de Honduras por militares, e o recebeu como "hóspede" em sua embaixada em Tegucigalpa quando o mandatário retornou secretamente ao país, em 21 de setembro. Na quarta-feira Honduras entrou com uma denúncia contra o Brasil na Corte Internacional de Justiça de Haia por permitir que Zelaya se refugie em sua embaixada. O pedido argumenta que o mandatário deposto e seus seguidores usam a sede diplomática brasileira como plataforma de propaganda política, "ameaçando a paz e a ordem pública de Honduras".

O Itamaraty disse nesta sexta-feira que, com a solução pacífica da crise, o governo brasileiro espera "a pronta normalização da situação de sua Embaixada em Tegucigalpa". No comunicado, o Brasil também felicitou o povo hondurenho pela saída "pacífica da crise" e disse confiar que o acordo possa permitir "a plena reintegração de Honduras ao sistema interamericano e internacional". (Reportagem de Julio Villaverde) Do Blog Terra Brasilis

Juliana Baroni fala da emoção de conhecer o Presidente Lula

Chávez diz ter certeza de que Dilma será eleita em 2010

Agencia Estado: EL TIGRE - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou lamentar o fato de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter que deixar o governo do Brasil em janeiro de 2011 e defendeu a candidatura dele a um terceiro mandato. Declarou, no entanto, ter certeza de que, em 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) será eleita sucessora de Lula. "Eu lamento que Lula saia do governo. Por que ele tem de sair? Se um presidente governa bem e tem 80% (de aprovação popular), por que ele tem de sair?", perguntou Chávez, em entrevista a jornalistas enquanto esperava o desembarque de Lula em um pista de pouso desta cidade venezuelana. Chávez acrescentou que não entende por que a presidente do Chile, Michele Bachelet, também terá que deixar o cargo no próximo ano se conta com índice de aprovação de 60%. "Só deixo a pergunta no ar." Ao afirmar que tem "certeza" de que Dilma será eleita para suceder Lula no cargo em 2010. Afirmou que Dilma "tem peso, é uma grande mulher e tem a cabeça bem ordenada." "Ela será a próxima presidente do Brasil. Podem escrever", afirmou. A uma pergunta sobre qual será sua reação se a vitória for de um candidato opositor, o presidente venezuelano apelou para o princípio da não-interferência em assuntos de outros países: "Não me meto em questões internas. Vocês são soberanos e podem fazer o que queiram. Eu não me meto", declarou.

Deu a louca no PIG

A recaída leninista das “camaradas” Dora Kramer e Míriam Leitão
Jornalista com mais de 20 anos de profissão e passagem por alguns dos principais jornais brasileiros – Folha, Globo, JB, Zero Hora e Correio –, sei como funcionam as grandes redações. A linha editorial de cada veículo é definida pelos donos dos veículos e seguida à risca pelos editores e colunistas. É a regra do jogo. Entra nele quem quer.
Por Olímpio Cruz Neto, em seu blog
Da janela do meu trabalho, aqui em Brasília, admito que surpreendo-me muito pouco com o comportamento da grande imprensa. Mas, quando tais surpresas revelam essa lógica estranha da inversão de papéis, é difícil acreditar. No jogo político, a imprensa agora é a principal protagonista. À oposição, resta seguir as orientações gerais de colunistas. Assistindo à palestra de Paulo Henrique Amorim, na última segunda-feira, num evento realizado pela Escola Livre de Jornalismo e Iesb, vi a reação da plateia à uma declaração do veterano jornalista, blogueiro à frente do Conversa Afiada. Provocador e sarcástico, ele bateu duro ao dizer que, no Brasil, agora “não há mais política partidária, não há mais negociação política. Hoje, a política se trava no PIG”. A sigla é o que Paulo Henrique alardeia como “Partido da Imprensa Golpista”. Artigo completo aqui

