São Paulo - A ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, apareceu pela primeira vez em público depois de ter aproveitado as férias para dar uma repaginada no visual. Dilma participou nesta segunda-feira da abertura da feira Couromoda, em São Paulo. No evento, Dilma apareceu com o cabelo avermelhado, cortado no estilo "desalinhado", e no rosto, um número menor de rugas de expressão na região dos olhos, boca e testa. Sentada ao lado do presidente, e sem os tradicionais óculos de grau usados em todas os eventos, Dilma não inovou o modelito. Usou um terninho preto com detalhes brancos. O visual 2009 da mulher mais cobiçada para a presidência em 2010 chamou atenção dos fotógrafos que, em princípio, teriam outro foco. O Dia.segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Dilma Roussef faz cirurgia plástica e apresenta visual 2009
São Paulo - A ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, apareceu pela primeira vez em público depois de ter aproveitado as férias para dar uma repaginada no visual. Dilma participou nesta segunda-feira da abertura da feira Couromoda, em São Paulo. No evento, Dilma apareceu com o cabelo avermelhado, cortado no estilo "desalinhado", e no rosto, um número menor de rugas de expressão na região dos olhos, boca e testa. Sentada ao lado do presidente, e sem os tradicionais óculos de grau usados em todas os eventos, Dilma não inovou o modelito. Usou um terninho preto com detalhes brancos. O visual 2009 da mulher mais cobiçada para a presidência em 2010 chamou atenção dos fotógrafos que, em princípio, teriam outro foco. O Dia.
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Israel e os fundamentalistas islâmicos
Por João Villaverde
Desde que estourou a guerra, com as forças de Israel bombardeando Gaza em 27 de dezembro, muito se falou de 1967, 1973 e 2006, datas históricas e importantes para compreender o conflito entre israelenses e palestinos. Certamente são. Mas a história foi, em grande parte, mal contada. Praticamente não se falou de outra data histórica: 1948. Foi nesse ano que, horrorizados pelo genocídio promovido pelos alemães nazistas contra os judeus ao longo dos anos 30 e 40, o Ocidente criou o Estado de Israel. A criação ignorou qualquer coerência geográfica ou ética: Israel foi cravado no meio da Palestina, agora dividida. Mais de 750 mil palestinos foram expulsos de suas terras para dar espaço à Israel.
As diferenças e incompreensões instauraram-se aí.
A partir de então, 1948, Israel desenvolveu forte relações com os Estados Unidos - financeira e religiosa - que permitiu levantar um Estado grande e um dos maiores exércitos do mundo. A guerra dos seis dias, em 1967, gerou o primeiro grande debate internacional. Aproveitando de seus serviços de inteligência, Israel antecipou um ataque coordenado pelo Egito, Síria e Jordânia, destruindo toda a força armada dos três países. Para evitar novas surpresas, Israel passou ele mesmo a invadir o território alheio, levando milhares de famílias israelenses para as terras ocupadas. Israel ocupou todo o Sinai, ao norte, a Faixa de Gaza, ao sul, Jerusalém oriental e parte da Jordânia, espremendo milhões de palestinos - já há 19 anos sem pátria - na Jordânia.
Em 1948 foram as forças internacionais que ocuparam territórios palestinos para dar espaço a Israel. Em 1967, foi a vez de Israel sozinho ocupar territórios palestinos.
O grande debate que se formou se deu graças a justificativa de guerra: Israel antecipou um ataque coordenado por uma frente árabe, constituída pela Síria, Egito e Jordânia, mas com apoio também do Iraque, do Kuwait, da Arábia Saudita, da Argélia e do Sudão.
Sem querer entrar nos méritos das justificativas de guerra. Mas ali nasceu um ódio visceral entre judeus e palestinos e o mundo árabe. Primeiro porque Israel teve as justificativas de antecipar um ataque. Segundo porque o ataque, para a frente árabe, justificava-se pela implantação estranha de Israel em 1948, e terceiro que a partir dali seguiu-se a ocupação ilegal de território palestino pelos colonos israelenses.
O que incitou um acirramento no conflito foi uma questão secular, pouco lembrada. A década de 1970 para o mundo muçulmano marcou o início do XIV século da Hégira, período do renascimento, purificação e fortalecimento do Islã, tal como ocorre no início de cada século. A partir dos anos 70 iniciou-se um processo de revoluções culturais e religiosas pelo mundo islâmico, renascendo um franco processo de fundamentalismo religioso, em muito apoiado pelo fracasso promovido pela globalização econômica na região.
