sexta-feira, 5 de março de 2010

DN remomenda não realização de prévias para cargos majoritários.

Leia a íntegra da resolução sobre a realização de prévias aprovada durante reunião do DN nesta sexta-feira (5):
Resolução sobre Prévias
Considerando o amplo entendimento partidário e a unidade das posições políticas expressas nas deliberações do ultimo congresso do partido dos trabalhadores;
Considerando os desafios do processo eleitoral que se realizará este ano, e a necessidade de preservação desta unidade;
Considerando o disposto no artigo 135 do estatuto do partido em relação a realização de previas eleitorais sempre que houver mais de um(a) pré-candidato(a) às eleições majoritárias;
Considerando que é dever da direção nacional, respeitando a legalidade partidária, tomar as medidas políticas necessárias e cabíveis para evitar disputas internas que possam vir a prejudicar, em alguma medida, a defesa do nosso projeto nacional.
Considerando, finalmente, que os encontros estaduais são instâncias democráticas e legitimas para debater as candidaturas a cargos majoritários, criando as condições necessárias para um amplo entendimento;
O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores resolve, respeitado o disposto no artigo 135 do nosso estatuto, por considerá-las inconvenientes e politicamente inoportunas neste momento:
Recomendar a não realização de previas para cargos majoritários;
Determinar à CEN que faça as gestões e tome as medidas necessárias para a viabilização política desta recomendação.
Brasilia, 05 de março de 2010 - Diretório Nacional do PT
GUERRILHEIROS VIRTU@IS
são PT até debaixo d'água (rerere, debaixo d'água é em São Paulo... Já, em Cuiabá, estamos sem uma gota d'água em casa ha 3 dias!!) e acompanham o desenrolar da disputa interna no Mato Grosso e querem, ou melhor, exigem que a Democracia Partidária e a UNIDADE seja preservada. As pretensões deste(a) ou daquele(a) postulante não podem, de maneira alguma, serem maiores que o partido.
Como entendemos a resolução como uma recomendação, acompanharemos atentos o desenrolar dos fatos!

PT lamenta morte de militante histórica Dalva de Oliveira


NOTA DE PESAR
O PT registra e lamenta a morte da militante histórica Dalva de Oliveira, ocorrida nesta quinta-feira (4) em São Paulo.
Dalva foi uma das fundadoras do PT, em 1980, e sempre esteve na linha de frente da defesa do partido. Na crise de 2005, organizou via internet um movimento de resistência à tentativa de golpe contra o governo Lula e de apoio aos companheiros que sofriam os maiores ataques naquele momento.
Dalva era advogada e trabalhava na Assembléia Legislativa de São Paulo. O Velório acontece no Cemitério do Araçá. Seu corpo será cremado nesta sexta-feira (5) na Vila Alpina.
Aos parentes, amigos e companheiros de luta, o Partido dos Trabalhadores externa seu pesar e sua solidariedade, na certeza de que a memória da guerreira Dalva ficará para sempre marcada como exemplo de militância por um país mais justo, fraterno e democrático.

Confiança abalada

De Ilimar Franco:
Os mineiros não são os únicos a sonhar com a candidatura do governador Aécio Neves à Presidência. Esse também é um sentimento generalizado no DEM, onde circula um documento reservado prevendo que a oposição sairá derrotada, e sem rumo, se o candidato for o governador José Serra.

O texto "Só não enxerga quem não quer ver: a vez é de Minas", de três páginas, é de autoria do tesoureiro do partido, Saulo Queiroz.

No documento, Saulo, que também já integrou a direção do PSDB, faz uma análise das eleições em todas as regiões do país e nos estados do Sudeste, e conclui: "Dilma é franca favorita na disputa contra Serra".

Prevê um "arraso" da candidatura Dilma-Lula no Rio. Atribui à petista uma vantagem "na casa de 20%".

"Dilma é mineira, atiçará a mágoa pelo fato de Aécio ter sido preterido pelo Serra, mais um paulista". Saulo também não crê em vitória se o candidato for Aécio, mas nesse caso argumenta: "Aécio terá assegurado um grande recall para pleitos futuros. É a vantagem dos seus 49 anos... Em 2014 Serra terá 72 anos".