BANNERS DA LILI ABREU


O soneto e a emenda

Mauricio Dias: Eventuais leitores desta coluna já leram, por aqui, a história da missão que o presidente Lula entregou ao ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, de conversar com os “Barões da Mídia” brasileira que reagiram ao programa Bolsa Família tão logo ele foi implantado, em outubro de 2003. Patrus rodou jornais e revistas e levou a conclusão a Lula: consideram que o governo investe demais em programas sociais. O Globo é a expressão mais definida dessa visão. Para isso é capaz de deformar fatos para ludibriar o leitor, como fez na reportagem que, no domingo 25, sustentou a manchete do jornal: “Bolsa Família inibe expansão do emprego formal no interior”.
Não se exige perícia para tirar do próprio texto da reportagem o desmentido da manchete. Na página 3, espaço nobre do jornal, é possível fazer a dissecação da mentira. Eis o flagrante do delito, recolhido no quarto parágrafo: “A precariedade do emprego formal nessas cidades – municípios pobres, com população abaixo de 30 mil habitantes – não tem relação direta com a concessão do Bolsa Família”. Em seguida, mais um contraste entre texto e manchete:
“A maioria das lojas não assina carteira”, diz a reportagem.
Em vez de ser a condenação do Bolsa Família, esse é, ao contrário, um dos aspectos da crueldade da parcela do patronato tupiniquim que ainda resiste em pagar o salário mínimo exigido por lei, em vigor desde 1940. É prática de exploração de mão de obra barata no Nordeste do País. Os empregadores não assinam a carteira de trabalho que tira o emprego da informalidade. Evitam, assim, pagar o mínimo que a lei exige em todo o País. Inclusive, em Presidente Vargas, no Maranhão, cenário real da ficção criada por O Globo. O nome da cidade homenageia Getúlio Vargas, o presidente que consolidou as Leis do Trabalho (CLT), como lembra a reportagem em raro momento de fidelidade.
Por displicência ou má-fé, a reportagem não informa o leitor sobre as bases de funcionamento do programa. Eis um resumo: Benefício Básico: 68 reais (famílias com renda mensal por pessoa de até 70 reais, independentemente do número de crianças ou adolescentes na família). Benefício Variável: 22 reais (famílias com renda mensal por pessoa de até 140 reais com crianças ou adolescentes de até 15 anos. Cada família pode receber até três benefícios, o que totaliza 66 reais). Benefício Variável Jovem: 33 reais (famílias com renda mensal por pessoa de até 140 reais com crianças ou adolescentes de até 15 anos. Cada família pode receber até dois benefícios, o que totaliza 66 reais).
O programa alcança mais de 12 milhões de pessoas e os benefícios são cumulativos. Com isso, cada família poderá receber de 22 a 200 reais. O benefício médio é de 95 reais. Modestíssimo para muitos. Fundamental para quem enfrenta a miséria. Esse valor é a mola mestra da redução da pobreza no Brasil, entre 2003 e 2008, segundo cálculos da Fundação Getulio Vargas. Quase 20 milhões de pessoas superaram a condição de pobreza no período cujo impacto provocou queda de 17% na desigualdade social nos últimos cinco anos. Diante do princípio profissional que estabelece como dever primordial informar o leitor corretamente, a reportagem de O Globo é um atestado de óbito do jornalismo. CartaCapital

União sul-americana: Lula comemora a entrada da Venezuela no Mercosul

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O reconhecuimento bolivariano