As elites do mundo muçulmano, como as nossas latino-americanas, entraram de cabeça na defesa da globalização. Nos anos 70 e 80 nascia e era desenvolvido o batido discurso de "inserir o país na modernidade". O mundo muçulmano a "modernidade" era um pouco diferente: ocupava-se o controle do Estado, que passava a ser estratégico para ditar os rumos da sociedade moderna, capitalista e global. Iniciou-se uma dialética crescente entre o fortalecimento do Estado-nação e do fundamentalismo islâmico.
Islã, em árabe, significa submissão, e um muçulmano é alguém que se submeteu à vontade de Alá. Há a lei divina, o sharia (contituída pelo Corão e os Hadiths), que está relacionada ao verbo shara'a, isto é, caminhar em direção a uma fonte. Para a maioria dos muçulmanos, a haria não representa uma lei rígida, mas uma referência para se caminhar em direção a Deus, podendo ser adaptada pelas circunstâncias históricas do período vivido.
Ao contrário dessa abertura permitida pelo Islã, o fundamentalismo islâmico implica a fusão de sharia e fiqh, reconstruindo a história do Islã para demonstrar a eterna submissão do Estado à religião. Portanto, para um fundamentalista, o vínculo fundamental não é watan (terra natal), mas sim umma, ou comunidade de fiéis, em que todos são iguais em sua submissão perante Alá, conforme explicou o sociólogo Manuel Castells no segundo volume de seu "Era da Informação".
Ou seja, a confraternização universal entre islãmicos transcende o estado-nação, que passa a ser encarado como fonte de cisão entre fiéis. Inicia-se um conflito cada vez mais radical no mundo árabe: aqueles seguidores da sharia e aqueles seguidores do discurso nacionalista do Estado-nação. Conforme explica o estudioso islãmico Bassam Tibi, "o Estado-nação é um elemento estranho e praticamente imposto. A cultura política do nacionalismo secular não só é novidade no Oriente Médio, como também mantém-se meramente na superfície das sociedades envolvidas".
A modernização econômica promovida pelos Estados no Oriente Médio durante os anos 70 e 80 foi fracassada, uma vez que suas economias não conseguiram entrar no jogo pesado da globalização, ou seja, concorrência comercial e revolução tecnológica. Os países foram inundados por importados, que aumentou o desemprego e descaracterizou as relações. A disparidade campo-cidade cresceu horrores. Ao mesmo tempo, toda uma geração de jovens formados nas décadas de 50 e 60 - quando os países cresceram muito - se viu sem oportunidades e perdidas em discursos ocidentais de globalização, que não alcançaram os objetivos vendidos. A crise de legitimidade do estado-nação foi resultado de sua corrupção generalizada, ineficiência, dependência de potências estrangeiras e, no Oriente Médio, de repetidas humilhações no âmbito militar diante de Israel, seguidas de um processo de acomodação com o inimigo sionista.
Como escreveu Farhad Khosrokhavar, famoso sociólgo islâmico, "quando o projeto de formação de indivíduos que participem ativamente da modernidade revela-se absurdo na experiência real da vida cotidiana, a violência torna-se a única forma de auto-afirmação do novo sujeito. A exclusão da modernidade adquire um significado religioso: deste modo, a auto-imolação passa a ser a forma de luta contra a exclusão".
O Hamas, em Gaza, segue exatamente esse pensamento. O Hizbollah, no Líbano, também. Esses movimentos - e muitos outros - tem todo um contexto histórico que explica sua existência. Não justificam seus ataques, mas compreendem suas ações assistencialistas - o Hamas foi eleito principalmente por levantar escolas e hospitais - e também seu ódio.
O massacre irracional e criminoso de Israel contra os palestinos em Gaza tem objetivos políticos claros: haverá eleição para o cargo de primeiro-ministro logo mais, em fevereiro. Mais que isso: aproveitaram de uma justificativa convincente entre seus pares - "os terroristas do Hamas não param de lançar mísseis contra nós" - para aniquilar o que resta de Gaza.
É importante notar o seguinte: Israel deixou totalmente Gaza em 2005. O que se seguiu na região foi justamente o conflito religioso, explicado acima, exemplificado pela disputa entre Fatah (apoiado pelos EUA e por Israel) e Hamas. O Hamas foi eleito, levou a maioria, e uma guerra entre palestinos se iniciou. Os membros do Fatah foram todos expulsos de Gaza, indo se refugiar no gueto palestino na Jordânia, apelidado de Cisjordânia (conhecido por West Bank por lá). Quando Israel viu o Hamas soberano em Gaza, logo ordenou o fechamento das fronteiras, iniciando um bloqueio econômico de alimentos, bebida e energia. Gaza estava literalmente enjaulada.