O JORNAL O GLOBO MENTIU, INVENTOU:Lula descarta licenciar-se da Presidência para ajudar Dilma na campanha

Do UOL Notícias
Em São PauloEm entrevista simultânea a rádios de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) na manhã desta sexta-feira (5), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que não irá se licenciar do cargo para fazer campanha eleitoral para a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e outros candidatos da base aliada.
Ontem (4), coluna publicada no jornal "O Globo" afirmou que Lula poderia se afastar da Presidência e, em seu lugar, deveria assumir o cargo o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), já que os sucessores imediatos do presidente – o vice-presidente, José Alencar, e o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP) – deverão concorrer nas próximas eleições.
“Seria uma coisa descabida um presidente pedir licença do cargo mais importante do Brasil para fazer campanha. Seria irresponsável”, disse Lula em Petrolina, acompanhado por Dilma Rousseff e pelos dois pré-candidatos ao governo do Estado da Bahia: Geddel Vieira Lima (PMDB) e Jacques Wagner (PT).
Para Lula, se licenciar do cargo resultaria na desvalorização do candidato da base aliada. “Achar que eu me afastando posso ajudar mais um candidato do que estando na Presidência é diminuir o candidato”, afirmou. “Não há hipótese [da licença]. A ministra Dilma e outros ministros, quando chegar abril, irão se afastar. Eu fico na presidência até 0h de 31 de dezembro”, acrescentou o presidente.