Lula chegou como Cristo anunciando o Mercosul, diz Chávez
BBC Brasil a El Tigre (Venezuela): O presidente venezuelano, Hugo Chávez, disse nesta sexta-feira que seu colega brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, chegou ao país "como Cristo" ao anunciar "a boa nova" da aprovação preliminar do ingresso da Venezuela no Mercosul. "Lula veio como Cristo anunciando o Evangelho. Só faltou o cabelo comprido", disse Chávez. "Anunciando a boa nova da decisão da Comissão de Relações Exteriores. Saúdo a todos os senadores."
Lula chegou à Venezuela na quinta-feira, pouco depois de a Comissão de Relações Exteriores do Senado brasileiro ter aprovado a adesão da Venezuela ao Mercosul. A entrada do país no bloco ainda precisa ser votada pelo plenário do Senado. "Nossa expectativa, lá no horizonte, é positiva", disse Chávez. "Eu considero do ponto de vista econômico, moral, político e territorial que a Venezuela já é parte do Mercosul. Faltam esses passos, que são próprios de cada país."
Ritmo paraguaio - Para se tornar membro integral do Mercosul, a Venezuela precisa ter sua adesão aprovada pelos quatro países integrantes do bloco. Argentina e Uruguai já ratificaram o protocolo de adesão. O Paraguai espera a decisão do Brasil para votar. "O Paraguai tem seu próprio ritmo. Acredito que mais cedo que tarde nós conseguiremos (que o Paraguai aprove), porque isso beneficia a todos, criar um grande mercado no Sul", afirmou o presidente venezuelano. Chávez disse que mesmo aqueles que se opuseram ao ingresso de seu país no bloco "devem reconhecer que é de interesse de todos que a Venezuela entre no Mercosul", citando o fato de o país ter uma das maiores reservas de petróleo e de gás do mundo.
A adesão da Venezuela ao Mercosul provocou polêmica no Congresso brasileiro. Opositores da entrada do país no bloco afirmavam que o governo de Chávez deixa a desejar em relação ao respeito aos princípios democráticos. Questionado sobre essas críticas, Chávez disse que a Venezuela é um país "em plena democracia, com plena liberdade de expressão". "Aqui, ninguém acredita nesses contos de Chávez ditador, de perseguição contra jornalistas", afirmou.
Dilma - O presidente venezuelano disse que a visita do colega brasileiro "é histórica", porque ele está acompanhado da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. "Ele vem com a Dilma. E vocês sabem o peso que a Dilma tem, a trajetória da Dilma", disse. Chávez também voltou a manifestar apoio a uma candidatura da ministra à Presidência. "A próxima presidente do Brasil será a Dilma. Escrevam, podem escrever. Eu não me meto nisso diretamente, mas é o que me diz esse coração." O líder venezuelano disse ainda lamentar "que Lula se vá" do poder ao final de seu mandato. "E eu sei que muitos no Brasil lamentam. Por que quando um presidente está fazendo bem tem que ir?" Os dois presidentes participaram de um jantar na quinta-feira, em que Chávez disse ter cantado "Parabéns a você" e servido bolo para Lula, que fez aniversário no último dia 27.
Colômbia - O presidente venezuelano também voltou a afirmar que está "preocupado" com o acordo assinado nesta sexta-feira entre a Colômbia e os Estados Unidos, que dá a tropas americanas acesso a sete bases colombianas. "É preocupante que os Estados Unidos e sua máquina de guerra, e seus homens para a guerra, estejam aí na fronteira venezuelana", disse. "Acredito que é uma ameaça não só para a Colômbia. Esses militares ianques têm impunidade, já houve casos de violações em que não foi possível fazer nada, porque são imunes." Chávez participa nesta sexta-feira, ao lado de Lula, da abertura da colheita da safra de soja produzida em cooperação com a Embrapa, no município de El Tigre. O líder venezuelano também confirmou a assinatura de um acordo de associação entre as estatais petroleiras PDVSA e Petrobras para a criação da empresa mista que deverá operar na refinaria Abreu e Lima.

Seguindo o exemplo do cara

Cristina apresenta seu ‘Bolsa-Família’
Jornal do Brasil - A presidente argentina, Cristina Kirchner, anunciou ontem um benefício de US$ 47 mensais para filhos menores de 18 anos com pais desempregados ou que trabalhem na informalidade. Para que os menores recebam o benefício, devem estar cumprindo o ciclo escolar obrigatório, caso tenham idade correspondente, e os pais devem garantir que as crianças até cinco anos estejam com sua vacinação em dia. O programa lembra o Bolsa-Família, do governo brasileiro.