A situação de fome e miséria explodiu rapidamente. Ainda assim foi assinado um cessar-fogo de seis meses entre o Hamas e Israel, em julho do ano passado. Era um cessar-fogo ridículo, convenhamos. O Hamas se dispunha a parar de lançar mísseis caseiros contra o sul de Israel, enquanto Israel praticamente não se mexeu para terminar o embargo. Foi permitida pouca entrada de ajuda humanitária. Resultado: foi um péssimo negócio para a população de Gaza, uma vez que não mudou em nada a péssima condição de vida, sem comida, água, remédios e combustível.
Como se não bastasse, Israel rompeu o cessar-fogo, com um ataque rápido e letal, que matou sete palestinos. O ataque foi estratégico: ocorreu no dia 04 de novembro, dia das eleições americanas, que escolheram o democrata Barack Obama como novo presidente. Isso foi pouquíssimo lembrado. (Ver texto no Biscoito Fino e a Massa sobre isso).
Mesmo assim o Hamas não se mexeu. Terminado o acordo, em 19 de dezembro, retomou o lançamento de mísseis. E deu cabo para a justificativa de Israel.
Já são mais de 800 palestinos assassinados desde o início dos bombardeios israelenses.
Acesse oleododiabo.blogspot.com
Estudante é agredido e ameaçado por funcionário em faculdade.
Após enfrentar o escândalo de perseguição de um aluno em junho de 2008, a Faculdade de Artes Ciência e Tecnologia- FACET, situada no bairro da Pituba em Salvador, novamente entra em conflito contra um estudante da instituição.
Mais uma vez, o líder estudantil Marcell Moraes é perseguido por um funcionário da faculdade, desta vez, Antônio Carlos Santos Matos, funcionário e irmão da proprietária da FACET, agrediu fisicamente o estudante, chegando ameaçá-lo de morte.
O caso ocorreu nesta segunda-feira por volta das 18h, segundo testemunhas, Antônio Carlos estava em um bar próximo à instituição. Embriagado, o acusado fez gozações a alguns estudantes, e logo depois se dirigiu a Marcell, partindo para agressão verbal, sem qualquer sentido ou explicação, utilizando palavras de baixo calão, agredindo fisicamente, inclusive ameaça de morte. “Se não fosse pela intervenção dos seguranças da própria faculdade, que retiraram o bêbado, o vexame teria sido maior, que faculdade é essa? ” relatou indignado Marcell Moraes.
Assustados com a postura do funcionário e irmão da proprietária da faculdade, os alunos tentaram se defender e evitar a briga. “Marcell estava parado, o Antônio Carlos começou a ofendê-lo sem justificativas, partindo para agressão física e ameaçando Marcell de morte. Eu também acabei sendo agredida fisicamente. Foi um absurdo total e completo, mais uma vez os absurdos da FACET”, disse Juci Santos, estudante do curso de Direito da instituição.
Perseguição
A “guerra” entre o líder estudantil e a faculdade teve início em 2005, quando Marcell Moraes assumiu a presidência do Diretório Acadêmico da FACET, questionando sobre as inúmeras irregularidades da faculdade. Num desses protestos, o estudante fez uma manifestação contra o aumento das mensalidades, sendo processado por injúria em junho de 2008, após ter se referido a coordenadora do curso de administração como “péssima coordenadora”. Condenado no Juizado Criminal a cumprir 80 dias de prisão ou pagar uma multa de 30 salários mínimos, o líder estudantil, conseguiu mobilizar os acadêmicos e amigos que o ajudaram a pagar o valor de R$ 12.450,00 (Doze mil quatrocentos e cinqüenta reais).
Confira a matéria que saiu nos sites UOL e GLOBO on-line:
Uol:
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2008/07/03/ult105u6699.jhtm
Globo http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/05/06/aluno_condenado_por_criticar_coordenadora-427237113.asp
Lucas Carvalho de Matos, advogado de Marcell que o acompanhou durante o exame de corpo de delito , declarou: “Os danos ao meu cliente começaram quando foi condenado injustamente a pagar um valor elevadíssimo e estranho, por chamar a coordenadora de péssima profissional. Não obstante, agora meu cliente foi flagrantemente agredido em sua moral, e covardemente agredido em sua integridade física. A maior vítima de toda essa situação é o Marcell. Já íamos entrar com um processo contra a instituição, por conta de inúmeras perseguições, humilhações que vêm acontecendo desde 2005, onde Marcell foi retirado forçosamente da sala por 02 seguranças da FACET, conforme vídeo comprobatório. O que aconteceu com o irmão da proprietária é apenas mais uma prova que algo está estranho com essa faculdade. Vamos, junto ao MEC, pedir sindicância e interdição da FACET”, conclui o advogado.