Sobre presidentes e Ministros da Fazenda

José Serra tenta retomar o discurso programático. Ontem, o discurso no centenário de Tancredo. Hoje, a antecipação de algumas ideias econômicas, especialmente o combate à apreciação cambial.
Seja quem for o presidente – Serra ou Dilma, provavelmente não com Aécio – a apreciação cambial será combatida. Quem é oposição pode ser mais explícito; que é governo, menos. Mas não há diferenças de posição nesse item.
O que compromete Serra não são suas ideias econômicas. É algo mais substantivo.
A gestão Lula mostrou um outro padrão de governabilidade, que vai além do econômico, e muito além do câmbio. Trata-se de reconstrução política e institucional brasileira, na qual a economia é uma perna imprtante – mas restrita.
Quem tiver boas ideias apenas nessa área, é candidato a Ministro da Fazenda, não a presidente.
A governabilidade pressupõe o exercício permanente da tolerância e da redução de pontos de fricção seja partidários, de classe ou regionais. Exige um olhar sistêmico sobre o país, a capacidade de ver todas as pontas, de identificar as linhas de menor resistência, de saber negociar no plano partidário e federativo, de somar, ouvir.
Mais: exige planejamento, gerenciamento, identificação dos fatores fundamentais de progresso. Sem esse arcabouço institucional novo, se ficará apenas no campo dos conceitos e do discurso vazio.
Quando o governo assumiu e se meteu em um sem-números de conselhos (CDES, conselhos sociais etc.) a visão dominante, tecnocrática, era a de que jamais sairia do assembleísmo.
Aos poucos – especialmente depois que o governo se reorganizou no pós-mensalão – começaram a emergir ideias e quadros de todos os lados, graças a esse modelo. O Bolsa Família ganhou consistência, o PAC retomou as tentativas de articulação do Brasil Em Ação – belíssima experiência do José Paulo Silveira, que falhou por falta de presidente da República -, corrigiu erros, permitiu avanços.
Tudo isso porque, paralelamente ao discurso político, havia um processo de reconstrução institucional feito com agentes vivos e atuantes, e não apenas em um pedaço de papel.
Construção institucional
Lula entrou com a sabedoria política: a ação federal só é eficaz quando há colaboração de estados e municípios; e só se consegue essa colaboração quando se repartem ganhos políticos igualmente.
Dado o princípio, havia a necessidade de montar o arcabouço institucional capaz de colocar as ideias em prática.
É aí que se sobressai a ação de Dilma Rousseff. A discussão boba sobre ter ou não ter diploma, sobre maior ou menor experiência administrativa, esconde o essencial: Dilma foi responsável por dois dos maiores feitos de reconstrução institucional brasileira. A biografia administrativa de Serra é o oposto: a total inação para grandes mudanças institucionais. Sua grande contribuição se deu no plano parlamentar, graças à ação individual de um dos maiores nomes da economia brasileira: o economista José Roberto Afonso.
A velha mídia sempre teve um fascínio mítico pelas reformas no plano das leis. Jamais conseguiu entender as reformas no plano administrativo e institucional.
O primeiro feito institucional de Dilma foi o modelo elétrico que salvou o setor do desastre desregulamentório do governo FHC.
Sobre o modelo elétrico, escreverei amanhã.
O segundo feito foi a modelagem institucional dos programas federais – PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), saneamento, habitação.
Primeiro, definiu-se o papel de cada ente federativo. À União, caberia a regulamentação, os recursos e a fiscalização. Aos estados, as obras estaduais. Aos municípios, as municipais, trabalhando em conjunto com os estados.
Depois, conversas exaustivas para identificar problemas potenciais e – principalmente – o modelo de atuação mais eficiente, os instâncias de discussão, os modelos de acompanhamento do governo (para não perder o controle na ponta).
O modelo habitacional
O programa habitacional forneceu um exemplo graúdo da distância quilométrica entre esse novo modelo e o pensamento burocrático de Serra.
Montou-se o modelo e o governo federal disponibilizou recursos para um milhão de moradias populares. Mais: removeu fatores que poderiam inviabilizar o acesso da baixa renda às moradias.
Depois, disse a estados e municípios: organizem-se e venham buscar os recursos. Imediatamente, colocou em marcha uma movimentação nacional, descentralizada, de prefeitos, governadores, empresários locais ou nacionais.
Criou-se uma competição virtuosa, que permitirá atingir (ou não) as metas. Pelas informações, o primeiro milhão de casas populares será atingido em breve.
Qual foi a reação de Serra? Criticou o fato do governo não ter definido prazo para construir esse um milhão de casas. A CDHU, de São Paulo, disse ele, trabalha de forma centralizada e com prazos. Mostrou incapacidade total de analisar sequer modelos gerenciais; muito menos uma construção de alta complexidade, que é casar a gerência com as variáveis políticas de um país de um federalismo incompleto.
O que se está vendo agora, é o resultado desse modelo: inaugurações de obras em que aparecem presidente da República e governador do estado; prefeitos usando obras com recursos federais para suas campanhas políticas; governadores fazendo campanha com essas obras; até o infausto Sérgio Guerra atuando dessa maneira.
Esse modelo de articulação do PAC tornou-se padrão. Na primeira fase resultou em processos semelhantes no Ministério de Ciência e Tecnologia, Agricultura, Saúde, dentro da ideia de cada Ministério definir as ações do setor de forma interministerial, envolvendo outros ministérios e departamentos.
Percebeu-se que nenhum ministério conseguiria sozinho essa coordenação. Provavelmente um PAC 2 integrará todas essas ações em um PAC único.
Independentemente do resultados das eleições, quando baixar a poeira desse passionalismo, dessa exacerbação maluca a que a opinião pública foi levada pela velha mídia, emergirá a figura de uma das grandes ministras da história republicana.
Serra e o não exercício da gestão
Serra teve a maior vitrine que qualquer candidato a presidente poderia aspirar: o governo de São Paulo. Fazer uma revolução em São Paulo é imensamente mais fácil que no Brasil.
O Brasil é díspare; São Paulo é homogêneo. Pactos políticos são mais fáceis em São Paulo. Um governador com visão de futuro teria à sua disposição os melhores quadros do país para articular grandes movimentos de modernização: os melhores institutos, as melhores universidades, as maiores empresas nacionais, a melhor estrutura sindical (Fiesp/CIESP, centrais sindicais, Sebrae), as melhores associações empresariais, as melhores cidades médias, a melhor infra-estrutura, massa crítica de pensadores, organizações sociais, órgãos exemplares de financiamento da pesquisa.
Imagine essas forças sendo articuladas para um plano de disseminação de inovação nas empresas paulistas. Ou um plano de melhoria do valor agregado das exportações paulistas. Ou uma ação integrada, com todos os setores, visando reduzir a criminalidade ou melhor a assistência social.
Nada se fez, nada. Apenas se deu continuidade a obras.
As melhores empresas de São Paulo insistiram em bancar, com recursos próprios, programas de qualidade. Serra só aceitou porque eram grandes empresas. Jamais acreditou em gestão e matou os programas por desinteresse.
No campo das articulações com forças sociais e econômicas, foi um governo que se isolou de tudo ou de todos.
Na crise de 2008, só aceitou receber associações empresariais seis meses depois do pedido de audiência, quando algumas delas se reuniram com centrais sindicais e ameaçaram manifestações na porta do Palácio.
Permitiu que a greve da Polícia Civil chegasse às vias do confronto e, depois, aceitou todas as reivindicações.
Administrando a mídia
Seu modelo de gestão consistia unicamente em tentar administrar o noticiário da mídia, com uma obsessão sem paralelo. Qualquer linha torta, qualquer pergunta não programada, tirava o governador de suas funções administrativas, para ligar para chefes de redação, não poucas vezes exigindo a cabeça dos jornalistas.
Em reuniões com secretários, chegou a admitir que gastava três horas por dia acompanhando o noticiário dos jornais.
Mais que isso. Junto com a velha mídia criou um clima de macartismo, de virulência, de baixarias que jamais havia presenciado em 40 anos de jornalismo.
A maneira como articulou jornalistas de esgoto para fuzilar companheiros, para atacar aliados e adversários, a ação deletéria de seu Secretário de Comunicação, ameaçando jornalistas nas redações da própria velha mídia, compõem um conjunto inédito de ameaças à liberdade de opinião.
É até piada considerar que a ameaça venha de conselhos populares.
Essa falta de empenho em criar modelos de atuação, gerou um paradoxo.
Em um modelo neoliberal, em que o governante não dispõe de estrutura de Estado para atuar, o caminho alternativo é o da coordenação dos agentes sociais e econômicos do Estado.
Em um modelo autárquico, o governo é centralizador e só sabe agir com ferramentas de Estado.
Em um modelo pragmático, casam-se estado e articulação.
Numa ponta, privatizou empresas paulistas, tudo para fazer caixa imediato e deixar obras. Enquanto a Cemig se tornava uma das grandes empresas nacionais, a indecisão do governador esmagou a CESP. Quatro anos pensando em privatizá-la. Não privatizou e matou quatro anos de planejamento e de expansão da empresa.
Em São Paulo, Serra montou um modelo de governo centralizador – e inerte – que privatizava para conseguir recursos para seu único objetivo: obras viárias vistosas.
Não é à toa que, na semana passada, fez um balanço parcial do que o governo de São Paulo fez contra a crise… antes de vender a Nossa Caixa. E mereceu uma emérita gozação de Lula que explicou que comprou a Nossa Caixa para utilizá-la para enfrentar a crise.
Autor: Luis Nassif -