Para Torquato Di Tella, Lula não é populista

Maria Inês Nassif -Valor Econômico - Se é tentador, porém arriscado, enquadrar no conceito de populismo os governos de esquerda da América do Sul de hoje, como os de Hugo Chavez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia), e Rafael Correa (Equador), fazer o mesmo com o presidente do maior país do continente, Luiz Inácio Lula da Silva, é temerário. "Lula pode ter alguns traços de populista, mas é social-democrata", afirmou ontem o argentino Torcuato Di Tella, da Universidade de mesmo nome, no último dia da reunião nacional da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciências Sociais (Anpocs). "A tradição do PT não é populista, mas socialista com elementos de centro-esquerda à extrema esquerda", disse. Além disso, segundo o cientista político, se o populismo pressupõe apoio de massas trabalhadoras desorganizadas e de uma burocracia sindical descolada das bases, isso também não se enquadra no caso brasileiro. Para ele, o movimento sindical que gravita em torno do governo Lula não teve origem no Estado - não incorpora o "peleguismo", conforme é entendido o sindicalismo de burocracias ligadas ao poder mas descoladas das bases -, mas tem uma dinâmica autônoma ao poder público. Segundo Di Tella, no populismo clássico os governantes vêm de classes altas e ascendem e se mantêm no poder graças a um enorme poder de mobilização das massas. Nas suas raízes, o populismo vem da tradição rural da população que sai do campo para as cidades, incorporando-se às suas periferias pobres. No campo, eles têm três pais: o pai de família, o patrão e o padre. Nas periferias, incorpora o quarto pai, o político "pai dos pobres" - e aí se enquadram, com precisão, Getúlio Vargas, Juan Domingos Perón, da Argentina, na primeira metade do século passado; e, na história recente, Chávez, Morales e Correa. "Não vou falar no Lula", disse seguidas vezes, apenas concordando em emitir opinião quando o simpósio foi aberto a perguntas. E brincou: "Lula é muito popular na Argentina, mas parece que não é muito na Anpocs". Sequer o peronismo, segundo ele, conseguiu figurar como um populismo puro. Na Argentina, Perón assumiu com o apoio de um grupo militar nacionalista, com parte do clero e da indústria. Conforme mobilizava massas desorganizadas, afugentou esses apoios e agregou também uma base sindical "pelega", originária do Estado, mas que, ao contrário da burocracia sindical americana, tinha algum contato com as bases. A capacidade de mobilização das massas afugentou as indústrias mesmo no momento em que elas eram fortemente beneficiadas pela política protecionista do peronismo, que foi perdendo também o apoio da direita militar nacionalista. Segundo o argentino, essas contingências históricas de perda de apoio entre as elites pode ter definido, por exemplo, o fato de Perón ter grande simpatias pelo fascismo mas não ter conseguido trilhar esse caminho - para ser fascista, obrigatoriamente teria de ter apoio empresarial e sustentação militar. "O grande inimigo do fascismo eram as classes operárias organizadas. Se ele queria implantar o fascismo, fracassou, porque esses grupos o apoiaram", disse Di Tella. "Os grandes inimigos do peronismo, na verdade, eram a classe alta e a esquerda ideológica", afirmou. Empurrado por essas forças e inimigos, Perón, ao longo de 20 anos de exílio, os primeiros deles abrigado em países com governos de direita, acabou abandonando convicções direitistas e convenceu-se de que era um grande líder de esquerda. Nessa época, segundo Di Tella, costumava dizer que havia no mundo três grandes líderes: Mao Tsé-tung, Fidel Castro e ele próprio. Vinculou-se aos montoneros, movimento de guerrilha urbana de direita. E a ditadura militar, na sua política de eliminação da esquerda, privilegiou peronistas e seus simpatizantes.

“Esqueçam a pauta do editor e façam a pauta de suas vidas”


"O presidente Lula mandou um recado direto aos jornalistas que o acompanhavam nesta quinta-feira (29/10), em São Paulo, na inauguração da Expocatadores, que reúne mais de seis mil trabalhadores do Brasil e da América Latina. O presidente sugeriu que os profissionais deixassem de lado a pauta enviada pelos editores e entrevistassem os catadores que participam da exposição. “Pode escolher qualquer um. Será a grande matéria da vida de vocês”, afirmou.
E aí, vocês vão compreender porque que a figura do chamado formador de opinião pública, que antes decidia as coisas neste País, já não decide mais, porque esse povo já não quer mais intermediário. Esse povo tem pensamento próprio, esse povo anda com suas próprias pernas, trabalha pelos seus braços, enxerga pelos seus olhos e falam pela sua boca." "E o que é mais importante, esse povo, gente, adquiriu o gosto, o gosto de uma palavra chamada cidadania. Esse povo aprendeu a andar de cabeça erguida, esse povo aprendeu a ser dono de seu nariz!" Pescado do blog do Planalto
Parte em negrito no final, degtavada do vídeo pelos GV
GUERRILHEIROS VIRTU@IS

