Convido todos os meus familiares e amigos do Paraná a lerem a entrevista que concedi a revista Aldeia (de Cascavel-PR), publicada em sua mais recente edição, a de dezembro de 2010. A revista é enviada a assinantes, tem nas bancas, mas ainda não está online. Por isso não tenho como linká-la.
Na conversa com os jornalistas falo sobre minha juventude, militância política, fundação do PT, campanhas presidenciais e do processo a que respondo no Supremo Tribunal Federal (STF) - nas demais ações judiciais instauradas contra mim, já fui absolvido. É uma das entrevistas de que me lembro em que mais me fizeram falar sobre assuntos pessoais, mas ela ficou boa.
Óbvio, que falo muito sobre política também. Nessa parte, deixo claro que nossa presidenta, Dilma Roussef, não participou de qualquer ação errada durante o regime militar, ao contrário do que a mídia e o candidato da direita derrotado ao Palácio do Planalto, José Serra (PSDB-DEM-PPS), tentaram imputar-lhe durante a campanha eleitoral.
Chegamos ao ano do meu julgamento no STF
Não é possível, como tentaram fazer na campanha, apoiar-se em depoimentos obtidos sob tortura para julgar o que o militante - principalmente o da resistência a uma ditadura militar - fez ou deixou de fazer. Depoimentos sob tortura não têm nenhum valor e explorá-los ou fazer julgamentos a partir deles é uma infâmia.
Nessa entrevista, mais uma vez, esclareci que, no primeiro governo do presidente Lula, no qual fui ministro-chefe da Casa Civil, o PT não fez concessão alguma indevida e que não é verdade que tenhamos comprado votos, nem parlamentares, nem que houve mensalão. O caso é, realmente, e como tenho afirmado sempre, de dívida de campanha. Nós não tínhamos porque comprar votos. Tínhamos maioria no Congresso Nacional. A cassação do meu mandato de deputado federal, reitero, foi eminentemente política.
Na entrevista lembro que, legalmente, eu nem podia ser processado pela Câmara, porque não era deputado no exercício do mandato, estava licenciado para ocupar o cargo de ministro da Casa Civil. Mas, felizmente, chegamos à reta final dessa angústia: o processo a que respondo no STF deve ser julgado este ano e aí terei condições de provar minha inocência. Por isso, meus amigos, gostaria que vocês lessem essa entrevista. (Blog do Zé Dirceu).
sábado, 15 de janeiro de 2011
Zé Dirceu: Uma entrevista que gostaria que vocês lessem
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