Mensalão do DEM: STF nega habeas corpus e mantém prisão de Arruda


O Globo
BRASÍLIA e RIO – No mesmo dia em que a câmara abriu processo de impeachment contra o governador afastado do Distrito Federal (DF), José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu mantê-lo preso. …

Dilma: “Preferimos as vozes dessas oposições - ainda quando mentirosas, injustas e caluniosas - ao silêncio das ditaduras”

Dilma: “Preferimos as vozes dessas oposições - ainda quando mentirosas, injustas e caluniosas - ao silêncio das ditaduras”
Por Júnior Miranda
Uma mulher brasileira nascida no solo abençoado das Minas Gerais, crescida nas bravas terras do Rio Grande do Sul. Mulher torturada pela Ditadura Militar, discriminada como tantas mulheres brasileiras que decidiram emancipar-se e entrar na vida política enfrentando o machismo de uma sociedade preconceituosa.
Mulher caluniada por poderosos grupos de comunicação do país que falsearam documentos e identidades. Mulher que apesar de tantas agressões sofridas através da mídia conservadora ainda expressa uma frase digna de ser relembrada.
“Preferimos as vozes dessas oposições - ainda quando mentirosas, injustas e caluniosas - ao silêncio das ditaduras”, palavras de Dilma Rousseff.
Não é a toa que o presidente mais popular da história do Brasil, o ex-operário e retirante nordestino, Luiz Inácio Lula da Silva, nos presenteou com a indicação de uma mulher brasileira do quilate de Dilma Rousseff, para ser a sua sucessora, a primeira mulher presidenta do Brasil.
Uma mulher que pronuncia uma frase dizendo que são preferíveis as mentiras da mídia ao silêncio imposto pela ditadura militar, merece o respeito de todos nós que lutamos por um país mais justo e cada vez mais democrático.
Por isso, é inadmissível, vergonhoso, medíocre o comportamento da chamada “grande mídia brasileira” que nos porões criminosos dos bastidores do poder tentam, e não terá êxito, manchar a história de garra, determinação e competência da nossa futura presidenta Dilma, a qual construiu junta, com tantas outras mulheres e homens brasileiros, um Brasil democrático.
O povo brasileiro não aceita golpes patrocinados pelos meios de comunicação como aconteceram num passado recente no Brasil, derrubando governos eleitos democraticamente, a exemplo do governo do Presidente João Goulart em 1964, e tantas outras interferências midiáticas as quais subjugaram a nação brasileira ao longo de décadas. O povo brasileiro está atento e mostrará que é independente, é soberano.
Agora é Dilma!
http://blogdojuniormiranda.blogspot.com/

A NOSSA AMIGA DALVA

"José Dirceu foi cassado sem provas e virou réu sem provas
porque o STF se sentiu acuado pela mídia e votou "com a faca
no pescoço", conforme declaração de um de seus Ministros.
STF tem o rabo preso. Julgou sem provas e tornou réus vários
inocentes.
Mais uma injustiça que precisa ser reparada. "
Dalva Oliveira