Seguidores de Zelaya comemoram acordo em frente à embaixada do Brasil

(EFE).- Dezenas de simpatizantes do hondurenho Manuel Zelaya se reuniram em frente à embaixada brasileira em Tegucigalpa para comemorar o acordo alcançado no fim desta quinta-feira para que o Congresso decida sobre a restituição do presidente deposto ao poder. Zelaya encontra-se abrigado na representação diplomática do Brasil há mais de um mês, desde que retornou escondido ao país. Com bandeiras de Honduras e do Partido Liberal, ao qual pertencem tanto o presidente deposto como o chefe de Estado interino, Roberto Micheletti, os seguidores daquele gritavam frases como "Mel (Zelaya), amigo, o povo está contigo" ou "Golpistas, vão à m...".
"Estamos felizes porque há um indício de que Manuel será restituído, apesar de isso ainda não ter acontecido e de Honduras nunca ter visto uma reversão ou uma restituição depois de um golpe de Estado, o que é algo histórico. Acho que neste ano aconteceram muitas coisas históricas em Honduras", afirmou Isabel Ortega, de 23 anos.
"Estou comemorando com as pessoas com as quais caminhei durante 123 dias, as pessoas com as quais lutei, gritei, corri fugindo dos gás lacrimogêneo, dos policiais e das forças repressoras deste país", acrescentou a jovem, que se identificou como comunicadora e uma "feminista da resistência".
Santos Luciano Núñez, um motorista de 60 anos, também estampava um grande sorriso no rosto pelo acordo alcançado, ao qual se referiu como uma "vitória". "Passamos meses muito críticos depois deste golpe de Estado e precisamos da restituição do presidente Manuel Zelaya para que a situação volte à normalidade", afirmou Gerson Flores, um estudante de Direito de 27 anos. "O que fizeram com nosso presidente foi uma barbárie típica dos tempos antigos. Nós elegemos um presidente por quatro anos e o depuseram de forma ilegal (...)", acrescentou o universitário.

PARE E PENSE

"E eis que, dentre a multidão, surgiu um homem, dizendo em alta voz: Mestre, suplico-te que vejas meu filho, porque é o único; um espírito se apodera dele e, de repente, grita e o atira por terra, convulsiona-o até espumar, e dificilmente o deixa, depois de o ter quebrantado." Lucas 9.38-39

Existem problemas familiares de todo tipo. Jesus, tanto no Seu tempo na terra como ainda hoje, é maior do que todos os problemas familiares. Isso o pai daquele rapaz atormentado pelo mal também sabia, e por isso veio a Jesus com sua aflição. Ninguém foi capaz de remediar sua aflição familiar, somente Jesus podia ajudar. E Ele ajudou! Ele "repreendeu o espírito imundo, curou o menino e o entregou a seu pai." Hoje Jesus também quer ajudar em todo problema familiar, seja ele causado por culpa própria ou de estranhos.

Em cada situação, fale com Jesus sobre o assunto; fale com Ele como fez aquele pai aflito. Se Ele não intervém imediatamente, não desanime. Continue falando com Jesus sobre os seus problemas familiares. Ele o ouvirá e, tocado por misericórdia, mais uma vez se mostrará como Aquele que é maior que tudo. Ele não o rejeitará, pois Ele mesmo disse: "...o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora."

O "General" Bolsonaro e o "subalterno" ACM Neto


Jair Bolsonaro - "A Lei sou Eu!"

ACM Netinho (DEM-BA) & Arthur "hiena" Virgílio (PSDB-AM)


O subalterno ACM NETO (DEM-BA) arquiva oito representações
contra o "GENERAL" Jair Bolsonaro (PP-RJ)

O subalterno-Corregedor da Câmara, ACM NETO - do infame DEM(o) - pensando que o avô ainda está no seu encalço para ele não cair da bicicleta e estragar o aro da jante (se já não estiver estragado), deu-se ao luxo de salvar o "GENERAL" Jair Bolsonaro. "Apois, num é!!!" que o netinho peralta de ACM (teve a quem puxar o garoto!) arquivou as acusações de desrespeito e discriminação que pesam contra o seu "comandante" por declarações violentas contra as pessoas e as instituições?!?! Certa feita, ACM NETO, numa situação incomum de histeria, afirmara que daria uma "suuuuurrrrraaaaa" (vixe-maria!!!) em LULA com o apoio da "ínclita hiena" Arthur Virgílio (abaixo, vídeo em que LULA responde ao pirralho). Bolsonaro, por sua vez, chamara LULA de homossexual e esculhambara Dilma Rousseff, chamando-a de "especialista em assalto e furto". Tudo ficou por isso mesmo. Acredito que ele, o Bolsonaro, anda delirando com o seu CÚ...bito e o de ACM Netinho (serão mais longos, mais fortes e mais profundos que o dos outros?!?!)!





Essa é a contribuição do DEM para a democracia brasileira! Até Serra, outra "ínclita figura", anda cuspindo na cara dos DEM(ônios)!


