"Outras revelações igualmente constrangedoras para Dilma Roussef foram feitas pela revista Piauí deste mês. A reportagem é de Luiz Macklouf, autor do livro “Eu já vi este filme”, que conta histórias horrorosas sobre a trajetória de Lula. Macklouf foi quem descobriu Lurian, apresentada ao País pelo Jornal da Tarde. Na Piauí é revelada a “entrega” por Dilma do militante Natael Custódio Barbosa, em janeiro de 1970, pessoalmente. “Ela me entregou porque foi muito torturada, e eu entendo”, contou Natael, em São Paulo. Natael pode compreender, mas outros militantes preferiram morrer a entregar companheiros, porque quem adere à luta armada – seqüestros, roubos de bancos e assassinatos - está preparado para tudo, inclusive para a morte. O pior que pode acontecer a um revolucionário, é ser posto diante de uma situação como esta, porque traições do gênero são inaceitáveis e intoleráveis. O francês Régis Debray, até hoje é apontado como traidor, por ter sido preso com a guerrilha de Che Guevara, na Bolívia. Devray teria revelado o local onde se escondia Che." Jornalista Políbio Braga.
E AINDA...
A ministra chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, segundo a revista Piauí, delatou um seu ex-companheiro de Luta Armada. O hoje caminhoneiro Natanael Custódio Barbosa, disse a revista Piauí que no ano de 1970 foi a um "encontro marcado" com a hoje ministra Dilma Rousseff e acabou sendo preso. “Ela ao me vê fez aquela cara de desespero e eles caíram imediatamente em cima de mim." "Desse dia em diante nunca mais eu a vi. Ela me entregou porque eu era da base operária e eu não conhecia ninguém da liderança." É sempre assim: nenhum herói brasileiro resiste a um investigação rigorosa e criteriosa. Por isso é que eu sempre digo e continuo afirmando: heróis brasileiros são só aqueles que foram torturados e mortos. O pior não é ser herói bandido, mas ser um falso herói, desses que a história brasileira está repleta. Herói para mim é todo aquele que tem a coragem de dizer, trai os meus companheiros sob tortura. Resisti até onde pude, peço perdão a Pátria e aos meus companheiros por não ter resistido a tanta tortura. Nesse caso, covarde não é quem confessa que traiu por ter sido submetido mais cruel tortura, mas o torturador, que não respeitou a fragilidade humana e arrancou uma confissão de quem não seria capaz de fazê-lo em condições normais. O Brasil é uma grande mentira organizada, porque já passado mais de 300 anos da morte de Tiradentes e ainda não se sabe ao certo se ele de fato foi um herói. O mesmo se diz de Frei Caneca, que muitos afirmam com sendo um verdadeiro mártir da nossa independência, mas a história sempre o colocou num segundo plano.
NOTA DO EDITOR: Prepare seus nervos, a Imprensa Brasileira juntamente com o PSDB/DEM/PPS vão jogar sujo até as eleições de 2010. Muita calúnia, mentira, trapaça, manipulações...correrão por debaixo da ponte política. Essa CORJA farão de tudo para retornar o poder. Cuidado Nação Brasileira, não deixe essa QUADRILHA ser eleita.
Um comentário:
Não foi a revista que mentiu sobre Dilma, mas o próprio Natanael Barbosa que cotou o fato, como vemos abaixo:
""No final de janeiro de l970, Barbosa foi ao encontro que haviam marcado, às cinco da tarde, na movimentada rua 12 de Outubro, na Lapa. Ele vinha numa calçada, do lado oposto e em sentido contrário ao que ela deveria vir. Quando a viu, de braços cruzados, atravessou a rua, passou por ela sem dizer nada, andou uns vinte passos e, sem desconfiar de nada, voltou. "Voltei, encostei do lado dela (Dilma), e perguntei se estava tudo bem", contou Barbosa, emocionadíssimo." Ela fez cara de desespero e eles caíram imediatamente em cima de mim já me batendo, dando coronhadas e me levando para o camburão, e depois pra o Oban."
E prosseguiu: "Nunca mais a vi. Ela me entregou porque foi muito torturada, e eu entendo isso. Acho que me escolheu porque eu era da base operária, não conhecia liderança nenhuma da organização e não tinha como aumentar o prejuízo.""
Natanael deu esse depoimento à revista Piauí numa entrevista com Galdeano, ex-marido de Dilma.
Não mintam, por favor, nem procurem abafar fatos verdadeiros baseados nessa mania de perseguição falsa e alucinada.
Jurema Cappelletti
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