É com muita tristeza que comunico o falecimento de uma grande mulher, Dalva Oliveira. Amiga, companheira de luta por justiça, por um Brasil melhor. Uma estrela se apaga na blogosfera petista. Inteligente, culta, alegre, bonita, militante incansável, muito querida, admirada, respeitada por todos que a conheceram. Sigo o exemplo dela de nunca ter se deixado abater, nos piores momentos do PT, ela estava forte, não fugiu a luta, a luta por justiça. A luta contra as mentiras, contra as calunias, contra o PIG, contra as injustiças que foram cometidas. Infelizmente ela vai fazer muito falta, era uma guerreira destemida. Em homenagem a Dalva e seguindo o exemplo dela, na data de hoje vou continuar na luta. O blog não vai parar. Dalva foi uma pessoa iluminada na vida, e continuará sendo iluminada por Deus.
Jussara Seixas
Leiam as mensagens dos amigos e companheiros e companheiras da nossa estrela Dalva no blog:
http://por1novobrasil.blogspot.com/

Genro: "Oposição está perplexa com o segundo governo Lula"

Eliano Jorge, Terra Magazine
“Chefe de três ministérios nas duas gestões consecutivas do presidente Lula, Tarso Genro mede o desempenho da administração petista com o termômetro da oposição. É pela reação dos adversários que ele estima o sucesso que atribui a seu grupo.
- Eles estão perplexos, o segundo governo do presidente Lula é muito melhor do que o primeiro. E seu prestígio é maior. Isso dá autoridade para ganhar as eleições e manter nosso projeto como hegemônico no País - declarou o petista a Terra Magazine, enquanto cumpria sua agenda de pré-candidato ao governo gaúcho.
Ex-ministro da Educação, das Relações Institucionais e da Justiça não simultaneamente, Genro chancela a aposta governista para a corrida presidencial. "A ministra Dilma foi indicada pelo presidente da República de maneira correta, na minha opinião, porque era a única pessoa que tinha condições de unificar o partido para nos levar à vitória", opinou.

Em âmbito estadual, sua projeção é de concorrer, de fato, com um candidato da possivelmente fragmentada coalização governista. "A disputa, aqui no Rio Grande do Sul, terá fatalmente o candidato do Partido dos Trabalhadores no segundo turno", anunciou o próprio candidato, que, neste sábado, 6/3, completa 63 anos de idade.
Duas vezes prefeito de Porto Alegre e pleiteando pela terceira vez o Palácio de Piratini, Tarso Genro referiu-se a uma "crise econômica bastante intensa, em função da inépcia do governo estadual" de Yeda Crusius, do PSDB.
Os tucanos, aliás, tendem a perder seu principal apoio, dos peemedebistas, que ensaiam candidatura própria do atual prefeito porto-alegrense José Fogaça. "É uma crise de definição política do campo conservador aqui, em função da dubiedade do PMDB, que sempre foi hostil ao governo do presidente Lula (...) Sempre foi um partido de centro-direita, sempre foi oposição ao governo Lula", remarcou Genro.

Ditadura
Ministro da Justiça até 10 de fevereiro e, desde então, mais distante das polêmicas sobre o texto do Plano Nacional de Direitos Humanos, o petista reafirma suas convicções, embora sem demonstrar apego às ideias que defende.
- O plano, em geral, é muito bom, reflete exatamente o desejo da sociedade brasileira, é democrático, é conciliatório. Se algum ajuste o presidente Lula acha que deseja fazer, evidentemente nós devemos obedecer à orientação do presidente.
A criação da Comissão da Verdade para regurgitar a ditadura de 1964 a 1985 talvez tenha sido a maior causa da indigestão na Esplanada. "Nosso governo é de coalização, não tem unidade ideológica completa e não tem, inclusive, uma visão uniforme, entre todos os ministros, a respeito do que aconteceu durante o regime militar", simplificou Genro.”

O quadro sucessório


Ao longo de 2009, muito foi dito e projetado para as eleições de outubro deste ano à Presidência da República.

Chegamos até a ler o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, a prever, um ano antes da votação, a derrota da ministra Dilma Rousseff.

Pois bem. Faltando sete meses do pleito, quando ainda há muita coisa para acontecer, o quadro é completamente diferente.

A semana começou com a pesquisa Datafolha mostrando a queda vertiginosa, em apenas dois meses, da diferença entre o tucano José Serra e Dilma de 14 para 4 pontos percentuais, um empate técnico, a se considerar a margem de erro de dois pontos.