Câmara absolve deputado que xingou Lula e Dilma



A Mesa Diretora da Câmara arquivou de uma só vez oito representações contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), acusado de dar declarações "violentas de ódio e desrespeito" em pronunciamentos na Casa, entre 2004 e 2005. O deputado foi denunciado por, entre outras coisas, chamar o presidente Lula de “homossexual” e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, de “especialista em assalto e furto”.


O parecer que recomendou o arquivamento das representações, incluindo as declarações contra Lula e Dilma, é do corregedor da Casa, Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA). O corregedor sugeriu que o parlamentar fosse apenas “alertado" de que, em caso de reincidência, poderá responder a processo por quebra de decoro parlamentar. O deputado do PP também escapou de punição por ter afixado um cartaz em seu gabinete em que tripudia as buscas do governo federal por corpos dos desaparecidos na Guerrilha do Araguaia. Na legislatura passada, a Casa havia arquivado uma representação contra ele após uma briga com a deputada Mario do Rosário (PT-RS), que por pouco não terminou em agressão física. Jair Bolsonaro é um sobrevivente na Câmara. Em seu quinto mandato consecutivo na Casa, o deputado recebeu seis punições por causa de pronunciamentos agressivos e entrevistas polêmicas. Foram três censuras verbais e duas por escrito. Em todos os casos, escapou da abertura de processo de cassação do mandato. "Com que moral vão me cassar aqui?", provoca).


Fuzilamento


No governo Fernando Henrique Cardoso, a Câmara foi menos complacente com o parlamentar fluminense. Em programa exibido pela TV Bandeirantes em 2000, o deputado sugeriu o fechamento do Congresso. E, para espanto dos entrevistadores, afirmou que durante a ditadura militar deveriam ter sido fuzilados "uns 30 mil corruptos, a começar pelo presidente Fernando Henrique Cardoso". Por pregar o fuzilamento do então presidente da República, a Mesa Diretora decidiu, em fevereiro daquele ano, suspender o mandato do deputado por 30 dias. Capitão e paraquedista do Exército, Bolsonaro é o único parlamentar a defender abertamente a ditadura militar. Autor do relatório que rejeitou em bloco as novas denúncias contra o colega, ACM Neto nega que tenha agido de forma política ao absolver Bolsonaro. "Decidi pelo arquivamento, pois os fatos são antigos e os deputados que me antecederam na Corregedoria não tinham sequer notificado o deputado", disse o corregedor ao site. "Verifico que os acontecimentos que ensejaram a representação encontram-se superados", diz o parlamentar baiano em seu relatório, aprovado pela Mesa Diretora no último dia 22 de setembro.


“Homossexual”


O presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff entraram na mira de tiro da metralhadora verbal de Bolsonaro em 23 de junho de 2005, durante pronunciamento feito na Câmara. "Cumprimento o presidente Lula por ter nomeado para a Casa Civil uma pessoa técnica, especialista em assalto e furto", disse Bolsonaro, ao se referir à nomeação da ministra-chefe da Casa Civil. No mesmo discurso, o deputado chamou o presidente de “homossexual”. "Se a corrupção existe nesta Casa, quem a pratica, o homossexual ativo, é o presidente Lula. Temos de começar um movimento para desbancar o presidente da República. Não queremos homossexual passivo, nem ativo, neste governo", afirmou. As frases homofóbicas levaram o Grupo Dignidade - pela Cidadania de Gays Lésbicas e Transgêneros a representar o deputado. A representação foi encabeçada ainda pela deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) e pela então deputada Teresinha Fernandes (PT-MA).


“Piores que baratas”


Outros aliados do presidente Lula – sobretudo aqueles que se envolveram na luta armada durante a ditadura militar – também foram vítimas da artilharia de Bolsonaro. O deputado José Genoino (PT-SP), ex-preso político e militante da Guerrilha do Araguaia, foi tratado pelo parlamentar fluminense como "delator de colegas". O ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP) foi chamado de "portador de Lesão por Esforço Repetitivo por contar dinheiro obtido em indenizações milionárias à conta da viúva.” Já o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu foi retratado como "terrorista, precursor de Bin Laden e especialista em tortura, sequestro e carro-bomba". Quando comandava o Ministério da Justiça, o advogado Márcio Thomas Bastos foi apontado por ele como "defensor de marginais de alta periculosidade". Aos petistas, Bolsonaro disse que eram "piores do que baratas", e a ministra Dilma Rousseff aparece novamente no discurso como "integrante de quadrilha que assaltou uma casa, sendo especialista em roubo e assalto".