Mangabeira discute defesa com equipe de Obama
Agência Estado
O ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, rejeitou uma sondagem da equipe do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a possibilidade de as Forças Armadas brasileiras ajudarem a policiar a América do Sul e o Caribe no combate ao tráfico de drogas. "As Forças Armadas do Brasil têm a tarefa de defender o Brasil, não de servir de polícia do mundo", disse o ministro.
Autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Mangabeira encontrou-se com futuros auxiliares de Obama no início da semana passada para tratar de possíveis acordos com os EUA. Não houve consenso sobre o uso das Forças Armadas para ajudar a combater o tráfico de drogas no continente, mas foram iniciadas conversas a respeito de defesa, educação e biocombustíveis, entre outros temas.
Mangabeira pediu que os EUA, em vez de insistir em vender caças e outros armamentos ao Brasil, façam acordos de cooperação na área da defesa. "Senti que, na questão dos caças, eles ainda não querem oferecer a tecnologia. Mas admitiram colaborar com o Brasil na construção de tecnologia, pesquisa e produção. Podemos fazer uma troca de ideias e de pessoas", afirmou. "Não vi arrogância na superpotência. Pelo contrário. Os Estados Unidos estão muito receptivos. Nada ajuda mais a abrir caminho do que as crises."
Link: http://www.parana-online.com.br/editoria/mundo/news/347603/
Brasil é o único em 35 países a escapar de forte desaceleração econômica, diz OCDE
As perspectivas econômicas para o Brasil continuam mais positivas do que para os países ricos e outras grandes economias emergentes, como a China, Índia e Rússia, segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgada nesta segunda-feira (12) em Paris. A organização prevê que o Brasil é o único dos 35 países analisados no novo Indicador Composto Avançado que não deverá registrar forte desaceleração econômica nos próximos seis meses.
"Os Indicadores Compostos Avançados em relação a novembro de 2008 sinalizam uma desaceleração profunda nas sete grandes economias mundiais e para as grandes economias que não são membros da OCDE, principalmente a China, a Índia e a Rússia", afirma o relatório.
Já em relação ao Brasil, como havia previsto no início de dezembro passado, com dados relativos a outubro de 2008, a OCDE estima que o país deverá registrar apenas uma "leve desaceleração" de sua atividade econômica.
Apesar disso, o Indicador Composto Avançado em relação ao Brasil caiu 1,1 ponto em novembro na comparação com os dados do mês anterior e está 2,9 pontos abaixo do nível registrado há um ano.
Mas o Brasil é o único do grupo das 29 economias que integram a OCDE e os seis países não-membros da organização analisados neste último relatório que ultrapassa a barreira de 100 pontos, utilizada como referência para classificar o nível de atividade econômica dos países.
Neste novo indicador, o Brasil totaliza 101,2 pontos, enquanto os demais 34 países estão abaixo dos 100 pontos. No relatório anterior, o Brasil registrava 102,3 pontos.
Segundo a metodologia para o cáculo do índice, os países que registrarem queda, mas mantiverem o indicador acima de 100 registram "leve desaceleração". Os que tiverem redução de atividade econômica e ficarem abaixo de 100 pontos recebem a classificação de "desaceleração", que pode ser caracterizada como forte em função do número de pontos perdidos.
Para calcular o Indicador Composto Avançado, a OCDE leva em conta vários indicadores econômicos de curto prazo ligados ao Produto Interno Bruto (PIB), como a produção industrial, por exemplo.
Outros países
A queda de 1,1 ponto registrada pelo Brasil em novembro é, no entanto, menor que a de outras grandes economias emergentes. O Indicador Composto Avançado da China diminuiu 3,1 pontos em novembro e está 12,9 pontos abaixo do nível verificado há um ano.
No caso da Índia, a queda foi de 1,2 ponto em novembro, mas totaliza 7,6 pontos na comparação anual. A Rússia registra a maior queda entre os grandes emergentes que não são membros da OCDE, com uma redução de 4,3 pontos em novembro e de 13,8 pontos na comparação com os últimos 12 meses.
Para os países que integram a OCDE, a queda em novembro foi de 1,3. Na comparação com o nível registrado em novembro de 2007, a redução é de 7,3 pontos.
Os Estados Unidos totalizam uma queda de 1,7 em novembro e estão 8,7 pontos abaixo do nível verificado há um ano.
Nos países da zona do euro, o indicador diminuiu 1,1 ponto em novembro passado e está 7,6 pontos abaixo do total registrado na comparação anual, segundo a OCDE.
BBC Brasil
Esse é o nosso país!
Para quem tem medo... (pense naqueles dos outros países que já foram a falencia)Pense firme! pense forte! nós vamos resistir e vamos superar.
Beijim
Maria Helena
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