Segundo o Datafolha, Serra tem hoje 32% e Dilma está com 28% no cenário mais provável, com o deputado Ciro Gomes figurando com 12% e Marina registrando 8%.

Em relação à pesquisa anterior, Serra perdeu 5 pontos, enquanto Dilma ganhou 5, ou seja, o tucano começa a perder votos diretamente para nossa candidata.
Na pesquisa de segundo turno, há também empate técnico, pois Serra cai e fica com 45% enquanto Dilma sobe e já está com 41%. Na pergunta espontânea, Dilma tem 10%, Lula —que não é candidato— os mesmos 10%, Serra 7% e “o candidato do Lula” 4%.
Os números do Datafolha abalaram o já conturbado ambiente da oposição.
Primeiro porque mostra que Lula está transferindo sua popularidade para Dilma, o que era esperado, já que a ministra está desde o início do Governo, em 2003, e gerencia programas importantes como o Bolsa Família, o “Minha Casa, Minha Vida”, o “Luz para Todos”, o Pré-Sal e o PAC.
É cada vez mais claro que Dilma é a candidata que significa a continuidade do bom Governo Lula.
Mas o temor da oposição é também a ausência de um programa alternativo para o Brasil.
Serra é a cara da gestão Fernando Henrique Cardoso, por isso, não tem como defender as escolhas bem-sucedidas do Governo Lula, pois sempre defendeu o contrário.
Para completar, em São Paulo, Estado mais desenvolvido do país, as coisas vão mal, a começar pela capital, que Serra deixou nas mãos de seu pupilo Gilberto Kassab.
Nem a Educação e a Segurança orgulham mais os paulistas. O retrato da cidade é o trânsito caótico e o estado de calamidade pública por conta das já esperadas chuvas, consequências da ausência de políticas preventivas e da desarticulação da Defesa Civil.
Além de não ter propostas para o país, o tucano parece enfrentar grandes problemas internos, a começar por sua indefinição.
Todos sabem que ele será o candidato do PSDB, mas ele não admite de forma oficial. Enquanto isso, nos bastidores, pressiona o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, a aceitar ser candidato a vice.
A pressão sobre Aécio tem sido tão forte que o mineiro se sente acossado.
Aécio já avisou que não vai ser vice de jeito nenhum e que não se sente responsável por uma eventual derrota de Serra, pois foi o governador de São Paulo e a cúpula paulista do tucanato que evitaram a prévia e o debate programático.
O resultado foi o constrangimento que Serra passou em Minas nesta quinta-feira (4/3).
Sem programa, sem administração boa para defender, sem ambiente interno para dar sustentação, Serra não tem também alianças fortes nos Estados para lhe dar palanques importantes.
Até agora, pode contar apenas com Yeda Crusius, campeã de denúncias no Rio Grande do Sul, e com Alberto Fraga, nome do governador afastado do Distrito Federal José Roberto Arruda, ambos do DEM.
No Rio de Janeiro, os tucanos estão em crise com o PV, que não quer apoiar o nome de Cesar Maia (DEM) para o Senado.
Em Santa Catarina, o nome do PSDB é o vice-governador, Leonel Pavan, também envolvido em denúncias de corrupção.
Nem em São Paulo, berço da candidatura Serra, a situação está tranquila: Geraldo Alckmin não é o preferido de Serra, que quer fazer seu secretário Aloysio Nunes Ferreira o candidato ao governo.
Há ainda muita água para correr neste rio das eleições, mas, hoje, felizmente, a população brasileira dá sinais claros de que estamos no caminho certo e de que não quer Serra, PSDB, FHC e DEM de novo.
José Dirceu, 63, é advogado e ex-ministro da Casa Civil

PT diz que mídia faz "guerra de extermínio" ao partido


PT diz que mídia faz "guerra de extermínio" ao partido
da Folha de S.Paulo, em Brasília

A Executiva Nacional do PT aprovou ontem em Brasília um documento político em que acusa a mídia e "amplos setores do empresariado" de terem se aliado à oposição para reacender o escândalo do mensalão e promover uma "guerra de extermínio" ao partido.

O texto é assinado pelo presidente do partido, José Eduardo Dutra, e ainda pode ganhar emendas no encontro do Diretório Nacional do PT, que será realizado hoje.

"Faltam projeto e base social à oposição neoliberal, mas ela ainda tem fortes aliados em amplos setores do empresariado, particularmente da mídia, que já começam a criar factoides e falsos escândalos visando enfraquecer nosso projeto", diz o documento petista.

"Os recentes episódios envolvendo denúncias vazias contra dirigentes petistas comprovam que a guerra de extermínio ao PT, deflagrada em 2005, está longe de acabar."