Confusão no Exército


O histórico de indisciplina do deputado remonta aos tempos da caserna. Quando era capitão de arma da artilharia do Exército, Jair Bolsonaro foi preso disciplinarmente por 15 dias após liderar manifestação contra os baixos soldos (salários) dos militares em 1986. O caso teve desdobramento: no ano seguinte, ele foi acusado pelo então ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, de indignidade para o oficialato. Bolsonaro acabou sendo absolvido, em 1988, pelo Superior Tribunal Militar (STM) por nove votos a quatro. Naquele mesmo ano, entrou para a vida política ao se eleger um dos vereadores mais votados da cidade do Rio de Janeiro.


“Ditadura de merda”


As divergências do capitão do Exército com o comando militar continuam. Na porta de seu gabinete, o deputado do PP afixou recentemente um cartaz ironizando a procura dos restos mortais dos militantes de esquerda desaparecidos durante a Guerrilha do Araguaia. O cartaz dizia: “Desaparecidos da Guerrilha do Araguaia: quem procura osso é cachorro”.


"Coloquei cartaz mesmo, pois estão usando dinheiro público para coisas inúteis. Não sei por que eles estão reclamando. Essa ditadura foi uma ditadura de merda, pois sumiram só 300 pessoas; e em Cuba, na ditadura do Fidel, foram 17 mil mortos", dispara Bolsonaro.
Por causa do cartaz, o PCdoB ingressou na Câmara com pedido de instauração de processo ético-disciplinar contra o deputado. ACM Neto também arquivou essa representação e pediu apenas que o cartaz fosse retirado da porta do gabinete de Bolsonaro. (Congresso em Foco)


Do Blog
Terra Brasilis

Comissões de Zelaya e Micheletti assinam acordo em Honduras

Do UOL Notícias
Em São Paulo*Sob pressão internacional, a comissão de diálogo do presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, assinou nesta quinta-feira (sexta-feira no Brasil) um acordo com os representantes do presidente deposto, Manuel Zelaya, para dar ao Congresso a tarefa de decidir sobre a restituição do líder, destituído por um golpe militar há quatro meses.

O anúncio foi feito pelo secretário de Assuntos Políticos da OEA (Organização dos Estados Americanos), Víctor Rico, em um breve comparecimento perante a imprensa junto ao subsecretário de Estado americano para a América Latina, Thomas Shannon. "Chegamos a uma feliz conclusão. Há alguns minutos as delegações designadas para este diálogo assinaram a ata e os textos correspondentes", comentou Rico.

"Foi de acordo das duas comissões que este tema (a restituição de Zelaya) seja resolvido pelo Congresso Nacional", afirmou o chefe da comissão de Micheletti, Armando Aguilar. Aguilar ressaltou, porém, que ainda não há prazos para que o Congresso tome a decisão sobre o assunto.

O acordo, decisivo para superar a crise política, foi assinado pelos membros das duas delegações ao fim de quase 12 horas de diálogo. As conversas foram reatadas nesta quinta-feira após praticamente uma semana estagnadas por desacordos sobre a restituição de Zelaya. O avanço foi obtido após a pressão de oficiais do alto escalão do governo americano, que viajaram para Honduras nesta semana para encerrar a crise política e poupar o presidente Obama de mais um problema na política externa.

"É um triunfo para a democracia hondurenha", afirmou Zelaya, logo após a assinatura do acordo, que abre caminho para a sua restituição. Zelaya foi deposto e expulso do país em 28 de junho, mas retornou secretamente para Honduras no mês passado. Desde então, está abrigado na Embaixada brasileira em Tegucigalpa. Roberto Micheletti, que assumiu o controle do país após a deposição de Zelaya, recusava-se terminantemente a concordar com o retorno do presidente deposto ao poder, mas finalmente voltou atrás e aceitou que esta decisão seja tomada pelo Congresso.

"Eu autorizei meus negociadores a assinar um acordo para celebrar o início do fim dessa situação política do país", confirmou Micheletti, em entrevista coletiva na noite de quinta-feira. Ele disse que Zelaya poderia retornar à Presidência do país depois de passar por uma votação no parlamento. Em contrapartida, o acordo estabelece que ambos os lados reconheçam o resultado das eleições presidenciais previstas para 29 de novembro. O controle do Exército seria confiado ao Tribunal Superior Eleitoral.