Embora não faça citação direta, petistas disseram à Folha que a menção se refere a acontecimentos recentes: a revelação, feita pela Folha, de que o ex-ministro José Dirceu recebeu ao menos R$ 620 mil de grupo empresarial com interesse na reativação da Telebrás, e reportagens das revistas "Época" e "IstoÉ" sobre investigações do mensalão que citam o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT).

Refere-se, também, a reportagem da Folha que mostrou que o governo não cumpriu o prazo prometido em três de cada quatro principais ações do PAC, gerenciado por Dilma Rousseff (PT).

Agora é Lula aqui e Dilma, lá

Por: Sérgio Nobre
Dirigente sindical defende candidatura da Ministra Dilma Rousseff
Lula é um visionário e não costuma errar em suas escolhas. Quando ele começou a falar publicamente que Dilma Rousseff era o melhor nome para sucedê-lo na Presidência da República muitos duvidaram, outros até torceram o nariz. A oito meses das eleições, as pesquisas provam que ele tinha razão. Dilma já ameaça a liderança do candidato tucano que se segurou até agora por conta do recall de seguidas disputas eleitorais. Como as intenções de voto em Dilma tendem a crescer, já nas próximas pesquisas a petista deve ultrapassar um encurralado Serra, que nem sequer assumiu a candidatura.
O presidente acertou: Dilma Rousseff é, sim, o melhor nome para assumir o cargo hoje ocupado por esse ex-metalúrgico que se tornou uma das lideranças mais populares e influentes do mundo na atualidade. Além da confiança e apoio incondicionais de Lula, a ministra está credenciada a comandar o Brasil a partir de 2011 porque competência e trabalho marcaram toda a sua trajetória, em especial, no governo federal, onde se tornou (por mérito) o braço direito de Lula.
Está mais que na hora de uma mulher comandar este País, ainda mais quando ela tem, além de muita capacidade, um passado de luta pela democracia e um presente de respeito à classe trabalhadora.
Quem mais e melhor poderá garantir a continuidade e consolidação de todas as realizações cravadas pelo governo Lula desde 2003? A resposta é Dilma, porque Lula a conhece bem e acredita que ela tem capacidade para consolidar programas como o Bolsa Família, que atende 13 milhões de lares, além de ações certeiras que tiraram 20 milhões de brasileiros da pobreza e garantiram empregos com carteira assinada a 12 milhões de trabalhadores. E ainda tem o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que está nas (boas) mãos dela.
Competente e democrata, Dilma, assim como Lula, sabe que apenas a distribuição de renda, o respeito e o compromisso com a classe trabalhadora garantirão um Brasil melhor e mais justo socialmente.
Dilma tem o apoio de quem produz e pode, pela primeira vez em uma eleição, unir as seis centrais sindicais brasileiras em torno da sua candidatura. A ministra ouve e respeita a classe trabalhadora. Provou isso quando atendeu o chamado do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e veio à Região participar do seminário “O ABC do Diálogo e do Desenvolvimento”, que foi determinante para o enfrentamento da crise e do desemprego, por conta das diretrizes aqui construídas.
Até a fama de durona e mandona reforçam as competências de Dilma. Corajosa, ela não se abate com ataques machistas da oposição e da mídia que, sem críticas reais a fazer, remexem seu passado sem qualquer respeito à luta que ela travou para que essa mesma oposição e mídia tivessem liberdade de expressão. Tentam macular as virtudes de uma mulher que foi torturada nos porões da ditadura na luta que garantiu a muitos brasileiros, inclusive da oposição, o direito de voltar de seus auto-exílios.
Está em nossas mãos transformar em realidade o desejo já amplamente expresso por Lula de fazer da ministra a sua sucessora na Presidência da República.
Ao fim do seu segundo governo, Lula, como sempre disse, voltará para São Bernardo. Aqui será aclamado pelos trabalhadores, pelo PT, pelo movimento sindical e pelo município hoje administrado por Luiz Marinho, ex-sindicalista que governa a cidade sob os mesmos princípios de justiça social. O presidente regressará certo de que fez um excelente trabalho e com a aprovação de quase 90% da população. Um índice recorde que só ratifica o que ele costuma dizer: “Quem sabe produzir também sabe governar”.
Mas o presidente voltará ao ABCD mais tranqüilo se em seu lugar no Palácio do Planalto ficar alguém que garanta o prosseguimento e a consolidação das conquistas do seu governo. E essa pessoa é Dilma Rousseff. Ela é a sucessora dos sonhos de Lula e dos nossos também. Cabe a nós ajudar Lula a eleger Dilma.
* Sérgio Nobre, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Fonte: ABCD MAIOR.
Enviado por Fernando Cezar Toledo Martins
- fernando_ctm@yahoo.com.br

QUERO DILMA - ONDA VERMELHA NO BRASIL

Próxima pesquisa: DILMA: 33% - SERRA: 31%. Será verdade?

Vamos esperar a proxima pesquisa, se os números enviados pelo Companehiro Samuel Alves confirmará a virada da Dilma Rousseff.

ADESIVOS: DILMA PRESIDENTE

A Militância já está recebendo os adesivos do Blog da Dilma. São milhares espalhados pelo Brasil. Se você ainda não recebeu os seus, não se preocupe, estamos providenciando o envio para todos.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Encontro com a Secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton

Cadê o Zé Pedágio na foto?
Tá no alagão de São Paulo.

Dep. Fed. André Vargas (PT/PR) - Entrevista

Jogo do Poder com Dilma Rousseff (1 de 6)


Relembrando sua memória

Abílio Diniz diz que Dilma tem condição de levar 'legado' de Lula adiante

"A Dilma tem toda condição pelos conhecimentos dela, até porque o Lula vai ajudar, ele não vai ficar omisso. É claro, pode tirar uma semana de férias ou coisa parecida para descansar, mas acho que ele vai ajudar, sem dúvida nenhuma"
Questionado, o empresário Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, maior rede de varejo do país, disse nesta quinta-feira (4), que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República, tem condições de levar adiante o que chamou de “legado” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. (G1)

Emiliano José: "Wagner gerou mais de 171 mil empregos na Bahia"

O fato de a Bahia ter conseguido gerar, nos três anos do governo Jaques Wagner, mais de 171 mil empregos, que supera largamente quaisquer números de governos passados, foi destacado pelo deputado federal Emiliano José (PT-BA) em discurso na Câmara dos Deputados, dia 3 de março. O petista se inspirou numa palestra de Wagner durante evento no Hotel Fiesta, em Salvador (BA), dia 2 de março, para um plenário lotado de gestores da Caixa Econômica Federal da Bahia.
O parlamentar disse que o governador lembrou que no mês de janeiro deste ano a Bahia comemora a geração de 14 mil empregos com carteira assinada, um recorde. "Só para se ter uma idéia da dimensão deste número, basta lembrar que o total de empregos gerados em todo o Nordeste chegou a 18 mil. Deste total, a Bahia soma 14 mil. Tudo isso demonstra largamente o desenvolvimento da economia baiana".

Wagner destacou, conforme contou Emiliano, a importância da Caixa Econômica, do seu papel social. "Sem o Banco do Brasil, sem a Caixa Econômica, sem o Banco do Nordeste, sem o BNDES seria muito difícil enfrentar tão bem a crise econômica que se iniciou em setembro de 2008. Fomos dos últimos a sofrer os efeitos da crise e dos primeiros a sair", acentuou.

Segundo o parlamentar, os gestores da Caixa Econômica demonstraram satisfação com a presença e com a palestra do governador. "Fizeram questão que fosse Wagner a abrir um ciclo que estão iniciando, destinado a refletir sobre os rumos da economia e da sociedade. Os gestores lembraram que a Caixa, no ano de 2009, investiu mais de R$ 10 bilhões no setor público, o que evidencia a natureza social da instituição".

PAULO SOUTO COPIA FHC
- Emiliano aproveitou para criticar os "colegas" da direita política. "Eu já dissera recentemente da inveja que o ex-governador Paulo Souto sente do governador Wagner, a exemplo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que não agüenta de tanta inveja do Lula. Paulo Souto copia Fernando Henrique. Aconselha-se e que ele leia ao menos os jornais para acompanhar o extraordinário processo de desenvolvimento que está em curso no nosso Estado. Houve deputado que fez uma defesa canhestra do ex-governador Souto, ao dizer que eu chutava números. Convido-o, também, a pesquisar mais antes de falar. Para não chutar", desafiou.
O parlamentar destacou, ainda, o fato de a Bahia ter sido campeã na contratação de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, com 35 mil unidades. "Claro que o homem de espírito público, como Paulo Souto, deveria comemorar, até porque isso beneficia o povo. Mas, como a inveja é um sentimento insidioso, não comemora. Lamenta. A Bahia está mudando profundamente, e num ritmo impressionante, e em todos os setores. Nosso povo foi sábio quando escolheu Wagner governador. Agora, a Bahia é de todos, e principalmente dos mais pobres?, acentuou.
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