Líderes dos Estados Unidos, da União Europeia e de países latino-americanos haviam insistido que Zelaya deveria ser autorizado a encerrar seu mandato presidencial, com término previsto para janeiro. Eles disseram que não poderia reconhecer o vencedor da eleição de novembro a menos que a democracia fosse restaurada.

Ontem, durante as negociações, o subsecretário de Estado americano para o Hemisfério Ocidental, Thomas Shannon, líder da delegação dos Estados Unidos enviada a Honduras, afirmou que estava acabando o tempo para um acordo que pudesse pôr fim à crise. O governo Obama cortou alguns programas de cooperação com Honduras após o golpe militar, mas líderes latino-americanos o criticaram por não fazer mais pela restauração da democracia no país.

Diversos grupos de direitos humanos denunciaram abusos cometidos pelo governo interino. Para os partidários de Manuel Zelaya, eleições livres e justas não seriam possíveis após Micheletti reprimir as liberdades civis no país e fechar temporariamente as empresas de comunicação favoráveis a Zelaya.

Com informações de agências internacionais

Ciro diz que se considera pré-candidato a presidente mais vulnerável

Márcio Falcão, Folha Online
“O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) disse nesta quinta-feira que se considera o pré-candidato mais "vulnerável" na disputa ao Palácio do Planalto porque não tem a máquina pública para dar sustentação para sua campanha. Ciro, no entanto, saiu em defesa das viagens da pré-candidata do PT, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ciro afirmou que a oposição não tem argumento para chamar de campanha antecipada as viagens da ministra porque os presidenciáveis tucanos, os governadores José Serra (São Paulo) e Aécio Neves (Minas Gerais), também podem aproveitar eventos públicos para ampliar a visibilidade.
"Os candidatos citados da oposição são governadores de Estado. O Serra, com aquela simpatia que lhe parece peculiar, permanece permanentemente não só em São Paulo inaugurando obras, mas em Natal, em Goiânia. Por que não se faz o mínimo de coerência nessa questão? Essa semana ele [Serra] estava lançando o cartão não sei das quantas dizendo que era legítimo que os governantes sejam reconhecidos por suas realizações. Claro que o mais vulnerável [na disputa] sou eu porque não tenho estrutura nem do governo federal nem do governo de Estado sustentando minha caminhada", afirmou.
Segundo Ciro, não há impedimentos legais para a ministra participar de eventos públicos. "[As críticas da oposição] Isso não tem pertinência nem a mínima coerência. A ministra Dilma está acompanhando o presidente Lula em supervisão de obras na posição que ela se encontra de ministra chefe da Casa Civil. Não há restrição legal nem ética ao exercício da presença da ministra ao lado do presidente Lula", disse.”
http://nogueirajr.blogspot.com/

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

LULA: A pauta da vida

Em discurso feito na inauguração de exposição de catadores, em São Paulo, o presidente Lula mandou um recado aos profissionais de imprensa que acompanhavam o evento: "esqueçam a pauta do seu editor...

Catador de rua não é cidadão de segunda classe

Trecho do discurso do presidente Lula em visita à exposição Reviravolta Expocatadores 2009, em São Paulo.

Dona Marisa enfim conhece seu marido

Atriz Juliana Baroni, que interpreta a primeira-dama Marisa Letícia no filme Lula, o Filho do Brasil, dá o seu recado para o Blog do Planalto. Vídeo: Ricardo Stuckert/PR

O POVO DE LULA OU LULA DO POVO!

E ainda há os que não ssbem a razão dos 80% que Lula tem junto a população. Até os mais insenciveis ao ouvir o inicio de uma fala como essa mesmo que não desejando confessar, mas dirá: Ah se me candidato tivesse esse talento! Mas que talento, minha gente. Isso não é talento, mas sim saber que povo tem "cheiro", que tem cheiro de perfume, perfume da vida sofrida mas digna. Povo de calos nas mãos, povo que em muitas eleições acreditou nas falas emboladas, cheias de chavões difíceis e com isso, em outros tempos o povo humilde acreditava de boa fé. Hoje, minha gente, esse povo já sabe dicernir quem fala a verdade e a verdade para esse povo chama-se LULA. O que penso. Apenas eu penso! Pedro Bueno.
http://oquepensabueninho.blogspot.com